Onde vivem muitos boguenses

Continuamos ainda na região administrativa de Ile de France mas desta vez no departamento de Hauts-de-Seine, cuja capital é Nanterre na periferia sudoeste de Paris.onde se situa a cidade francesa de Meudon.
Esta cidade destaca-se pela sua tranquilidade (dos 990 hectares da cidade, 520 são arborizados) e pelas suas atividades científicas.
Meudon


Meudon-grande-lunette.

É em Meudon que se localiza uma das três instalações do Observatório de Paris, com seus vários laboratórios, o qual foi construido no sítio onde se erguia o Château de Meudon. Os habitantes de Meudon são os Meudonenses.
O Château de Meudon foi um palácio da França, localizado na comuna de Meudon, Île-de-France, actualmente um município suburbano a Oeste de Paris.
Observatoire_Paris

Foi residência de Louvois e, mais tarde, do Grande Delfim.
Incendiado em 1795 e novamente em 1871, o palácio foi transformado, em 1876, em observatório, o qual foi sendo progressivamente unido ao Observatório de Paris, após a Primeira Guerra Mundial

jardin-domaine-national-de-saint-germain-en-laye

Saint-Germain-en-Laye é tambem uma cidade francesa que embora faça parte da região de Essonne fica situada no departamento de Yvelines, na região Île-de-France.
Saint-Germain-en-Laye foi renomeada, na época da Revolução Francesa « La Montagne du Bon Air ».
Houve o Tratado de Saint-Germain-en-Laye que foi celebrado em 10 de Setembro de 1919 pelos Aliados, vitoriosos de um lado, e, de outro, pela nova República da Áustria, na cidade de Saint-Germain-en-Laye, após terminada a Primeira Guerra Mundial.
Eglise_Saint_Germain_St_Germain_en_Laye

Da mesma forma que o Tratado de Versalhes concluído com a Alemanha, o tratado de Saint-Germain contém o Pacto da Liga das Nações e, por este motivo, não foi ratificado pelos Estados Unidos.

Onde param os Boguenses

Bogas de Baixo é uma aldeia que embora na maior parte do ano a gente a encontre quase deserta, tem no entanto algumas épocas em que a sua população cresce enter 10 e 30 vezes mais com predominancia para o mês de Agosto.
Hoje vou vou iniciar uma série de postagens procurando mostrar vos onde param os Boguenses

Le lycée Corot de Savigny sur Orge.

Inicio esta pesquisa em Viry-Chatillon que é uma cidade francesa, situada no departamento de Essonne Ile-de-France. Viry é a capital do cantão. Os seus habitantes são chamados Castelvirois ou Castelviroises.
A cidade abrange uma área entre os 6 e os 7 Km2 e tina nos censos de 2000 32.018 habitantes desde o último censo populacional. Com uma densidade de 5 274,8 habitantes por km ²
EGLISE DE SOISI SUR SEINE.
Rodeado pelas cidades de Grigny, Savigny-sur-Orge e Viry Morsang-sur-Orge-Châtillon está situado a 2 km a sudeste de Savigny-sur-Orge, a maior cidade próxima.
Situa se numa das margens do rio Sena, principal rio que banha a cidade de Viry-Chatillon.
A cidade fica perto do parque regional Gâtinais francês, cerca de 8 km.
A area de Piedefer tem o nome de uma família da antiga nobreza nativa de Beauvais, que adquiriu o feudo em 1531. Uma parte entrou na posse do senhor de Savigny em 1630. A outra parte, que consiste em Viry terra, localizado na encosta drenado por fontes mais importantes, é chamado a Piedefer Aiguemont.

