No dia 1 de Novembro (Pão-por-Deus)
Hoje comemora se o dia de Todos os Santos no mundo inteiro
No nosso País neste dia a rapazeada mais nova sai à rua e juntam-se em pequenos grupos para pedir o pão-por-deus de porta em porta.
As crianças quando pedem o pão-por-deus cantam ou declamam versos e recebem como oferta: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano.
É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro. Em algumas povoações chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’.
Esta tradição teve origem em Lisboa em 1756 (1 ano depois do terramoto que destruiu Lisboa). Em 1 de Novembro de 1755 ocorreu o terramoto que destruiu Lisboa, no qual morreram milhares de pessoas e a população da cidade, que era na sua maioria pobre, ainda mais pobre ficou.
Como a data do terramoto coincidiu com uma data com significado religioso (1 de Novembro), de forma espontânea, no dia em que se cumpria o primeiro aniversário do terramoto, a população aproveitou a solenidade do dia para desencadear, por toda a cidade, um peditório, com a intenção de minorar a situação paupérrima em que ficaram.
As pessoas, percorriam a cidade, batiam às portas e pediam que lhes fosse dada qualquer esmola, mesmo que fosse pão, dado grassar a fome pela cidade. E as pessoas pediam: "Pão por Deus".
Esta tradição perpetuou-se no tempo, sendo sempre comemorada neste dia e tendo-se propagado gradualmente a todo o país.
Até meados do séc. XX, o "Pão-por-Deus" era uma comemoração que minorava as necessidades básicas das pessoas mais pobres (principalmente na região de Lisboa). Noutras zonas do país, foram surgindo variações na forma e no nome da comemoração. A designação indicada acima (Dia dos Bolinhos) em Lisboa nunca foi utilizada, nem era sequer conhecido este nome.
Nas décadas de 60 e 70 do séc. XX, a data passou a ser comemorada, mais de forma lúdica, do que pelas razões que criaram a tradição e havia regras básicas, que eram escrupulosamente cumpridas:
Só podiam pedir o "Pão-por-Deus", crianças até aos 10 anos de idade (com idades superiores as pessoas recusavam-se a dar).
As crianças só podiam andar na rua a pedir o "Pão-por-Deus" até ao meio-dia (depois do meio-dia, se alguma criança batesse a uma porta, levava um "raspanete", do adulto que abrisse a porta).
A partir dos anos 80 a tradição foi gradualmente desaparecendo e, actualmente, raras são as pessoas que se lembram desta tradição.
Até a comunicação social, contribui para o empobrecimento da memória coletiva. Neste dia todas as estações de TV, Rádio e jornais, falam no Halloween, ignorando completamente o "Pão-por-Deus".
Visitem tambem http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=25810 com o desenvolvimento do colunista João Rocha
Cada vez somos menos
Em Bogas de Baixo somos cada vez menos
Soube da triste realidade da morte do Sr João Dias das Neves que embora não vivesse em Bogas há muitos anos era um conterraneo nosso, muito querido por todos
Tambem faleceu o Sr Julio Dias Antunes Marcelo, pessoa empreendedora que sempre soube tratar da educação dos filhos e deu muito trabalho a muita gente da terra e não só
Do Ti Julio recordo um caso do meu tempo de criança quando no quintal dele se trabalhava com bancos de carpintaria, então na brincadeira com outros garotos na altura, caiu me um banco de carpinteiro em cima que provocou hemorragia interna, e como não havia grande facilidade de transportes foi um caso sério para me transportarem para Castelo Branco
Felizmente tudo correu bem
Do ti João Neves guardo a grata recordação de com ele privar quando era rapazote e ele exercia a regencia da saudosa Banda de Musica de Bogas de Baixo á qual tambem eu pertencia tendo sido a sua esposa, na altura namorada, minha professora primária
Sabendo eu desta triste noticia não podia deixar de exprimir a toda a Família de João das Neves e Julio Marcelo e em particular às esposas e filhos, e restantes familiares, os meus mais sentidos pêsames pela perda do seus entes queridos.
Foram dois seres de grande espirito de convivio e exemplares companheiros e chefes de familia
Amigos que o vosso exemplo nos estimule a sermos melhores.
Onde quer que estejam PAZ ás SUAS ALMAS
Descansem em paz
Aqui a tradição ainda é o que era
Do meu carissimo amigo João Gomes da Malhada Velha recebi o seguinte texto, acompanhado das belas fotos aqui expostas
Luis, ontem tivemos aqui na aldeia o 111 aniversário do nosso «FORNO DO POVO».
