Lendas e Mitos que o povo conta
UMA LENDA DA SERRA DA ESTRELA
Esta é a história de um pastor pobre que vivia numa aldeia triste e tinha por única companhia um cão.
Este pastor fitava o horizonte e o seu coração enchia-se de esperança de um dia viajar para além das montanhas que envolviam a sua aldeia. Uma noite de luar em que o pastor olhava o céu estrelado, desceu até ele uma estrela pequenina com um rosto de criança que lhe falou do seu desejo.
Estava ali por vontade de Deus, para guiar o pastor para onde este desejasse ir. A partir de então, a estrela nunca mais abandonou o pastor, sorrindo-lhe do céu noite após noite. Até que veio o dia em que o pastor tomou a decisão de partir e chamou a estrela.
Os velhos da aldeia abanaram as suas sábias cabeças a tamanha loucura. O pastor partiu e caminhou durante intermináveis anos. O seu cão não aguentou a dura jornada e ficou pelo caminho, marcado por um sinal de pedra.
O pastor chorou e continuou em busca do seu destino, envelhecendo junto com a estrela até que um dia chegaram ao seu destino, à serra mais alta, a que ficava mais perto do céu e ali ficaram juntos.
O rei da região mandou-lhe emissários com promessas de poder e fortuna em troca da estrela. O pastor respondeu-lhe que a estrela não era dele mas do céu e que nunca a abandonaria.
A lenda diz que ainda hoje da serra da Estrela é possível ver uma estrela que brilha mais do que as outras, de saudade e de amor por um pastor.
O Rio Zêzere e a nossa terra
A parte central de Portugal tem um rico património cultural, gastronómico e natural. Para actividades de férias há as praias fluviais do interior, campos de ténis nas aldeias, sinalizada percursos pedestres e de bicicleta, passeios de barco, e até mesmo passeios de 4x4. Os escritórios de turismo locais oferecem informações sobre onde praticar esportes náuticos, e sobre as rotas turísticas, visitas, restaurantes e parques naturais. Primeiro ponto da Serra de interesse diz respeito à rede de Aldeias do Xisto históricos. Saiba mais na página oficial Eles são 24 aldeias tradicionais, que estão espalhadas nas laterais da montanha e vales, e todos eles são notáveis. Eles são únicos no sentido de que tanto eles oferecem produtos tradicionais ou serviços, ou que fizeram as maravilhas naturais em sua herança cultural. Um rio torna-se rota de canoa, uma floresta se transforma em trilhas para caminhadas, uma antiga tradição é feita em um único evento cultural Há praias fluviais wih água pura, monumentos, castelos e museus para visitar com certeza. Toda a área é um convite para conhecer os locais e partilhar as suas tradições, artesanato e história. Você pode seguir os percursos marcados, ou empreendimento em torno de acordo com sua inspiração. A área é uma paisagem montanhosa, com formações rochosas, principalmente schistic. como a Serra da Lousã e do Açor, é atravessada por vários rios, como Alva, Ceira, Zêzere. A área não é densamente povoada, flora é dominada por eucaliptos, carvalhos, pinheiros e castanheiros. Rio Zêzere é um dos rios que correm para baixo da Serra da Estrela. Ela brota lá com uma altitude de cerca de 1900 m, e seu fluxo segue um vale idade do gelo. É um afluente do rio Tejo, e suas águas fundem-se na confluência Constância, após um curso de 200 km. Rio Zêzere e Rio Mondego (que desagua no oceano em Figueira da Foz) são os dois únicos rios no país que são inteiramente português. Janeiro de Baixo é uma das 24 aldeias de xisto na rede histórica. Sua Igreja Paroquial vale a pena visitar pela sua retábulos de madeira bonita. Existem várias capelas da vila, e azenhas. Desportos aquáticos estão disponíveis, bem como uma série de atividades ao ar livre como escalada ou rappel. Você pode tomar um descanso na praia junto ao rio ou visitar a barragem de Santa Luzia, que foi construída de 1930-1942 para produzir energia elétrica, e que tem um lago artificial 246 hectare. Muitas fotos de Bogas de baixo http://www.google.pt/search?q=Bogas+de+baixo%2Bfotos&hl=pt-PT&rlz=1W1SKPB_pt-PT&biw=1271&bih=504&prmd=ivns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=DzpNTri8J4PIhAeameTRBg&sqi=2&ved=0CBsQsAQ
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Onde eu nasci passa um rio/
Que passa no igual sem fim/
Igual, sem fim, minha terra/
Passava dentro de mim/
Passava como se o tempo/
Nada pudesse mudar/
Passava como se o rio/
Não desaguasse no mar/
O rio deságua no mar/
Já tanta coisa aprendi/
Mas o que é mais meu cantar/
É isso que eu canto aqui/
Hoje eu sei que o mundo é grande/
E o mar de ondas se faz/
Mas nasceu junto com o rio/
O canto que eu canto mais/
O rio só chega no mar/
Depois de andar pelo chão/
O rio da minha terra/
Deságua em meu coração
Alguem me dá uma ajuda?
