Voltando ás Serras da Pampilhosa

Evidentemente que não passa de recordações  mas é  sempre bom recordar, faz nos parecer mais jovens  e eu calcorreei muitas vezes serpenteando estas serras de terra  em terra

Hoje começo em Alvares
Uma aldeia  pertencente ao concelho de Gois
 Foi vila e sede de concelho até 1855.Era constituído pelas freguesias de Alvares e de Portela do Fojo


Embora não tenha mudado muito tem hoje algums regalias que nas viajens do meu tempo eu não via. Como por exemplo esta ótima praia fluvial ,mas o ribeiro do Sinhal já lá existia

A partir de Alvares costumava descer á Telhada que na altura nos oferecia a oportunidade de ver grandes paisagens em tons verdes  amarelas e castanhos
tem uma linda capela que é a residencia oficial de Nossa Senhora da Boa Viajem (a foto é do Victor Santos)


Tinha varias casas rústicas completamente construidas em pedra e havia um que se destacava por ter 32 degraus para chegar até ela

Passava ainda por Pessegueiro, uma freguesia  do concelho de Pampilhosa da Serra, e tambem por Coelhal, Ramalheira , Carvoeiro etc. pertencentes á mesma freguesia

No alto da serra onde o vento por vezes soprava forte  e em dias de chuva  havia ainda por vezes muito nevoeiro, mas nem sempre isso acontecia e  aí sim podia desfrutar de paisagens de grande beleza


e onde  podiamos descansar e tratar do estômago.. Havia por aqui algumas tavernas que embora muito isoladas eram um alivio para quem por  aqui viajava


este é o entroncamento com a estrada que vem da Pampilhosa a N112 para quem como eu vinha de Pessegueiro de Cima



E logo adiante  aproveitava para respirar um pouco enquanto  olhava para esta mancha verde de pinhal  neste local que se chamava Catraia do Pépio

Prosseguindo o meu caminho chegava ao terminus da estrada N112 e passava a  ser N2 e daqui onde  como em todos os outros lugares por onde passava olhava o horizonte e era só beleza e ar puro para encher os pulmões, lá em baixo no meio da serra existe esta aldeia chamada Simantorta Existe uma história sobre o nome da povoação que pertence ao concelho de Góis


 esta povoação de Simantorta que antes se chamava Simão-Torta, foi fundada, tal como a maioria das povoações da freguesia de Alvares, por pessoas que trabalhavam na herdade de Alvarinhos, depois Alvares, por conta do Mosteiro de Folques. As pessoas trabalhavam na agricultura e dedicavam-se à plantação de castanheiros, que a partir de Alvares se fez nas ribeiras de Roda e de Simantorta. Com o crescimento, os castanheiros começaram a dar trabalho quase todo o ano, o que levou as pessoas a fixarem-se nos vales mais produtivos. O primeiro homem que se fixou na actual Simantorta chamava-se Simão e a sua companheira era conhecida pela Torta, daí que a pessoa que recebia os dízimos, se referisse aos produtos recebidos daquele casal como sendo do Simão e da Torta. A relação dos nomes que constavam na dizimaria serviram naquele tempo para identificar as localidades e, assim, aquele vale ficou conhecido como Simão-Torta.


Visitava ainda outras aldeias tais como Amieiros, Barroca da Fonte do Sapo etc etc.  Daqui podia já avistar parte da serra da Lousã


E daqui seguia para Cerdeira, Cantoneiros, Esporão e outras aldeias, seguindo depois para Góis. Mas desta outra viajem darei conta numa próxima publicação..
Até lá fiquem bem e divirtam se revivendo o passado como  eu se por aqui passaram

Antigos artesãos das nossas aldeias

Nas aldeias por onde passei especialmente na região que compõe a nossa Beira Interior, antigamente existiram várias profissões que foram desaparecendo ao longo do tempo, mas tive ainda a oportunudade de ver e conversar com muitos dos verdadeiros artesãos que fizerm diso o seu ganha pão
                                                            O FERREIRO
É assim que eu via o Ferreiro, aliás com quem lidei alguns anos  o meu tio era ferreiro e eu ajudava na forja e ia ajudar a vender peças fabricadas a outras terras vizinhas
O ferreiro é uma pessoa que cria objetos de ferro ou aço por "forjar" o metal, ou seja, através da utilização de ferramentas como fole, bigorna, martelo, dobra e corta, e de outra forma moldá-la na sua forma não-líquida.

