O Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa foi criado juntamente com a Comissão para o reconhecimento e protecção da Língua Gestual Portuguesa e defesa dos direitos das pessoas surdas.
Esta comissão foi criada em 15 de Novembro de 1995 com o propósito de ver reconhecida a Língua Gestual Portuguesa na Constituição da República Portuguesa, algo que sucedeu em 1997, aquando da sua 4ª revisão.
Assim, ficou consagrado na Constituição, através do Artigo 74, n.º 2, alínea h, que o Estado Português compromete-se a “proteger e valorizar a língua gestual portuguesa enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades.”
Neste dia converse com os seus alunos sobre a importância da aceitação, da diferença. Realize atividades que permitam aos seus alunos ouvintes compreenderem os alunos surdos.
Alfabeto de Gestos com as mãos.
Associação Portuguesa de Surdos
Federação Portuguesa das Associações de Surdos (FPAS)
Instituto de Jacob Rodrigues Pereira
Lingua Gestual Portuguesa em 3D
Surd'Universo - Livraria Especializada
Fonte TrueType(TTF) do Alfabeto Gestual Português
Hoje dia 14-11-11 Comemora se o Dia Internacional da Diabetes
é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue.[2] A glicose é a principal fonte de energia do organismo porém, quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde como por exemplo o excesso de sono no estágio inicial, problemas de cansaço e problemas físicos-táticos em efetuar as tarefas desejadas. Quando não tratada adequadamente, podem ocorrem complicações como Ataque cardíaco, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas na visão, amputação do pé e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações.
Isto é apenas uma chamada de atenção para os nossos habitos alimentares
Neste dia podemos tambem recordar as palavras do
Evangelho segundo S. Lucas 18,35-43.
Naqule tempo, quando Jesus Se aproximava de Jericó, estava um cego sentado a pedir esmola à beira do caminho.
Ouvindo a multidão que passava, perguntou o que era aquilo.
Disseram-lhe que era Jesus de Nazaré que ia a passar.
Então, bradou: «Jesus, Filho de David, tem misericórdia de mim!»
Os que iam à frente repreendiam-no, para que se calasse. Mas ele gritava cada vez mais: «Filho de David, tem misericórdia de mim!»
Jesus parou e mandou que lho trouxessem. Quando o cego se aproximou, perguntou-lhe:
«Que queres que te faça?» Respondeu: «Senhor, que eu veja!»
Jesus disse-lhe: «Vê. A tua fé te salvou.»
Naquele mesmo instante, recobrou a vista e seguia-o, glorificando a Deus. E todo o povo, ao ver isto, deu louvores a Deus.
Para todos uma optima semana
Hoje dia 11-11-11
Á hora exacta cá estavamos a cumprir o minuto de silencio tambem com o desejo que Portugal saia da crise e os Portugueses continuem a vier emk Paz e harmonia
O Verão de São Martinho
Estamos todos ansiosos pelo verão de S Martinho, porque o frio e a chuva já chegaram com abundancia.
Por toda a Europa os festejos em honra de São Martinho estão relacionados com cultos da terra, das previsões do ano agrícola, com festas e canções desejando abundância e, nos países vinícolas, do Sul da Europa, com o vinho novo e a água-pé. Daí os adágios «Pelo São Martinho vai à adega e prova o teu vinho» ou «Castanhas e vinho pelo São Martinho».
Costumamos esperar sempre pelo verão de S Martinho, mas este ano teima em dar nos chuva e frio
Até no Algarve o verão desapareceu com a aproximação do S Martinho.
