Ser Beirão é sobretudo ser Português

As Portas de Ródão são ao mesmo tempo as portas para entrar na Beira Baixa

A Beira Baixa é uma antiga província (ou região natural) portuguesa, formalmente instituída por uma reforma administrativa havida em 1936. No entanto, as províncias nunca tiveram qualquer atribuição prática, e desapareceram do vocabulário administrativo (ainda que não do vocabulário quotidiano dos portugueses) com a entrada em vigor da Constituição de 1976.

Distrito de Castelo Branco: Belmonte, Castelo Branco, Fundão, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei, Vila Velha de Ródão

A fruta da Beira  começa agora o seu ciclo de vida, sendo a cereja  a rainha  e a primeira a ficar vermelhinha pronta para comer  depois virá Setembro que  doira as maçãs, perfuma a folha das melhores peras de Portugal,
e cada melancia como bojo de cântaro do Telhado, pode encher um cesto vindimo de Alcongosta"

Mas  a nossa Beira é tambem riquissima em gastronomia com inumeros e saborosos pratos regionais e doces de comer e chorar por mais
Vou apenas destacar um produto que foi consumido por milhares de pessoas diáriamente na nossa região

O CALDO NA PANELA Á BEIRA BAIXA com esta belissima foto da amiga
Olga Baptista Barreiros que nos garante que esta sopa é feita todos os anos em Monforte da Beira no dia da Festa da Bica e do Azeite,


Era assim confeccionado pelas mulheres das nossas aldeias havendo algumas (poucas) onde essa tradição ainda pressiste como acontece em Monforte da Beira
De manhã põe-se na panela à lareira ou em lume brando, com o feijão demolhado, água, o azeite, a orelheira e o focinho e a couve cortada. Tempera-se com sal e deixa-se cozer.

Ao meio dia, com uma escumadeira (localmente dá-se-lhe o nome de gadanha), retira-se o embrulho e come-se em tigelas. Dá-se-lhe o nome de berças ou beiças.

À noite, ao jantar, junta-se ao caldo o ramo de hortelã e o arroz ou a massa e come-se como sopa. Utilizando pão, este é cortado em fatias finíssimas e regado com o caldo que ferveu com a hortelã.


E UM BACALHAU Á MARGARIDA DA PRAÇA?



Demolha-se muito bem o bacalhau e assa-se na brasa ou na chapa.

Tem-se ao lume um tacho com água na qual se dá uma fervura rápida ao bacalhau.

Entretanto, já se tem preparada uma cebolada feita com as cebolas cortadas às rodelas finíssimas, o dente de alho muito bem picado e o azeite.

Cozem-se as batatas com a pele, pelam-se, cortam-se às rodelas e dispõem-se no fundo da travessa.

Coloca-se o bacalhau por cima e cobre-se tudo com a cebolada.

Serve-se bem quente.


AGORA UM DOCINHO para SOBREMESA

estas saborosas TEJELADAS á moda o Ingarnal



Untam-se tachinhos de barro vidrado vermelho com azeite e metem-se em forno bem quente.

Batem-se muito bem os ovos com o açúcar, o mel e casca de limão. Esta fase da receita é normalmente manual para ser batida com força. Em seguida adiciona-se a farinha e dissolve-se tudo com o leite.

Sem retirar os tachinhos do forno e com a ajuda de uma concha, deita-se a mistura nos tachos. Deixa-se cozer até ficar com a consistência de pudim.

Servem-se as tigeladas nos próprios tachos.


                                                             
                                                            ENTÂO  BOM APETITE

Alcaide--Festa em honra de S. Macário

É já no próximo fim-de-semana que se vai realizar, uma vez mais, a festa em honra de São Macário. É com agrado que o Alcaide recebe esta festa, pois é a mais importante e a que mais pessoas traz à Romaria. Santo padroeiro dos Surdos e dos Pasteleiros, a sua festa realiza-se três semanas após a Páscoa. Este ano, a festa será dia 24, 25 e 26 de Abril.



