Campelo (serra da Lousã)

Campelo é um belissima aldeia sede de freguesia pertencente ao concelho de Figueiró dos Vinhos no Distrito de Leiria

Partimos de Castelo Branco pelo IC8 em direção a Pombal e quando passámos ao lado de Vila Facaia um pouco á frente virámos para Castanheira de Pera.
Logo ao inicio da Vila, numa rotunda, virámos á esquerda e passámos pelo Fontão, mais á frente atravessámos a estrada que nos leva a um dos Parques Eólicos da Serra da Lousã, passámos pela Póvoa, depois Ribeira Velha e chegámos a Campelo
                                            chafariz

Esta bela localidade teve em tempos outras vistas mais belas e espetaculares  da serra de São João, vertente da Serra da Lousã, onde fica situada, não fora a calamidade de incêndios que debastou toda esta onda verde de pinhais que aqui existiram
De qualquer maneira é uma localidade a merecer a vossa visita, porque tem muito para oferecer aos visitantes
                                           restaurante

Variadissimas praias fluviais espalhadas por algumas das suas 34 anexas. Piscinas, um ótimo parque de merendas e lazer na nascente da ribeira de Alge
Vista Piscina
Parque de Campismo e Caravanismo.
Para além da sua bela Igreja Matriz dedicada a Nossa Senhora da Graça cujas festas em sua honra costumam acontecer no primeiro fim de semana de  Agosto á semelhança de muitas outras romarias das terras espalhadas por toda esta zona e tudo para poderem contar com os seus emigrantes que nesta altura do ano já estão em grande numero nas suas aldeias
Campelo possui ainda um grande viveiro de trutas
                                           Viveiro de Trutas

A Ribeira do Alge que nasce perto da Aldeia oferece nos recantos carregados de beleza
                                    ribeira do Alge

Campelo que outrora se chamou Casal da Ponte pertenceu a Miranda do Corvo, reza a história que um religioso de seu nome Frei Gaspar de Campelo ofereceu a imagem de nossa Nossa Senhora da Graça,para a nova Igreja mandada então reconstruir pelos condes de Miranda  e o nome da terra foi então mudado para Campelo
                                              SEDE DA
                                  JUNTA DE fREGUESIA
(Imagens google)

Cabeço de Vide


Hoje não vos proponho nenhuma aldeia mas sim uma linda Vila alentejana por onde passei há algum tempo atrás e me deu muito prazer admirar algumas das suas riquezas patrimoniais e paisagisticas


A bela Estação de Caminhos de Ferro de Cabeço de Vide,está decorada com painéis de azulejos  representando cenas da vida rural no alentejo
de leopoldo Batistini 1933
foi mandada encerrar por ordem do governo de Cavaco Silva
A Vila possui o maior rossio do Distrito de Portalegre

mas o grande atrativo de Cabeço de Vide são as Termas da Sulfúrica situadas num lugar extremamente aprazível, cujas águas vêm sendo exploradas desde a época romana, como o provam os vestigios arqueológicos encontrados no local
Com várias fontes e nascentes situadas num bosque de plátanos atravessado por uma ribeira que ali forma uma picina fluvial.

Acabo esta pequena mostra desta linda localidade dizendo que Cabeço de Vide é uma bonita freguesia pertencente ao concelho de Fronteira, situada na vasta região Alentejana, plena de tradição e paz de espírito, famosa por albergar o mais amplo Rossio entre o Tejo e o Guadiana.
e é banhada pelas ribeiras de Vide e do Vidigão
Foi conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques em 1160
Para terminar deixo  uma pequena história lendária que anda de boca em boca
Conta-se que por estas bandas um condenado à morte por homicídio de um vizinho foi levado da cadeia da vila para o Outeiro da Forca, a fim de lhe ser aplicada a pena proferida: morte por enforcamento. 
A população acompanhou o trajecto apupando o condenado. Chegados ao local, o condenado profere as últimas palavras a que tem direito e levantando uma gravura de Nossa Senhora das Candeias grita “Mais uma vez afirmo a minha inocência, Nossa Senhora das Candeias aplica o castigo ao verdadeiro culpado!”.
Nesse instante cai morto uma das pessoas da assistência. O povo libertou o condenado e levou-o em braços de regresso à vila. 

