A nossa terra vai ficando mais pobre
Fiquei triste hoje ao saber que o nosso querido conterraneo e meu amigo de infancia, Eliseu Martins, morreu!
Sei que vivia com a familia em Setubal, a ultima vez que conversámos foi em Agosto passado por altura da festa de Bogas. Pareceu me muito bem e não estava nada á espera desta noticia
Quero endereçar daqui as minhas sinceras condolencias a toda a familia enlutada
O Eliseu continuará a estar conosco através do pensamento
Até sempre e estejas onde estiveres fica em paz
No meu tempo era assim
Lá na minha terra, quando era jovem, eu, como toda a gente da aldeia levantavamo nos todos os dias ao nascer do sol , comia se o pequeno-almoço, que tanto podia ser sopas com leite de cabra que nós próprios tratavamos e ordenhavamos, como podiamos comer algo com mais sustento tipo sopa de feijão com nabos e outras coisas do género . A carne e o peixe andavam mais afastadas Não havia o que se pode chamar pastores, eramos nós que levavamos as cabritas e ovelhas para as pastagens.
No entanto muitos de nós já tinhamos ido antes, roçar uns molhos de mato para fazeremos a cama dos animais, ou mesmo para espalhar nas ruas frente ás portas para que com o tempo e a passagem das pessoas e animais por cima do mesmo e com a chuva este se degradasse, produzindo o estrume para estrumar as as nossas hortas.
Pois toda a gente trabalhava de sol a sol, e a vida da casa, tratamento dos animais e da horta estavam quase sempre reservadas ás mulheres.
Vivia-se essencialmente dos trabalhos do campo e algumas saidas sazonais para as ceifas nos campos da Idanha, ou ainda para as mondas nas grandes casas agricolas de Castelo Branco
Para isso eram normalmente constituidos grupos de homens para partirem para as ceifas
( o meu pai foi manager desses grupos) e de raparigas normalmente solteiras para as mondas e para o terço que consitia por exemplo em ir colher feijão frade e um terço da colheita era o salario enquanto nas ceifas era um quinto, por isso as pessoas normalmente diziam que iam ao quinto ou ao terço
Da matança do porco já escrevi na postagem anterior mas acrecento uma vez mais que os porcos eram comprados ainda muito pequenos a mamar e depois eram bem alimentados, para, no Inverno, serem mortos e se fazerem enchidos. Parte do porco ia para a salgadeira, onde era conservado, para dar para o resto do ano., tudo o que vos contei na postagem da matança
Havia um grande espírito de entreajuda em quase tudo o que se fazia em Bogas, como por exemplo na colheita da azeitona,
na descamisa do milho e depois nas debulhas que eram uma festa para a rapaziada mais jovem, já que foi em algumas debulhas do milho que normalmente eram feitas ao serão na casa dos próprios donos, que se iniciaram muitos namoricos e alguns até terminaram em casamento
Nessa altura Bogas de Baixo tinha em plena laboração um lagar de azeite e uma boa meia duzia de moinhos e azenhas a moer a farinha com que se haveria de fazer o pão para a nossa alimentação
Havia ainda nessa altura muita gente a semear linho que depois de tarbalhado como podem ver noutras postagens que publiquei em meados de 2009,
as mulheres juntavam se normalmente, umas quantas na sua rua a fiar o linho, com os filhos por perto a brincar.
Em quase todas as aldeias havia um um forno comunitário, Em Bogas havia varios fornos que embora particulares, era onde as mulheres da aldeia coziam o pão
Muito poucas pessoas se deslocavam para muito longe da aldeia e quando iam a Castelo Branco ou ao Fundão era muito raro, talvez algumas do meu tempo nunca o tenham feito.
Não havia transportes e as pessoas tinham que fazer grandes percursos a pé, talvez até tenha sido a principal razão porque muita gente nunca tinha visto um comboio
Em 1967 foi ano em que meu pai emigrou para a França havia sido inaugurado o comboio internacional Lisboa Madrid
A vida era dura muito dura mas ao mesmo tempo muito mais tranquila e saudável que nos dias de hoje
Quase toda a gente da minha geração se lembra disto com nostalgia
Quando jogávamos o pião
No meu tempo de escola o jogo do pião era praticado quase diariamente tanto no patio da escola antes e depois da aula ou mesmo no intervalo como ainda no largo do relveiro no adro da Igreja ou nas oliveiras frente á casa do meu avô ou seja ali mesmo em frente ao café Ponto de Econtro.