O ponto alto dos festejos será quando o Santo sair da capela, no domingo, pelas 12h00, rumo ao Cabeço de São Macário, onde a romaria terá toda a sua imponência religiosa. Mas pela noite de sábado, de domingo e de segunda, as festividades decorrerão na aldeia, mais própriamente no recinto da Liga dos Amigos do Alcaide (texto e foto dos Amigos do Alcaide)



No domingo de São Macário, a festa começa bem cedo, por volta das 7 da manhã, com uma banda que percorre as ruas, com um conjunto de tocadores de bombos e com a Alvorada, feita com o lançamento de foguetes. Ao meio dia faz-se a procissão desde uma capela que se situa na praça, onde os andores estão guardados, até à capela de São Macário que fica no alto do Monte de São Macário.



O maior acto de fé, é sem dúvida a procissão de domingo, quando os andores de Santa Teresinha,
Nossa Senhora das Necessidades, Mártir São Sebastião, São Pedro, Nossa Senhora de Fátima e São Macário, adornados com flores naturais, saem da capela do Mártir São Sebastião em direcção ao Cabeço de S. Macário para a celebração da Eucaristia.



O local da capela é um dos melhores miradouros entre a Serra da Gardunha e a Serra de Estrela dele pode apreciar-se toda a beleza da Cova da Beira e avistar um sem número de povoações. É um excelente local de lazer possuindo um parque infantil, barbecue, parque de merendas e uma fonte.




Da autoria de Jaime Lopes Dias  os canticos do povo a São Macário


Glorioso São Macário,
Bem me podeis ajudar
Pois vim á vossa festa
Para vos ver e adorar.

Glorioso São Macário,
Que dais aos vossos romeiros?
 Água da minha fonte,
Sombra dos meus castanheiros.

Glorioso São Macário,
Que morais no cabecinho
Onde não há outra flor
Senão a do rosmaninho.

 Glorioso São Macário,
Que dais a quem vos vai ver?
Dou água da minha fonte
P’ra quem a queira beber.

Nossa Senhora da Saude no Padrão


Teem lugar tambem este fim de semana as festas em louvor de Nossa Senhora da Saude, na nossa vizinha  aldeia do Padrão,
que tão belas recordações me traz, como por exemplo quando a Banda de Bogas vinha abrilhantar esta romaria onde  eu me integrava, Depois e  ainda os amigos que por lá grangeei e os clientes que tive  nos meus tempos de caixeiro viajante
o

No terreiro desta capela diverti me com familiares e amigos em dias de festa e quando integrado na banda de Bogas de Baixo actuavamos na  arruada,  na procissão e no coreto
No final do dia a comissão da festa oferecia nos uma duzia de foguetes e quando chegavamos a Bogas eram estoirados á Portela iniciando de seguida a nossa tradicional arruada a assinalar mais um regresso de uma romaria onde actuámos
muita gente de Bogas e não só se recordarão certamente
Ouviam se os romeiros percorrendo a pé os caminhos que nos levavam até ao Padrão, numa alegre caminhada cantorolando as musicas tradicionais á nossa Senhora da Saude


Os  devotos a Santinha, bem guardada na capela, atravessam muitos deles vales e planícies para lá chegar. Garrafão e merenda ao ombro ou a cabeça lá vai toda a família, comer sentados por ali no campo, e dançar a tarde toda. Em romaria saiam de casa, e para casa voltam em romaria, Onde vais?  repondia com alegria...Vou prá festa!!! Donde vens? a resposta era mais triste ..Venho da Festa….