Forno que em onze decadas cozeu o pão que várias gerações comeram.
Foi uma festa bonita que congregou as gentes da Malhada e que nos levou a recordar e reviver o que noutros tempos o forno nos dava.
Junto algumas fotos desta nossa festa. que dão pra fazer uma pequena ideia. do exito obtido
O forno certamente ficou contente com a homenagem e o povo viveu um dia em cheio, ficou já marcada uma outra festa ainda maior quando para o 112 aniversário.
Quem sabe...cá estaremos para vêr
E foi assim que nesta terra de grandes tradições se cumpriu mais uma
A festa do centéssimo decimo primeiro aniversário do Forno do Povo que ainda coze muito do pão que o povo come
Parabéns aos promotores deste evento e o meu obrigado ao João Gomes por me ter dado a oportunidade de partilhar com todos estas belas imagens
Castanhas assadas
Embora o Outono teime em continuar a dar nos calor e muito sol, não estará muito longe o tempo fresco para esta época, e as noites frias a convidar nos para nos acomodar mos ao borralho da lareira
O Outono já chegou e, com ele, o S. Martinho e os magustos! Quem não tem saudades do cheirinho a castanha assada, da reunião da familia e amigos á roda duma grande fogueira mexendo e remexendo as castanhas que estão a assar?
e das caras felizes enfarruscadas da criançada e não só?!
O magusto é uma festa popular celebrada das mais variadas formas um pouco por todo o país, muito especialmente nas nossas aldeias beirãs.
Aqui na Beira Baixa em muitas aldeias, pelo S. Martinho, durante a noite, percorriam as ruas da freguesia a cantar e a tocar, já bem bebidos, chamando a atenção das moças e visitando todas as adegas e tabernas.
Neste costume, os rapazes andam em fila pela aldeia a "furar as adegas" para provar o vinho novo, dando origem à "procissão dos bêbados". Não admira que este santo seja também o padroeiro dos bons bebedores!...
Deixo vos imagens de um magusto em Marmelete uma aldeia do concelho de Monchique --Algarve
Na Serra de Monchique, a tradição manda que os magustos de castanhas se façam no dia de Todos os Santos, 1 de Novembro, contrariamente ao que sucede no resto do país que o faz no dia de S. Martinho, 11 de Novembro.
Inspirado nesta pagina de Monchique
Na aldeia sente se o aroma do outono
Ora aí temos o Outono, caraterístico tempo de colheitas!
Colhem-se os cereais, as uvas, as castanhas…. É também a época em que nos apetece entrar em casa mais cedo,pois os dias estão a ficar mais pequenos, mais frios, e começa a saber bem o aconchego da lareira.
Na nossa aldeia quando passeamos pelas ruas sentimos já o aroma carateristico da uva esmagada,já em em mosto fermetando dentro das dornas das pequenas adegas particulares existentes
Depois o melhor do outono é também a beleza de todas as árvores, que contrastando com as cores da Primavera, são a meu ver ainda mais belas!!!
Podemos sentar nos num qualquer lugar da aldeia,ou em casa á janela e admirar principalmente ao cair da tarde, toda esta beleza quando o por do sol ilumina o céu
No outono temos todo o vagar do mundo para fazer tudo que não deu para fazer no verão, e planear o que vamos fazer durante o inverno
Faz me lembrar daquele tempo da minha juventude passado em Bogas, quando o frio começava a apertar pois o Verão já se tinha acabado e as primeiras chuvas a avisar nos tambem que as férias acabaram se e vinha aí o tempo da escola.
As árvores começavam a ficar despidas de folhas e a noite chegava cada vez mais cedo.
Um dia, a professora convidou a garotada para um lanche lá em casa e todos ficamos muito contentes.
O mais engraçado foi quando nos juntou á beira do lume, e nos ensinou a fazer um bolo de castanhas, pois era um fruto abundante nessa época.
Hoje infelizmente por causa dos incendios é um produto mais raro por aqui
Depois do lanche, fomos para o quintal fazer muitos jogos tradicionais a cabra cega o espeto o pião etc etc inclusivamente ela jogava conosco e ensinava nos novas tecnicas para ganhar.