Com a evolução dos tempos essas oliveiras ainda existem mas não como espaço para brincar
Este jogo era essencialmente praticado pelos rapazes, já que as raparigas tinham outros tipos de jogos que um dia destes talvez eu traga á memória de muitas delas se publicar algo aqui no blogue.
O pião é conhecido há milhares de anos. mas antes do século XIV só era conhecido por Piorra . A partir daí conhecemos então o pião, e a piorra continuou a existir apenas com uma diferença, de maiores dimensões
Estes artigos funcionam com o enrolar de uma baraça e depois lançados ao chão.
Mas tambem bricávamos com uns outros piões miniatura que eram impulsionados com os dedos com 4 faces e em cada face uma letra R - T -P e D o que significava RAPA TIRA PÕE DEIXA por isso lhe chamava mos o jogo do Rapa . A letra que ficava para cima ganhava ou perdia conforme o caso O P tinha que por um rebuçado o T tirava um o D deixava tudo como estava e o R rapava tudo, um jogo de sorte e azar já existia no meu tempo de criança
Evidentemente que se jogava a rebuçados e a feijões.
Voltando ao jogo do Pião, tratava se de uma competição que consistia em dispor os piões no chão em circulo e o que jogava tentava tocar nos piões e projectá-los para fora do círculo e continuar por si só a girar, considerando-se fora de prova os piões que saíam desse mesmo círculo.
Evidentemente que o pião com o qual faziamos estes desafios em conjunto utilazavamos tambem individualmente fazendo disso uma brincadeira de lançar e apanhar para a mão onde continuava a rodar
O pião ainda hoje é uma realidade embora nada como no meu tempo
O ti Manuel Belchior era um técnico extraordinãrio na arte de fazer piões
algune ele me fez em varios tipos de madeira
Tinha algumas fotos desse tempo mas não sei onde param
Se alguem que leia esta mensagem possuir algo sobre isso e queira partilhar, fico á espera
Nas décadas 50/60 era assim
A MATANÇA DO PORCO
Lembro me que há muitos anos atraz qualquer familia em Bogas de Baixo,
mesmo as mais carenciadas criavam um porquinho que normalmente era comprado em pequeno a criadores e vendedores que se deslocavam á
nossa terra com camionetas carregadas ou compravam nas feiras que se faziam pelas redondezas.
No Orvalho, havia nesse tempo uma familia de
negociantes lembro me do Horacio e do pai que se deslocavam muitas
vezes á nosa terra fazendo a venda desses animais
A matança do porco era um dia de festa.
A aldeia é pequena e toda a gente sabia quem matava nesse dia.
Juntavam-se a familia e amigos. Normalmente uma familia matava um porquinho, mas familias que geralmente matavam dois porcos num ano,ou porque tinham mais posses ou familias numerosas.
E no meio disto tudo as gentes convivam, era uma festa
Fazia-se a matança do porco e pendurava-se.
Havia na terra o ti Chico capador ou o ti Manuel capador que eram convidados para matar, abrir e desmanchar o animal.
Depois fazia-se a festa que tradicionalmente consistia em comer uma bela jantarada , com carne do porco regada com o vinho a sair do pipo.
Naquele tempo a vida era assim. Geralmente vinham tambem os vizinhos. para
agarrarem e segurarem o porco, que nem sempre era facil. Dependia das pessoas e das capacidades para essa tarefa
O trabalho das mulheres era um trabalho árduo até a primeira coisa que
faziam era aparar o sangue e depois mexiam para ele não coalhar, para depois fazerem o fumeiro que consistia em chouriças, morcelas, farinheiras etc etc. Eram elas tambem que escolhiam as carnes e confecionavam os petiscos que iriam servir de repasto aos presentes Consistia em cozer o sangue que estava coalhado, e o chanmado sarrabulho das miudezas do porco
Na altura não havia arcas congeladoras. O Fumeiro era pendurado e seco no caniço, algum metido depois no azeite, e para as carnes havia sim grandes arcas salgadeiras onde se conservava a carne metida no sal
Essas carnes e o fumeiro iam servindo ao longo do tempo para
o governo da casa como costumavam dizer.