Geralmente o metal é aquecido até que brilhe vermelho ou laranja, como parte do processo de forjamento. Ferreiros produzem coisas como portões de ferro forjado, grelhadores, grades, lustres, luminárias, mobiliário, esculturas, ferramentas, implementos agrícolas, religiosos e objectos decorativos, utensílios de cozinha, e armas.
Várias religiões antigas possuíam deuses dos ferreiros. Na mitologia grega, Hefesto era considerado o primeiro a trabalhar com ferro

História
Acredita-se que a profissão de ferreiro exista deste quando o homem aprendeu a manipular e moldar os metais (em torno de 2000 a.C.), sem grandes distinções até os tempos atuais.
Durante a idade média era comum a imagem do ferreiro da aldeia, responsável por praticamente toda a metalurgia do feudo ou povoado. Sendo que muitas vezes, nestes tempos, o ferreiro se tornara sinônimo de forjador de armas, já que era função dele fabricar as armas (espadas, lanças, machados, etc) utilizados pelos soldados da época.

Com a revolução industrial, a partir do século XVII, o oficio de ferreiro foi gradualmente sendo substituído pelas indústrias metalúrgicas, sendo que a profissão sobrevive até hoje apenas em regiões menos desenvolvidas e/ou para a forja de objetos com finalidade principalmente decorativa.
Também é conhecido como o homem dos metais pois ele trabalha principalmente com os metais apesar de trabalhar com outros materiais como o barro e a mirra.


                                                                   O SAPATEIRO



O sapateiro é uma das profissões antigas que conseguiram evoluir com os tempos, apesar de muitos terem desaparecido com o alargamento da indústria do calçado e a compra dos sapatos no sistema de pronto a vestir.

 Assim, o sapateiro actualmente deixou de ter a função de fabricar o calçado mantendo-se somente como reparador de sapatos e botas em pequenas oficinas

                                                                     O BARBEIRO


O exercício do ofício de Barbeiro remonta à Antiguidade. Nesta época o Barbeiro era, simultaneamente, médico, cirurgião, dentista, cabeleireiro, quer de homens quer de mulheres, e amolador. Eram actividades que garantiam a independência económica e a consideração social de quem as exercia
Ainda existem hoje mais com nomes mais pomposos como cabeleireiros

                                                             O ALMOCREVE


Hoje completamente extinta, esta foi uma profissão muito comum nas Beiras e era quase diariamente que o víamos a calcorrear a serra pois nessa época de comunicações limitadas, os almocreves eram essenciais como agentes de comunicação intercomunitária (além de serem indispensáveis ao abastecimento de bens às vilas e cidades). De entre as rotas de abastecimento mais importantes, destaque para as que levavam os almocreves a transportar peixe do litoral para o interior e, no sentido inverso, cereais. Não confundir almocreves com mercadores, pois que na maior parte das vezes os bens que transportavam não eram propriedade sua, embora fosse comum um almocreve ser também mercador.

Pelas Serras da Pampilhosa

Continuando a recordar velhos percursos por lugares quase desconhecidos  mas muito lindos na altura, mais que hoje e sabem porquê? embora as estardas fossem caminhos  e com mais dificuldades nos acessos, era um tempo em que tinhamos outras regalias,

 As pessoas saudavam se na rua, as paisagens muito mais belas que hoje, pois era raro arder um pinheiro, não havia crminosos incendiários
Toda a gente nos oferecia do que tinha em casa, comida  bebida e boa disposição