Depois, e após uma carga de agua que nos surpreendeu a todos, fomos secar-nos áo quentinho da lareira da casa, aproveitando as lindas histórias que a professora nos contavada, e à janela, contemplavamos a paisagem que era muito bonita. As tonalidades acastanhadas e avermelhadas das folhas das árvores e o céu azul pincelado de nuvens cinzentas e brancas ofereciam a mais bonita pintura que se podia imaginar.
Afinal, o Outono era lindo e mágico
Colhem-se os cereais, as uvas, as castanhas…. É também a época em que nos apetece entrar em casa mais cedo,pois os dias estão a ficar mais pequenos, mais frios, e começa a saber bem o aconchego da lareira.
Na nossa aldeia quando passeamos pelas ruas sentimos já o aroma carateristico da uva esmagada,já em em mosto fermetando dentro das dornas das pequenas adegas particulares existentes
Depois o melhor do outono é também a beleza de todas as árvores, que contrastando com as cores da Primavera, são a meu ver ainda mais belas!!!
Podemos sentar nos num qualquer lugar da aldeia,ou em casa á janela e admirar principalmente ao cair da tarde, toda esta beleza quando o por do sol ilumina o céu
No outono temos todo o vagar do mundo para fazer tudo que não deu para fazer no verão, e planear o que vamos fazer durante o inverno
Faz me lembrar daquele tempo da minha juventude passado em Bogas, quando o frio começava a apertar pois o Verão já se tinha acabado e as primeiras chuvas a avisar nos tambem que as férias acabaram se e vinha aí o tempo da escola.
As árvores começavam a ficar despidas de folhas e a noite chegava cada vez mais cedo.
Um dia, a professora convidou a garotada para um lanche lá em casa e todos ficamos muito contentes.
O mais engraçado foi quando nos juntou á beira do lume, e nos ensinou a fazer um bolo de castanhas, pois era um fruto abundante nessa época.
Hoje infelizmente por causa dos incendios é um produto mais raro por aqui
Depois do lanche, fomos para o quintal fazer muitos jogos tradicionais a cabra cega o espeto o pião etc etc inclusivamente ela jogava conosco e ensinava nos novas tecnicas para ganhar.
Depois, e após uma carga de agua que nos surpreendeu a todos, fomos secar-nos áo quentinho da lareira da casa, aproveitando as lindas histórias que a professora nos contavada, e à janela, contemplavamos a paisagem que era muito bonita. As tonalidades acastanhadas e avermelhadas das folhas das árvores e o céu azul pincelado de nuvens cinzentas e brancas ofereciam a mais bonita pintura que se podia imaginar.
Afinal, o Outono era lindo e mágico
Recordar Amália (diva do fado)
Abro hoje as portas do Ecos da Aldeia para evocar Amália a poucos dias da data da sua morte
No proximo dia 6 de Outubro completar se ão 12 anos após a sua morte
Não era uma Fundanense mas filha de fundanenses em cuja cidade sede do nosso concelho continua a ter familiares
Amália da Piedade Rodrigues nasceu na Rua Martim Vaz, na freguesia da Pena, próximo da Mouraria, em Lisboa. Os pais eram naturais da Beira Baixa e foram radicados em Lisboa durante alguns anos. É a quinta de nove filhos. A data certa do nascimento é desconhecida: em documentos oficiais nasceu a 23 de julho, mas Amália sempre considerou que nasceu no primeiro dia desse mês. Não é o que ficou declarado no Registo Civil. Para ela o que importava é que foi no tempo das cerejas e no signo de Leão.
Os pais de Amália, por dificuldades de subsistência, regressam para a Beira Baixa deixando Amália em Lisboa a cargo dos avós maternos. Estudou na Escola Primária da Tapada da Ajuda, em Lisboa, e numa festa da escola canta pela primeira vez em público. Os pais de Amália voltam novamente para Lisboa, mas Amália continua a viver com os avós.
Começa a trabalhar com a irmã Celeste, dois anos mais nova, numa loja de souvenirs no Cais da Rocha, acompanhadas pela mãe, vendedora de fruta. Sai na Marcha de Alcântara, depois de os seus responsáveis a ouvirem cantar na rua, como era seu hábito, cantando como solista "Fado de Alcântara". As marchas populares ficarão para sempre no reportório de Amália.
Numa festa de beneficência, Amália canta pela primeira vez em público acompanhada à guitarra pelo tio João Rebordão.
