AS NOSSAS TRADIÇÕES NA ÉPOCA NATALICIA


Ao longo dos séculos, estas aldeias de montanha e de planícies extensas foram sempre habitadas por um povo que  as soube moldar com todo o respeito, tratando com carinho os seus frutos naturais, cobrindo a paisagem de vida com rebanhos saltitantes e de cor com pomares de cerejas, diospiros, ginjas, castanhas, medronhos, marmelos e figos ao sabor de mel.
e depois com uma excelente gastronomia, que delicia não só os beirões como também os seus visitantes
























Quase todas as aldeias da Beira Baixa, têm as suas
tradições próprias, em que a gastronomia assume um papel importante.
Vejam só esta mesa  cabrito estonado e pão confecionado por mãos de mulheres da beira baixa que tão bem o sabem confecionar

AS FILHÓS

A sua confeção é habitual no Natal, mas também na Páscoa e noutros momentos festivos. A sua origem não deixa dúvidas: é a Beira Baixa

O BACALHAU
O perú ouve se dizer por alguns que é um astro nas ceias de natal ou festas de fim de ano mas não está sozinho sob os holofotes: o bacalhau é, sem dúvida, o protagonista em muitos dos jantares de Natal e de Ano Novo.

O FUMEIRO DA BEIRA BAIXA

Fiel amigo e presença constante na cozinha beirã, é fundamental em qualquer petisco.
De cor vermelho vivo e consistência firme, este enchido fumado é feito à base de carnes magras de porco recorrendo ao modo de tempero em vinha de alhos e um cuidado tempo de maturação, repouso e cura em fumeiros tradicionais com lenha especialmente seleccionada.

O PINHEIRO DE NATAL

É uma tradição em muitas aldeias da Beira Baixa, e este ano não vai ser diferente. Falo-vos do Madeiro de Natal, que consiste em acender uma enorme fogueira para aquecer o Menino Jesus. O fogo começa na noite de 24 para 25 de dezembro, mas continuam a alimenta-lo até 6 de janeiro.

POR ULTIMO OS NOSSOS VINHOS

Numa região lindissima, nas faldas das Serras da Gardunha e Estrela situa-se a Adega do Fundão, cuja região tem pergaminhos confirmados no panorama vitininícola nacional. Infelizmente, muitas vezes o interior é também um pouco esquecido por todos nós habitantes das grandes cidades. Mas aconselho a não perderem a oportunidade de nesta quadra festiva que se aproxima, acompanharem com estes famosos e gostosos vinhos os vossos pratos da nossa gastronomia, e não esqueçam ÉNATAL É NATAL FILHÓS COM VINHO NÃO FAZEM MAL

Terras de Xisto no concelho do Fundão

São 27 as Aldeias do Xisto distribuídas pela Região Centro, num território de enorme beleza que oferece experiências únicas.

Na produção gastronómica, no artesanato, no alojamento e na animação cultural, as Aldeias do Xisto destacam-se pela apresentação de produtos, serviços e profissionais de excelência.

Das coisas da terra fazem-se novos produtos. Um rio faz-se pista de canoagem. Uma floresta faz-se trilho para caminhadas. Uma tradição antiga transforma-se num evento cultural único. Há praias fluviais de água puríssima, monumentos, castelos e museus para ver.

Dá gosto falar com as pessoas e partilhar as suas tradições, artes e histórias.

No concelho do Fundão , as mais conhecidas são a BARROCA,
 Nos anos de 1864 a 1890 a freguesia de Barroca tinha anexada a freguesia de Bodelhão, actualmente denominada Aldeia de S. Francisco de Assis, do concelho da Covilhã. Esta freguesia foi desanexada por decreto de 07/09/1895 e anexada à de Ourondo, do concelho da Covilhã.

 Por decreto de 07/09/1895 foram incluídos nesta freguesia os lugares que foram desanexados da freguesia de Dornelas do Zêzere, do concelho de Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra.

Do seu Património destacam se a Igreja de S. Sebastião (matriz) Capelas da Senhora da Rocha, de S. Romão, do Senhor da Agonia e da Senhora da Nazaré Casa Grande (e capela) Núcleo de gravuras rupestres da Barroca do Zêzere e Trecho do rio Zêzere

JANEIRO DE CIMA



Bogas de Cima uma aldeia com história

Esta Freguesia faz parte do concelho de Fundão. É composta pela sede de freguesia Bogas de Cima e pelas anexas Boxinos, Malhada Velha, Bogas do Meio e Descoberto Está limitada a norte pelas freguesias de Lavacolhos e Barroca, a sul pela União de freguesias de Janeiro de Cima e Bogas de Baixo, a oeste pela freguesia da Barroca, a leste pelo município de Castelo Branco e a nordeste pela freguesia do Castelejo Dista 32 km do Fundão, 43 km da Covilhãe 81 km de Castelo Branco


Os dados que se conhecem sobre a aldeia são a partir do século XVIII, quando se tornou sede de Freguesia. Bogas de Cima pertencia até então à freguesia de Silvares. A sua vizinha, Bogas de Baixo tinha pertencido à de Janeiro de Baixo, tendo-se autonomizado em 1694. Foi na segunda metade do século XVIII, que Bogas de Cima se tornou uma freguesia independente.
Em 1758 Bogas de Cima ainda se encontrava anexada à freguesia de Silvares e contava com dezena e meia de fogos. Actualmente Bogas de Cima é maior que a sua vizinha Bogas de Baixo.
Nestas 3 imagens vemos a Casa Redonda a atividade de confecionar o mel e o mel já prontinho a seguir para o mercado
linho e a sua tecelagem estão intimamente ligados à história de Bogas de Cima, havendo documentação desta actividade datada de 1892
Hoje  Bogas de Cima possui um ótimo Lar para a 3ª idade, Clube Desportivo Boguense ,Associação de Jovens e Idosos de Bogas de Cima, Cooperativa de Olivicultores da Ribeira de Bogas,Olho Vivo - Associação de Caça e Pesca
No Património Arquitétónico incuem se a Igreja Matriz, a Capela de São Sebastião, a Casa Redonda e ainda as Casas de Xisto
Na Gastronomia Destacamos os Maranhos, o Cabrito Estufado, o Caldo Verde e as Filhós

Especialidades da gastronomia do meu sítio

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Filhós á moda do ORVALHO  concelho de Oleiros



RESTAURANTE FONTE DA VILLA
Localizado nas Sarzedas, aldeia (antes vila) incluida na rota das Aldeias de Xisto, o Fonte da Villa é um negócio familiar onde será para nós um prazer em breve poder recebe-lo ou te-lo de novo.

Tigelada
Esta tigelada serve-se especialmente como sobremesa de Páscoa.

Preparação -
  • Bata os ovos com a canela.
  • Dissolva a farinha num pouco de leite frio, junte o restante leite e em seguida adicione aos ovos juntamente com o açúcar. Mexa bem.
  • Saboreie, no concelho da Sertã, os afamados maranhos e o bucho recheado. E, para acompanhar, escolha um dos vinhos locais. Os Cartuchos de Amêndoa de Cernache do Bonjardim fazem as delícias dos mais gulosos. Descubra estas iguarias no anual Festival de Gastronomia do Maranho.  
  • Panela no forno á moda da Covilhã
Cabrito assado em forno de lenha

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Rancho das beiras

OLHARES SOBRE A BEIRA BAIXA

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Grupo Veracruz investe 50 milhões de euros em amendoal na Beira Baixa

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