Roteiro fotográfico II

O meu roteiro de hoje vai ser em redor do cabeço de Zibreiro Um monte que faz ainda parte da Gardunha possuindo um grande Parque Éólico no seu cume . E nas suas encostas situam se as aldeias do Maxial, Ladeira, Descoberto,no concelho do Fundão Ingarnal, no concelho de Castelo Branco, Adgiraldo, Foz do Giraldo, e Casas da Zebreira no concelho de Oleiros Freguesia de Orvalho Começo então pelo Maxial uma das mais belas aldeias da Beira Interior distante dos pricipais meios urbanos deste Distrito, Castelo Branco e Fundão, aproximadamente 45 Kms
Panoramica geral da localidade de MAXIAL Agora vamos para uma outra aldeia que eu não me canso de recordar, A Ladeira De Nossa Senhora do Carmo Uma aldeia com muitas semelhanças com a aldeia de Talasnal na serra da Lousã mas esquecida pelos administradores da Pinus Verde por não a terem proposto como aldeia de Xisto
Imagens da Ladeira
Panorâmica da aldeia
Uma adega particular onde os amigos se reunem para beber um copo e por a conversa em dia
Ao lado da adega os potes de azeite puro da oliveira Subimos ao cume do Monte e deparamo nos com uma grande extensão ocupada por grandes ventoinhas Eólicas
De um lado temos ainda a aldeia do Decoberto tambem bastante desertificada por causa da emigração, mas onde no VErão se junta muita gente que vem matar saudades
No lado contrário temos o Ingarnal a minha aldeia do coração já que foi aqui que fui concebido na terra do meu pai
e daqui não podia deixar de lembrar tambem a Adgiraldo e a Foz do Giraldo, bem como Casas da Zebreira aldeias perdidas na serra que hoje em dia vão conhecendo mais popularidade pelas gentes que passam de Castelo Branco para o Orvalho e Bogas de Baixo
Voltarei em breve para partilhar mais imagens em redor da Gardunha

NAS ABAS DA MONTANHA - Roteiro Fotográfico

Iniciando este roteiro bem cá pelo extremo oeste do concelho do Fundão, mostro-vos uma imagem da entrada na minha aldeia Bogas de Baixo e uma panoramica parcial da aldeia
Subindo pela margem do rio Zêzere com recantos de rara beleza, eis nos chegados a Janeiro de Cima, com as suas barcas que embora agora não sirvam para mais que um simples passeio pelo rio, antigamente eram nestas barcas que as nossas gentes atravessavam o rio, tanto aqui como tambem em Janeiro de Baixo
Em seguida uma das pitorescas ruas da aldeia de Xisto Janeiro de Cima
Começamos a subir e avistamos o Penedo do Barroco, de um lado situam se as aldeias de Bogas de Meio e Bogas de Cima e do Outro o Zêzere e as aldeias do Carregal e Porto de Vacas do concelho da Pampilhosa da Serra bem como o Alqueidão freguesia da Barroca concelho do Fundão
Depois na Malhada Velha outra aldeia de Xisto podemos visitar a casa do Cogumelo as ruinas do antigo lagar de azeite a sua capela, assistir á descamisa do milho, saborear um bom naco de pão acabado de cozer e muito mais
E esta paisagem magnífica da aldeia da Ladeira de Nossa Senhora do Carmo? situada na encosta do Cabeço Zibreiro?
Aqui nas nossas aldeias do sopé da serra como já deu para verificar, ainda se cozem grandes fornadas de pão que alimentam durante uma semana ou mais várias familias, embora seja na altura das festas das aldeias que os fornos tenham mais serventia
Depois utilizam se ainda aquelas panelas de ferro com tres pernas onde se confecciona boa comida, como eu me lembro da belissima e gostosa sopa que a minha mãe fazia....
E para terminar como estamos a atravessar uma fase de frio intenso neste inverno, embora com pouca chuva e neve, deixo vos algumas imagens de 2011 em Bogas de Baixo, no Maxial e na Malhada Velha
Fiquem bem e esperem pela próxima postagem que será muito em breve