Meus carissimos amigos/as e conterrâneos
Sei que muitos Boguenses passam por aqui pelo menos para,
ver o que há de novo e tambem para matar saudades, lendo algo
que diga respeito á nossa terra.
O Blogue teve o seu inicio em 2007 pelo que completará 5 anos
de existência no proximo mês de Junho. <> O meu propósito é
continuar a divulgar as nossas raizes o nosso cantinho
Até há pouco tempo atraz podiamos ver na coluna direita, o elenco
da Junta e Assembleia da Freguesia
Retirei porque estava desactualizada.
Através de uma mensagem pedi á nossa Presidente de Junta se podia
facultar me o elenco completo para repor no local apropriado os nomes
e se possivel fotos dos nossos autarcas.
Até hoje não obtive resposta, pelo que me sirvo deste espaço para vos
pedir que isso me possa ser facultado.
E já agora aproveito para pedir tambem os elementos que fazem parte
das comissões das Festas em honra de Nossa Sehora das Dores
e Jesus Adolescente para este ano de 2012.
Õbrigado
O que é nosso é realmente bom
Não podia ter feito um titulo mais adequado que este para os produtos que produzimos na
Beira Baixa.
A Beira Baixa faz parte da transição das montanhas para a planicie Alentejana e é aqui
que se produzem muitos e variados produtos de grande qualidade que nós Portugueses deveriamos
consumir exclusivamente, rejeitando outros artigos que eu diria que são genéricos vindos do
estrangeiro. Temos as melhores carnes, o melhor fumeiro, queijos que nos deixam sempre com
vontade de comer mais.
Os vinhos são dos melhores do mundo, fruta variadissima que vai da cereja á maçã,não esquecendo
o pessego o melão a melancia e tantos outros.
O meu blogue defende as tardições da minha terra
o meu blogue defende igualmente os excelentes produtos confecionados na nossa Beira Baixa,
destacando se a Cova da Beira e o concelho do Fundão
A nossa região da Cova da Beira e toda a Beira Interior estiveram sempre presentes na História de Portugal. Ficaram por cá muitos vestigios Celtas Uma região com muitos "castros" - e é nesta zona que em 25 a.C. foi fundada, pelos Romanos, a Lusitânia, seguindo-se, durante o séc. V da nossa era, invasões de Vândalos, Suevos e Alanos.
Já nese tempo se produzia bom vinho nas nossas terras, e hoje podemos vangloriar nos porque as gentes mais recentes souberam continuar e aprefeiçoar este gostoso nectar
Vinhos tintos:
Aragonez (Tinta Roriz), Baga, Bastardo, Jaen, Marufo, Moreto, Castelão (Periquita)1, Rufete, Tinta Carvalha, Touriga Nacional e Trincadeira (Tinta Amarela), no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, e Alfrocheiro.