(fotos de pesquisa google autores desconhecidos)
Lembro me que há muitos anos atraz qualquer familia em Bogas de Baixo,
mesmo as mais carenciadas criavam um porquinho que normalmente era comprado em pequeno a criadores e vendedores que se deslocavam á
nossa terra com camionetas carregadas ou compravam nas feiras que se faziam pelas redondezas.
No Orvalho, havia nesse tempo uma familia de
negociantes lembro me do Horacio e do pai que se deslocavam muitas
vezes á nosa terra fazendo a venda desses animais
A matança do porco era um dia de festa.
A aldeia é pequena e toda a gente sabia quem matava nesse dia.
Juntavam-se a familia e amigos. Normalmente uma familia matava um porquinho, mas familias que geralmente matavam dois porcos num ano,ou porque tinham mais posses ou familias numerosas.
E no meio disto tudo as gentes convivam, era uma festa
Fazia-se a matança do porco e pendurava-se.
Havia na terra o ti Chico capador ou o ti Manuel capador que eram convidados para matar, abrir e desmanchar o animal.
Depois fazia-se a festa que tradicionalmente consistia em comer uma bela jantarada , com carne do porco regada com o vinho a sair do pipo.
Naquele tempo a vida era assim. Geralmente vinham tambem os vizinhos. para
agarrarem e segurarem o porco, que nem sempre era facil. Dependia das pessoas e das capacidades para essa tarefa
O trabalho das mulheres era um trabalho árduo até a primeira coisa que
faziam era aparar o sangue e depois mexiam para ele não coalhar, para depois fazerem o fumeiro que consistia em chouriças, morcelas, farinheiras etc etc. Eram elas tambem que escolhiam as carnes e confecionavam os petiscos que iriam servir de repasto aos presentes Consistia em cozer o sangue que estava coalhado, e o chanmado sarrabulho das miudezas do porco
Na altura não havia arcas congeladoras. O Fumeiro era pendurado e seco no caniço, algum metido depois no azeite, e para as carnes havia sim grandes arcas salgadeiras onde se conservava a carne metida no sal
Essas carnes e o fumeiro iam servindo ao longo do tempo para
o governo da casa como costumavam dizer.
(fotos de pesquisa google autores desconhecidos)
Nas décadas 50/60 a vida era assim
Há muitos anos quando era ainda jovem, em Bogas os poucos carros que havia (um ou dois)
E aqui pelas terras nossas vizinhas tambem era assim
Não tinham cintos de segurança não tinham encostos de cabeça nem airbags
A cama não tinha grades e os brinquedos eram normalmente feitos com pedaços de qualquer material que ás vezes tinham chumbo , amianto ou outro veneno qualquer
Lá em casa não havia armarios fechados á chave onde estavan os medicamentos detergentes ou quimicos nessa altura usava se muito a criolina mas não mechiamos
Jà havia bicicletas e a gente andava para cá e para lá sem caneleiras nem capacetes
Bebiamos agua do cantaro de barro, de qualquer mangueira ou qualquer fonte
não havia aguas engarrafadas as chamadas estreilizadas
Com uns roletes e um pedaço de tábua construiamos aqueles carrinhos tipo kart e deciamos pelas barreiras a ver quem andava com mais velocidade
Quando chegávamos ao fim não tinhamos solas nos sapatos pois faziam de travão
Normalmente tinhamos escola na parte da manhã, iamos a casa ás vezes almoçavamos um simples pedaço de broa e iamos brincar para a rua livremente com uma unica condição (voltar para casa antes de ser noite)
Não havia telemoveis e para nos contactarem as nossas mães tinham que andar por ali aos gritos O Luissss...... Oh Zéeee .......
às vezes apanhávamso piolhos que tratavamos com DDT
Quando havia zaragata ou a gente caía e se aleijava não havia queixumes e curavamo nos quase sempre sem ver um médico
Comiamos rebuçados e outras guloseimas, como a broa com açucar ou azeite e ninguem falava de obesidade, eramos super activos
Compravamos pirolitos ali na taverna do ti Zé António e todos bebiamos um pouco da mesma garafa e nunca ninguém morreu por isso
Não havia computadores , internet, telemóveis, não havia videos nem cassetes DVD Havia sim amigos só amigos
A pé ou de bicicleta iamos visitar os amigos mesmo aqueles que moravam mais longe, entravamos sem bater á porta e iamos brincar
Jogávamos á bola na rua com duas pedras a fazer de baliza com bolas de trapo sempre que um ou outro não tinha lugar na equipa não ficava zangado nem era o fim do mundo
Na escola eramos muitos, uns passavam de classe outros reprovavam e nem por isso tinham que ir ao psicólogo
Quem não passava repetia no ano seguinte simplesmente
As nossas festas e bailaricos eram animadas com um velho gira discos com discos de vinil
Tinhamos deveres , fracassos e conquistas, mas tinhamos liberdade para aprender a lidar com eles
E agora perguntam os mais novos; Como é que conseguiram sobreviver
considerando a nossa vida de então uma chatice
Mas eramos felizes
Ainda alguem se lembra desse tempo?