Dia Mundial Contra o Cancro

“Juntos é possível" é o lema do Dia Mundial Contra o Cancro 2012, que se celebra no dia 4 de fevereiro.
Todos os anos, a 4 de fevereiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alia-se à União Internacional contra o Cancro (UICC), a fim de promover o combate contra o cancro. Em 2012 a data é celebrada sob o lema "juntos é possível", isto porque apenas se cada um (organizações, governos, indivíduo) fizer a sua parte será possível reduzir em 25%, até 2025, mortes prematuras de cancro e outras doenças não transmissíveis no mundo. O Dia Mundial Contra o Cancro 2012 é particularmente importante porque calha quase meio ano após a primeira Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre Doenças Não Transmissíveis e a assinatura da declaração política de apoio à prevenção e controlo destas condições devastadoras, incluindo o cancro. Enquadrada na Campanha Mundial do Cancro, a celebração do Dia Mundial baseia-se na Carta de Paris, aprovada a 4 de fevereiro de 2000, na Cimeira Mundial Contra o Cancro para o Novo Milénio. A Carta apela à aliança entre investigadores, profissionais de saúde, doentes, governos e parceiros da indústria no âmbito da prevenção e tratamento do cancro. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o cancro é uma das principais causas de morte no mundo. Em 2008 foi responsável por 7,6 milhões de mortes, cerca de 13% de todas as mortes. Portal da Saude

Mais de 400 mil idosos vivem sozinhos

Li hoje uma noticia da redação do Jornal A BOLA que me deixou preocupado e até um pouco indignado porque eu e os meus irmãos nunca deixámos que os nossos pais tivessem sido abandonados a viver sozinhos
O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou esta sexta-feira dados que indicam que mais de 1,2 milhões de idosos vivem sozinhos ou em companhia de outros idosos. 400.964 idosos vivem sozinhos e 804.577 na companhia exclusiva de outras pessoas com 65 ou mais anos, representando cerca de 60 por cento da população idosa a viver nestas condições, de acordo com resultados verificados nos Censos de 2011. Comparando os Censos de 2011 com os de 2001, é possível verificar que nos últimos dez anos houve um aumento de 28 por cento de idosos a viver sós ou em companhia com outros idosos. A GNR identificou em 2011 mais de 15 mil idosos a viver sozinhos ou isolados. Os números serão atualizados no final da segunda operação «Censos Sénior», que decorre até 29 de fevereiro em todo o País. O objetivo é o de atualizar os dados sobre os idosos que vivem sozinhos ou isolados.
Mas ao mesmo tempo sinto algum conforto moral por saber que na minha aldeia Bogas de Baixo há muito tempo que o Centro Social, percorre as anexas da Freguesia, visitando diariamente os nossos idosos, transportando lhes algum carinho e comida para as suas refeições, já que os da Sede de Freguesia se deslocam diariamente Ao Centro Social e Centro de Dia onde podem tomar o pequeno almoço, almoço e jantar, regressando depois as suas casas. Eu próprio comprovei que a comida é de optima qualidade confecionada por Jovens muitissimo competentes. e servindo muito carinhosamente os mais nescessitados. O Lar deve estar em bom ritmo de construção com o intuito de alguns dos utentes poderem ficar a tempo inteiro. Deus queira que isto se possa manter com a comparticipação de muitos jovens e a Junta de Freguesia de Bogas de Baixo para alem da ajuda de outras entidades competentes

Jornal do Fundão - Opinião - Um Jornal de causas e da grande cultura portuguesa

Jornal do Fundão - Opinião - Um Jornal de causas e da grande cultura portuguesa
O Jornal do Fundão, fundado em 1946 (no ano do meu nascimento),por António Paulouro, é hoje um marco referencial no panorama da imprensa regional portuguesa. Com uma tiragem semanal de 17.000 exemplares e um universo de audiência que atinge os 100.000 leitores, foi distinguido com a Ordem do Infante D. Henrique e tem no seu historial outros galardões como o Prémio Gazeta, homenagens das Universidades de Salamanca e da Comunidade Portuguesa em França. O Jornal do Fundão faz parte da matriz de identificação da Beira Interior e é reconhecidamente um elemento da sua coesão social bem como do desenvolvimento económico e cultural da região. O Jornal do Fundão tendo vindo a reforçar a sua influência no eixo geográfico que vai desde a região da Guarda, Covilhã, Fundão e Castelo Branco. É líder destacado de audiência da Imprensa Regional no distrito de Castelo Branco e tem ainda expressiva audiência nacional.