Vinhos Brancos:
Alicante Branco, Arinto (Pedernã), Bical, Fonte Cal, Malvasia Fina, Malvasia Rei, Rabo de Ovelha e Síria (Roupeiro), no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, e Tamarez.
Tradições da Beira
MATANÇA DO PORCO
Como é do conhecimento geral, a matança do porco era uma festa familiar e reforçava a despensa para o próximo ano.
Depois de trazido o porco da furda que em alguns casos situava se ao lado da casa e ainda me recordo de serem guardados na loja por baixo da habitação, normalmente ficava fora da povoação, mas nunca muito longe de casa.
O porco era agarrado com garra por quatro ou cinco homens que o deitavam em cima da banca de madeira. Depois de bem seguro, o matador ata-lhe o focinho, não vá ele morder e espeta-lhe a faca.
Normalmente uma mulher com um alguidar de barro apanha o sangue onde mistura um pouco de sal e vai mexendo-o com a mão para não coagular.
Seguidamente a mulher coze-lhe o golpe feito pela faca do matador e começa-se a chamuscar o porco com chamuscas de giestas secas e mais recentemente com maçaricos a gás muito mais eficientes.
Depois de bem chamuscado, esfrega-se e lava-se bem lavado e dependura-se com a ajuda de uma corda e do chambaril na parede exterior na casa ou no sobrado do sótão para se poder abrir e retirar as tripas.
Nesta operação é preciso muito cuidado para que se não rebente o fel, que iria causar mau sabor nas carnes.
Depois desta operação as mulheres partem para o ribeiro para lavarem as tripas com água, sal e laranjas, que posteriormente vão servir para fazer os chouriços, farinheiras, morcelas, etc.
Os homens pesam o porco com auxílio de uma balança manual de pendurar “Romana” e seguidamente continuam a desmanchar e separar as carnes que as mulheres irão mais tarde utilizar para os diferentes tipos de enchido ou pratos que irão ser confeccionados.
Os toucinhos e presuntos vão para a salgadeira onde serão conservados durante o ano.
Se for lua nova não se mexe em carnes.
Fevereiro é ainda um optimo mês para a matança, já que esta tradição acontecia nos meses de Inverno, com temperaturas negativas, altura ideal para conservar as carnes.
Quando era jovem muitas vezes assisti á matança do porco, numa altura em que só existia o sal para conservar as carnes
Hoje qualquer altura pode ser boa para este trabalho já que as carnes são todas guardadas nas arcas congeladoras.
Mas será que a tradição da matança do porco desapareceu nas nossas aldeias?
É fácil que a maioria das familias já não o façam, dado as possibilidades de comprar todos os dias carnes frescas no talho lá da aldeia ou do bairro
Bogas de Baixo ficou mais pobre
E Bogas de Baixo vai ficando mais vazia com a partida para a eternidade
os seus filhos que ao longo dos anos aqui labutaram e tornaram Bogas cada vez mais próspera
Foi o caso do nosso amigo Luis Simão que faleceu ontem tendo sido realizado o seu funeral
hoje ás 16 horas para o cemitério local.
No meu caso muito particularmente deixa me um certo vazio porque era um dos boguenses ,
mesu amigos
Sempre que ia a Bogas eu adorava cumprimentar o Luis e conversar com ele , bem como
com os seus irmãos José e Aurélio
Até aqui viamo nos muitas vezes
Passamos vilas e cidades, rios e ribeiros, bosques e florestas...
Não faltaram os grandes obstáculos.
Freqüentes foram as cercas, ajudando a transpor abismos...
As subidas e descidas foram realidade sempre presente.
Juntos, percorremos na vida apoiando nos nas curvas, descobrimos cidades...
Chegou o momento de cada um seguir viagem sozinho...
Que as experiências compartilhadas no percurso até aqui sejam a alavanca para
alcançarmos a alegria de chegar ao destino projetado.