Nas minhas lides profissionais lá andava eu a calcorrear as ruas da aldeia, e desta vez Saí da Sancha Moura e fui até Sobral Valado, pois embora poucas, sempre se iam construindo umas casitas e  já havia quem não caiasse  e preferisse as minhas tintas para pintar
Numa altura em que trabalhava com as Industrias 1001 do Porto esta fazia muita publicidade a um produto que  fazia milagres  contras as infiltrações, por isso havia vários pequenos construtores e mesmo particulares que mostraram interesse nese produto. Foi então que dediquei alguns anos  a calcorrear estas serras e vales com o intuito de satisfazer estas pessoas na esperança que as infiltrações acabassem




Sobral Valado


Situa-se quase no cimo de quatro colinas a mais ou menos 700 metros de altura, com  o casario virado para o sul, numa localização maravilhosa do ponto de vista panorâmico.  Esta  aldeia estava cercada pelos montes do Moinho, que é  o mais alto , Corvos, dos Lameiros e do Outeiro, qu é o mais baixo, que entre si formam uma espécie de concha, que a abrigam das intempéries e é banhada pelo Sol desde manhã até à noite. Dista da Pampilhosa da Serra, cerca de seis quilómetros, fazendo parte da sua freguesia e à qual sempre esteve muito ligado. .

Ouvia falar nessa altura na capela de São Lourenço, padroeiro da aldeia, que não existe, lindíssima que ela era. Em 1951, alguns naturais venderam na para construção de uma residência particular. Já em 1949 se tinha construído uma nova igreja, ampla, arejada, em local mais vistoso e é hoje o orgulho e a menina dos olhos dos sobralvaladenses, no entanto, muitos afirmam que elas poderiam existir as duas, assim todos quisessem!



Pescanseco Fundeiro


normalmente ia a Praçais uma outra aldeia paredes meias com Pescanseco Cimeiro mas faço a descrição ao contrário pois havia também Pescanseco do Meio e Pescanseco Fundeiro
Esta aldeia  que me traz belas recordações, não tinha muitas regalias para as suas gentes, mas hoje
já dispõe de um chafariz, uma Casa de Convívio e uma ponte na entrada da aldeia sobre a ribeira de Pescanseco, que dasagua na ribeira de Praçais. Dispunha de uma escola primária, há muito desactivada e em adiantado estado de degradação, 1 alambique (destruído , um lagar (desactivado), e e vários fornos onde cozoa  belo e gostoso pão de milho e trigo cultivado nas margens da Ribeira  de Praçais e Pescanseco  infelizmente  também deativados

 
A semelhança do que ia fazer a Pescanseco Fundeiro era para os mesmos fins que passava por  Pescanseco do meio e depois para o Cimeiro
Aldeias semelhantes entre si as mesmas gentes praticamente os mesmos usos e costumes a boa vontade do seu povo pela forma como recebe os seus visitantes e sempre com vontade que aceiremos im copo e um naco de presunto nas suas pequenas adegas

                                                              Pescanseco Cimeiro

Na próxima mensagem  vou escrever sobre uma outra viajem  pelo Armadouro Vale Grande Cabril  seguindo depois para Fajão
Estas serras da Pampilhosa onde incluo a Serra do Açor, foram por mim vatias vezes percorridas  mesmo no tempo em que os carros patinavam nas estradas e  muitas vezes ficavam atolados na lama

( algumas fotos  foram pesquisadas no Google)

O PRAZER DE CALCORREAR AS RUAS DAS NOSSAS ALDEIAS

Recordar é viver e quem recorda não esquece  e é realmente o que acontece comigo quando me lembro de tempos idos calcorreando as pequenas ruas muitas delas em terra batida nas aldeias do meu sitio

Quando na minha vida profissional era hábito  visitar vários clientes que  por aqui tinha  muito especialmente no ramo da construção civil, calcorreei varias ruas das muitas aldeias  no coração da Beira Interior, e então desta vez vou partilhar convosco uma viajem que lembro varias vezes.
Passei pela minha aldeia e fui direto a Cambas já na margem direita do rio Zêzere  e alguns metros á frente  virei em direção aos Caneiros

