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São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




segunda-feira, 10 de outubro de 2016

HORA DE MUDANÇA

Parei, pensei e depois de muito pensar acabei por me decidir a encerrar as postagens no blogue, pois a falta de interesse é bem visivel. não vislumbro qualquer tipo de comentário ao meu trabalho
A página cá continua pois para trás fica um Histórico  de 604.543 total de visualizações de páginas
135 Seguidores e era por eles que o blogue presistia em continuar
Nos anos  apareceram vários comentários por inumeras razões mais de 2.200 mas os comentaristas desapareceram.
estão publicadas no blogue 816 mensagens que deu muito prazer plublicar
O blogue encerra mas podem continuar a ver as minhas mensagens com imagens em: https://www.facebook.com/groups/122684754427132/

ou https://www.facebook.com/ludinho1946/?ref=aymt_homepage_panel

Obrigado a todos 

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Paro para pensar e começar a sentir

A meio do caminho calcorreando montes e vales em recordações de uma vida inteira cheia de coisas boas,,menos boas, mas tambem ruins

Parei para rever os meus conceitos, e o que  realmente importa e perceber que fazemos algo para agradar  aos amigos e ao mundo, e percebi que são os que ficaram, os que foram, na verdade, só estavam de passagem...Então parei e fiquei  observando todo este roteiro de longe.
 Tudo o que pude pensar foi em todos vós meus amigos e visitantes do blogue, e queria ser com ele,um motivo interessante para vós todos os dias, todas as horas. Esse pensamento egoísta fez me ver que contando o blogue com muitas centenas de milhar de visitantes, os comentários não aparecem.
Um motivo muito importante para nos dar força e vontade de continuar, é sentir que os meus amigos têm uma palavra de encorajamento, deixando um pequeno e simples comentário em cada página que visitam.
Se assim for fiquem com a certeza que eu cá estarei para vos ir mostrando ou avivando as vossas memórias sobre as nossas/vossas aldeias
Espero que comentem
Abraço a todos

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Em direção a Pomares (Açor)

O prometido é devido, por isso vamos percorrer mais um extraordinário percurso na Serra do Açor até á localidade de Pomares
Saimos de Coja e rumámos serra acima até  Benfeita
As pessoas mais velhas dizem que a Benfeita já teve o nome de “Valverde”, devido ao grande número de castanheiros que a rodeavam.

Surgem algumas lendas sobre a mudança de nome. Uma conta que o nome “Benfeita” está relacionado com a construção da capela de Santa Rita, que tinha oito paredes iguais e a consideraram muito bem feita. Outra lenda refere a visita de senhores de um castelo à capela da Nossa Senhora da Assunção que a acharam bem feita.

Dizia-se que existia uma ligação com a origem do nome da aldeia de Monte Frio. Surge uma lenda que conta que os pastores levavam os seus rebanhos para o alto da serra e um dos sítios para onde iam era o Monte Frio. Como no alto da serra costumava estar muito frio, na vinda, os que tinham ficado na Benfeita, perguntavam aos que acabavam de regressar do Monte Frio: “Então como está lá o tempo?“. A resposta era: “Está muito frio“. O que era replicado num tom jocoso e brincalhão pelos da Benfeita: “Bienfecta” (bem feita).
Na freguesia da Benfeita os habitantes de cada localidade têm diferentes alcunhas, no caso da aldeia da Benfeita são conhecidos como os “Balseiros”.

Seguindo o nosso percurso chegamos a Relva Velha e Enxerudo
com esta vista magnífica

Continuando estrada fora demos um saltinho a MONTE FRIO
O local onde actualmente está implantada a aldeia de Monte Frio era constituído por matos e terras incultas. Esta parcela de terra foi entregue a Vasco Domingues, o fundador da povoação, encarregado de construir casas e fazendas. As primeiras casas foram feitas com madeiras da Mata da Margaraça, propriedade de fidalgos de Avô

Voltámos atrás e fomos a MOURA DA SERRA

Foi sede de freguesia extinta em 2013, como tantas outras no âmbito daquela famigerada  reforma administrativa nacional, tendo sido agregada à freguesia de Cerdeira, para formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Cerdeira e Moura da Serra com sede em Cerdeira.
 possui algum património principalmente aIgreja do Divino Espírito Santo (matriz) e de Santa Filomena e ainda um vasto Parque eólico de Aço

Por entre vales e montes, vamos subindo por estradas sinuosas deparando-nos com uma infinidade de curvas e contra-curvas. As estradas foram rasgadas circundando os montes, de um lado temos montanha, do outro temos vale, sendo que só esporadicamente temos muros de xisto a separar a estrada do precipício. É de cortar a respiração, já que a paisagem que vamos vislumbrando é de uma beleza inigualável, 
O espaço territorial que compõe a freguesia de Moura da Serra, foi outrora um espaço de exploração mineira. A presença romana em Moura é comprovada pelas moedas romanas descobertas por uma pastora.
Passamos também por SORGAÇOSA

BARRIGUEIRO

FOZ DA MOURA

AGRUAL

E cá estamos nós em POMARES destino final da nossa viajem por hoje

Pomares é uma freguesia do concelho de Arganil distrito de Coimbra
Á freguesia pertencem como anexas as mais belas aldeias e recantos da serra do Açor
A ela pertencem os lugares de Agroal, Barrigueiro, Barroja, Corgas, Espinho, Foz da Moura, Portelinha, Porto Silvado, Sobral Magro, Sobral Gordo, Sorgaçosa, Soito da Ruiva e Vale do Torno.