E aqui pelas terras nossas vizinhas tambem era assim
Não tinham cintos de segurança não tinham encostos de cabeça nem airbags
A cama não tinha grades e os brinquedos eram normalmente feitos com pedaços de qualquer material que ás vezes tinham chumbo , amianto ou outro veneno qualquer
Lá em casa não havia armarios fechados á chave onde estavan os medicamentos detergentes ou quimicos nessa altura usava se muito a criolina mas não mechiamos
Jà havia bicicletas e a gente andava para cá e para lá sem caneleiras nem capacetes
Bebiamos agua do cantaro de barro, de qualquer mangueira ou qualquer fonte
não havia aguas engarrafadas as chamadas estreilizadas
Com uns roletes e um pedaço de tábua construiamos aqueles carrinhos tipo kart e deciamos pelas barreiras a ver quem andava com mais velocidade
Quando chegávamos ao fim não tinhamos solas nos sapatos pois faziam de travão
Normalmente tinhamos escola na parte da manhã, iamos a casa ás vezes almoçavamos um simples pedaço de broa e iamos brincar para a rua livremente com uma unica condição (voltar para casa antes de ser noite)
Não havia telemoveis e para nos contactarem as nossas mães tinham que andar por ali aos gritos O Luissss...... Oh Zéeee .......
às vezes apanhávamso piolhos que tratavamos com DDT
Quando havia zaragata ou a gente caía e se aleijava não havia queixumes e curavamo nos quase sempre sem ver um médico
Comiamos rebuçados e outras guloseimas, como a broa com açucar ou azeite e ninguem falava de obesidade, eramos super activos
Compravamos pirolitos ali na taverna do ti Zé António e todos bebiamos um pouco da mesma garafa e nunca ninguém morreu por isso
Não havia computadores , internet, telemóveis, não havia videos nem cassetes DVD Havia sim amigos só amigos
A pé ou de bicicleta iamos visitar os amigos mesmo aqueles que moravam mais longe, entravamos sem bater á porta e iamos brincar
Jogávamos á bola na rua com duas pedras a fazer de baliza com bolas de trapo sempre que um ou outro não tinha lugar na equipa não ficava zangado nem era o fim do mundo
Na escola eramos muitos, uns passavam de classe outros reprovavam e nem por isso tinham que ir ao psicólogo
Quem não passava repetia no ano seguinte simplesmente
As nossas festas e bailaricos eram animadas com um velho gira discos com discos de vinil
Tinhamos deveres , fracassos e conquistas, mas tinhamos liberdade para aprender a lidar com eles
E agora perguntam os mais novos; Como é que conseguiram sobreviver
considerando a nossa vida de então uma chatice
Mas eramos felizes
Ainda alguem se lembra desse tempo?
Visitas vêm de todo o mundo (IV)
É imperativo parar um pouco pelo nosso País de onde são a maior parte das visitas ao Blogue. E para que os meus visitantes do resto do mundo possam tambem conhecer os sitios lindos que o nosso Portugal possui ao longo da Costa Atlantica e muito especialmente do interior que este Blogue tem por missão divulgar,Inicio esta viajem pelos locais de onde mais portugueses seguem o Ecos de Bogas de Baixo que é Lisboa que podemos deliciar nos uma vista parcial desde o Castelo de São Jorge
A Baixa Lisboeta com o Tejo e a ponte 25 de Abril no horizonte
Entramos directamente no centro do Porto pela Avenida dos Aliados , inicialmente, Avenida das Nações Aliadas foi aberta em 1916, nos terrenos a norte da Praça da Liberdade (Ver mais)
Descemos até Coimbra e mostro vos a antiga Universidade que continua a ser um exlibris da cidade do Mondego
Ainda em Coimbra, Roda e moinho da Vala do Monte na reserva Natural do Paul de Arzila
Entretanto chegamos a Leiria vista das amuradas do seu Castelo e de onde se pode avistar uma linda região que vai até á Marinha Grande
Destas cidades bem como de outras Localidades situadas entre as mesmas, como por exemplo Aveiro, Figueira da Foz. Marinha Grande, Fatima Alenquer, Odivelas etc etc diariamente visitam o Ecos de Bogas de Baixo, muito embora não comentem sinto que continuam interessados nas postagens que aqui publico
A todos agradeço o tempo que gastam em visitar o Blogue e espero continuar a vê los por cá.