domaine-de-piedefer-viry-chatillon.
Nicolas Loir, pintor do rei, René Botterell-Quintin, prefeito de 1800-1815, e Marechal Davoust são os proprietários mais famosos. Casa de repouso para os pilotos durante a Primeira Guerra Mundial, a área abriga uma instituição privada, o Institut Saint-Clément, 1929-1992. Adquirida pela Câmara Municipal em 1992 e 1993, restaurado, abriga os serviços municipais e espaço cultural Condorcet
A Região de Viry Chatillon é composta de varias cidades, são elas
Briis sous Forge, Brunoy, Chilly-Mazarin, Corbeil-Essonnes, Draveil, Etampes, Evry,Gif sur Yvette Chevry, Gif sur Yvette Vallée,Massy, Montgeron
Morsang sur Orge, Palaiseau, Ris Orangis, Savigny sur Orge, Soisy sur Seine
Ste Geneviève des Bois, Vigneux sur seine, Viry-Chatillon e Yerres
Dou vos tambem um cheirinho sobre DRAVEIL

La place du Marché et de l’Eglise de Draveil.
Draveil é uma comuna francesa situada a sudeste de Paris, aproximadamente dezenove quilômetros, no departamento de Essonne Ile-de-France.
É a capital do cantão de Draveil, a sede da comunidade urbana Sénart Val de Sena e da reitoria Sénart-Draveil. Local onde predomina, entre a agricultura e a silvicultura placa do Brie eo vale do Sena ocupadas desde o período neolítico, e os tempos galo-romana, sucessivamente divididos entre os poderosos mosteiros e senhores, no século XIX tornou-se o recurso encontro a burguesia e as artes e estudiosos de Paris, a cidade foi, desde o século XX subdividido, em primeiro lugar os mercados suburbana com direito a cidade primeiro jardim da França, seguido por vários grandes conjuntos na década de 1960. Hoje é um ambiente essencialmente residencial preservado entre a floresta e o rio bancos Sénart conhecido para hospedar em seu território uma grande parte da recreação ao ar livre Base Port-aux-Cerises.


Por estas paragens habitam alguns boguenses que periodicamente se deslocam á sua terra natal
Continuarei a pesquisar os locais onde os meus conterrâneos teem os seus empregos e lutam por uma boa qualidade de vida

Bogas de Baixo é notícia

Como anteriormente divulguei, realizou se em Bogas de Baixo uma Missa Cantada que teve um grande sucesso, podendo até ter sido um bom motivo para a realização de outros eventos do género.
Como noticiei anteriormente este evento teve a responsabiliade da Comissão do Centro Social de Bogas de Baixo, o motivo foi a angariação de fundos para a ajuda do Lar de Nosas Senhora das Dores, que graças a Deus
correu muito bem, onde os donativos alcançaram um total de 4.790,00€.
Desde já em nome da Comissão os sinceros agradecimentos a todos quantos contribuiram

Para verem como este evento foi bem sucedido vou mostrar lhes algumas imagens que a Junta de Freguesia na pessoa da sua Presidente, teve a amabilidade de me enviar
Um aspecto do altar mor da igreja de Bogas de Baixo com o Grupo Coral em actuação
Celebração da Santa Missa pelo Revº Padre Gilberto Joaquim Roque Antunes
a actuação do Grupo Coral de Proença-a-Nova dirigido pelo nosso conterrâneo Maestro Carlos Gama

Soprano: Beatriz Jorge
Orquestra: composta de Órgão, flauta, 2 violinos e violoncelo
O nosso conterrâneo Carlos Gama, um grande obreiro deste evento e de tudo o mais que possa engrandecer a nossa terra
O precurso musical de Carlos Gama é vasto e recheado de alegrias

Morava eu em Castelo Branco alguns anos atraz e lembro me de o terem homenageado pelos seus 50 anos ao serviço da música, durante um jantar que decorreu em Castelo Branco. No âmbito das bodas de ouro do professor, teve lugar na Sé Catedral da cidade

A Orquestra Tipica Albicastrense, teve como primeira Maestrina a sua fundadora, D. Eugénia Lima, coadjuvado pelo acordeonista José Bernardo. Com a saída de Eugénia Lima, foi regente o Maestro Serafim Chamusca, já falecido, ao qual se ficou a dever, durante os quatro anos da sua estadia aqui, um labor incansável e profícuo de muitos e preciosos arranjos para melodias do nosso Folclore. Foi ainda com a sua direcção artística que a Orquestra Típica Albicastrense passou a dispor de um Coro masculino e feminino para apoio e complemento dos seus solistas. Este Coro é hoje composto por mais de 20 elementos, incluindo 10 solistas.