Noticia no DIÁRIO DAS BEIRAS

Associação da Beira Baixa pede reposição de comboios no Intercidades ou redução de preços
----------------------------------(imagem retirada do google)----------------------------------------------------- --------------------------------Diário das Beiras----------------------------------------------------------------------------------- Os Amigos da Linha da Beira Baixa pediram esta quinta-feira (19) à CP a reposição dos comboios que trocou por automotoras no serviço Intercidades, entre a Covilhã e Lisboa, ou que baixe os preços, porque as viagens “têm menos qualidade”. O material circulante foi “despromovido”, a Beira Baixa é a única linha onde o serviço Intercidades é feito por automotoras, mas os preços mantiveram-se, queixa-se a associação, que teme pelo futuro da linha. Em comunicado, os Amigos da Linha da Beira Baixa pedem que a CP reponha a locomotiva e carruagens do serviço Intercidades em pelo menos duas das seis ligações diárias (uma em cada sentido). “O serviço não tem categoria para os preços praticados” – 24 euros em primeira classe e 18,50 em segunda por viagem -, que não foram alterados quando o serviço passou a ser feito por automotoras suburbanas “retocadas”, refere a associação. Apesar de a linha ter sido modernizada em 2011, a CP justificou a mudança com uma poupança de 1,5 milhões de euros por ano, esperando “continuar a oferecer uma viagem agradável” e, por isso, sem esperar “uma perda de passageiros”. No balanço de dois meses de mudança, os Amigos da Linha queixam-se da “má suspensão crónica das automotoras”, com “trepidação e ruído persistente”, que até podem ser toleráveis em breves percursos citadinos, mas são “um incómodo atentatório para 03:45 de percurso”. O bar foi eliminado, as máquinas de comida muitas vezes não funcionam, as bagageiras não tem espaço para viagens de longo curso, faltam cortinas nas janelas e só há duas casas de banho para toda a composição (lotação de 200 lugares), acrescentam. Desapareceram também as portas que travavam o frio do exterior no corredor de cada carruagem. Na primeira classe, a perda de qualidade “é ainda mais notória, com bancos de muito pior qualidade”, referem. As automotoras estão ainda limitadas a uma velocidade máxima de 120 quilómetros por hora.

É tão bom ser pequenino

Hoje quis partilhar no meu blogue um texto de Paulo Geraldo inserido em http://familia.aaldeia.net/ que me faz voltar atraz e reviver um pouco da minha meninice até aos dias de hoje
Permito me ilustrar este texto com uma belissima imgem de pesquisa no google ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Recordo o cheiro dos lençóis lavados, a guerra para lavar os dentes, histórias contadas antes de adormecer. O desejo de chegar a casa, o aconchego e, depois, outra vez a vontade de sair. Corria para a minha mãe quando caía e me magoava. Não para o meu pai, porque seria preciso dar muitas explicações e ouvir de novo o racional “Eu já te tinha avisado…”. Um prato especial nos dias de festa. Birras. É preciso vestir aquela roupa nova. É a tua vez de lavar a louça. Não sei muito bem a partir de que idade é que os irmãos deixam de ser irritantes… Depois do jantar fazíamos jogos e entretínhamo-nos uns com os outros. Por vezes, quando era Verão, saíamos a passear e apanhávamos pirilampos. A chuva lá fora, o calor dentro de casa. Um livro. Um amigo que vem lanchar. Um ralhete porque desta vez passámos dos limites e as calças vêm cheias de lama. Já te disse tantas vezes que não se deve deixar aí a roupa suja… Acordar com um beijo. Adormecer com uma oração. Natal. Os primos. Visitas a casa dos avós. Brincadeiras. Às vezes notar, sem notar, uma expressão semelhante a tristeza ou cansaço no rosto do pai ou no rosto da mãe. Depois, brincadeira de novo. Música, flores, sorrisos. É tão bom ser pequenino… Coisas pequenas. Diárias. Vulgares. Mas enormes, únicas, cheias de magia. Durante muito tempo estive convencido de que era a infância que acendia nas pequenas coisas de todos os dias essa música e esse encanto que agora recordo. Que era por ser pequeno na altura que todas essas coisas são agora especiais. Mas há tantas pessoas que foram também pequenas e nunca poderão ter recordações destas… E não porque não tivessem tido pais, ou porque estes os tivessem maltratado ou porque tivessem sido demasiado pobres. Geralmente não é muito difícil casar, ter filhos, uma casa para viver. Mas depois de se conseguir isso podemos chegar à conclusão de que é muitíssimo difícil construir uma família. É talvez como ter já os tijolos e, no entanto, sentirmo-nos incapazes de encontrar o cimento que os una, lhes dê forma, consistência e identidade. É fundamental ter uma infância feliz… E começámos então a dar aos filhos coisas excelentes e actividades fantásticas e experiências divertidas. E enchemos de trabalho os dias, para lhes podermos dar tudo isso. Saímos, portanto, de casa. E a casa esvaziou-se. E deixámos de viver com os filhos. As coisas fantásticas que lhes demos acabaram por ocupar quase todo o tempo em que deveríamos ter estado com eles. É muito fácil errar o caminho. Ao crescer, descobri que para se ter os lençóis lavados e passados a ferro é preciso frequentemente deitar-se mais tarde e dormir menos. Aprendi que é preciso ter paciência para fazer uma criança ganhar o hábito de lavar os dentes ou deixar a roupa suja no local correcto. E que a paciência dói. Reparei em que as pessoas mais velhas gostam de sossego depois do jantar, porque se cansam facilmente. E que, por isso, tem um alto preço fazer nessa altura jogos com crianças ou correr atrás de pirilampos. Vim assim a saber que o cimento da família é aquilo que se faz pelos outros, deixando de fazer aquilo de que se gosta, para os ver felizes, para os construir, para os ajudar a chegar a onde devem chegar. Aquelas pequenas coisas da minha infância foram grandes, afinal, porque eram feitas de um amor sacrificado e escondido. Esse amor toca naquilo que é pequeno e engrandece-o. Desenha flores no pó do quotidiano. Só ele permanece. (Paulo Geraldo) Quem é Paulo Geraldo ? Veja aqui

