A notícia em redor da nossa aldeia

Segundo o Jornal do Fundão, este ano o nosso Distrito não vai poder contar com alguns importantes meios aéreos para o combate a incêndios, pelo que é mais uma forte razão para que todos tomemos os nescessários cuidados para que esta calamidade seja reduzida.


Vamos apenas poder contar com três helicópteros, dois ligeiros e um médio que ficarão instalados em Castelo Branco, Proença a Nova e Covilhã.


Vai realizar se um Encontro Nacional de Caminheiros (Passeios pela Gardunha),que segundo o Presidente da Direcção dos Caminheiros da Gardunha Eduardo Saraiva, vão participar neste evento que se realiza dia 22 de Maio, caminheiros de Guimarães, Santarem, Tomar, Oeiras, Porto, Coimbra e Castelo Branco. Um Passeio pelos cerejais


Neste evento que tem um programa aliciante vão participar pessoas dos 20 aos 60 anos. A caminhada começa na serra do cavalinho, passa pelo Vale do Alcambar seguindo depois pelos montes de S. Gens e de S Roque terminando na Senhora do Souto nas - Donas onde se realizará um almoço convivio.
A Cova da Beira exporta cerejas para o Brasil e Finlândia.
As cerejas da Cova da Beira fazem há 3 anos as delicias nas mesas dos Holandeses, Finlandeses e Brasileiros


Um pouco por toda a região as cerejas são produzidas em maior ou menos escala.
Em muitos locais da Serra da Gardunha onde antes só havia pinhal, mato e silvados, as cerejeiras multiplicam se em centenas de hectares
Nas suas encostas entre a Enxabarda e o Açor, a produção desta deliciosa de fruta tem vindo a crescer considerávelmente pela atração de novos produtores atraidos por um negócio que é dos mais importantes na economia regional.

A Cova da Beira torna se ainda mais vistosa e apetecida no tempo que decorre entre a floração das cerejeiras até á apanha vermelhinhas em cima das arvores.

Realizaram se no ultimo fim de semana no Alcaide as festas em honra de S Macário tambem ele com a sua capela rodeada de grandes pomares de cereja. Abrilhantou a festa a Banda Filarmónica de Aldeia Nova do Cabo. Realiza se sempre anualmente uma linda procissão desde a aldeia do Alcaide até ao cabeço de S Macário onde se situa a sua capela.

No dia 8 deste mês de Maio, realizou se em Oleiros a 6ª Mostra de Sopas Tradicionais do Mosteiro e em simultaneo realizou se tambem o 4º Festival de acordeons promovido pelo Grupo Maltez de Mosteiro. Neste evento foi cabeça de cartaz a nossa conterrânea Eugénia Lima que com a sua bonita idade (85 anos) ainda faz falar o acordeão

Nasceu em Castelo Branco, em Abril de 1926. Diplomada com o Curso Superior de Acordeão na categoria de Professora pelo Conservatório de Acordeão de Paris.
Iniciou-se no Teatro Vaz Preto, em Castelo Branco, aos quatro anos de idade. O ciclo de actuações por toda a Beira Baixa valeu-lhe o epíteto de "Miúda de Castelo Branco".

Algumas destas noticias teem a assinatura da nossa conterrânea Lucia Reis no Jornal do Fundão

Minha aldeia Bogas de Baixo


A minha aldeia não tem idade! Perdida na noite dos tempos, não se sabe quando nasceu! Velha, mas alterada pela evolução dos tempos com a ajuda da mão humana, ali está erguida num pequeno Vale indolente e melancólico a desafiar a diversidade do clima, que é por vezes rigoroso mas carregado de ar puro e saudável.

Dividida ao centro pelo Chafariz o qual domina aquele agrupamento de habitações separadas por ruas pavimentadas com pedra xistosa da nossa região pardacenta gasta, numa esquadria quase inexistente, ruas estreitas mas bem conservadas.




Adormecida entre eiras e jeiras, olhando o vale pelo qual serpenteia a ribeira com pontes e pontões sobre as quais se cruzam estradas de terra batida que descem e sobem ladeiras até Bogas de Baixo.