Em 1938, Amália acontece o Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, no qual não chega a participar, porque as outras concorrentes ameaçam desistir se ela concorrer, e Amália acaba por desistir da participação. Neste concurso, conhece Francisco da Cruz, um jovem de 23 anos, torneiro mecânico e guitarrista amador, com quem se casará em 1940, casamento que dura dois anos.
Nos ensaios do Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, Amália é notada por um assistente que a recomenda a Jorge Soriano, diretor da casa de fados Retiro da Severa. A audição foi um sucesso, mas para não contrariar a família, acaba por não aceitar o convite. Como fadista amadora exibe-se em vários locais com o nome de Amália Rebordão, devido ao seu irmão Filipe Rebordão, pugilista relativamente conhecido.
Estréia no Retiro da Severa, como fadista profissional. O êxito no Retiro como artista exclusiva é um sucesso, e espalha-se por toda a Lisboa pela boca do público. Imediatamente passa a cabeça de cartaz. Canta no Solar da Alegria, Café Mondego e Retiro da Severa, como artista exclusiva e já com repertório próprio. É no Solar da Alegria que José de Melo passa a ser seu empresário. É ele que afasta Amália da gravação de discos, com o argumento de que os discos iriam afugentar o público das casas de fado. Inicia a sua colaboração com o poeta Linhares Barbosa, e com Frederico de Brito e Gabriel de Oliveira.
Viaja pela primeira vez para o Brasil, onde atua no Cassino de Copacabana, o mais famoso cassino da América do Sul, num show para ela concebido numa Aldeia Portuguesa, em festas e na rádio. O sucesso é tão grande que a sua estada de seis semanas é prolongada por três meses, e Amália só regressa a Portugal com a promessa de voltar no ano seguinte.
Em 1945, regressa ao Brasil onde permaneceu dez meses, com a Companhia de Revistas Amália Rodrigues. No Teatro República, no Rio de Janeiro, Amália será a vedete, primeiro, da revista Boa Nova e, depois, da opereta Rosa Cantadeira.
Estréia no Teatro República, no Rio, de Boa Nova, onde Amália interpreta seis canções. É o "Fado Carioca" de Frederico Valério, mais conhecido por "Fado Xu Xu", que ficou como momento alto da revista.Praça Amalia Rodrigues no Fundão
Amália Rodrigues morreu no dia 6 de outubro de 1999, com 79 anos.
Para quem ama realmente as musicas de Amalia pode clicar neste site e escolher o que quiser ouvir
http://letras.terra.com.br/amalia-rodrigues/
No proximo dia 6 de Outubro completar se ão 12 anos após a sua morte
Não era uma Fundanense mas filha de fundanenses em cuja cidade sede do nosso concelho continua a ter familiares
Amália da Piedade Rodrigues nasceu na Rua Martim Vaz, na freguesia da Pena, próximo da Mouraria, em Lisboa. Os pais eram naturais da Beira Baixa e foram radicados em Lisboa durante alguns anos. É a quinta de nove filhos. A data certa do nascimento é desconhecida: em documentos oficiais nasceu a 23 de julho, mas Amália sempre considerou que nasceu no primeiro dia desse mês. Não é o que ficou declarado no Registo Civil. Para ela o que importava é que foi no tempo das cerejas e no signo de Leão.
Os pais de Amália, por dificuldades de subsistência, regressam para a Beira Baixa deixando Amália em Lisboa a cargo dos avós maternos. Estudou na Escola Primária da Tapada da Ajuda, em Lisboa, e numa festa da escola canta pela primeira vez em público. Os pais de Amália voltam novamente para Lisboa, mas Amália continua a viver com os avós.
Começa a trabalhar com a irmã Celeste, dois anos mais nova, numa loja de souvenirs no Cais da Rocha, acompanhadas pela mãe, vendedora de fruta. Sai na Marcha de Alcântara, depois de os seus responsáveis a ouvirem cantar na rua, como era seu hábito, cantando como solista "Fado de Alcântara". As marchas populares ficarão para sempre no reportório de Amália.
Numa festa de beneficência, Amália canta pela primeira vez em público acompanhada à guitarra pelo tio João Rebordão.
Em 1938, Amália acontece o Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, no qual não chega a participar, porque as outras concorrentes ameaçam desistir se ela concorrer, e Amália acaba por desistir da participação. Neste concurso, conhece Francisco da Cruz, um jovem de 23 anos, torneiro mecânico e guitarrista amador, com quem se casará em 1940, casamento que dura dois anos.