 Uma pequena Aldeia pertencente á freguesia  de Cambas e  concellho de Oleiros onde a floresta ear até  há bem pouco tempo uma forma de sustento para  a sua população, a par com as suas cabritas e hortas
 O aglomerado de casas dos Caneiros estende-se pela encosta direita do rio Zezere, dando-lhe um enquadramento único

Linda paisagem das serras ainda verdinhas com o rio Zezere correndo pachorentemente lá ao fundo em direção á barragem do Cabril

Depois  voltamdo á estrada N112 parava normalmente no Restaurante Nascer do Sol  Na Selada Cova  cruzamento para  Armadouro, Barragem de Santa Luzia e Minas da Panasqueira, e dpois do almocinho bem servido e  saboroso continuava  viagem
E logo  a seguir deparamo nos com a placa indicando as distancias a que me encontrava  da Pampilhosa e de Coimbra
Passava por Gavião e parava  sempre  no café Galvão na Sancha Moura meu cliente e  amigo, pequeno construtor que adjudicava obras por estas bandas e isso contribuia para eu visitar tambem os locais onde ele exercia a sua atividade
Costumava passar por este nicho  a caminho do Sobral Magro um dos vários que encontrava por estas estradas de aldeias situadas nas serras da Pampilhosa Passava ainda por Sigmo Sambo, Lobatos e Lobatinhos e era tudo para aquele dia, Era preciso regressar a casa

E para terminar esta recordação de hoje  deixo vos com esta belissima panoramica das serras da Pampilhosa

Recordando um passeio ao Penedo Mosqueiro

A viagem foi longa mas a descrição da mesma vai apenas a partir do Alto da Foz do Giraldo, povoação que se situaa na estrada N112 entre Castelo Branco e Coimbra  e pertence já á Freguesia do Orvalho destino final deste passeio, pois  a intenção era mesmo ir até lá acima  ao Parque de Merendas que tinha sido recentemente inaugurado e ter o prazer de poder avistar uma enorme extenção de pinhais e outro tipo de arvoredo com muitas aldeias pelo meio e  onde se podia respirar ar puro
Foz do Giraldo

Como quase toda a gente sabe  Mosqueiro pode ser o lugar onde há muitas moscas... pois não é o caso, porque ainda me lembro  quando estava  a petiscar lá no Parque  só me apareceu uma  a chatear, não a matei pois  queria que ela pudesse chatear outros também

Casas da Zebreira

E depois de ter já percorrido umas boas centenas de Kms desde Faro  a Castelo Branco eis me  aqui a percorrer a ultima etapa entre Castelo Branco e o Penedo Mosqueiro  ... Orvalho
Depois da Foz do Giraldo passei por Casas da Zebreira e parei naquele pequeno comercio que era do ti Alexandre
                                                               Ribeiro da Volta

Aqui estamos já um pouco mais além no pequeno parque para descansar  no Ribeiro da Volta com um fonte da qual jorra  água freca e cristalina
Ribeiro da Volta

Isto tudo ali a 20 metros do cruzamento da nova estrada que liga á Ladeira  depois  Maxial e daí podemos seguir para outras terras  da região incluindo a minha aldeia Bogas de Baixo
Subindo em direção ao Orvalho podemos regalar nos com a paisagem que rodeia toda  a estrada e que infelizmente alguns dias mais tarde foi devastada pelas chamas
                                                                   Orvalho

E chegámos ao Orvalho uma Freguesia  do Concelho de Oleiros  onde tenho familiares e  bons amigos
Orvalho

Como já traziamos o estomago a pedir reforço, já era tarde, parámos  aqui no Restaurante Pérola do Orvalho onde comemos um ótimo bacalhau no forno com o atendimento personalizado dos nossos amigos Ilidio , João e Cristina.. Aqui ficámos algum tempo na conversa com amigos e  com os meus primos