Por cima da copa das oliveiras observa-se a cúpula da velha igreja, branca e rutilante


A paisagem está coberta de pinhais,de ervideiros e de oliveiras que de um perene verde-escuro lhe emprestam o perfume agreste do campo


Rodeada de pequenos lugares de rara beleza. Por vezes visito esses lugares, passo por ali, propositadamente, quando me é possível, geralmente, em momentos de retiro e lazer, sendo um dos segredos míticos da minha adolescência. Ir a esses lugares faz-me sentir simultaneamente misterioso e fraternal


Ali toda a vida se renova e volto a ser criança naqueles breves instantes de contemplação e saudade.
Os habitantes da minha aldeia,geralmente, passam o tempo, numa luta com a memória, lembrando a sua juventude, contemplando um mundo novo que já não é o seu..., e inventavam lamechas para arranjar um pretexto para assim darem dois dedos de conversa. sinal dos tempos. As aldeias como Bogas de Baixo estão cada vez mais sós onde a população residente já chegou á terceira idade
O meu pai foi um mouro de trabalho no campo destacando se no fabrico de carvão muito artesanalmente, arrancando as torgas e fazendo grandes covas no chão daquelas encostas onde queimava as torgas e as cobria de terra de onde depois extraia o carvão.


Não, eu nunca iria seguir meu pai pelas encostras com o sacho e a picareta aos ombros, ou ainda atraz do burro pachorrento, puxando o arado que sulcava as sementes que ele lançava, com gestos de oração, como se escutasse salmos de vida a sair das entranhas rasgadas da terra.

Bogas de Baixo lá está no mesmo sitio, hoje com traços arquitectónicos mais recentes, mas será sempre Bogas de Baixo a terra onde eu nasci

A minha juventude á rasca



Era complicado.
Foi minha Professora a D. Ilda Natércia Serra e Silva,
no entanto na 3ª classse lecionei com a Professora D. Suzete
Eramos realmente muitos alunos a frequentar a escola da minha aldeia Bogas de Baixo
O exame da 4ª classe era realizado na sede do concelho Fundão
Ainda me lembro do meu e dos professores que nos examinavam na altura
Tinhamos que pernoitar no Fundão e era na quinta conhecida pela quinta
do Zé Maria das Máquinas e que pertenceu ao Padre Zé Maria.

Estes professores com os quais começámos a aprender a ser alguém,.eram rigorosos
tanto no ensino como na disciplina. Levei algumas vezes e com razão.
Lembro-me perfeitamente de um facto com a D. Suzete, a minha professora da 3ª
classe. Por qualquer motivo ela deve ter me perguntado algo que eu não sabia
e devo ter me zangado ao ponto de lhe chamar nomes feios
Ela chamou lá o meu avô á escola porque nessa altura vivia com o meu avô
Eh pá, levei tantas que até me levantou pelas orelhas e me colocou em cima da secretária
Reconheceram que teria havido algum exagero mas não vergaram e diziam que todas,
foram poucas as que levei
Era completamente diferente nda escola de hoje. mas era bom e nós aprendíamos.
Eu quando saí da escola, com a quarta classe, sabia a matéria toda. Depois ingressei
no Seminário onde não me aguentei muito tempo não sendo aquela a forma d e vida que sonhava


O pouco tempo livre que tínhamos, quando éramos novos, passávamos na
brincadeira e, às vezes, até a fazer tropelias. indo inclusivamente roubar fruta
por aquelas hortas que todos sabiamos a quem pertenciam. Os meus pais por exemplo,
tinham algumas hortas com fruta , mas íamos roubar ao vizinho porque a do vizinho era
melhor que a nossa. Enfim, era outra maneira d e viver e de estar na vida
Quando nos tornámos mais crescidos já rapazotes, procuravamos todos os lugares
onde sabiamos que ia haver bailarico, principalmente aos fins-de-semana.
No nosso tempo o fim d e semana era só o Domingo porque no Sábado
trabalhava-se de manhã à noite como nos outros dias
Já se comia peixe lá na aldeia, mas para o comermos tinhamos que esperar pelo peixeiro
que com as caixas de sardinha em cima do seu burro tinha que percorrer grandes distancias a pé
Lembro me de um peixeiro natural do Armadouro que nunca nos deixava ficar sem podermos
comer ao menos uma sardinha por semana (verdade)
Havia no entanto aqueles saborosos peixinhos que iamos pescar na ribeira de Bogas
e esses sim eram um manjar
Quanto á carne a gente tinha sempre alguma na salgadeira proviniente da matança do porquito.
A matança do porquito era dia de festa, dia de alegria.Com todos os familiares reunidos