Alcaide - Fundão


Alcaide é uma Freguesia do concelho do Fundão, constituida por uma unica freguesia que é a freguesia do Alcaide
Ficando situada nas terras altas do Fundão encostas da Gardunha  e relativamente perto da Estrela, o seu clima é de  um frio rigoroso no Inverno e Bastante calor no Verão.
É por isso uma zona muito boa para a agricultura nomeadamente a cereja que aqui se produz em grandes quantidades.

O Alcaide é para além do mais uma localidade que merece a nossa visita, não só pelas belissimas paisagens que nos oferece mas tambem pelo seu património que é bastissimo
A capela  de são Macário situada num monte sobranceiro no meio de pomares de cerejeiras e pinhais cuja festa se realiza normalmente no 3º domingo depois da Páscoa


No domingo de São Macário, a festa começa bem cedo, por volta das 7 da manhã, com uma banda que percorre as ruas, com um conjunto de tocadores de bombos e com a Alvorada, feita com o lançamento de foguetes. Ao meio dia faz-se a procissão desde uma capela que se situa na praça, onde os andores estão guardados, até à capela de São Macário que fica no alto do Monte de São Macário.
Outra festa de grande relevo é o Festival do Cogumelo - Míscaros, que se realiza, geralmente, no 3º fim de semana de Novembro.
Nesta festividade, poderá desfrutar de um amplo leque de actividades: desde passeios na Gardunha, a passeios micológicos, a animação diversa, cozinheiros em live-cookink, espaços radicais, exposições, e muita e muita gastronomia, desde pratos típicos da aldeia a novos sabores, onde os cogumelos são reis. Tambem terá a doçaria típica, os licores, os frutos secos. É um festivel que faz honra ao outono e aos costumes dos alcaide

Depois  a Igreja Matriz com um interior extraordinário

 A Casa onde nasceu e viveu durante muitos anos o Dr João Franco de seu nome completo, João Ferreira Franco Pinto Castelo Branco formado em Direito pela universidade de Coimbra, ocupou vários cargos na magistratura judicial


Para além de existirem na net muitos sites que nos mostram muito sobre o Alcaide, há um que eu visitei e trata se da página da Liga dos Amigos do Alcaide  e que aconselho uma visita Liga dos Amigos do Alcaide

(Imagens de pesquisa google)

Nas encostas do Cabeço



Já  aqui escrevi anteriormente algo sobre esta pequena mas linda e acolhedora aldeia, perdida nas abas da  serra  da Gardunha de onde se avista uma enorme planicie que é a  transição da Beira para o Alentejo.
É O Ingarnal anexa da freguesia da Almaceda, concelho de Castelo Branco que embora com muitos pouquissimos habitantes residentes, nos meses de verão especialmente em Agosto, juntam se muitos filhos da terra  que se encontram espalhados por Portugal, Europa e  Estados Unidos da América, e aproveitam a oportunidade de estarem juntos para realizar um Jantar convivio que este ano será no dia 3 de Agosto.
Por isso, Ingarnalenses e amigos do Ingarnal, preparem se para o evento, pois a animação e o convivio estão garantidos



Um momento do Convivio do ano passado, em 2012 foi assim e em 2013 poderá ser ainda muito melhor
O Ingarnal é como tantas outras aldeias espalhadas em Portugal, uma terra cheia de tradições, algumas delas já no esquecimento um pouco por causa da debandada das suas gentes á procura de uma nova vida.
Mas certamente que num convivio deste género poderão aparecer os celebres pratos que se confecionavam já no tempo dos meus pais e avós