Este ano o tempo não está  a ajudar porque chove em toda  a Beira Baixa embora haja sinais que melhore durante a tarde
E então os Romeiros poderão dar azo á sua alegria  vendo e ouvindo o grande Quim Barreiros cuja presença e  actuação está agendada para este serão

Nossa Senhora de Mércoles e Nossa Senhora do Almortão

No próximo  fim de semana 10, 11, 12 de Abril realizam se duas das maiores romarias do distrito de Castelo Branco, sendo que Nossa Senhora de Mércoles realiza se em Castelo Branco enquanto nossa Senhora do Almortão se  realiza em Idanha a Nova



O dia da Festa Religiosa de  Nossa Senhora de Mércoles é  dia 10 terminando no dia 12 terça feira feriado  municipal para  a romaria ao feijão frade que vai ser devorado com fartura no terreiro da festa
Esta é a  principal festa da cidade de Castelo Branco e  a sua Ermida situa se  a mais ou menos 5 Kms  de distancia



è com algumas fotos de anteriores festejos  que  ilustramos  esta mensagem

Estas festas  conjugam os ritmos das romarias portuguesas com os das novas formas de lazer e diversão. pois  aqui aparece todo o tipo de barracas de venda dos produtos mais variados Mas o essencial da Festa centra-se na Senhora, Mãe de Deus, invocada aqui como Nossa Senhora de Mércoles e albergada na antiquíssima Ermida com o mesmo nome.


Uma visão colossal captada do ar sobre o terreiro de Nossa Senhora de Mércoles onde podemos comprovar realmente a afluencia de milhares de romeiros e peregrinos a esta grandiosa festa
Uma tradição popular que se perpétua, igual a muitas outras que ocorrem pelo país, de um povo que mantém de mãos dadas o fervor da sua fé e a esperança de melhores dias, que teimam em não vir.

NOSSA SENHORA DO ALMORTÃO


A Ermida de Nossa Senhora do Almortão situa-se nos campos de Idanha-a-Nova, tem um estilo simples e harmonioso. Em 1229 D. Sancho II, no foral dado a Idanha-a-Velha mencionava a Santcam Mariam Almortam, quando demarcava os limites da Egitania.



A capela-mór e o altar são revestidos de azulejos do sec. XVIII. O alpendre é formado por três arcos de granito. Esta capela foi construída porque, como diz a lenda, um dia de madrugada uns pastores atravessavam o campo pelo sítio "Agua Murta" e notaram que havia algo de estranho por traz das murteiras grandes.



Aproximaram-se e viram uma linda imagem da Virgem. Ficaram parados de joelhos a rezar, mas depois resolveram levar a imagem para a Igreja de Monsanto. Mas ela desapareceu e foi encontrada outra vez no mesmo lugar da aparição no murtão. Respeitando a vontade da Senhora, os habitantes da vila construíram a capela



A procissão em honra de Nossa Senhora do Almortão atrai todos os anos milhares de visitantes a Idanha-a-Nova. Depois da missa, os mordomos transportam o andor com a imagem da santa ao som de adufes e cantigas tradicionais


Após as cerimónias segue-se o almoço, convívio entre famílias e amigos. Então o povo canta as várias quadras á Senhora entre elas estas que dizem os historiadores que traduzia o sentimento das pessoas em serem libertadas do domínio dos espanhóis.

Senhora do Almortão
ó minha linda raiana
virai costas a Castela
não queirais ser castelhana

Senhora do Almortão
a vossa capela cheira
cheira a cravos, cheira a rosas
cheira a flor de laranjeira

senhora do Almortão
eu pró ano não prometo
que me morreu o amor
ando vestida de preto

Festa em honra de Nossa Senhora do Fastio

Acabámos de atravessar o periodo da Quaresma culminando com a celebração da Páscoa  que traduz a ressurreição de Jesus ocorrida três dias depois da sua crucificação no Calvário,
É isto que nos ensina o Novo Testamento

É a partir da Páscoa que começam a celebrar se as principais festas e romarias em Portugal e muito especialmente no nosso concelho Fundão

NOSSA SENHORA DO INCENSO --- PENAMACOR

 A Romaria de Nossa  Senhora do Incenso realiza-se  logo na Segunda Feira de Páscoa. O santuário localiza-se a cerca de 2 km da vila de Penamacor, a poente, junto à estrada Fundão/Covilhã.