Tempo de Festas e Romarias I


Nossa Senhora de Mercoles
Nossa Senhora de Mércoles tem o previlégio de ser a mais popular das festas da cidade de Castelo Branco.
Terá o seu inicio no proximo domingo dia 8 de Maio e prolonga-se até à terça-feira seguinte que é feriado municipal.



A romaria decorre junto à sua capela , situada mais ou menos a 5 Kms da cidade tendo no seu percurso tambem a capela de Santana.
A origem desta festa terá a ver com um voto de agradecimento a Nossa Senhora por a cidade ter ficado livre da peste e outras pragas. O culto remonta ao século XVI.
Santuário de Nossa Senhora de Almortão - Castelo Branco | Hola Portugal | 7 - Región Centro

Nossa Senhora do Almortão
A procissão em honra de Nossa Senhora do Almortão atrai todos os anos milhares de visitantes a Idanha-a-Nova. Depois da missa, os mordomos transportam o andor com a imagem da santa ao som de adufes e cantigas tradicionais
A festa realiza se na Proxima segunda feira dia 9 de Maio, mas no Domingo já o recinto se enconta repleto de visitantes.
Senhora do Almortão
Ó minha linda raiana
Virai costas a Castela
Não queirais ser castelhana

Senhora do Almortão
A vossa capela cheira
Cheira a cravos cheira a rosas
Cheira a flôr de laranjeira




É uma festa com muitas tradições a que muita gente das redondezas e mesmo de locais mais longinquos não faltam, afim de assistir á missa e procissão e ao mesmo tempo para se divertirem assistindo a uma grande largada d e fogo de artificio no monte sobranceiro ao recinto das festas


Tambem no proximo domingo se realizarão as festas em honra de Nossa Senhora da Saude no Padrão freguesia da Almaceda e em Oleiros, concelho nosso vizinho e pertencente tambem ao distrito de Castelo Branco

Era assim a vida na aldeia

Na minha aldeia e em quase todas as aldeias desta região da Beira Baixa nos anos 50/60, a maneira de viver não tinha muitas diferenças entre elas
Vivia se ainda muito do que a terra produzia, especialmente milho, linho, batata e alguma azeitona, para além do porquinho que se criava com produtos da horta e farinha que dava para ter carne durante uma boa parte do ano


Bogas de Baixo tem a sorte de possuir ao longo da sua ribeira grandes baixas e parcelas de regadio onde produziam para além da hortaliça que se consumia em casa, muito milho, muita batata. linho e até trigo, centeio e aveia

O milho era colhido e destonado e depois de estar em grão vendia-se ao alqueire.



Em Bogas havia tres ou quatro moinhos, um deles, foi restaurado há um ou dois anos. Sei que tem duas mós, sendo que a mó de cima é movida pela força da água, quando a há, através de um rodizio instalado na parte inferior do moinho



O milho vai caindo dentro do espaço próprio na mó e vai se transformando em farinha.
Os moinhos funcionavam todos a água.

As gentes que não tinham moinho levavam o milho ou outro cereal ao moleiro que lhe fazia a farinha mediante o pagamento de uma maquia
que por sua vez iam juntando o produto da maquia e vendiam depois na aldeia
Havia tambem alguma azeitona que era transformada em azeite, que seria recolhido em recipientes de barro, a que chamavam talhas ou potes, e quem tinha mais do que o que precisava para os gastos de casa, vendia o ao litro.
Tinhamos um lagar em Bogas e havia um outro bem perto entre Bogas e o Urjeiro, que funcionavam durante algum tempo
Hoje restam apenas as ruinas


Mas hoje em dia existem na região alguns lagares modernos que mediante a retenção de uma percentagem, tranformam a azeitona de quem os procurar no saboroso azeite que vai servir para consumo próprio