No Algarve o S Martinho não é uma data muito festejada, mas em muitos locais do nosso País a alegria que o povo sente neste dia é sobejamente conhecida, pelos magustos, pelas idas á adega e provar o vinho novo e tambem pelas reuniões familiares á volta de uma bela lareira com as castanhas a assar
Todos os anos de vida deste blogue procuro não deixar passar esta data sem uma pequena alusão ao S Martinho
Há dias por curiosidade, já que sou um acérrimo visitante de outros blogues, encontrei neste blogue a história quase completa da vida de São Martinho, por sinal excelentemente escrita
Aconselho a vistarem o blogue do Agrupamento Vertical de Escolas D.Paio Peres Correia - Tavira
MAÙNÇA
Nasceu no ano 2000 por iniciativa da
Associação Cultural e Recreativa do Rancho “Os Pastores do Açor”, com a
perspectiva de dar a conhecer e valorizar a Gastronomia, as Tradições e o
Artesanato locais.
Artes e Sabores da Maúnça
Este evento das Artes e Sabores da Maúnça - Açor
Evento gastronómico-cultural irá decorrer este ano, nos dias 12 e 13 de
Novembro, na aldeia do Açor, Castelejo.
Com um programa arrojado das gentes locais que torna deliciante para quem queira subir esta encosta até esta linda e simpática aldeia
Tomem nota:
no dia 12 de Novembro, Sábado
11h00 - Grupo de Bombos de Rochas de
Cima
14h30
- Workshop “Sabores do Outono”
(elaboração de doce de castanha)
Tasquinha “À Portela” (coordenado por Isabel
Filipe Antunes)
Inscrições: 968 223 124, nº máximo - 10, Preço/pessoa
- 2,50€
15h00 - Grupo de Cantares da Barroca
17h00
- Magusto Comunitário
Gaitas-de-Beiços
da Rapoula
21h00 - Concertinas “Desgarradas com o
povo”
A 13 de Novembro, Domingo
11h00 - Grupo de Bombos da Casa do
Povo do Souto da Casa
14h00
- Workshop “À Volta do Pão”
(confecção de pão)
Forno comunitário (coordenado por Brigite
Martins)
Inscrições: 962 369 921, nº máximo – 10 pax,
Preço/pessoa - 2,50€
14h00
- Passeio pedestre “Rota da Maúnça”
Concentração - Sede da
Associação Recreativa e Cultural do Rancho “Os Pastores do Açor”
Características do Passeio: tipo -
circular; distância – +/- 8kms; dificuldade - média / baixa; inclui reforço
alimentar
Informações e Inscrições:
Associação Recreativa e Cultural do
Rancho “Os Pastores do Açor”
Tlms: 936 712 439; 936 712 440
E-mail: pastoresacor@iol.pt
003520270000126993064 - enviar comprovativo para pastoresacor@iol.pt)
Data limite - 12 Novembro
Apoio: Gardunha Viva - Associação de
Montanhismo do Fundão
14h30
- Workshop “À Descoberta do Queijo Fresco” (feitura do queijo)
Tasquinha “Cantinho das Sopas”( coordenado
por Daniela Santos)
Inscrições: 933 659 807, nº máximo – 12 pax, Preço/pessoa
- 2,50€
15h00 - Grupo de Cantares Santo André (Telhado)
16h00
- Magusto Comunitário - Ecos da Maúnça
Podem ainda consultar outras noticias sobre eventos já decorridos, em
http://umportugaldesconhecido.blogspot.com/2009/03/maunca.html
No dia 1 de Novembro (Pão-por-Deus)
Hoje comemora se o dia de Todos os Santos no mundo inteiro
No nosso País neste dia a rapazeada mais nova sai à rua e juntam-se em pequenos grupos para pedir o pão-por-deus de porta em porta.
As crianças quando pedem o pão-por-deus cantam ou declamam versos e recebem como oferta: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano.
É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro. Em algumas povoações chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’.
Esta tradição teve origem em Lisboa em 1756 (1 ano depois do terramoto que destruiu Lisboa). Em 1 de Novembro de 1755 ocorreu o terramoto que destruiu Lisboa, no qual morreram milhares de pessoas e a população da cidade, que era na sua maioria pobre, ainda mais pobre ficou.
Como a data do terramoto coincidiu com uma data com significado religioso (1 de Novembro), de forma espontânea, no dia em que se cumpria o primeiro aniversário do terramoto, a população aproveitou a solenidade do dia para desencadear, por toda a cidade, um peditório, com a intenção de minorar a situação paupérrima em que ficaram.