A aldeia de Pomares encontrava-se integrada nos coutos dos Bispos de Coimbra e era curato ( termo religioso, derivado de padre , ou cura, que era usado para designar aldeias com condições para se tornarem freguesias) cuja apresentação era da responsabilidade do cabido 
Mais um aspeto da  praia fluvial em pleno verão

Um local aprazivel que fica aqui no sopé da serra do Açor, esta praia fluvial reúne ótimas condições para desfrutar de agradáveis momentos de lazer
Não deixe de visitar a zona envolvente, nomeadamente a Aldeia do Xisto de Benfeita, a Aldeia Histórica do Piódão e a Fraga da Pena e Mata da Margaraça, paisagem protegida da serra do Açor.
Por aqui ficamos mas não nos vamos demorar muito tempo pois queremos continuar a relembrar todos estes recantos da serra

(A ilustração da página é feita com fotos minhas e de outros autores que desconheço a identificação)

sábado, 1 de outubro de 2016

Estamos na serra do Açor e por cá vamos continuar

Saimos de Folques e continuando o nosso percurso passámos por Mancelavisa, uma aldeia muito simpática com belas habitações muito terreno de pequenas hortas e o que  nos sdespertou mais a atenção foi a sua capela  linda e  imponente

subindo um pouco mais encontrámos Portela do Alqueve



ALQUEVE
O Alqueve faz parte do concelho de Arganil ( Coimbra ). Quem fizer uma visita pode apreciar algumas das melhores paisagens da serra do Açor. 

Tratando-se de uma região serrana com caminhos florestais, tornou-se muito conhecido nos anos em que poaasava por estas bandas o Rally de Portugal que atravessa as estradas. de terra batida deixando para trás enormes nuven de pó como ainda me lembro e vi algumas vezrs
uando decemos do Alqueve e olhamos para a direita podemos ver  na vertente da serra  a aldeia do Salgueiral para onde nos dirigimos imediatamente

SALGUEIRAL
Freguesia: Coja Concelho: ArganilDistrito: Coimbra

No meio da Serra do Açor.
Com uma população talvez de 30 pessoas, maior parte dos quais velhos, acima dos 70 anos.
Como todas as aldeias do interior embrenhadas no meio das florestas das nossas  serras, foram saindo  da terra á procira de novas oportumidades
è por isso que encontramos muitas casas velhas e  algumas em estado de ruinas, porque is seus donos devem ter falecido e os herdeiros não estarão interessados em recupera las
Mas fiquem cientes de uma coisa. esta zona é extreordinária e oferece nos paisagens maravilhosas
E aqui á beirinha da estrada consolámonos a colher uns lindos marmelos porque o dono não andava por perto  ou estariam também já esquecidos  como muitas outras coisas na aldeia

                                                                    COJA

Ir a Coja e  não atravessar o rio Alva é quase como ir a Roma e não ver o Papa, eis nos por isso atravessando o Alva já que o rio corre mesmo pelo centro da Vila
oja, considerada a "Princesa do Alva", é uma freguesia do concelho de Arganil, de cuja sede dista cerca de 12 quilómetros. Coimbra, sua sede distrito, situa-se a, aproximadamente, 67 quilómetros de distância, os mesmos que a separam de Viseu. Tem uma altitude que vai de 165 a 757 metros. Está limitada pelas freguesias de Barril de Alva, Vila Cova do Alva, Cerdeira, Benfeita, Folques, Secarias, Meda de Mouros e Pinheiro de Coja.

Esta  é a entrada para um ligar de rara beleza e onde podemos passar um dia com muito prazer é a praia fluvial de Coja  no rio Alva

A vila conserva ainda várias casas solarengas, dos séculos XVIII e XIX. Na praça encontram-se duas. Uma, com capela anexa, ostenta uma larga fachada dividida por pilastras. A outra, possui janelas de aventais recortadas.



Igreja Matriz
A Igreja Matriz, construída durante o período de Oitocentos, possui uma fachada com características arcaizantes. O mesmo se verifica no interior - os retábulos, lavrados pelo entalhador da Cerdeira, José Gonçalves de Abreu, lembram os do século XVIII. Os púlpitos estão assentes sobre três mísulas fundidas. As imagens que ornamentam os altares crê-se terem pertencido a extintos colégios ou conventos de Coimbra.

Possui ainda im vasto património religioso
Capela de Nossa Senhora da Ribeira
A Capela de Nossa Senhora da Ribeira sofreu várias reconstruções, datando a última de meados do século XX, embora as portas e as janelas sejam reaproveitamentos do século XVIII. No nicho central do retábulo policromado e dourado encontra-se a imagem quinhentista da Virgem com o Menino.