Hoje fico por aqui mas prometo continuar a viajem por Portugal num agardecimento aos milhares d e Portugueses que visitam O Ecos de Bogas de Baixo
A Baixa Lisboeta com o Tejo e a ponte 25 de Abril no horizonte
Entramos directamente no centro do Porto pela Avenida dos Aliados , inicialmente, Avenida das Nações Aliadas foi aberta em 1916, nos terrenos a norte da Praça da Liberdade (Ver mais)
Descemos até Coimbra e mostro vos a antiga Universidade que continua a ser um exlibris da cidade do Mondego
Ainda em Coimbra, Roda e moinho da Vala do Monte na reserva Natural do Paul de Arzila
Entretanto chegamos a Leiria vista das amuradas do seu Castelo e de onde se pode avistar uma linda região que vai até á Marinha Grande
Destas cidades bem como de outras Localidades situadas entre as mesmas, como por exemplo Aveiro, Figueira da Foz. Marinha Grande, Fatima Alenquer, Odivelas etc etc diariamente visitam o Ecos de Bogas de Baixo, muito embora não comentem sinto que continuam interessados nas postagens que aqui publico
A todos agradeço o tempo que gastam em visitar o Blogue e espero continuar a vê los por cá.
Hoje fico por aqui mas prometo continuar a viajem por Portugal num agardecimento aos milhares d e Portugueses que visitam O Ecos de Bogas de Baixo
Visitas vêm de todo o mundo (III)
Saímos do Continente Americano atravessamos o Atlantico em direção de África
E embora da àfrica do Sul onde existe uma aceitável comunidade Lusa, visitando este blogue assiduamente, parei em Joanesburgo por ser a
maior cidade da África do Sul. Com cerca de 5,3 milhões de habitantes, é a quarta maior do continente africano (superada pelo Cairo, Lagos e Kinshasa), e é a capital da província de Gauteng bem como sede da Corte Constitucional Sul-africana.
Está a uma altitude de 1 753 metros acima do nível do mar. Foi fundada em 1886 com a descoberta de ouro na zona. Em 1900 tinha já 100 mil habitantes. É o maior centro industrial e financeiro do país.
Da Africa do Sul entramos directamente em Moçambique nossa antiga Colónia e onde por obrigações á Pátria estive mais de 2 anos cumprindo os deveres militares
Pisei pela primeira vez terra Moçambicana, nesta grande cidade que é Maputo e se chamava Lourenço Marques nessa época.
Desfilei nesta avenida
De Moçambique visitam o Blog muitas vezes alguns dos seus residentes
De Luanda e de outras cidades angolanas aparecem me muitas vezes sinais de visitantes vindos daquele País Africano outrora tambem uma provincia Ultramarina sob o comando de Portugal
Por isso em Angola há ainda hoje muitos Portugueses e sobretudo em Luanda onde Gentes da nossa aldeia construiram empresas estou a recordar me de elementos das Familias Gama e Mota
Continuarei numa proxima postagem esta viagem pelos locais das visitas ao ECOS de BOGAS de BAIXO
E embora da àfrica do Sul onde existe uma aceitável comunidade Lusa, visitando este blogue assiduamente, parei em Joanesburgo por ser a
maior cidade da África do Sul. Com cerca de 5,3 milhões de habitantes, é a quarta maior do continente africano (superada pelo Cairo, Lagos e Kinshasa), e é a capital da província de Gauteng bem como sede da Corte Constitucional Sul-africana.
Está a uma altitude de 1 753 metros acima do nível do mar. Foi fundada em 1886 com a descoberta de ouro na zona. Em 1900 tinha já 100 mil habitantes. É o maior centro industrial e financeiro do país.