Tempo de Festas e Romarias

Após a Páscoa começam as tradicionais festas e romarias um pouco por todo o Portugal.
Vou apenas enumerar algumas e sómente as que se realizam na nossa Beira Baixa.
No próprio domingo e segunda feira de Páscoa realizaram se a festa em honra de Nossa Senhora do Fastio, nos Enxames-Fundão
Romaria que atrai muita gente especialmente das localidades vizinhas
Capela de Nossa Senhora do Fastio -- Enxames -- Fundão

Nossa Senhora da Serra,tambem se realizou Segunda-feira de Páscoa ,no sítio da Penha, na Gardunha

No proximo domingo ou seja no domingo depois da Páscoa, vão ter lugar na Soalheira as festas em louvor de Nossa Senhora das Necessidades
Capela de Nossa Senhora das Nescessidades na Soalheira

O afluxo de peregrinos que vêm visitar a sua capela e rezar, cresceu bastante depois de em 22 de Abril de 1979, quando sob um sol radioso, a imagem de nossa Senhora verteu lágrimas, durante a procissão pelas ruas da Soalheira, continuando o episódio a verificar-se também durante a tarde e noite desse dia.
História completa neste site,.basta clicar

Passando ao concelho de Castelo Branco, realiza se tambem no segundo
Domingo depois da Páscoa a festa em honra de Nossa Senhora da Saude na Localidade nossa vizinha de Almaceda(o meu amigo José Martins enviou me uma dica importante, esta festa realiza se na localidade do PADRÃO freguesia da Almaceda.) Obrigado Zé
Os Bombos de Almaceda em plena actuação nas festas da aldeia

Tambem já neste proximo fim de semana iniciam se as festas em honra de Nossa Sehora da Guia em Chão da Vã. Localidade que se situa á beira da ribeira do Tripeiro na estrada que liga a Castelo Branco


Os festejos têem inicio pelas 15 horas de dia 28, prolongando-se pela noite. No sábado, dia 29, o dia começa pelas 8 horas com um torneio de malha e pelas 22 horas o arraial é animado pelo grupo Remix.
O terceiro e último dia fica marcado pela missa em honra de Nossa Senhora da Guia (13h00), com procissão pelas ruas da localidade. A partir das 16 horas há música, com a Agrotuna BebedESA da Escola Superior Agrária de Castelo Branco e o grupo Só Le Dó (17h30). A festa continua pela noite.
As inscrições para o torneio de malha podem ser feitas até às 9 horas do próprio dia.
Imagem de Nossa Senhora da Guia

È Páscoa


Minhas carissimas e carissimos amigos e leitores,
mais uma Páscoa que vamos festejar nas nosssas vidas, e festejar a Páscoa
é ser capaz de mudar, partilhar a vida com esperança, lutar para vencer todos os modos de sofrimento. ajudar mais gente a ser gente, viver em constante libertação, crer na vida que vence a morte.
É dizer sim ao amor e à vida, investir na fraternidade, lutar por um mundo melhor,promover a solidariedade.
É renascimento, é recomeço,
É uma nova chance para melhorarmos as coisas que não gostamos em nós,
Para sermos mais felizes porque nos conhecemos nós mesmos mais um pouco.
É vermos que hoje...somos melhores do que fomos ontem.



Desejo a todos vós meus amigos(as) uma Pascoa Feliz, cheia de paz, amor e muita saúde!

Os Rios da Beira Baixa (Ocreza)