Com a saída do Maestro Serafim Chamusca, que ainda foi meu professor de musica, a direcção artística passou a estar a cargo do Professor Maestro Carlos Gama, cargo que ocupou durante 27 anos

Muito fica por dizer sobre o seu precurso musical, mas tentarei fazer uma exposição mais ampla da mesma numa proxima postagem

Bogas de Baixo foi noticia

É tão raro ver na imprensa regional, uma noticia sobre Bogas de Baixo, que fiquei surpreendido ao ver numa anterior edição do Jornal do Fundão algumas frases (poucas) sobre o evento que a Comissão do Centro de Dia levou a efeito com a pretenção de conseguirem alguma ajuda para a construção do Lar Nossa Senhora das Dores.
Este Blogue tambem fez a publicidade possivel ao evento e mais não fez por não ter em mão todos os dados necessários.
Gostaria de ter recebido algumas fotos e outras noticias sobre como decorreu esta iniciativa, mas se não fosse o Luis Roque ter enviado um comentario de agradecimento aos membros da comissão e ter escrito que o evento foi um sucesso e que outro ainda mais bem preparado pode vir a contecer em Bogas, os leitores do blogue e eu próprio que estariamos eventualmente á espera de novidades, não teríamos sabido mesmo nada.
Vejo pouco interesse dos meus conterrâneos em divulgar o que de bom se passa na nossa terra.
Uma aldeia que tem mais de 80 por cento dos seus filhos espalhados por Portugal e pelo mundo, deveria no minimo ir dando noticias.
Há tambem muita gente que não sendo Boguense gostariam de saber o que esta linda aldeia tem merecido dos seus autarcas.
Quem conheceu Bogas como eu e a visita agora, encontra uma enorme diferença, por um lado para melhor, mas por outro para pior.
Quando eu nasci vivia se com dificuldade mas Bogas de Baixo era uma aldeia cheia de vida, com muita gente jovem, muita criança etc etc.
Hoje vive se melhor mas a aldeia encontra se muito desfalcada dos seus habitantes que só veem a Bogas em grande numero no mês de Agosto.
Bogas de Baixo será sempre uma aldeia em que qualquer visitante parta com vontade de voltar
Este Blogue quer continuar a ser um elo de ligação entre todos os Boguenses espalhados pelo mundo
Vão dando noticias

Cavaco Silva em Alcongosta

Dentro de uma semana, o Presidente da República desloca-se a Alcongosta (Fundão). Cavaco Silva aceitou o convite que lhe foi endereçado pela câmara municipal do Fundão para visitar a festa da cereja.


Este ano, as comemorações do dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portugueses têm como palco a cidade de Castelo Branco. Tendo em conta a proximidade do evento, a câmara municipal do Fundão decidiu convidar Cavaco Silva a visitar a festa da cereja, sabendo que o Presidente da República é apreciador deste fruto.

Esta semana, assessores do PR deslocam-se a Alcongosta afim de preparem a deslocação. Não é a primeira vez que esta aldeia do concelho do Fundão recebe a visita de um Presidente da República Portuguesa. Jorge Sampaio, então PR, também visitou esta freguesia e saboreou as cerejas que ali são produzidas.


A festa da cereja decorre de 9 a 12 de Junho. A organização espera, à semelhança de anos anteriores, a visita de milhares de pessoas.

Entretanto, está definido o programa comemorativo do dia do concelho do Fundão, 9 de Junho. A sessão solene comemorativa do 264º aniversário da criação do concelho realiza-se às 10:15H, com a agraciação de individualidades, seguida de uma homenagem, no âmbito dos 50 anos do início da guerra do Ultramar, aos fundaneneses em combate (estação da CP do Fundão). Às 12:00H, outra homenagem a Francisco José Tavares, com a atribuição do nome ao pavilhão municipal gimnodesportivo. O descerramento da placa com o topónimo rua Dr. José Saraiva, o almoço convívio em Alcongosta e a inauguração da festa da cereja (16:00H) são outras das iniciativas previstas.