Da Africa do Sul entramos directamente em Moçambique nossa antiga Colónia e onde por obrigações á Pátria estive mais de 2 anos cumprindo os deveres militares
Pisei pela primeira vez terra Moçambicana, nesta grande cidade que é Maputo e se chamava Lourenço Marques nessa época.
Desfilei nesta avenida
De Moçambique visitam o Blog muitas vezes alguns dos seus residentes
De Luanda e de outras cidades angolanas aparecem me muitas vezes sinais de visitantes vindos daquele País Africano outrora tambem uma provincia Ultramarina sob o comando de Portugal
Por isso em Angola há ainda hoje muitos Portugueses e sobretudo em Luanda onde Gentes da nossa aldeia construiram empresas estou a recordar me de elementos das Familias Gama e Mota
Continuarei numa proxima postagem esta viagem pelos locais das visitas ao ECOS de BOGAS de BAIXO
Visitas vêm de todo o mundo (II)
Continuando a minha pesquisa pelos paises de onde veem mais visitantes, continuo ainda na América
Começo pelos EUA pois deste Grande País vem gente dos mais diversos estados Desde Nova Iorque até á FloridaPodemos apreciar esta ultima imagem da FLORIDA
Entramos agora no CANADá e até á cidade de Toronto
Tambem de Vancouver nos visitam varias pessoas que penso serem pelo menos Portugueses a viver naquela cidade do Canadá se não mesmo oriundos da nossa terra ou das terras vizinhas
Da Argentina chegam mais visitas e comentarios ao Ecos de Bogas de Baixo
Pessoalmente estou muito grato a toda esta gente que perde alguns minutos das suas horas de ócio para visitarem o Ecos de Bogas de Baixo
Esta é uma imagem do Palacio dos Congressos
República Argentina, é um estado soberano localizado no extremo sul da América do Sul. Está dividida em 23 províncias e uma cidade autônoma, Buenos Aires, a capital
os seus quarenta milhões de habitantes dividem bons índices de desenvolvimento humano, renda per capita, nível de crescimento econômico e qualidade de vida, que se encontram entre os mais altos da América Latina
Começo pelos EUA pois deste Grande País vem gente dos mais diversos estados Desde Nova Iorque até á FloridaPodemos apreciar esta ultima imagem da FLORIDA
Entramos agora no CANADá e até á cidade de Toronto
Tambem de Vancouver nos visitam varias pessoas que penso serem pelo menos Portugueses a viver naquela cidade do Canadá se não mesmo oriundos da nossa terra ou das terras vizinhas
Da Argentina chegam mais visitas e comentarios ao Ecos de Bogas de Baixo
Pessoalmente estou muito grato a toda esta gente que perde alguns minutos das suas horas de ócio para visitarem o Ecos de Bogas de Baixo
Esta é uma imagem do Palacio dos Congressos
República Argentina, é um estado soberano localizado no extremo sul da América do Sul. Está dividida em 23 províncias e uma cidade autônoma, Buenos Aires, a capital
os seus quarenta milhões de habitantes dividem bons índices de desenvolvimento humano, renda per capita, nível de crescimento econômico e qualidade de vida, que se encontram entre os mais altos da América Latina
Visitas vêm de todo o mundo (I)
Continuando a minha viajem pelos locais de onde vêm a maior quantidade de visitantes ao Ecos de Bogas de Baixo, dou um salto até ao Brasil.
País que com Portugal mais visitantes vêm o Ecos. Tambem porque é um país nosso irmão com a mesma lingua de Camões
Merecem por isso esta pequena referencia Evidentemente que veem de todo o Brasil destacando se o Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia,Salvador, Pará de Minas, Porto VelhoOutras grandes cidades espalhadas por todo o Brasil visitam este blogue como, Araraquara, Rio Grande do Sul, Bahia, Santa Catarina, Maringá, Vitória, Paraná, Chavantes,etc etc.