NOSSA SENHORA DO FASTIO E NOSSA SENHORA DO BOM PARTO

O padroeiro da aldeia de Enxames, concelho do Fundão, é São João Baptista. Contudo a celebração religiosa mais relevante é em honra a Nossa Senhora do Fastio, sendo a sua celebração efectuada no Domingo seguinte à Páscoa. que este ano tem lugar neste fim de semana 2, 3 e 4 de Abril


O título Nossa Senhora do Fastio, soa para nós como nome muito estranho! Esta invocação, no entanto, consta em várias obras, tais como:

A grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira

Nossa Senhora na Arquidiocese de Braga

Portugal Antigo e Moderno

Em cada ano, realizam-se estas tradicionais festas em honra da Nossa Senhora do Fastio.  no lugar denominado Enxames. Tem capela própria, guardiã das mais tradicionais festas da Região.
Em Lisboa, no Museu Etnológico dedicado a estudos da cultura de povos naturais, encontra-se uma estampa da Nossa Senhora do Fastio. Desconhecemos a origem dessa invocação mas diz-se que teria sido criado por pessoas aborrecidas ou desgostosas com os acontecimentos que lhe diziam respeito.
Mas podemos sempre consultar Memória Portuguesa

Imagens recolhidas no Google  cujos autores desconheço mas  espero que tenham em consideração que este Blogue tem apenas a função de  divulgar as nossas raizes  , usos , tradições e  as suas gentes



Na nossa próxima postagem, vamos referir e relembrar as Festas  de Nossa Senhora do Bom Sucesso entre Penamacor e  a fronteira com  Espanha  e também sobre a festa e Romaria  de Nossa Senhora da Póvoa

Tradições nas nossas aldeias em tempo de Quaresma





A Páscoa está á porta e  nós vamos com muita alegria deixa la entrar
No período que antecede a Páscoa celebra se  a Quaresma mais ou menos em todas as nossas aldeias vilas e cidades variando um pouco em cada sitio conforme o uso e costumes da terra.




Em Idanha a Nova vai  ter lugar um espetáculo Cultural de cantos quaresmais no Forum Cultural da Cidade pela IX vez e  com entrada livre ás 21.30 deste sábado dia 19 onde podem apreciar as representações do Grupo de Trajes e cantares de Cambra (na foto)  Vouzela  Beira Alta, Grupo de Alcains  Castelo Branco Beira Baixa, Grupo de Lavacolhos  Fundão, Grupo de Idanha a Nova e  Adufeiras de Monsanto.



Nestes dias celebra se tambem no Fundão  Os Sabores da Páscoa iniciativa da Quadragéssima ( Ciclo de Tradições da Quaresma e Semana Santa entre  hoje dia 18 e o dia 27 de Março.
Até ao fim do mês poderão deliciar se  com os sabores autenticos da nossa gastronomia  associada á quadra pascal  apreciando pratos tradicionais associados  a  este periodo do ano.



Neste evento participam 16  restaurantes e 5 pastelarias do nosso concelho
São eles  As Tilias, o Boguinhas, Cantinho dos Grelhados, Herminia, Marisqueira Bela Vista, O Alambique de Ouro,o Parque, o Telhas e o Snak Bar Sitio do Vale, (todos na cidade do Fundão) Depois  temos o Restaurante O Fiado em Janeiro de Cima, o Hotel Rural Casa da Eira em Peroviseu, O Mário no cruzamento de Alcaria, Papas e Migas em Alcaria, O Cerejal em Alpedrinha, O Pipo no Souto da Casa e o Francês no Telhado.. As Pastelarias são  a Laranjinha, Arte e Doce, Formiga, Paris  e  Salgados da Ana todas no Fundão.


No Souto da  Casa realiza se a  Feira de doces e bolos tradicionais da Páscoa no proximo dia 20 de Março enquadrada  na Quadragéssima  no concelho. A Feira terá o seu inicio a partir das 15 horas no Largo de São Gonçalo e será organizada pelas Coletividades do Souto da Casa.