Assador no parque de merendas do Penedo Mosqueiro

Entretanto como a finalidade era subir lá acima ao Penedo, lá fomos barreira acima por uma estrada  embora bem asfaltada  com muita inclinação e sinuosa e por aí nos ficámos fazendo fotos respirando ar puro e a oportunidade de rever todo o meu sitio Bogas de Baixo, Urjeiro Janeiro de Baixo, Janeiro de Cima Maxial Ladeira  Descoberto etc  isto para norte
Uma vista magunifica a partir cá do alto

Para o ladp Sul vimos Admoço, Cambas, Orvalho e tantas outras que nem me lembro o nome  incluindo a Portela do Armadouro Casal da Lapa Barragem de Santa Luzia
Aqui como podemos ver  toda a minha gente dava ao dente

Com vários amigos ajudámos a comer o farnel que eles traziam sempre em amena cavaqueira conhecendo gente nova  novos amigos, e tornou se uma tarde bem passda  daquelas que a gente recorda com alguma saudade
Parque de Mrendas do Penedo Mosqueiro e Miradouro 

Ir lá muitas vezes seria o que gostaríamos  se não houvesse  a dificulade da distancia  e os cobres que temos que gastar e  que em tempo de crise  fazem falta para outras coisas. 

Foi bom reviver estes momentos  no minimo recordando

QUANDO AS FÉRIAS SE ACABAM

Depois das férias quase toda a gente que encheu de movimento e animação as ruas das nossas aldeias foram embora carregados se saudades
Acabou se o mês de Agosto as aldeias da Gardunha voltam a sentir e ter o silêncio como companhia

.Tanta casa nova daquelas tipo maison com janelas tipo fenetre onde agora vemos. portas e janelas fechadas
 O Verão. está.se a acabar, estamos já em Setembro com  prenúncios outonais, e  odores das primeiras chuvas que caiem sobre as terras secas .Por estas estradas que  rasgam os nossos montes, fica apenas a lembrança dos que partiram, e dos que continuarão a partir.

Não podem ser muitos mais, porque já poucos restam , apenas e quase só os mais velhos na maior parte destas aldeias perdidas no coração de Portugal
 Por estas estradas  muitas delas em mau estado partiram os nossos emigrantes que, ingloriamente,as aldeias não conseguiram segurar por falta de meios de subsistência e que puderam encontrar noutras paragens



. Partiram como sempre quando Agosto acaba, perto do ocaso do Verão.
Alguns ainda o fazem de combóio e acho que deve ser uma viagem diferente pela tranquilidade sossego e pela paisagem que se pode disfrutar
Eles foram com Agosto. e deixaram para trás semanas de alegria reafirmada no reencontro com família e amigos.

 De ano para ano cumpre-­se o ritual: aldeias cheias de vida,durante um ou dois meses. mas o final de Agosto marca novo ritmo  Ficam os velhos”, como alguém me disse um dia.  O amor é tramado um duelo de sentimentos que se fica sentindo em Bogas de Baixo, esta linda aldeia no coração do pinhal do concelho do Fundão.

. As nossas gentes já abandonaram a aldeia, deixando para trás as saudades da familia e dos amigos
há dias que não se vê ningêm, Portas fechadas. Janelas cerradas. Apenas as hortas tratadas são testemunhas de vida que por cá ficou


Mas o importante mesmo é estar em Bogas com muita ou pouca gente, é sempre uma forma de reviver tempos passados e  que não voltam mais





.Estaciono o carro no Relveiro  e desloco me para o Centro Social onde hoje existe um Lar para os nossos idosos com muita qualidade onde as pessoas se sentem bem como afirmam os seus utentes.


Seguindo o meu percurso, atravesso a Rua Nova e vou até ao café do Alfredo. sempre que venho a Bogas este é o meu Ponto de Encontro, foi aqui que nasci numa casinha que fazia parte da familia Aqui posso encontrar alguns velhos amigos, poucos e conversar um pouco sobre outros tempos e outras formas de vida

 Cada vez que vimos especialmente no Verão porque há muito mais gente amigos e familiares, e em que o clima é propício para estas visitas, ficamos sempre cheios de saudades na partida