Muitos mais locais do Brasil veem até nós mas de momento foram estes os que consegui fixar
Imagens do Carnaval Carioca
Para poderem visualizar outras imagens do Brasil, fotos de rara beleza, aconselho vos a visitar esta PÀGINA de onde retirei algumas imagens
PS- Continuarei a percorrer os lugares de onde veem os visitantes do Ecos de Bogas de Baixo
País que com Portugal mais visitantes vêm o Ecos. Tambem porque é um país nosso irmão com a mesma lingua de Camões
Merecem por isso esta pequena referencia Evidentemente que veem de todo o Brasil destacando se o Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia,Salvador, Pará de Minas, Porto VelhoOutras grandes cidades espalhadas por todo o Brasil visitam este blogue como, Araraquara, Rio Grande do Sul, Bahia, Santa Catarina, Maringá, Vitória, Paraná, Chavantes,etc etc.
Muitos mais locais do Brasil veem até nós mas de momento foram estes os que consegui fixar
Imagens do Carnaval Carioca
Para poderem visualizar outras imagens do Brasil, fotos de rara beleza, aconselho vos a visitar esta PÀGINA de onde retirei algumas imagens
PS- Continuarei a percorrer os lugares de onde veem os visitantes do Ecos de Bogas de Baixo
Visitas vêm de todo o mundo
O Blogue Ecos de Bogas de Baixo, é visitado por pessoas vindas das mais diversas partes do mundo
Hoje vou lembrar alguns desses lugares onde vivem especialmente muitos Boguenses porque creio serem estes os visitantes mais assiduos do blogue de recordações da nossa terra
Inicio esta viajem em França onde a nossa comunidade Boguense é maior.
Catedral de Noyal Sur Vilaine que é uma comuna francesa na região administrativa da Bretanha, no departamento Ille-et-Vilaine. Estende-se por uma área de 30,74 km², com 6.089 habitantes, segundo os censos de 2008, com uma densidade 133 hab/km².
Viry Chatilon é uma comuna francesa situada a 20 Kms a sudoeste de Paris
département de l’Essonne e na região Île-de-France.
Catedral de Evreux, que é uma cidade francesa na região administrativa da Alta-Normandia, no departamento Eure. Estende-se por uma área de 26,46 km², com 49.103 habitantes, segundo os censos de 1999, com uma densidade 1.856 hab/km².
Saint Quentin é uma cidade francesa onde habitam familiares como a minha madrinha irmã da minha mae e seus filhos e netos, situada no departamento de Aisne, na região da Picardia. População de 59.066 habitantes em 1999. ...
Mairie de Darveil nos subúrbios ao sul de Paris , fica localizada a +/- 19 Kms do centro de Paris A antiga aldeia de Champrosay agora faz parte do municípi Os Habitantes de Draveil são conhecidos como Draveillois
Juvisy sur Orge, cidade francesa situada a 18 kms a sud-est de Paris no Departamento de l’Essonne região Ille de France É a capital do cantão de Juvisy-sur-Orge e na sede da comunidade urbana de Portas de Essonne.
E por hoje fico me por aqui prometendo continuar esta viajem pelo mundo á procura dos visitantes e amigos do Blogue Ecos de Bogas de Baixo
Hoje vou lembrar alguns desses lugares onde vivem especialmente muitos Boguenses porque creio serem estes os visitantes mais assiduos do blogue de recordações da nossa terra
Inicio esta viajem em França onde a nossa comunidade Boguense é maior.
Catedral de Noyal Sur Vilaine que é uma comuna francesa na região administrativa da Bretanha, no departamento Ille-et-Vilaine. Estende-se por uma área de 30,74 km², com 6.089 habitantes, segundo os censos de 2008, com uma densidade 133 hab/km².
Viry Chatilon é uma comuna francesa situada a 20 Kms a sudoeste de Paris
département de l’Essonne e na região Île-de-France.
Catedral de Evreux, que é uma cidade francesa na região administrativa da Alta-Normandia, no departamento Eure. Estende-se por uma área de 26,46 km², com 49.103 habitantes, segundo os censos de 1999, com uma densidade 1.856 hab/km².
Saint Quentin é uma cidade francesa onde habitam familiares como a minha madrinha irmã da minha mae e seus filhos e netos, situada no departamento de Aisne, na região da Picardia. População de 59.066 habitantes em 1999. ...
Mairie de Darveil nos subúrbios ao sul de Paris , fica localizada a +/- 19 Kms do centro de Paris A antiga aldeia de Champrosay agora faz parte do municípi Os Habitantes de Draveil são conhecidos como Draveillois
Juvisy sur Orge, cidade francesa situada a 18 kms a sud-est de Paris no Departamento de l’Essonne região Ille de France É a capital do cantão de Juvisy-sur-Orge e na sede da comunidade urbana de Portas de Essonne.