As pessoas, percorriam a cidade, batiam às portas e pediam que lhes fosse dada qualquer esmola, mesmo que fosse pão, dado grassar a fome pela cidade. E as pessoas pediam: "Pão por Deus".
Esta tradição perpetuou-se no tempo, sendo sempre comemorada neste dia e tendo-se propagado gradualmente a todo o país.
Até meados do séc. XX, o "Pão-por-Deus" era uma comemoração que minorava as necessidades básicas das pessoas mais pobres (principalmente na região de Lisboa). Noutras zonas do país, foram surgindo variações na forma e no nome da comemoração. A designação indicada acima (Dia dos Bolinhos) em Lisboa nunca foi utilizada, nem era sequer conhecido este nome.
Nas décadas de 60 e 70 do séc. XX, a data passou a ser comemorada, mais de forma lúdica, do que pelas razões que criaram a tradição e havia regras básicas, que eram escrupulosamente cumpridas:
Só podiam pedir o "Pão-por-Deus", crianças até aos 10 anos de idade (com idades superiores as pessoas recusavam-se a dar).
As crianças só podiam andar na rua a pedir o "Pão-por-Deus" até ao meio-dia (depois do meio-dia, se alguma criança batesse a uma porta, levava um "raspanete", do adulto que abrisse a porta).
A partir dos anos 80 a tradição foi gradualmente desaparecendo e, actualmente, raras são as pessoas que se lembram desta tradição.
Até a comunicação social, contribui para o empobrecimento da memória coletiva. Neste dia todas as estações de TV, Rádio e jornais, falam no Halloween, ignorando completamente o "Pão-por-Deus".
Visitem tambem http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=25810 com o desenvolvimento do colunista João Rocha
Cada vez somos menos
Em Bogas de Baixo somos cada vez menos
Soube da triste realidade da morte do Sr João Dias das Neves que embora não vivesse em Bogas há muitos anos era um conterraneo nosso, muito querido por todos
Tambem faleceu o Sr Julio Dias Antunes Marcelo, pessoa empreendedora que sempre soube tratar da educação dos filhos e deu muito trabalho a muita gente da terra e não só
Do Ti Julio recordo um caso do meu tempo de criança quando no quintal dele se trabalhava com bancos de carpintaria, então na brincadeira com outros garotos na altura, caiu me um banco de carpinteiro em cima que provocou hemorragia interna, e como não havia grande facilidade de transportes foi um caso sério para me transportarem para Castelo Branco
Felizmente tudo correu bem
Do ti João Neves guardo a grata recordação de com ele privar quando era rapazote e ele exercia a regencia da saudosa Banda de Musica de Bogas de Baixo á qual tambem eu pertencia tendo sido a sua esposa, na altura namorada, minha professora primária
Sabendo eu desta triste noticia não podia deixar de exprimir a toda a Família de João das Neves e Julio Marcelo e em particular às esposas e filhos, e restantes familiares, os meus mais sentidos pêsames pela perda do seus entes queridos.
Foram dois seres de grande espirito de convivio e exemplares companheiros e chefes de familia
Amigos que o vosso exemplo nos estimule a sermos melhores.
Onde quer que estejam PAZ ás SUAS ALMAS
Descansem em paz
Aqui a tradição ainda é o que era
Do meu carissimo amigo João Gomes da Malhada Velha recebi o seguinte texto, acompanhado das belas fotos aqui expostas
Luis, ontem tivemos aqui na aldeia o 111 aniversário do nosso «FORNO DO POVO».
Forno que em onze decadas cozeu o pão que várias gerações comeram.
Foi uma festa bonita que congregou as gentes da Malhada e que nos levou a recordar e reviver o que noutros tempos o forno nos dava.
Junto algumas fotos desta nossa festa. que dão pra fazer uma pequena ideia. do exito obtido
O forno certamente ficou contente com a homenagem e o povo viveu um dia em cheio, ficou já marcada uma outra festa ainda maior quando para o 112 aniversário.