A nossa saudade e a nossa esperança de um reencontro aos que, por vários
motivos, nos deixaram, seguindo outros caminhos.
Houve sempre aquele apoio nos bons e nos maus momentos.
Uma despedida é necessária antes de podermos nos encontrar outra vez.
Que nossas despedidas sejam um eterno reencontro.
Paz á tua alma Luis Simão
Roteiro fotográfico II
O meu roteiro de hoje vai ser em redor do cabeço de Zibreiro
Um monte que faz ainda parte da Gardunha possuindo um grande Parque Éólico
no seu cume .
E nas suas encostas situam se as aldeias do Maxial, Ladeira, Descoberto,no concelho do Fundão
Ingarnal, no concelho de Castelo Branco, Adgiraldo, Foz do Giraldo, e Casas da Zebreira no concelho de Oleiros Freguesia de Orvalho
Começo então pelo Maxial uma das mais belas aldeias da Beira Interior distante dos pricipais meios urbanos deste Distrito, Castelo Branco e Fundão, aproximadamente 45 Kms
Panoramica geral da localidade de MAXIAL
Agora vamos para uma outra aldeia que eu não me canso de recordar, A Ladeira De Nossa Senhora do Carmo
Uma aldeia com muitas semelhanças com a aldeia de Talasnal na serra da Lousã mas esquecida pelos administradores
da Pinus Verde por não a terem proposto como aldeia de Xisto
Imagens da Ladeira
Panorâmica da aldeia
Uma adega particular onde os amigos se reunem para beber um copo e por a conversa em dia
Ao lado da adega os potes de azeite puro da oliveira
Subimos ao cume do Monte e deparamo nos com uma grande extensão ocupada por grandes ventoinhas Eólicas
De um lado temos ainda a aldeia do Decoberto tambem bastante desertificada por causa da emigração, mas onde no VErão se junta muita gente que vem matar saudades
No lado contrário temos o Ingarnal a minha aldeia do coração já que foi aqui que fui concebido na terra do meu pai
e daqui não podia deixar de lembrar tambem a Adgiraldo e a Foz do Giraldo, bem como Casas da Zebreira
aldeias perdidas na serra que hoje em dia vão conhecendo mais popularidade pelas gentes que passam de Castelo Branco para o Orvalho e Bogas de Baixo
Voltarei em breve para partilhar mais imagens em redor da Gardunha
NAS ABAS DA MONTANHA - Roteiro Fotográfico
Iniciando este roteiro bem cá pelo extremo oeste do concelho do Fundão, mostro-vos uma imagem da entrada na minha aldeia Bogas de Baixo e uma panoramica parcial da aldeia
Subindo pela margem do rio Zêzere com recantos de rara beleza, eis nos chegados a Janeiro de Cima, com as suas barcas que embora agora não sirvam para mais que um simples passeio pelo rio, antigamente eram nestas barcas que as nossas gentes atravessavam o rio, tanto aqui como tambem em Janeiro de Baixo
Em seguida uma das pitorescas ruas da aldeia de Xisto Janeiro de Cima
Começamos a subir e avistamos o Penedo do Barroco, de um lado situam se as aldeias de Bogas de Meio e Bogas de Cima e do Outro o Zêzere e as aldeias do Carregal e Porto de Vacas do concelho da Pampilhosa da Serra bem como o Alqueidão freguesia da Barroca concelho do Fundão
Depois na Malhada Velha outra aldeia de Xisto podemos visitar a casa do Cogumelo as ruinas do antigo lagar de azeite a sua capela, assistir á descamisa do milho, saborear um bom naco de pão acabado de cozer e muito mais
E esta paisagem magnífica da aldeia da Ladeira de Nossa Senhora do Carmo? situada na encosta do Cabeço Zibreiro?
Aqui nas nossas aldeias do sopé da serra como já deu para verificar, ainda se cozem grandes fornadas de pão que alimentam durante uma semana ou mais várias familias, embora seja na altura das festas das aldeias que os fornos tenham mais serventia
Depois utilizam se ainda aquelas panelas de ferro com tres pernas onde se confecciona boa comida, como eu me lembro da belissima e gostosa sopa que a minha mãe fazia....