Maranho, Enchidos e Cabrito no Forno de Lenha
Tijeladas, Filhós fintas, Biscoitos de Azeite
Um aspeto do altar da capela de Santa  Ana  cujas festas em sua honra se realizavam há muitos anos no mês de Outubro e mais tarde passariam para o primeiro fim de semana de Agosto´
É pena terem acabado estes festejos pois eram como eu cheguei a constatar momentos de grande diversão


Aqui podemos ainda melhor ver como a aldeia se situa mesmo quase no cume do cabeço Zibreiro

Mais imagens e historial poderá ser consultado na Página da aldeia https://sites.google.com/site/aldeiaingarnal/tradicoes-e-costumes

As imagens expostas foram copiadas da pagina no Facebook  Os Amigos do Ingarnal

O Açor espera por vós


Esta é a linda aldeia do Açor, situada no alto da Maunça serra da Gardunha, na freguesia do Castelejo concelho do Fundão. E o ECOS DA ALDEIA não podia deixar de publicitar mais um dos grandes eventos com que esta pitoresca aldeia nos costuma brindar todos os anos
Desta vez é um passeio pedestre chamado A ROTA DOS SORGAÇOS, pois nesta serra existe uma flora variadissima  que para alem de nos oferecer um aroma incomparável tem ainda o condão de nos dar um enorme prazer de podermos avistar e podermos deslumbra nos  numa região de beleza impar neste nosso Portugal, a COVA DA BEIRA com os seus grandes pomares de cerejeiras que por esta altura começam já a tomar alguma cor vermelha do seu fruto 
Este evento realizar se á no dia 14 de Abril de 2013  com inicio ás 9 horas para um percurso de mais ou menos 4 a 5 kms  e no final  será servido um suculento almoço á moda do Açor
Vejam em baixo o programa do evento





ESTADO DE ESPÍRITO

Era minha intenção continuar com publicações regulares sobre a minha e outras aldeias das redondezas, mas acho que vou parar de o fazer por varios motivos e principalmente pelo pouco interesse que os visitantes demonstram sentir
Como devem calcular os  comentários são sempre o maior aliciante para nos incentivar  á continuação da publicação das nossas ideias, das nossas pesquisas terndo ainda o condão de nos inspirar sempre para uma nova mensagem a publicar.
Inclusivamente o Ecos da Aldeia interessa se pelos seus leitores e visitantes, desejando lhes Boas Festas um Ano Novo cheio das maiores venturas e nem um comentário foi enviado para esta mensagem.
Fiquei mesmo com a idéia que não vale a pena continuar
Vou continuar sempre a divulgar as nossas aldeias os nossos costumes e tradições no FACEBOOK na minha própria cronologia https://www.facebook.com/, ou nos Grupos Amigos de Bogas de Baixo, Nascidos e descendentes do concelho do Fundão e ainda em https://www.facebook.com/AdeiasDePortugal
onde continuarei a contar com a vossa visita e os vossos comentários
A todos o meu muito obrigado por me terem aturado ao longo destes 6 anos

FELIZ ANO NOVO




Era bom que em 2013 pudessemos sonhar,
E acreditar,  
que pudessemos realizar  nossos sonhos,
Que os sonhos possam ser compartilhados pelo bem,
E que tenham a força suficiente 
para transformar velhos inimigos em novos amigos,
Que em 2013 possamos abraçar,e repartir carinho e amor

Esperando que não seja um ato fugaz,
Mas a continuação de uma nova vida
Que todo o mundo possa ter paz
E possam sentir toda a beleza da vida
Que os nossos políticos mudem de rumo
Para que todos possamos sentir essa alegria
Que  possamos sorrir, e contagiar os mais pequenos
Oferecendo lhes as coisas nescessárias
Mesmo não sendo extraordinárias,
possam transportar a brisa do viver,
Que nos transmita uma enorme  vontade de cantar 
de sorrir e abraçar
para termos um País melhor mais solidário
Porque se pensarmos bem,
mesmo estando mal
há sempre quem sofra mais que nós