Quem sabe...cá estaremos para vêr
E foi assim que nesta terra de grandes tradições se cumpriu mais uma
A festa do centéssimo decimo primeiro aniversário do Forno do Povo que ainda coze muito do pão que o povo come
Parabéns aos promotores deste evento e o meu obrigado ao João Gomes por me ter dado a oportunidade de partilhar com todos estas belas imagens
Castanhas assadas
Embora o Outono teime em continuar a dar nos calor e muito sol, não estará muito longe o tempo fresco para esta época, e as noites frias a convidar nos para nos acomodar mos ao borralho da lareira
O Outono já chegou e, com ele, o S. Martinho e os magustos! Quem não tem saudades do cheirinho a castanha assada, da reunião da familia e amigos á roda duma grande fogueira mexendo e remexendo as castanhas que estão a assar?
e das caras felizes enfarruscadas da criançada e não só?!
O magusto é uma festa popular celebrada das mais variadas formas um pouco por todo o país, muito especialmente nas nossas aldeias beirãs.
Aqui na Beira Baixa em muitas aldeias, pelo S. Martinho, durante a noite, percorriam as ruas da freguesia a cantar e a tocar, já bem bebidos, chamando a atenção das moças e visitando todas as adegas e tabernas.
Neste costume, os rapazes andam em fila pela aldeia a "furar as adegas" para provar o vinho novo, dando origem à "procissão dos bêbados". Não admira que este santo seja também o padroeiro dos bons bebedores!...
Deixo vos imagens de um magusto em Marmelete uma aldeia do concelho de Monchique --Algarve
Na Serra de Monchique, a tradição manda que os magustos de castanhas se façam no dia de Todos os Santos, 1 de Novembro, contrariamente ao que sucede no resto do país que o faz no dia de S. Martinho, 11 de Novembro.
Inspirado nesta pagina de Monchique
Na aldeia sente se o aroma do outono
Ora aí temos o Outono, caraterístico tempo de colheitas!
Colhem-se os cereais, as uvas, as castanhas…. É também a época em que nos apetece entrar em casa mais cedo,pois os dias estão a ficar mais pequenos, mais frios, e começa a saber bem o aconchego da lareira.
Na nossa aldeia quando passeamos pelas ruas sentimos já o aroma carateristico da uva esmagada,já em em mosto fermetando dentro das dornas das pequenas adegas particulares existentes
Depois o melhor do outono é também a beleza de todas as árvores, que contrastando com as cores da Primavera, são a meu ver ainda mais belas!!!
Podemos sentar nos num qualquer lugar da aldeia,ou em casa á janela e admirar principalmente ao cair da tarde, toda esta beleza quando o por do sol ilumina o céu
No outono temos todo o vagar do mundo para fazer tudo que não deu para fazer no verão, e planear o que vamos fazer durante o inverno
Faz me lembrar daquele tempo da minha juventude passado em Bogas, quando o frio começava a apertar pois o Verão já se tinha acabado e as primeiras chuvas a avisar nos tambem que as férias acabaram se e vinha aí o tempo da escola.
As árvores começavam a ficar despidas de folhas e a noite chegava cada vez mais cedo.
Um dia, a professora convidou a garotada para um lanche lá em casa e todos ficamos muito contentes.
O mais engraçado foi quando nos juntou á beira do lume, e nos ensinou a fazer um bolo de castanhas, pois era um fruto abundante nessa época.
Hoje infelizmente por causa dos incendios é um produto mais raro por aqui
Depois do lanche, fomos para o quintal fazer muitos jogos tradicionais a cabra cega o espeto o pião etc etc inclusivamente ela jogava conosco e ensinava nos novas tecnicas para ganhar.