Os Velhos

Quando a idade já se torna um peso em nós eis nos a lembrar nos que tambem estamos a caminhar apressadamente para a velhice Por isso me lembre de ir rebuscar á parte lateral do meu blogue esta bela História que vou partilhar
“Quando te tornares senil, não o saberás” (Bill Cosby) Há já algum tempo que visito Lares de idosos, para acompanhar a realidade dos nossos idosos. É com amargura que sou defrontado, regularmente, com muitos casos em que o idoso é abandonado na sua casa pela família, largado à sua própria sorte ou, então, num lar onde espera uma morte vigiada. Foi numa dessas visitas que conheci o Sr. Joaquim. Olhar cansado, sempre rente ao chão, sentado numa poltrona. Sem qualquer aspiração esperava, sentado, pelo melhor remédio contra a velhice abandonada. Conversávamos longas horas acerca dos mais variados assuntos, transmitia-me a sua experiência de vida. Para mim, velhice significa conhecimento; por isso, considerava o Sr. Joaquim uma “ biblioteca ambulante.” Pesavam-lhes os anos e a ingratidão. Acabou sozinho, esquecido pela família. Vivia na expectativa do dia em que o telefone tocasse e fosse uma voz amiga do outro lado da linha ou, quando se atrevia a sonhar mais alto, que a porta se abrisse e recebesse um sorriso conhecido. Sinto-me feliz e orgulhoso por ter feito parte da sua vida, por lhe ter dado o abraço merecido e arrependo-me dos dias que não desfrutei da sua companhia. Miguel Torga um dia disse: “ A velhice é isto: ou se chora sem motivo, ou os olhos ficam secos de lucidez”. O Sr. Joaquim lamentava-se, mas já não chorava. Sentado no sofá esperava ,um dia atrás do outro, que já não tivesse que abrir os olhos para vislumbrar a sua solidão. E assim foi. Recentemente, ao dirigir-me à instituição onde permanecia, para apreciar mais uma vez um pouco da sua companhia, disseram-me que tinha falecido. Quando perguntei se tinha conseguido contactar os seus familiares, a resposta veio baixinho, em tom envergonhado: “quando dei a noticia responderam-me : mas ele ainda estava vivo?!! ”. Senti-me revoltado. O que levará um filho, um irmão, um neto, a esquecer quem um dia já lhe deu pão? Tratar um ser humano como um objecto inútil, sem serventia, porque está desgastado pelo tempo é, para mim, crime perverso. Ou então, quem faz isto, talvez queira fugir do seu próprio destino, a velhice, como diz uma canção de Mafalda Veiga . Defendo que as famílias, as instituições vocacionadas para a problemática da terceira idade e, sobretudo, cada cidadão, deverá dar o seu contributo para evitar a exclusão do idoso. Pois, na verdade, o envelhecimento é inevitável, chegando um dia destes a todos nós . (Claúdio Anaia) http://familia.aaldeia.net/category/os-avos/