PARA TODOS OS MEUS AMIGOS
 E PARA A FAMILIA COM MUITO AMOR
O DESEJO DE QUE TENHAM UM BOM ANO DE 2013
QUE NESTE ANO SEJAMOS TODOS MUITO FELIZES


O Madeiro em Bogas de Baixo

Bogas de Baixo  terra carregada de tradições
pese embora a sua desertificação em termos de juventude, a tradição do madeiro a arder no adro da igreja não morreu
Estive em Bogas uma semana antes do natal, e não vi vestigios de madeiros para arderen na noite de natal
no entanto vim embora convencido que ainda havia muito tempo para se procurar o madeiro, porque embora poucos continuam em Bogas gente jovem capaz de levar a cabo esta tarefa
e foi o que aconteceu
Algumas pessoas entre elas a Diolinda registaram o acontecimento da forma que partilho com todos vós



podemos assim certificar nos que o madeiro ardeu e bem  em Bogas de Baixo








e na hora exata não faltou assim como nos anos anteriores,as gostosas febras e entremeada assadinhas ali na brasa para consolo desta gente que tão bem sabe manter a tradição nesta pequena aldeia perdida no meio de pinhais no coração de Portugal na rota das terras de xisto









como se pode ver pela imagem  são poucos mas bons


a população costuma juntar se em grupinhos  junto da igreja enquanto não chega a hora da missa do galo e discutem os probelemas mais recentes da aldeia


discute se o probelema das obras do Lar que estão paradas há alguns meses por falta de verbas, o probelema de querem acabar com a freguesia juntando nos a Bogas de Cima, uma autentica aberração,.....
esperemos que isso nunca venha a acontecer..
quanto ás obras no Lar ouvi dizer que vai haver dinheiro e vão recomeçar brevemente



o convivio é visivel entre as gentes da minha aldeia
foi e vai continuar a ser sempre uma terra hospitaleira onde os forasteiros serão sempre bem recebidos


Natal será sempre Natal






“É Natal nas grandes Mansões, fogos natalinos e vestidos de seda;
 É Natal em qualquer Cabana, a Mãe está enchendo de remendos pequenas meias.
 É Natal na estrada, na multidão, comércio cheio;
 Mas o mais querido, mais verdadeiro Natal é o Natal em si.” 




O que é Nacional é bom




ZoomZoomZoom
Queijo de ovelha curado
Ao passar a vista pelas páginas do Jornal do Fundão, deparo com uma pequenissima noticia que vou partilhar com todos os meus leitores, por no meu entender, seja merecedora de maior relevo na sua divulgação
Achei a noticia  importante de mais para o espaço que o Jornal do Fundão lhe disponibilizou
O Fundão a par de toda a região da Cova da Beira tem o previlégio de oferecer ao consumidor nacional ou estrangeiro, uma enorme variedade de artigos que vão desde o saboroso queijo de esmerada confeção, passando pelos bons vinhos até á horticultura e frutas
Por  isso mesmo sou um grande  defensor do hábito de consumir  produtos da nossa terra
Vejam alguma ilustração sobre o que acabei de escrever









A noticia no Jornal do Fundão de 18/12/12 era a seguinte

Compre produtos da nossa terra é o mote da campanha que a Camara municipal do Fundão lançou, na semana passada, para incentivar os consumidores a comprar no Fundão, 
A campanha deverá funcionar como alavanca de apoio ao comércio na Praça Municipal e no comércio tradicional.
Outdoors e outros materiais promocionais espalhados por varios locais da cidade apelam á compra de produtos da nossa terra. 
A campanha de comunicação puxa pela identidade e origem dos produtos agricolas do concelho

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Façam como eu, consumam produtos de qualidade produzidos na nossa terra