Depois, e após uma carga de agua que nos surpreendeu a todos, fomos secar-nos áo quentinho da lareira da casa, aproveitando as lindas histórias que a professora nos contavada, e à janela, contemplavamos a paisagem que era muito bonita. As tonalidades acastanhadas e avermelhadas das folhas das árvores e o céu azul pincelado de nuvens cinzentas e brancas ofereciam a mais bonita pintura que se podia imaginar.
Afinal, o Outono era lindo e mágico
Colhem-se os cereais, as uvas, as castanhas…. É também a época em que nos apetece entrar em casa mais cedo,pois os dias estão a ficar mais pequenos, mais frios, e começa a saber bem o aconchego da lareira.
Na nossa aldeia quando passeamos pelas ruas sentimos já o aroma carateristico da uva esmagada,já em em mosto fermetando dentro das dornas das pequenas adegas particulares existentes
Depois o melhor do outono é também a beleza de todas as árvores, que contrastando com as cores da Primavera, são a meu ver ainda mais belas!!!
Podemos sentar nos num qualquer lugar da aldeia,ou em casa á janela e admirar principalmente ao cair da tarde, toda esta beleza quando o por do sol ilumina o céu
No outono temos todo o vagar do mundo para fazer tudo que não deu para fazer no verão, e planear o que vamos fazer durante o inverno
Faz me lembrar daquele tempo da minha juventude passado em Bogas, quando o frio começava a apertar pois o Verão já se tinha acabado e as primeiras chuvas a avisar nos tambem que as férias acabaram se e vinha aí o tempo da escola.
As árvores começavam a ficar despidas de folhas e a noite chegava cada vez mais cedo.
Um dia, a professora convidou a garotada para um lanche lá em casa e todos ficamos muito contentes.
O mais engraçado foi quando nos juntou á beira do lume, e nos ensinou a fazer um bolo de castanhas, pois era um fruto abundante nessa época.
Hoje infelizmente por causa dos incendios é um produto mais raro por aqui
Depois do lanche, fomos para o quintal fazer muitos jogos tradicionais a cabra cega o espeto o pião etc etc inclusivamente ela jogava conosco e ensinava nos novas tecnicas para ganhar.
Depois, e após uma carga de agua que nos surpreendeu a todos, fomos secar-nos áo quentinho da lareira da casa, aproveitando as lindas histórias que a professora nos contavada, e à janela, contemplavamos a paisagem que era muito bonita. As tonalidades acastanhadas e avermelhadas das folhas das árvores e o céu azul pincelado de nuvens cinzentas e brancas ofereciam a mais bonita pintura que se podia imaginar.
Afinal, o Outono era lindo e mágico
Recordar Amália (diva do fado)
Abro hoje as portas do Ecos da Aldeia para evocar Amália a poucos dias da data da sua morte
No proximo dia 6 de Outubro completar se ão 12 anos após a sua morte
Não era uma Fundanense mas filha de fundanenses em cuja cidade sede do nosso concelho continua a ter familiares
Amália da Piedade Rodrigues nasceu na Rua Martim Vaz, na freguesia da Pena, próximo da Mouraria, em Lisboa. Os pais eram naturais da Beira Baixa e foram radicados em Lisboa durante alguns anos. É a quinta de nove filhos. A data certa do nascimento é desconhecida: em documentos oficiais nasceu a 23 de julho, mas Amália sempre considerou que nasceu no primeiro dia desse mês. Não é o que ficou declarado no Registo Civil. Para ela o que importava é que foi no tempo das cerejas e no signo de Leão.
Os pais de Amália, por dificuldades de subsistência, regressam para a Beira Baixa deixando Amália em Lisboa a cargo dos avós maternos. Estudou na Escola Primária da Tapada da Ajuda, em Lisboa, e numa festa da escola canta pela primeira vez em público. Os pais de Amália voltam novamente para Lisboa, mas Amália continua a viver com os avós.
Começa a trabalhar com a irmã Celeste, dois anos mais nova, numa loja de souvenirs no Cais da Rocha, acompanhadas pela mãe, vendedora de fruta. Sai na Marcha de Alcântara, depois de os seus responsáveis a ouvirem cantar na rua, como era seu hábito, cantando como solista "Fado de Alcântara". As marchas populares ficarão para sempre no reportório de Amália.
