sábado, 1 de outubro de 2016

Estamos na serra do Açor e por cá vamos continuar

Saimos de Folques e continuando o nosso percurso passámos por Mancelavisa, uma aldeia muito simpática com belas habitações muito terreno de pequenas hortas e o que  nos sdespertou mais a atenção foi a sua capela  linda e  imponente

subindo um pouco mais encontrámos Portela do Alqueve



ALQUEVE
O Alqueve faz parte do concelho de Arganil ( Coimbra ). Quem fizer uma visita pode apreciar algumas das melhores paisagens da serra do Açor. 

Tratando-se de uma região serrana com caminhos florestais, tornou-se muito conhecido nos anos em que poaasava por estas bandas o Rally de Portugal que atravessa as estradas. de terra batida deixando para trás enormes nuven de pó como ainda me lembro e vi algumas vezrs
uando decemos do Alqueve e olhamos para a direita podemos ver  na vertente da serra  a aldeia do Salgueiral para onde nos dirigimos imediatamente

SALGUEIRAL
Freguesia: Coja Concelho: ArganilDistrito: Coimbra

No meio da Serra do Açor.
Com uma população talvez de 30 pessoas, maior parte dos quais velhos, acima dos 70 anos.
Como todas as aldeias do interior embrenhadas no meio das florestas das nossas  serras, foram saindo  da terra á procira de novas oportumidades
è por isso que encontramos muitas casas velhas e  algumas em estado de ruinas, porque is seus donos devem ter falecido e os herdeiros não estarão interessados em recupera las
Mas fiquem cientes de uma coisa. esta zona é extreordinária e oferece nos paisagens maravilhosas
E aqui á beirinha da estrada consolámonos a colher uns lindos marmelos porque o dono não andava por perto  ou estariam também já esquecidos  como muitas outras coisas na aldeia

                                                                    COJA

Ir a Coja e  não atravessar o rio Alva é quase como ir a Roma e não ver o Papa, eis nos por isso atravessando o Alva já que o rio corre mesmo pelo centro da Vila
oja, considerada a "Princesa do Alva", é uma freguesia do concelho de Arganil, de cuja sede dista cerca de 12 quilómetros. Coimbra, sua sede distrito, situa-se a, aproximadamente, 67 quilómetros de distância, os mesmos que a separam de Viseu. Tem uma altitude que vai de 165 a 757 metros. Está limitada pelas freguesias de Barril de Alva, Vila Cova do Alva, Cerdeira, Benfeita, Folques, Secarias, Meda de Mouros e Pinheiro de Coja.

Esta  é a entrada para um ligar de rara beleza e onde podemos passar um dia com muito prazer é a praia fluvial de Coja  no rio Alva

A vila conserva ainda várias casas solarengas, dos séculos XVIII e XIX. Na praça encontram-se duas. Uma, com capela anexa, ostenta uma larga fachada dividida por pilastras. A outra, possui janelas de aventais recortadas.



Igreja Matriz
A Igreja Matriz, construída durante o período de Oitocentos, possui uma fachada com características arcaizantes. O mesmo se verifica no interior - os retábulos, lavrados pelo entalhador da Cerdeira, José Gonçalves de Abreu, lembram os do século XVIII. Os púlpitos estão assentes sobre três mísulas fundidas. As imagens que ornamentam os altares crê-se terem pertencido a extintos colégios ou conventos de Coimbra.

Possui ainda im vasto património religioso
Capela de Nossa Senhora da Ribeira
A Capela de Nossa Senhora da Ribeira sofreu várias reconstruções, datando a última de meados do século XX, embora as portas e as janelas sejam reaproveitamentos do século XVIII. No nicho central do retábulo policromado e dourado encontra-se a imagem quinhentista da Virgem com o Menino.



Capela de Santo António
A Capela de Santo António data da segunda metade de Setecentos. O retábulo, do século XVIII, alberga as imagens do Santo que lhe dá o nome, de um Santo bispo e de uma Santa mártir.



Capela da casa do Prior Costa
Em frente, encontramos a Capela da casa do Prior Costa que guarda um exemplar notável da estatuária quatrocentista - a Virgem com o Menino.

                                                      Capela do Santo Sepulcro
Capela do Senhor do Sepulcro - Removida de um ponto mais baixo, foi reconstruída no último quartel do séc. XIX. Supõe-se que a sua origem data do séc. XVI-XVII
E pronto cheguei ao fim, com fotos minhas e outras tiradas da net aqui vos deixo mais um pouco do que conheço na região, prometendo continuar por estas bandas desta vez em direção a Pomares
Nas antes de dizer adeus queria convidar vos a dar uma vista de olhos  numa pá gina que a mim me dá sempre prazer visitar com as londas imagens de Coja e  arredotes para além das suas origens


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