A Beira Baixa estende-se desde a Cordilheira Central até ao vale do rio Tejo. É a transição norte-sul, com características geográficas idênticas, em certos locais, às regiões nortenhas e noutros sítios ao Alentejo.
Uma belissima imagem do Rio Ocreza já dentro dos limites do concelho da Sertã
A Noroeste, onde ainda abrange parte da Cordilheira Central, é acidentada e montanhosa, destacando-se os contrafortes meridionais das serras da Estrela e a serra da Gardunha, esta última separada da serra da Estrela por uma longa e larga zona muito fértil e vulgarmente conhecida por “Cova da Beira”, atravessada pelo rio Zêzere.
Na Gardunha parte da serra virada a sul situa se a nascente do Rio Ocreza, cujo precurso com destino ao Tejo continuo hoje a divulgar para que todos fiquem com um maior conhecimento da beleza do seu percurso e das suas margens
Barragem da Pracana no rio Ocreza ali mesmo ao lado de Gardete
Ao longo das margens do rio onde a água é abundante e o solo mais ou menos fértil, dominam os campos fechados e de pequenas dimensões nos quais se pratica uma agricultura intensiva policultural (sem descanso do solo e com várias espécies vegetais em simultâneo). As culturas herbáceas (milho, batata, produtos hortícolas diversos, etc.) justapõem-se à cultura da vinha e das oliveiras.
A A23 atravessa o Ocreza a sul da Pracana cuja majestosa ponte podemos ver nesta imagem

Daqui até á foz é um saltinho. O Ocreza vai acabar aqui o seu precurso a solo, vindo a fazer parte do caudal do Tejo que o levará até ao Atlantico na Zona Estoril/Cascais

E aqui temos para terminar a viajem que fizemos ao longo do percurso do rio Ocreza, a sua junção com o rio Tejo, sendo antes atravessado pela linha de caminho de ferro da Beira Baixa cuja ponte podemos ver na imagem
Nas proximas postagens vou escrever algo tambem sobre o Zezere que para mim é ainda mais belo que o Ocreza

Os Rios da Beira Baixa

Na Beira Baixa nascem dois rios que a atravessam, e ambos desaguam no Tejo
São eles o Zezere e o Ocreza
O Zezere nasce na serra de Estrela e desagua no Tejo em Constancia e o Rio Ocreza que vou hoje percorrer, nasce na Serra da Gardunha aqui bem perto de nós a 1160 m de altitude, ao lado do Casal da Serra, e desagua no rio Tejo, a jusante da barragem do Fratel, perto de Barca da Amieira um pouco antes da estação de caminhs de ferro da linha da Beira Baixa.


É um rio periódico, com diversas ribeiras como afluentes, destacando-se as ribeiras do Tripeiro e da Líria.
Tem um percurso de cerca de 80 km.
O rio Ocreza possui algumas barragens: Salles Viana (cota 800 m), Santa Águeda (Marateca) (385 m e Barragem da Pracana (114 m), esta última para aproveitamento hidroeléctrico
Mas ao longo deste belo rio temos outras belas razões para disfrutar do que de belo ele possui
Começando pela Marateca um local muito frequentado tanto para passar algumas horas de repouso ou ainda para a pratica de pesca desportiva. Seguindo o percurso do rio passamos pela Povoa do Rio de Moinhos, e vamos encontrar um velho moinho um pouco abaixo da ponte na estrada para o Salgueiro do Campo

Continuamos a disfrutar de belas imagens nas encostas do rio, passando por alguns locais com grandes areais que muito bem serviriam para tomar umas banhocas e eis-nos chegados á ponte das Sarzedas
Ocreza com outro caudal após a foz da ribeira do tripeiro
É neste local que se faz a junção da Ribeira do Tripeiro e o Ocreza e a partir daqui fica o rio com mais caudal, e tanto para norte como para sul da ponte existem belissimas praias fluviais
Praia Fluvial de Gaviões


Este é o local onde vem desaguar a ribeira da Liria

A seguir vamos passar na ponte que liga Sarzedas a Vila Velha de Ródão ali perto da sarnadinha e Vale Mourão
Voltando um pouco atraz digo vos que a ribeira do Tripeiro que tambem nasce na serra da Gardunha tem o seu inicio em dois pontos distintos O Ingarnal que vem desaguar a Almaceda e a nascente lá para os lados de São Vicente da Beira
Possui varios locais optimos para tomar uns banhos no verão destacando se a praia fluvial do Muro e tambem a dos Sesmos
Entretanto estamos chegando a um dos lindos locais com lindas paisagens e belissimas praias fluviais um pouco antes da Ponte sobre o IC 8, Vale Mourão e Foz do Cobrão lindos locais a não perder de vista no Verão que se aproxima

Hoje fico me por aqui mas prometo voltar ao Ocreza um dos proximos dias, para descobrir o seu percurso até á foz

fotos de pesquisa google