Numa festa de beneficência, Amália canta pela primeira vez em público acompanhada à guitarra pelo tio João Rebordão.
Em 1938, Amália acontece o Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, no qual não chega a participar, porque as outras concorrentes ameaçam desistir se ela concorrer, e Amália acaba por desistir da participação. Neste concurso, conhece Francisco da Cruz, um jovem de 23 anos, torneiro mecânico e guitarrista amador, com quem se casará em 1940, casamento que dura dois anos.
Nos ensaios do Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, Amália é notada por um assistente que a recomenda a Jorge Soriano, diretor da casa de fados Retiro da Severa. A audição foi um sucesso, mas para não contrariar a família, acaba por não aceitar o convite. Como fadista amadora exibe-se em vários locais com o nome de Amália Rebordão, devido ao seu irmão Filipe Rebordão, pugilista relativamente conhecido.
Estréia no Retiro da Severa, como fadista profissional. O êxito no Retiro como artista exclusiva é um sucesso, e espalha-se por toda a Lisboa pela boca do público. Imediatamente passa a cabeça de cartaz. Canta no Solar da Alegria, Café Mondego e Retiro da Severa, como artista exclusiva e já com repertório próprio. É no Solar da Alegria que José de Melo passa a ser seu empresário. É ele que afasta Amália da gravação de discos, com o argumento de que os discos iriam afugentar o público das casas de fado. Inicia a sua colaboração com o poeta Linhares Barbosa, e com Frederico de Brito e Gabriel de Oliveira.
Viaja pela primeira vez para o Brasil, onde atua no Cassino de Copacabana, o mais famoso cassino da América do Sul, num show para ela concebido numa Aldeia Portuguesa, em festas e na rádio. O sucesso é tão grande que a sua estada de seis semanas é prolongada por três meses, e Amália só regressa a Portugal com a promessa de voltar no ano seguinte.
Em 1945, regressa ao Brasil onde permaneceu dez meses, com a Companhia de Revistas Amália Rodrigues. No Teatro República, no Rio de Janeiro, Amália será a vedete, primeiro, da revista Boa Nova e, depois, da opereta Rosa Cantadeira.
Estréia no Teatro República, no Rio, de Boa Nova, onde Amália interpreta seis canções. É o "Fado Carioca" de Frederico Valério, mais conhecido por "Fado Xu Xu", que ficou como momento alto da revista.Praça Amalia Rodrigues no Fundão
Amália Rodrigues morreu no dia 6 de outubro de 1999, com 79 anos.
Para quem ama realmente as musicas de Amalia pode clicar neste site e escolher o que quiser ouvir
http://letras.terra.com.br/amalia-rodrigues/
No proximo dia 6 de Outubro completar se ão 12 anos após a sua morte
Não era uma Fundanense mas filha de fundanenses em cuja cidade sede do nosso concelho continua a ter familiares
Amália da Piedade Rodrigues nasceu na Rua Martim Vaz, na freguesia da Pena, próximo da Mouraria, em Lisboa. Os pais eram naturais da Beira Baixa e foram radicados em Lisboa durante alguns anos. É a quinta de nove filhos. A data certa do nascimento é desconhecida: em documentos oficiais nasceu a 23 de julho, mas Amália sempre considerou que nasceu no primeiro dia desse mês. Não é o que ficou declarado no Registo Civil. Para ela o que importava é que foi no tempo das cerejas e no signo de Leão.
Os pais de Amália, por dificuldades de subsistência, regressam para a Beira Baixa deixando Amália em Lisboa a cargo dos avós maternos. Estudou na Escola Primária da Tapada da Ajuda, em Lisboa, e numa festa da escola canta pela primeira vez em público. Os pais de Amália voltam novamente para Lisboa, mas Amália continua a viver com os avós.