Nos ensaios do Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, Amália é notada por um assistente que a recomenda a Jorge Soriano, diretor da casa de fados Retiro da Severa. A audição foi um sucesso, mas para não contrariar a família, acaba por não aceitar o convite. Como fadista amadora exibe-se em vários locais com o nome de Amália Rebordão, devido ao seu irmão Filipe Rebordão, pugilista relativamente conhecido.
Estréia no Retiro da Severa, como fadista profissional. O êxito no Retiro como artista exclusiva é um sucesso, e espalha-se por toda a Lisboa pela boca do público. Imediatamente passa a cabeça de cartaz. Canta no Solar da Alegria, Café Mondego e Retiro da Severa, como artista exclusiva e já com repertório próprio. É no Solar da Alegria que José de Melo passa a ser seu empresário. É ele que afasta Amália da gravação de discos, com o argumento de que os discos iriam afugentar o público das casas de fado. Inicia a sua colaboração com o poeta Linhares Barbosa, e com Frederico de Brito e Gabriel de Oliveira.
Viaja pela primeira vez para o Brasil, onde atua no Cassino de Copacabana, o mais famoso cassino da América do Sul, num show para ela concebido numa Aldeia Portuguesa, em festas e na rádio. O sucesso é tão grande que a sua estada de seis semanas é prolongada por três meses, e Amália só regressa a Portugal com a promessa de voltar no ano seguinte.
Em 1945, regressa ao Brasil onde permaneceu dez meses, com a Companhia de Revistas Amália Rodrigues. No Teatro República, no Rio de Janeiro, Amália será a vedete, primeiro, da revista Boa Nova e, depois, da opereta Rosa Cantadeira.
Estréia no Teatro República, no Rio, de Boa Nova, onde Amália interpreta seis canções. É o "Fado Carioca" de Frederico Valério, mais conhecido por "Fado Xu Xu", que ficou como momento alto da revista.Praça Amalia Rodrigues no Fundão
Amália Rodrigues morreu no dia 6 de outubro de 1999, com 79 anos.
Para quem ama realmente as musicas de Amalia pode clicar neste site e escolher o que quiser ouvir
http://letras.terra.com.br/amalia-rodrigues/
150.000 passagens pelas paginas do blogue
Ao completarmos 5 anos de vida com a carolice que me deu sempre um prazer enorme, chegámos á bonita soma de mais 150.000 visitas ás paginas do blogue.
Talvez este numero tenha ficado áquem do que se esperava, mas vistas bem as coisas e para uma aldeia com os seus pouco mais de 100 habitantes na maior parte do ano, tenho que ficar orgulhoso por a minha terra natal aquela onde passei os meus primeiros anos de vida e onde deixei muitos amigos que nunca mais vi,sendo uma pequena aldeia perdida no coração de Portugal tenha sido vista e ficar conhecida virtualmente por tantos milhares de visitantes.vindos de todo o mundo. Este ciclo de postagens está a chegar ao fim, no entanto sempre que tiver uma história ou uma novidade digna d e registo, cá virei de novo para a partilhar com todos vós
A todos os meu obrigado pela visita e sobretudo pelos vosos comentários
Poderão continuar a acompanhar me clicando aqui ENCANTOS DA NOSSA TERRA
Jantar convívio
Tive conhecimento atraves de email que se realizou mais um pequeno evento em Bogas de Baixo
Já todos os boguenses devem estar a par do acontecimento, mas de qualquer forma aqui deixo a noticiaImagem das obras em curso (foto de Fatima Justino)
No Sábado 30 de Julho ultimo, um grupo de jovens de Bogas residentes na Suiça, promoveram a realização de um jantar convivio com a finalidade de angariar fundos para a ajuda na construção do Lar Nossa Senhora das Dores. Cuja festa em seu louvor está a realizar se hoje no dia que publico esta mensagem dia 7 de Agosto.
O jantar foi bastante participado dado que juntou mais ou menos 200 participantes
De certo terá sido um franco convivio entre amigos que é de louvar pela causa a que se propuseram ajudar
Que estes eventos continuem a ter lugar na nossa terra, é sinal que Bogas de Baixo tem vida(Foto de Fatima Justino)
As Obras no Lar continuam em bom ritmo com a ajuda de todos
Para os promotores endereço os meus parabéns
Comentario do David Roque
Boa Tarde
Antes de mais quero agradecer ao Luis a rápida publicação deste convivio.