Integrado nas comemorações, é também inaugurada, dia 8, pelas 18:00H, na biblioteca Eugénio de Andrade, no Fundão, a exposição "Encontro com "Lusíadas", seguida da conferência com o tema "Ser português nos dias de hoje", proferida por António Vicente, onde vão ser declamados alguns poemas por José Fanha e por alunos do 7º ano de escolaridade.

Ainda no dia 9 de Junho, pelas 21:30H, no salão nobre dos paços do concelho, um recital de piano por Dário Cunha.

Jornal do Fundão - Desporto - Nem o Sporting consegue travar o Fundão

Uma noticia que deixa todos os Fundanenses e não só, radiantes de alegria pelo trabalho que esta equipa da Associação Desportiva do Fundão tem desenvolvido na categoria de FUTSAL

O céu é o limite para a fantástica equipa da Desportiva do Fundão, que este sábado deu mais uma demonstração de classe ao derrotar o Sporting (2-1) no primeiro jogo das meias-finais do "playoff" da I Divisão Nacional de futsal.


A equipa comandada por Joel Rocha entrou praticamente a perder, após o golo de Marcelinho, mas nunca se desequilibrou emocionalmente e ainda na primeira parte conseguiu equilibrar e criar problemas aos leões.

Na segunda metade, logo a abrir Buiu fez o empate e colocou em delírio o pavilhão municipal, completamente cheio. Pouco tempo depois, uma grande penalidade sobre Esteves permitiu que Jander colocasse os fundanenses na frente.

Nos últimos dez minutos, o Sporting, campeão nacional e vice-campeão europeu, tentou tudo para evitar a derrota, chegou a jogar com o guarda-redes avançado, mas não conseguiu voltar a bater Diego.

O Fundão está agora a uma vitória da final. O próximo jogo realiza-se em Loures, na sexta-feira, dia 3, às 21 horas. Se os fundanenses vencerem fica tudo decidido. Se o triunfo sorrir ao Sporting haverá um terceiro jogo no dia seguinte, às 17 horas, outra vez em Loures.


Leia toda a reportagem da espectacular vitória sobre o Fundão na edição semanal.

Por: Filipe Sanches









Jornal do Fundão - Desporto - Nem o Sporting consegue travar o Fundão

Construção do Lar Nossa Senhora das Dores


O Centro Social e Cultural de Bogas de Baixo, organiza no próximo dia 29 de Maio um grande evento de carácter religioso com o obejectivo de angariar fundos para a ajuda na construção do Lar
(Clique sobre a imagem para ver tamanho real)

Construção do Lar Nossa Senhora das Dores
Bogas de Baixo

Organização: Centro Social e Cultural de Bogas de Baixo

Dia 29 de Maio de 2011 – Domingo - às 12 horas
Missa Cantada
Na Igreja Paroquial de Bogas de Baixo

Celebrante: Rev. Padre Gilberto Joaquim Roque Antunes
Grupo Coral de Proença-a-Nova
Maestro: Carlos Gama
Soprano: Beatriz Jorge
Orquestra: Órgão, flauta, 2 violinos e violoncelo

Programa

- Regina coeli (Rainha dos Céus, alegria-vos) – Carlos Gama
- Missa “Mater Amabilis”-Pe. Bernardino Senna Penafort – Sec. XIX
(Era cantada e tocada pela Filarmónica de Bogas de Baixo, dirigida por: Pe. José Maria Nogeira,
Aníbal Martins Gama e João Dias das Neves.)
· Kyrie – (Senhor, tende piedade de nós...)
· Glória – (Glória a Deus nas alturas…)
· Credo – (Creio em Deus Pai todo poderoso…)
· Sanctus – (Santo, Santo, é o senhor…)
· Agnus Dei – (Cordeiro de Deus...)