E para terminar como estamos a atravessar uma fase de frio intenso neste inverno, embora com pouca chuva e neve, deixo vos algumas imagens de 2011 em Bogas de Baixo, no Maxial e na Malhada Velha
Fiquem bem e esperem pela próxima postagem que será muito em breve
Dia Mundial Contra o Cancro
“Juntos é possível" é o lema do Dia Mundial Contra o Cancro 2012, que se celebra no dia 4 de fevereiro.
Todos os anos, a 4 de fevereiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alia-se à União Internacional contra o Cancro (UICC), a fim de promover o combate contra o cancro.
Em 2012 a data é celebrada sob o lema "juntos é possível", isto porque apenas se cada um (organizações, governos, indivíduo) fizer a sua parte será possível reduzir em 25%, até 2025, mortes prematuras de cancro e outras doenças não transmissíveis no mundo.
O Dia Mundial Contra o Cancro 2012 é particularmente importante porque calha quase meio ano após a primeira Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre Doenças Não Transmissíveis e a assinatura da declaração política de apoio à prevenção e controlo destas condições devastadoras, incluindo o cancro.
Enquadrada na Campanha Mundial do Cancro, a celebração do Dia Mundial baseia-se na Carta de Paris, aprovada a 4 de fevereiro de 2000, na Cimeira Mundial Contra o Cancro para o Novo Milénio.
A Carta apela à aliança entre investigadores, profissionais de saúde, doentes, governos e parceiros da indústria no âmbito da prevenção e tratamento do cancro.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o cancro é uma das principais causas de morte no mundo. Em 2008 foi responsável por 7,6 milhões de mortes, cerca de 13% de todas as mortes.
Portal da Saude
Mais de 400 mil idosos vivem sozinhos
Li hoje uma noticia da redação do Jornal A BOLA que me deixou preocupado e até um pouco indignado porque eu e os meus irmãos nunca deixámos que os nossos pais tivessem sido abandonados a viver sozinhos
O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou esta sexta-feira dados que indicam que mais de 1,2 milhões de idosos vivem sozinhos ou em companhia de outros idosos.
400.964 idosos vivem sozinhos e 804.577 na companhia exclusiva de outras pessoas com 65 ou mais anos, representando cerca de 60 por cento da população idosa a viver nestas condições, de acordo com resultados verificados nos Censos de 2011.
Comparando os Censos de 2011 com os de 2001, é possível verificar que nos últimos dez anos houve um aumento de 28 por cento de idosos a viver sós ou em companhia com outros idosos.
A GNR identificou em 2011 mais de 15 mil idosos a viver sozinhos ou isolados. Os números serão atualizados no final da segunda operação «Censos Sénior», que decorre até 29 de fevereiro em todo o País.
O objetivo é o de atualizar os dados sobre os idosos que vivem sozinhos ou isolados.
Mas ao mesmo tempo sinto algum conforto moral por saber que na minha aldeia Bogas de Baixo há muito tempo
que o Centro Social, percorre as anexas da Freguesia, visitando diariamente os nossos idosos, transportando
lhes algum carinho e comida para as suas refeições, já que os da Sede de Freguesia se deslocam diariamente
Ao Centro Social e Centro de Dia onde podem tomar o pequeno almoço, almoço e jantar, regressando depois as suas casas.
Eu próprio comprovei que a comida é de optima qualidade confecionada por Jovens muitissimo competentes.
e servindo muito carinhosamente os mais nescessitados.
O Lar deve estar em bom ritmo de construção com o intuito de alguns dos utentes poderem ficar a tempo inteiro.
Deus queira que isto se possa manter com a comparticipação de muitos jovens e a Junta de Freguesia de Bogas de Baixo para alem da ajuda de outras entidades competentes
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