Quanto ao convivio em si, realizou-se no passado dia 31 de Julho, no Polidesportivo de Bogas de Baixo e compareceram aproximadamente 200 pessoas, a quem agradeçemos a sua comparência.
De mencionar que toda a logística necessária a esta iniciativa foi providenciada por um dedicado grupo de boguenses radicados na Suiça (tendo, inclusive, oferecido todos os ingredientes necessários ao Jantar), sendo que a verba obtida, 2500€, reverteu inteiramente para a construção do Lar.
Além de ver toda esta gente junta por uma boa causa, foi bonito de ver o convivio entre as nossas gentes.
Os Corpos Sociais do Centro de Dia (e futuro Lar) vêm por este meio agradecer o empenho de quem pensou e organizou esta iniciativa, a todos os que ajudaram a torná-la possível, assim como aos participantes que compartilharam connosco este momento de confraternização.
A todos, o nosso bem haja!
Já todos os boguenses devem estar a par do acontecimento, mas de qualquer forma aqui deixo a noticiaImagem das obras em curso (foto de Fatima Justino)
No Sábado 30 de Julho ultimo, um grupo de jovens de Bogas residentes na Suiça, promoveram a realização de um jantar convivio com a finalidade de angariar fundos para a ajuda na construção do Lar Nossa Senhora das Dores. Cuja festa em seu louvor está a realizar se hoje no dia que publico esta mensagem dia 7 de Agosto.
O jantar foi bastante participado dado que juntou mais ou menos 200 participantes
De certo terá sido um franco convivio entre amigos que é de louvar pela causa a que se propuseram ajudar
Que estes eventos continuem a ter lugar na nossa terra, é sinal que Bogas de Baixo tem vida(Foto de Fatima Justino)
As Obras no Lar continuam em bom ritmo com a ajuda de todos
Para os promotores endereço os meus parabéns
Comentario do David Roque
Boa Tarde
Antes de mais quero agradecer ao Luis a rápida publicação deste convivio.
Quanto ao convivio em si, realizou-se no passado dia 31 de Julho, no Polidesportivo de Bogas de Baixo e compareceram aproximadamente 200 pessoas, a quem agradeçemos a sua comparência.
De mencionar que toda a logística necessária a esta iniciativa foi providenciada por um dedicado grupo de boguenses radicados na Suiça (tendo, inclusive, oferecido todos os ingredientes necessários ao Jantar), sendo que a verba obtida, 2500€, reverteu inteiramente para a construção do Lar.
Além de ver toda esta gente junta por uma boa causa, foi bonito de ver o convivio entre as nossas gentes.
Os Corpos Sociais do Centro de Dia (e futuro Lar) vêm por este meio agradecer o empenho de quem pensou e organizou esta iniciativa, a todos os que ajudaram a torná-la possível, assim como aos participantes que compartilharam connosco este momento de confraternização.
A todos, o nosso bem haja!
Continuamos a disfrutar as magnificas paisagens das serras da Pampilhosa
Vamos hoje continuar a percorrer as serras da Pampilhosa num percurso que nos irá levar até Alvaro no concelho de Oleiros, nas margens do Zezere e já fazendo parte da bacia hidrografica do Cabril
Saimos de Bogas de Baixo e não tarda estamos no Orvalho onde apanhamos a estrada da Beira que liga castelo Branco a Coimbra
percorremos poucos Kms e chegámos a Cambas primeira ligação com o rio Zêzere .
Aqui o Zêzere oferece nos imagens agrestes e locais de lazer onde podemos tomar uma grande banhoca na sua praia fluvial
Cambas embora na margem direita do rio pertence ao concelho de Oleiros embora há muitos atraz tenha estado agregada
ao concelho da Pampilhos por causa da extinção do concelho de Oleiros.
Isto durante poucos anos já que o concelho de Oleiros
foi restaurado e cambas voltou ao seio do concelho
Seguimos a estrada da Beira e eis nos a subir a serra passando pelo cruzamento dos Caneiros a seguir o Cruzamento para
o Armadouro e barragem de Santa Luzia
Mais acima encontramos Sancha Moura lá mesmo no alto da serra onde há anos atraz eu tinha um cliente e amigo (O Galvão)
Iniciamos a partir daqui mais uma descida que desta vez chega á Pampilhosa, mas antes lá a seguir á fonte encontramos uma
estrada á esquerda que nos leva aLobatos e Lobatinhos.