Ofertório: Ave-Maria – Arcadelt-Sec. XVI – Maestro da Basílica de S. Pedro - Roma

Comunhão: Ó Anjos Cantai Comigo - Pe. Joaquim Parente – de Alpedrinha
Ave, Verum Corpus – (Ave, verdadeiro corpo…)
……….

· Panis Angelis (Pão dos anjos, feito pão dos homens…) -Cesar Franck – Sec. XIX
· Fica Nesta Real Moradia – Anónimo – (Ensaiado por José Martins Gama)
· Requiem – Intróito – (Dai-lhes Senhor o eterno descanso) – Carlos Gama
· Ó Piedosa – (oração à Sra. das Dores) Mús. - Pietro Mascagni; Versos: Pe. Carmo Marti
· Halleluiah – da Oratória “O Messias” – Haendel – Sec. XVIII
(O Senhor omnipotente reinará para sempre. Rei dos reis e senhor dos senhores.)

Á saída da Missa, poderão contribuir para ajuda das despesas da Construção do Lar.
· Agradecemos desde já a vossa generosidade.






LUIS ROQUE disse...
Ola amigos BOGUENSES,venho por este meio formalizar o meu agradecimento pessoal a todo o coro presente em especial ao MAESTRO CARLOS GAMA que nos proporcionou aos presentes um momento unico e exclusivo na nossa aldeia.Lembro o desafio feito pelo prof para uma nova visita a BB com o orfeao mais la para frente.Porque nao? Agradeço ainda todo o trabalho realizado por funcionarios e membros da direcçao para a realizaçao deste evendo.

A notícia em redor da nossa aldeia

Segundo o Jornal do Fundão, este ano o nosso Distrito não vai poder contar com alguns importantes meios aéreos para o combate a incêndios, pelo que é mais uma forte razão para que todos tomemos os nescessários cuidados para que esta calamidade seja reduzida.


Vamos apenas poder contar com três helicópteros, dois ligeiros e um médio que ficarão instalados em Castelo Branco, Proença a Nova e Covilhã.


Vai realizar se um Encontro Nacional de Caminheiros (Passeios pela Gardunha),que segundo o Presidente da Direcção dos Caminheiros da Gardunha Eduardo Saraiva, vão participar neste evento que se realiza dia 22 de Maio, caminheiros de Guimarães, Santarem, Tomar, Oeiras, Porto, Coimbra e Castelo Branco. Um Passeio pelos cerejais


Neste evento que tem um programa aliciante vão participar pessoas dos 20 aos 60 anos. A caminhada começa na serra do cavalinho, passa pelo Vale do Alcambar seguindo depois pelos montes de S. Gens e de S Roque terminando na Senhora do Souto nas - Donas onde se realizará um almoço convivio.
A Cova da Beira exporta cerejas para o Brasil e Finlândia.
As cerejas da Cova da Beira fazem há 3 anos as delicias nas mesas dos Holandeses, Finlandeses e Brasileiros


Um pouco por toda a região as cerejas são produzidas em maior ou menos escala.
Em muitos locais da Serra da Gardunha onde antes só havia pinhal, mato e silvados, as cerejeiras multiplicam se em centenas de hectares
Nas suas encostas entre a Enxabarda e o Açor, a produção desta deliciosa de fruta tem vindo a crescer considerávelmente pela atração de novos produtores atraidos por um negócio que é dos mais importantes na economia regional.

A Cova da Beira torna se ainda mais vistosa e apetecida no tempo que decorre entre a floração das cerejeiras até á apanha vermelhinhas em cima das arvores.

Realizaram se no ultimo fim de semana no Alcaide as festas em honra de S Macário tambem ele com a sua capela rodeada de grandes pomares de cereja. Abrilhantou a festa a Banda Filarmónica de Aldeia Nova do Cabo. Realiza se sempre anualmente uma linda procissão desde a aldeia do Alcaide até ao cabeço de S Macário onde se situa a sua capela.