E por hoje fico me por aqui prometendo continuar esta viajem pelo mundo á procura dos visitantes e amigos do Blogue Ecos de Bogas de Baixo
Morreu o Xico Zé
Francisco José Tavares tinha varios amigos em Bogas de Baixo e eu era um deles
Deixou nos para sempre
Á familia enlutada deixo as minhas sinceras condolencias
Foi uma pessoa com quem privei e muito amiga
Paz á sua alma
Partilho com tods vós esta noticia retirada da net
Morreu o Chico Zé, uma das figuras mais populares do Fundão e do panorama desportivo e sindical. Francisco José Tavares tinha 83 anos e faleceu este sábado no Centro Hospitalar da Cova da Beira onde estava internado desde o último domingo. Francisco José Tavares era natural de Beja mas estava radicado no Fundão há mais de 40 anos. O funeral de Francisco José Tavares está marcado para este domingo às 17 horas na igreja matriz do Fundão.
Militante do PCP e por diversas vezes eleito da CDU na Assembleia Municipal do Fundão e na Assembleia de Freguesia do Fundão, Francisco José Tavares era conhecido pela forma “humilde” como se relacionava, até, com os seus adversários políticos.
O convívio salutar, a generosidade e determinação do “eterno lutador” são recordados por um amigo do Fundão e um companheiro de jornadas na política e no sindicalismo. Os depoimentos de Eduardo Saraiva (que integrou a comissão de homenagem a Francisco José em 2002) e Luís Garra (coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco) para ouvir …
No dia do último adeus ao Chico Zé recuperamos uma das últimas entrevistas dadas à imprensa. Em 2002 quando recebeu do Secretário de Estado do Desporto, Hermínio Loureiro, o Diploma de Mérito Desportivo, Francisco José fez um balanço da sua actividade política e sindical.
Além do reconhecimento do Governo, Francisco José Tavares recebeu em 1992 a Medalha de Prata de Mérito Municipal do Fundão.
Fundador do Clube Académico do Fundão, Chico Zé lançou a prática do hóquei em patins no Clube Desportivo das Minas da Panasqueira e foi sócio de várias colectividades e organizações. No plano sindical, Francisco José Tavares foi durante muitos anos dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local.
Por: Dulce Gabriel
Deixou nos para sempre
Á familia enlutada deixo as minhas sinceras condolencias
Foi uma pessoa com quem privei e muito amiga
Paz á sua alma
Partilho com tods vós esta noticia retirada da net
Morreu o Chico Zé, uma das figuras mais populares do Fundão e do panorama desportivo e sindical. Francisco José Tavares tinha 83 anos e faleceu este sábado no Centro Hospitalar da Cova da Beira onde estava internado desde o último domingo. Francisco José Tavares era natural de Beja mas estava radicado no Fundão há mais de 40 anos. O funeral de Francisco José Tavares está marcado para este domingo às 17 horas na igreja matriz do Fundão.
Militante do PCP e por diversas vezes eleito da CDU na Assembleia Municipal do Fundão e na Assembleia de Freguesia do Fundão, Francisco José Tavares era conhecido pela forma “humilde” como se relacionava, até, com os seus adversários políticos.
O convívio salutar, a generosidade e determinação do “eterno lutador” são recordados por um amigo do Fundão e um companheiro de jornadas na política e no sindicalismo. Os depoimentos de Eduardo Saraiva (que integrou a comissão de homenagem a Francisco José em 2002) e Luís Garra (coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco) para ouvir …
No dia do último adeus ao Chico Zé recuperamos uma das últimas entrevistas dadas à imprensa. Em 2002 quando recebeu do Secretário de Estado do Desporto, Hermínio Loureiro, o Diploma de Mérito Desportivo, Francisco José fez um balanço da sua actividade política e sindical.
Além do reconhecimento do Governo, Francisco José Tavares recebeu em 1992 a Medalha de Prata de Mérito Municipal do Fundão.
Fundador do Clube Académico do Fundão, Chico Zé lançou a prática do hóquei em patins no Clube Desportivo das Minas da Panasqueira e foi sócio de várias colectividades e organizações. No plano sindical, Francisco José Tavares foi durante muitos anos dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local.
Por: Dulce Gabriel
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