Damos um saltinho a Sigmo Samo e depois pelo Sobral Magro de onde podemos avistar um vale enorme que é o Vale do Zezere
Vendo se Alvaro, aldeia que nos servira de meta hoje lá bem no fundo da serra nas margens do Zezere
De Sobral Magro subimos um pouco e vamos apanhar a estrada que parte da Pampilhosa e vai entroncar com N2 entre
Amioso Fundeiro e Alvares
Mas após passarmos perto do aerodromo da Pampilhosa no alto da serra, viramos mais uma vez á esquerda e começamos a
descer em direção ao Zêzere em Alvro onde nos deparamos já com a bacia da barragem do Cabril
Antes de Alvaro passamos ainda pela aldeia Maria Gomes e pela Lomba do Barco até que enfim chegamos ao nosso destino de hoje
A Aldeia de Alvaro cuja ponte ficou muito conhecida por ter ligado os concelhos de Oleiros com a da Pampilhosa e por outro lado
uniu tambem dois distritos Castelo Branco e Coimbra
Em Alvaro que pertence ao concelho de Oleiros, fixou residencia há muitos anos uma familia de Bogas de Baixo,
Salvo erro a familia Manuel Nunes
A aldeia, que já foi Vila, fica empoleirada num cume e alinhada ao longo de uma rua principal, entre o Rio Zêzere e a Ribeira de Alvéolos. É um local maravilhoso de encontro com a natureza, com passado e com o presente. Onde se sente o perfume natural da vegetação endógena, o silêncio da natureza, a calma e a profundidade da vida da aldeia e onde tambem se respiram marcas profundas de história
Província: Beira-baixa
Distrito: Castelo Branco
Concelho: Oleiros
Comarca: Sertã
Arquidiocese: Portalegre
Fronteiras e localização geográfica: A freguesia localiza-se a norte da sede do concelho e faz fronteira com:
Freguesias da Amieira, Oleiros e Sobral, Machio de Cima
Concelhos de Oleiros, Pampilhosa da Serra
Distrito de Coimbra
Alvaro foi recentemente integrada no circuito das Aldeias do Xisto e encontra-se em recuperação com intervenções em monumentos e casas particulares assim como áreas públicas. Algumas das fotos apresentam o antes e depois das intervenções.
Pode consultar o album de fotos em
http://aldeia-de-alvaro.chospitalarios.com/Fotos/Fotos.htm
Saimos de Bogas de Baixo e não tarda estamos no Orvalho onde apanhamos a estrada da Beira que liga castelo Branco a Coimbra
percorremos poucos Kms e chegámos a Cambas primeira ligação com o rio Zêzere .
Aqui o Zêzere oferece nos imagens agrestes e locais de lazer onde podemos tomar uma grande banhoca na sua praia fluvial
Cambas embora na margem direita do rio pertence ao concelho de Oleiros embora há muitos atraz tenha estado agregada
ao concelho da Pampilhos por causa da extinção do concelho de Oleiros.
Isto durante poucos anos já que o concelho de Oleiros
foi restaurado e cambas voltou ao seio do concelho
Seguimos a estrada da Beira e eis nos a subir a serra passando pelo cruzamento dos Caneiros a seguir o Cruzamento para
o Armadouro e barragem de Santa Luzia
Mais acima encontramos Sancha Moura lá mesmo no alto da serra onde há anos atraz eu tinha um cliente e amigo (O Galvão)
Iniciamos a partir daqui mais uma descida que desta vez chega á Pampilhosa, mas antes lá a seguir á fonte encontramos uma
estrada á esquerda que nos leva aLobatos e Lobatinhos.