No dia 8 deste mês de Maio, realizou se em Oleiros a 6ª Mostra de Sopas Tradicionais do Mosteiro e em simultaneo realizou se tambem o 4º Festival de acordeons promovido pelo Grupo Maltez de Mosteiro. Neste evento foi cabeça de cartaz a nossa conterrânea Eugénia Lima que com a sua bonita idade (85 anos) ainda faz falar o acordeão

Nasceu em Castelo Branco, em Abril de 1926. Diplomada com o Curso Superior de Acordeão na categoria de Professora pelo Conservatório de Acordeão de Paris.
Iniciou-se no Teatro Vaz Preto, em Castelo Branco, aos quatro anos de idade. O ciclo de actuações por toda a Beira Baixa valeu-lhe o epíteto de "Miúda de Castelo Branco".

Algumas destas noticias teem a assinatura da nossa conterrânea Lucia Reis no Jornal do Fundão

Minha aldeia Bogas de Baixo


A minha aldeia não tem idade! Perdida na noite dos tempos, não se sabe quando nasceu! Velha, mas alterada pela evolução dos tempos com a ajuda da mão humana, ali está erguida num pequeno Vale indolente e melancólico a desafiar a diversidade do clima, que é por vezes rigoroso mas carregado de ar puro e saudável.

Dividida ao centro pelo Chafariz o qual domina aquele agrupamento de habitações separadas por ruas pavimentadas com pedra xistosa da nossa região pardacenta gasta, numa esquadria quase inexistente, ruas estreitas mas bem conservadas.




Adormecida entre eiras e jeiras, olhando o vale pelo qual serpenteia a ribeira com pontes e pontões sobre as quais se cruzam estradas de terra batida que descem e sobem ladeiras até Bogas de Baixo.


Por cima da copa das oliveiras observa-se a cúpula da velha igreja, branca e rutilante


A paisagem está coberta de pinhais,de ervideiros e de oliveiras que de um perene verde-escuro lhe emprestam o perfume agreste do campo


Rodeada de pequenos lugares de rara beleza. Por vezes visito esses lugares, passo por ali, propositadamente, quando me é possível, geralmente, em momentos de retiro e lazer, sendo um dos segredos míticos da minha adolescência. Ir a esses lugares faz-me sentir simultaneamente misterioso e fraternal


Ali toda a vida se renova e volto a ser criança naqueles breves instantes de contemplação e saudade.
Os habitantes da minha aldeia,geralmente, passam o tempo, numa luta com a memória, lembrando a sua juventude, contemplando um mundo novo que já não é o seu..., e inventavam lamechas para arranjar um pretexto para assim darem dois dedos de conversa. sinal dos tempos. As aldeias como Bogas de Baixo estão cada vez mais sós onde a população residente já chegou á terceira idade
O meu pai foi um mouro de trabalho no campo destacando se no fabrico de carvão muito artesanalmente, arrancando as torgas e fazendo grandes covas no chão daquelas encostas onde queimava as torgas e as cobria de terra de onde depois extraia o carvão.


Não, eu nunca iria seguir meu pai pelas encostras com o sacho e a picareta aos ombros, ou ainda atraz do burro pachorrento, puxando o arado que sulcava as sementes que ele lançava, com gestos de oração, como se escutasse salmos de vida a sair das entranhas rasgadas da terra.

Bogas de Baixo lá está no mesmo sitio, hoje com traços arquitectónicos mais recentes, mas será sempre Bogas de Baixo a terra onde eu nasci

A minha juventude á rasca



Era complicado.
Foi minha Professora a D. Ilda Natércia Serra e Silva,
no entanto na 3ª classse lecionei com a Professora D. Suzete
Eramos realmente muitos alunos a frequentar a escola da minha aldeia Bogas de Baixo
O exame da 4ª classe era realizado na sede do concelho Fundão
Ainda me lembro do meu e dos professores que nos examinavam na altura
Tinhamos que pernoitar no Fundão e era na quinta conhecida pela quinta
do Zé Maria das Máquinas e que pertenceu ao Padre Zé Maria.