Estamos em tempo de Quaresma


No Concelho do  Fundão todas as aldeias mantêm a tradição de celebrar a Quaresma
Mas é muito especialmente na sede do concelho  Fundão que estas celebrações teem mais impacto tanto a nivel local como regional

É uma época muito importante para o Fundão por isso é lhe dado o devido destaque valorizando a tradição religiosa e cultural. Manter e celebrar as tradições do concelho do Fundão é um dos grandes objetivos, das Entidades Civis e Religiosas ao mesmo tempo que se promove  a região enquanto local ideal para experienciar estas tradições com uma oferta turística de qualidade»,Esta é tambem o desejo se  Paulo Fernandes, presidente da Câmara do Fundão.

Tivemos inclusivè a informação através do Jornal do Fundão da existencia de uma Padaria em Valverde que de há 2 anos  a esta parte se dedicou a confeccionar um pão especial chamado de pão da Quadragéssima





Durante este período tem lugar na nossa cidade a Quadragésima,  festival que se realiza entre 10 de Fevereiro a 27 de Março. Simultaneamente decorre o festival gastronómico «Fundão, Aqui Come-se Bem», sendo que o destaque nos restaurantes e pastelarias aderentes serão os sabores da Páscoa.










Na Semana Santa e na Páscoa, destacam-se em quase todas as aldeias do Concelho, as “Encomendações das Almas”, os “Cânticos dos Martírios”, as “Ladainhas” e os percursos de “Regrar dos Passos”. Já na aldeia de Lavacolhos ocorre a singular “Procissão dos Penitentes”, e na Barroca, Aldeia do Xisto, decorre a “Procissão das Pinhas”. No Fundão salienta-se a “Procissão dos Santos Passos”, a “Procissão do Senhor da Cana Verde”, com a passagem pelas “Ermidas” e a “Procissão do Enterro do Senhor”.


Este Post que é simples mas com sentido de fazer chegar ao mundo exteriod  ao nosso concelho as nossas tradições espera ter atingido os fins para esse efeito
É ilustrada com muitas fotos da SANTA CASA DA MISERICÓRDIA 
DO FUNDÃO

A Procisssão dos Passos teve lugar no passado Domingo dia 21 de Fevereiro

Noticias do nosso sitio

OLEIROS
É uma Vila sede de concelho, limitado a norte pelo nosso Concelho do Fundão

A vila de Oleiros é, sem dúvida, o núcleo central que polariza a actividade económica e administrativa do concelho, como também e mais significativo número de equipamentos colectivos e de apoio à actividade sócio-económica. A sua capacidade de atracção sobre o resto do concelho é manifestamente superior aos restantes aglomerados, porque detém uma posição chave na estrutura posicional de oferta e acesso a bens e serviços, Paralelamente, é o aglomerado de maior volume populacional e urbanístico.

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O prato regional mais famoso de Oleiros é o cabrito estonado à moda de Oleiros. havendo agora um outro produto de grande relevo, que é o Vinho Callum


O vinho Callum cultivado nalgumas freguesias de Oleiros, em particular no Mosteiro, ao longo das margens da ribeira da Sertã é bastante reputado e merece uma referência especial. Trata-se dum vinho branco, muito ligeiro, de baixo teor alcoólico que por vezes se compara com o vinho verde.
 A sua produção é no entanto muito reduzida, mas  sabe se já que estão a  caminho actividades da Camara e dos produtores para que chegue rapidamente aos circuitos de comercialização.


Domingos Teodósio e Sérgio Nunes são dois jovens a procurarem dinamizar a casta Callum e conseguir um vinho de qualidade com uma identidade especial e unica
É tambem seu desafio a sua certificação e a criação da Associação do Vinho Callum
As videiras Callum resistiram à filoxera, a grande praga que invadiu a Europa no século XIX e por isso o Callum é considerado um vinho histórico


Covém referir no entanto que o pinheiro é hoje ainda a principal árvore do concelho, sendo incalculável o seu valor económico tanto no que respeita a madeiras como a resina e seus derivados, de tão grande aplicação e consumo nos nossos dias.


 A nível industrial verifica-se a existência de algumas unidades (indústria de madeiras, metalomecânica, mármores, agro-industrial) na maior parte das freguesias, registando-se uma maior expressão em Oleiros.