Histórias de Natal



Enquanto  espero pelas festas, penso em todos os Natais calorosos e maravilhosos quando  era criança, e dou-me conta de que um sorriso me ilumina a  face.  Na verdade, são tempos que vale a pena recordar! Contudo, reparo que, à medida  que fui ficando mais velho, as memórias do Natal tornaram-se menos vívidas e  foram-se transformando numa época triste e deprimente… até ao ano passado. Foi  nessa data que creio ter recuperado a alegria própria da infância. A alegria que  eu sentia quando era criança…

Todos  os anos me canso à procura de algo para oferecer à minha mãe no Natal. Mais um  roupão e uns chinelos, um perfume, umas camisolas? Tudo prendas interessantes,  mas que não dizem Amo-te da maneira  que deviam dizer. Desta vez, queria algo de diferente, algo que ela recordasse  para o resto da vida… Algo que lhe devolvesse o sorriso na cara e a ligeireza no  andar. A minha mãe vive sozinha e, por muito que eu queira passar algum tempo  com ela, só consigo, com o meu horário, fazer-lhe visitas esporádicas. Portanto,  tomei a decisão de ser o seu Pai Natal secreto. Mal sabia eu como  acertara!
Saí  e comprei todo o tipo de pequenas prendinhas e, depois, passeei-me pelas zonas  mais caras do centro comercial. Arranjei pequenas ninharias, coisas que eu sabia  que apenas a minha mãe iria apreciar. Levei-as para casa e embrulhei-as, cada  uma de maneira diferente. Depois, fiz um cartão para cada uma  delas.  Tudo de acordo com a canção “The twelve days of Christmas.” [“Os doze dias de  Natal”]. E dei  início à minha aventura.
O  primeiro dia foi tão emocionante! Deixei a prenda junto à porta do apartamento  dela. Depois, apressei-me a telefonar-lhe, fingindo que era só para saber como  estava de saúde. A minha mãe estava radiante! Alguém lhe tinha deixado ficar uma  prenda e assinado “Pai  Natal secreto.”
No  dia seguinte, a cena repetiu-se. Quatro ou cinco dias depois, fui a casa dela, e  o meu coração quase rebentou de alegria. Tinha disposto todas as prendas em cima  da mesa da cozinha e andava a mostrá-las aos vizinhos. Durante todo o tempo da  minha visita, a minha mãe não parou de falar no admirador secreto… Estava no  sétimo céu!
Telefonava-me  todos os dias com notícias da nova prenda que tinha encontrado ao acordar! Tinha  decidido “apanhar” a pessoa responsável por tudo aquilo e ia dormir no sofá, com  a porta completamente aberta. Por isso, nesse dia, tive de deixar a prenda mais  tarde, o que a fez ficar aflita: será que as prendas tinham acabado?
O  último dia era um sábado e o cartão dizia-lhe para se vestir e que devia ir até  ao Applebee’s para jantar. Era sinal  de que iria, finalmente, conhecer o seu Pai Natal secreto. O cartão dizia,  também, que pedisse à sua filha Susan para a levar lá (esta sou eu).  Acrescentava, ainda, que iria reconhecer o Pai Natal secreto pelo laço vermelho  que ele usaria.
Fui  buscá-la e lá fomos nós. De pois de chegarmos e de nos instalarmos, a minha mãe  olhou em volta. Perguntava-se, sem dúvida, quando iria conhecer o seu Pai Natal  secreto… Devagar, tirei o casaco e exibi o laço vermelho. A minha mãe começou a  chorar. Estava mais feliz do que nunca!
Senti-me  tão contente quando tudo acabou!
E  lembrei-me de uma coisa muito importante: a minha mãe ensinara-me, em criança,  que era melhor dar do que receber. Por isso, todos os anos em que estive triste  durante as festas, foi porque procurei mais receber do que dar.
Agora,  podia, finalmente, sentir-me feliz.


Susan  Spence,2008
(Tradução  e adaptação