Estes professores com os quais começámos a aprender a ser alguém,.eram rigorosos
tanto no ensino como na disciplina. Levei algumas vezes e com razão.
Lembro-me perfeitamente de um facto com a D. Suzete, a minha professora da 3ª
classe. Por qualquer motivo ela deve ter me perguntado algo que eu não sabia
e devo ter me zangado ao ponto de lhe chamar nomes feios
Ela chamou lá o meu avô á escola porque nessa altura vivia com o meu avô
Eh pá, levei tantas que até me levantou pelas orelhas e me colocou em cima da secretária
Reconheceram que teria havido algum exagero mas não vergaram e diziam que todas,
foram poucas as que levei
Era completamente diferente nda escola de hoje. mas era bom e nós aprendíamos.
Eu quando saí da escola, com a quarta classe, sabia a matéria toda. Depois ingressei
no Seminário onde não me aguentei muito tempo não sendo aquela a forma d e vida que sonhava


O pouco tempo livre que tínhamos, quando éramos novos, passávamos na
brincadeira e, às vezes, até a fazer tropelias. indo inclusivamente roubar fruta
por aquelas hortas que todos sabiamos a quem pertenciam. Os meus pais por exemplo,
tinham algumas hortas com fruta , mas íamos roubar ao vizinho porque a do vizinho era
melhor que a nossa. Enfim, era outra maneira d e viver e de estar na vida
Quando nos tornámos mais crescidos já rapazotes, procuravamos todos os lugares
onde sabiamos que ia haver bailarico, principalmente aos fins-de-semana.
No nosso tempo o fim d e semana era só o Domingo porque no Sábado
trabalhava-se de manhã à noite como nos outros dias
Já se comia peixe lá na aldeia, mas para o comermos tinhamos que esperar pelo peixeiro
que com as caixas de sardinha em cima do seu burro tinha que percorrer grandes distancias a pé
Lembro me de um peixeiro natural do Armadouro que nunca nos deixava ficar sem podermos
comer ao menos uma sardinha por semana (verdade)
Havia no entanto aqueles saborosos peixinhos que iamos pescar na ribeira de Bogas
e esses sim eram um manjar
Quanto á carne a gente tinha sempre alguma na salgadeira proviniente da matança do porquito.
A matança do porquito era dia de festa, dia de alegria.Com todos os familiares reunidos

Tempo de Festas e Romarias I


Nossa Senhora de Mercoles
Nossa Senhora de Mércoles tem o previlégio de ser a mais popular das festas da cidade de Castelo Branco.
Terá o seu inicio no proximo domingo dia 8 de Maio e prolonga-se até à terça-feira seguinte que é feriado municipal.



A romaria decorre junto à sua capela , situada mais ou menos a 5 Kms da cidade tendo no seu percurso tambem a capela de Santana.
A origem desta festa terá a ver com um voto de agradecimento a Nossa Senhora por a cidade ter ficado livre da peste e outras pragas. O culto remonta ao século XVI.
Santuário de Nossa Senhora de Almortão - Castelo Branco | Hola Portugal | 7 - Región Centro

Nossa Senhora do Almortão
A procissão em honra de Nossa Senhora do Almortão atrai todos os anos milhares de visitantes a Idanha-a-Nova. Depois da missa, os mordomos transportam o andor com a imagem da santa ao som de adufes e cantigas tradicionais
A festa realiza se na Proxima segunda feira dia 9 de Maio, mas no Domingo já o recinto se enconta repleto de visitantes.
Senhora do Almortão
Ó minha linda raiana
Virai costas a Castela
Não queirais ser castelhana

Senhora do Almortão
A vossa capela cheira
Cheira a cravos cheira a rosas
Cheira a flôr de laranjeira




É uma festa com muitas tradições a que muita gente das redondezas e mesmo de locais mais longinquos não faltam, afim de assistir á missa e procissão e ao mesmo tempo para se divertirem assistindo a uma grande largada d e fogo de artificio no monte sobranceiro ao recinto das festas


Tambem no proximo domingo se realizarão as festas em honra de Nossa Senhora da Saude no Padrão freguesia da Almaceda e em Oleiros, concelho nosso vizinho e pertencente tambem ao distrito de Castelo Branco