Aldeias votadas ao abandono

Bogas de Baixo não poderá ser conotada com o abandono das nossas aldeias Em Bogas de Baixo há realmente algumas épocas em que a aldeia está um pouco mais deserta, mas isso deve se ao facto de as nossas gentes se deslo carem para outros locais no país e no estrangeiro á procura de trabalho melhor remunerado A confirmar o que estou a escrever está a em que a maioria dos boguenses teem a sua casa
em Bogas e mesmo que não vivam lá o tempo inteiro, destinam sempre alguns dias ao logo do ano para matar saudades A Juventude não está disposta a abandonar a terra dos seus avós dos seus pais e tambem a deles. pelas fotos que partilho convosco, graças á Diolinda Silvestre ao Emanuel á Elsa e outos mais, que me ajudam na divulgação da nossa terra podemos verificar que Bogas é uma aldeia viva
Fazem se grandes confraternizações entre as gentes de Bogas
Nas alturas do chamamento as pessoas comparecem em jantares para angariar fundos para o Lar ou outras coisas nescessarias na terra
Quando um amigo faz anos faz se uma bonita festa de confraternização como aliás aconteceu aqui pela altura dos 60 anos do Ventura
Ele bem tenta agarrar me mas não consegue Fazem se magustos para o povo. a malta faz caminhadas até ao Penedo Mosqueiro sempre em alegre convivio graudos ou miudos juntam se sempre nestes eventos
a subida é ingreme mas de grande capacidade de se poder observar toda aquela radiante paisagem lá ao fundo nas margens do Zezere. um precurso que outrora eu já fiz a partir da quinta do Fojo descer até á Foz de Bogas e daí até ao Mosqueiro foi sempre a subir
mas chegados cá acima podem restabelecer se do cansaço do precurso percorrido podendo apreciar grandes paisagens tanto para sul seguindo o precurso do rio como para norte avistando uma grande quantidade de aldeias espalhadas pela Gardunha até ao sopé da Serra de Estrela, e depois deliciarem se com umsuculento piquenique neste lindissimo parque de merendas Por isto e por muito mais Bogas de Baixo nunca poderá ser considerada uma aldeia desertificada Evoluiu muito nos ultimos anos e continua e continua a pautar se esta junta de Freguesia na procura das formas eficazes e possiveis para o bem estar da população Bogas é mesmo assim

Hoje vou até Castelo Branco

Para quem como eu entrar em terras da Beira nada melhor que começar pelas Portas de Ródão. Vila Velha de Ródão uma Vila muito antiga riquissima em achados arqueológicos ainda da pré historia Para melhor pesquisa de todos os documentos relativos ao historial desta Vila o melhor é visitarem esta pagina E para vos dar uma pequena amostra do que poderão encontrar aqui vos deixo duas imagens bem elucidativas da linda paisagem que irão encontrar á beira Tejo
Saímos de Vila Velha e 28 Kms percorridos estavamos em Castelo Branco, cidade que muito me toca por ter passado aqui grande parte da minha mocidade.
fachada principal da Camara Municipal A região de Castelo Branco foi conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques, que em 1165 a doou à Ordem do Templo, para que os cavaleiros cristãos a defendessem dos infiéis. Em 1198, D. Sancho I confirmou a doacção. Em 1214, a 1 de Novembro, D. Afonso II, Rei de Portugal, faz doação à Ordem do Templo da parte das terras que tinha na herdade designada por Vila Franca da Cardosa. Numa pequena elevação próxima encontrava-se outra povoação, Moncarche ou Castelo Branco de Moncarche, cujos habitantes a foram abandonando, para se refugiarem nas muralhas protectoras do castelo, erguido pelos Templários no alto da colina. Castelo Branco recebeu carta de foral pelo Mestre da Ordem do Templo, D. Pedro Alvito em data desconhecida, mas seguramente no séc. XIII. O original do foral encontra-se perdido e as duas cópias estão datadas de 1213 e 1214.
Esta imagem mostra nos a torre do relógio de Castelo Branco que se ouve quase em toda a cidade Aqui podemos ver uma antiga zona degradada , agora muito bem recuperada com estacionamento subterraneo
Junto ao edificio da Telecom mesmo á entrada da parte antiga da cidade
A majestosa Sé Catedral de Castelo Branco recentemente recuperada O antigo largo da Deveza agora completamente recuperado através do programa Pólis Um local mesmo no centro de Castelo Branco com grandes espaços de Lazer esplanadas e jardins. Um local de passagem obrigatória