Começa a trabalhar com a irmã Celeste, dois anos mais nova, numa loja de souvenirs no Cais da Rocha, acompanhadas pela mãe, vendedora de fruta. Sai na Marcha de Alcântara, depois de os seus responsáveis a ouvirem cantar na rua, como era seu hábito, cantando como solista "Fado de Alcântara". As marchas populares ficarão para sempre no reportório de Amália.
Numa festa de beneficência, Amália canta pela primeira vez em público acompanhada à guitarra pelo tio João Rebordão.
Em 1938, Amália acontece o Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, no qual não chega a participar, porque as outras concorrentes ameaçam desistir se ela concorrer, e Amália acaba por desistir da participação. Neste concurso, conhece Francisco da Cruz, um jovem de 23 anos, torneiro mecânico e guitarrista amador, com quem se casará em 1940, casamento que dura dois anos.
Nos ensaios do Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, Amália é notada por um assistente que a recomenda a Jorge Soriano, diretor da casa de fados Retiro da Severa. A audição foi um sucesso, mas para não contrariar a família, acaba por não aceitar o convite. Como fadista amadora exibe-se em vários locais com o nome de Amália Rebordão, devido ao seu irmão Filipe Rebordão, pugilista relativamente conhecido.
Estréia no Retiro da Severa, como fadista profissional. O êxito no Retiro como artista exclusiva é um sucesso, e espalha-se por toda a Lisboa pela boca do público. Imediatamente passa a cabeça de cartaz. Canta no Solar da Alegria, Café Mondego e Retiro da Severa, como artista exclusiva e já com repertório próprio. É no Solar da Alegria que José de Melo passa a ser seu empresário. É ele que afasta Amália da gravação de discos, com o argumento de que os discos iriam afugentar o público das casas de fado. Inicia a sua colaboração com o poeta Linhares Barbosa, e com Frederico de Brito e Gabriel de Oliveira.
Viaja pela primeira vez para o Brasil, onde atua no Cassino de Copacabana, o mais famoso cassino da América do Sul, num show para ela concebido numa Aldeia Portuguesa, em festas e na rádio. O sucesso é tão grande que a sua estada de seis semanas é prolongada por três meses, e Amália só regressa a Portugal com a promessa de voltar no ano seguinte.
Em 1945, regressa ao Brasil onde permaneceu dez meses, com a Companhia de Revistas Amália Rodrigues. No Teatro República, no Rio de Janeiro, Amália será a vedete, primeiro, da revista Boa Nova e, depois, da opereta Rosa Cantadeira.
Estréia no Teatro República, no Rio, de Boa Nova, onde Amália interpreta seis canções. É o "Fado Carioca" de Frederico Valério, mais conhecido por "Fado Xu Xu", que ficou como momento alto da revista.Praça Amalia Rodrigues no Fundão
Amália Rodrigues morreu no dia 6 de outubro de 1999, com 79 anos.
Para quem ama realmente as musicas de Amalia pode clicar neste site e escolher o que quiser ouvir
http://letras.terra.com.br/amalia-rodrigues/
150.000 passagens pelas paginas do blogue
Ao completarmos 5 anos de vida com a carolice que me deu sempre um prazer enorme, chegámos á bonita soma de mais 150.000 visitas ás paginas do blogue.
Talvez este numero tenha ficado áquem do que se esperava, mas vistas bem as coisas e para uma aldeia com os seus pouco mais de 100 habitantes na maior parte do ano, tenho que ficar orgulhoso por a minha terra natal aquela onde passei os meus primeiros anos de vida e onde deixei muitos amigos que nunca mais vi,sendo uma pequena aldeia perdida no coração de Portugal tenha sido vista e ficar conhecida virtualmente por tantos milhares de visitantes.vindos de todo o mundo. Este ciclo de postagens está a chegar ao fim, no entanto sempre que tiver uma história ou uma novidade digna d e registo, cá virei de novo para a partilhar com todos vós
A todos os meu obrigado pela visita e sobretudo pelos vosos comentários
Poderão continuar a acompanhar me clicando aqui ENCANTOS DA NOSSA TERRA
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