Damos um saltinho a Sigmo Samo e depois pelo Sobral Magro de onde podemos avistar um vale enorme que é o Vale do Zezere
Vendo se Alvaro, aldeia que nos servira de meta hoje lá bem no fundo da serra nas margens do Zezere
De Sobral Magro subimos um pouco e vamos apanhar a estrada que parte da Pampilhosa e vai entroncar com N2 entre
Amioso Fundeiro e Alvares
Mas após passarmos perto do aerodromo da Pampilhosa no alto da serra, viramos mais uma vez á esquerda e começamos a
descer em direção ao Zêzere em Alvro onde nos deparamos já com a bacia da barragem do Cabril
Antes de Alvaro passamos ainda pela aldeia Maria Gomes e pela Lomba do Barco até que enfim chegamos ao nosso destino de hoje
A Aldeia de Alvaro cuja ponte ficou muito conhecida por ter ligado os concelhos de Oleiros com a da Pampilhosa e por outro lado
uniu tambem dois distritos Castelo Branco e Coimbra
Em Alvaro que pertence ao concelho de Oleiros, fixou residencia há muitos anos uma familia de Bogas de Baixo,
Salvo erro a familia Manuel Nunes
A aldeia, que já foi Vila, fica empoleirada num cume e alinhada ao longo de uma rua principal, entre o Rio Zêzere e a Ribeira de Alvéolos. É um local maravilhoso de encontro com a natureza, com passado e com o presente. Onde se sente o perfume natural da vegetação endógena, o silêncio da natureza, a calma e a profundidade da vida da aldeia e onde tambem se respiram marcas profundas de história
Província: Beira-baixa
Distrito: Castelo Branco
Concelho: Oleiros
Comarca: Sertã
Arquidiocese: Portalegre
Fronteiras e localização geográfica: A freguesia localiza-se a norte da sede do concelho e faz fronteira com:
Freguesias da Amieira, Oleiros e Sobral, Machio de Cima
Concelhos de Oleiros, Pampilhosa da Serra
Distrito de Coimbra
Alvaro foi recentemente integrada no circuito das Aldeias do Xisto e encontra-se em recuperação com intervenções em monumentos e casas particulares assim como áreas públicas. Algumas das fotos apresentam o antes e depois das intervenções.
Pode consultar o album de fotos em
http://aldeia-de-alvaro.chospitalarios.com/Fotos/Fotos.htm
Pelas serras da Pampilhosa
Pampilhosa da Serra um concelho limitrofe com o rio Zezere a separar nos entre o Urjeiro e Janeiro de Baixo
Conheço muito bem todo o concelho desde muito novo e mais tarde devido á minha actividade de vendedor, arranjei muitos amigos e conhecimentos.
Encontrei um site sobre uma terra que me traz belas recordações, porque no tempo dos rebanhos e das casas mais abastadas havia sempre um criado que guardava o rebanho para além de outras tarefas.
Um primo meu foi um dos que começou a sua vida de trabalho ainda muito novo numa dessas casas ,na Póvoa da Raposeira que da nossa terra nos habituamos a querer observa la ao longe atraz daquelas rochas
ali ao lado das Portas do Souto.
Mais tarde tive em Povoa da Raposeira bem como nas Portas do Souto, Adorão, Portela de Unhais
e muitas outras aldeias desta região montanhosa mas de belissimas imagens, algumas lojas de comércio
tradicional meus clientes muitos dos seus proprietários ainda hoje recordo com amizade.
Alguns já não se encontram entre nós (caso do Virgilio Martins de Dornelas e outros) mas eu nunca os esqueço
Construimos amizades.
Hoje debruço me apenas nesta aldeia simpátiac de Póvoa da Raposeira
Na ribeira da Póvoa existia ha muitos anos um moinho que funcionava durante largas semanas mas que agora
deve estar desativado e talvez em ruinas.
Póvoa da Raposeira faz parte da freguesia de Unhais o Velho que possui um historial rico e lindissimo
Antigamente aqui como na minha aldeia o medronho era abundante nestas encostas pelo que existiam
alguns alambiques que tanto detilavam o medronho para extrair a famosa medronheira como tambem destilavam
o engaço das uvas para a extração de saborosa bagaceira (que ainda hoje se fabrica artesanalmente em muitas
das nossas aldeias.
E já que o moinho está desactivado, tambem o forno comunitario deixou de coser as saborosas broas de milho
que tambem se cosiam nos fornos da minha aldeia
Este património tem sido espoliado muito principalmente pela desertificação das nossas terras bem como pelos
incendios que teem ano após ano devastado toda a zona de pinhal e mesmo terras de cultivo que eram abundantes
nesta região
Ainda existe a eira da Póvoa que hoje serve de parque de estacionamento, já que milho Centeio ou cevada ja eram
e já não são mais
Será que o Lagar ainda funciona? o Lagar da Póvoa era e será concerteza um ponto de referencia para os trabalhos
artesanais do concelho da Pampilhosa
Deixo aqui tambem algumas fotos que o Nuno da sua torre de vigia nas serras da Pampilhosa captou com a sua objectiva
Para termos um maior conhecimento do vasto historial destas aldeias da Pampilhosa, visitem http://www.cm-pampilhosadaserra.pt/pt
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