Capela de Santo António
A Capela de Santo António data da segunda metade de Setecentos. O retábulo, do século XVIII, alberga as imagens do Santo que lhe dá o nome, de um Santo bispo e de uma Santa mártir.



Capela da casa do Prior Costa
Em frente, encontramos a Capela da casa do Prior Costa que guarda um exemplar notável da estatuária quatrocentista - a Virgem com o Menino.

                                                      Capela do Santo Sepulcro
Capela do Senhor do Sepulcro - Removida de um ponto mais baixo, foi reconstruída no último quartel do séc. XIX. Supõe-se que a sua origem data do séc. XVI-XVII
E pronto cheguei ao fim, com fotos minhas e outras tiradas da net aqui vos deixo mais um pouco do que conheço na região, prometendo continuar por estas bandas desta vez em direção a Pomares
Nas antes de dizer adeus queria convidar vos a dar uma vista de olhos  numa pá gina que a mim me dá sempre prazer visitar com as londas imagens de Coja e  arredotes para além das suas origens


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Património Cultural digno da sua visita (Arganil)

                                                                      Mata do Hospital
A Mata das Misericórdias, outrora conhecida como Mata do Hospital, é um espaço florestal de cerca de 22 hectares, doado pela D. Maria Isabel de Melo Freire ..

                                                           .Piscina Municipal de Arganil
Desde a sua abertura ao público, a 16 de Março de 2013, a Piscina Municipal de Arganil atingiu, recentemente, as 50.000 utilizações,

                                                Santuário da Nossa Senhora do Mont'Alto


                                                Parque de Campismo Municipal de Arganil


                                                          Igreja de São Pedro de Arganil
considerada uma obra arcaica, periférica e limitada, um "exemplo típico da permanência de uma estética retrógrada nas zonas rurais do interior de todo o território a norte do Tejo
A sua construção ficou a dever-se a D. Marinha Afonso e a D. Fernão Rodrigues Redondo, senhores de Arganil durante o reinado de D. Dinis

                                             Praia Fluvial de Secarias “Cascalheira” (Rio Alva)
Praia fluvial do Interior galardoada com a classificação QUALIDADE DE OURO pela Quercus




                                                                     Mosteiro de Folques

O que se sabe da história inicial do convento é pouco e incerto. As fontes mais antigas colocam-no entre o século XI e XII. No entanto, pouco nos chegou dessa época.


                                                         Praia Fluvial de Coja (Rio Alva)
As margens, e a área envolvente da praia fluvial são arborizadas por choupos e amieiros, o que permite fruir de momentos de tranquilidade e sossego

                                                       Praia Fluvial de Góis (Rio Ceira)
um sitio aprazível, quem visita uma vez fica sempre com vontade voltar especialmente no verão vale a pena uma visita à Praia Fluvial junto à Ponte do Soito.

                                                                      Fraga da Pena

A Fraga da Pena, em plena Paisagem Protegida da Serra do Açor, corresponde a um acidente geológico atravessado pela Barroca de Degraínhos, originando um conjunto de quedas de água sucessivas.

A queda de água tem uma altura de 19 metros.


                                                                  Mata da Margaraça

Esta imponente nata é apenas o resto do que foi um dos mais opulentos maciços florestais das Beiras. Esta formação vegetal corresponde a uma associação denominada Rusco-Quercetum-roboris que faz parte da aliança Quercion robori-pyrenaicae – característica do noroeste da Península Ibérica e que actualmente tem nesta mata a sua melhor representação em Portugal. Tratando-se por isso, de uma rara e significativa amostra do que foi o coberto vegetal das serranias do centro do nosso país.
Praia Fluvial de Pomares (Serra do Açor)


                                                                   Serra do Açor
Esta maravilha da natureza faz parte da Cordilheira Central, entre a Serra da Lousã e a Serra da Estrela, que abrange Arganil e Pampilhosa da Serra, portanto a Serra do Açor estende-se por mais de trezentos hectares, sendo atravessado por dois cursos de água, a Ribeira da Mata da Margaraça e a Barroca de Degraínhos.

Fortemente marcada pelo encaixe dos Vales do Alva e do Ceira, afluentes do Mondego, esta serra apresenta os seus vales numa monumentalidade perfeita e única, que transpiram beleza, em que os seus socalcos demonstram os engenhos das povoações que ali decidiram estabelecer casa, vivendo nos segredos da serra, como o lírio-martagão, a gilbadeira, o carvalho-alvarinho ou o selo-de-Salomão, que apenas num tom completa a sinfonia da Mata da Margaraça.


                                                           Aldeia Histórica do Piodão

A Aldeia de Piódão é considerada uma das mais bonitas do País, classificada como “Aldeia Histórica de Portugal“.
Situada no Centro do País, pertencente ao concelho de Arganil, na encosta da bonita Serra do Açor.

As suas típicas casas de xisto e lousa, com janelas em madeira de azul pintadas, descem graciosamente a encosta da serra, formando um anfiteatro nesta íngreme serra, sendo por muitos apelidada de “aldeia presépio”.


E termino aqui por hoje, Amanhã recordaremos outros locais e outras gentes mas sempre na serra do Açor