A MATANÇA DO PORCO
Lembro me que há muitos anos atraz qualquer familia em Bogas de Baixo,
mesmo as mais carenciadas criavam um porquinho que normalmente era comprado em pequeno a criadores e vendedores que se deslocavam á
nossa terra com camionetas carregadas ou compravam nas feiras que se faziam pelas redondezas.
No Orvalho, havia nesse tempo uma familia de
negociantes lembro me do Horacio e do pai que se deslocavam muitas
vezes á nosa terra fazendo a venda desses animais
A matança do porco era um dia de festa.
A aldeia é pequena e toda a gente sabia quem matava nesse dia.
Juntavam-se a familia e amigos. Normalmente uma familia matava um porquinho, mas familias que geralmente matavam dois porcos num ano,ou porque tinham mais posses ou familias numerosas.
E no meio disto tudo as gentes convivam, era uma festa
Fazia-se a matança do porco e pendurava-se.
Havia na terra o ti Chico capador ou o ti Manuel capador que eram convidados para matar, abrir e desmanchar o animal.
Depois fazia-se a festa que tradicionalmente consistia em comer uma bela jantarada , com carne do porco regada com o vinho a sair do pipo.
Naquele tempo a vida era assim. Geralmente vinham tambem os vizinhos. para
agarrarem e segurarem o porco, que nem sempre era facil. Dependia das pessoas e das capacidades para essa tarefa
O trabalho das mulheres era um trabalho árduo até a primeira coisa que
faziam era aparar o sangue e depois mexiam para ele não coalhar, para depois fazerem o fumeiro que consistia em chouriças, morcelas, farinheiras etc etc. Eram elas tambem que escolhiam as carnes e confecionavam os petiscos que iriam servir de repasto aos presentes Consistia em cozer o sangue que estava coalhado, e o chanmado sarrabulho das miudezas do porco
Na altura não havia arcas congeladoras. O Fumeiro era pendurado e seco no caniço, algum metido depois no azeite, e para as carnes havia sim grandes arcas salgadeiras onde se conservava a carne metida no sal
Essas carnes e o fumeiro iam servindo ao longo do tempo para
o governo da casa como costumavam dizer.
(fotos de pesquisa google autores desconhecidos)
Nas décadas 50/60 a vida era assim
Há muitos anos quando era ainda jovem, em Bogas os poucos carros que havia (um ou dois)
E aqui pelas terras nossas vizinhas tambem era assim
Não tinham cintos de segurança não tinham encostos de cabeça nem airbags
A cama não tinha grades e os brinquedos eram normalmente feitos com pedaços de qualquer material que ás vezes tinham chumbo , amianto ou outro veneno qualquer
Lá em casa não havia armarios fechados á chave onde estavan os medicamentos detergentes ou quimicos nessa altura usava se muito a criolina mas não mechiamos
Jà havia bicicletas e a gente andava para cá e para lá sem caneleiras nem capacetes
Bebiamos agua do cantaro de barro, de qualquer mangueira ou qualquer fonte
não havia aguas engarrafadas as chamadas estreilizadas
Com uns roletes e um pedaço de tábua construiamos aqueles carrinhos tipo kart e deciamos pelas barreiras a ver quem andava com mais velocidade
Quando chegávamos ao fim não tinhamos solas nos sapatos pois faziam de travão
Normalmente tinhamos escola na parte da manhã, iamos a casa ás vezes almoçavamos um simples pedaço de broa e iamos brincar para a rua livremente com uma unica condição (voltar para casa antes de ser noite)
Não havia telemoveis e para nos contactarem as nossas mães tinham que andar por ali aos gritos O Luissss...... Oh Zéeee .......
às vezes apanhávamso piolhos que tratavamos com DDT
Quando havia zaragata ou a gente caía e se aleijava não havia queixumes e curavamo nos quase sempre sem ver um médico
Comiamos rebuçados e outras guloseimas, como a broa com açucar ou azeite e ninguem falava de obesidade, eramos super activos
Compravamos pirolitos ali na taverna do ti Zé António e todos bebiamos um pouco da mesma garafa e nunca ninguém morreu por isso
Não havia computadores , internet, telemóveis, não havia videos nem cassetes DVD Havia sim amigos só amigos
A pé ou de bicicleta iamos visitar os amigos mesmo aqueles que moravam mais longe, entravamos sem bater á porta e iamos brincar
Jogávamos á bola na rua com duas pedras a fazer de baliza com bolas de trapo sempre que um ou outro não tinha lugar na equipa não ficava zangado nem era o fim do mundo
Na escola eramos muitos, uns passavam de classe outros reprovavam e nem por isso tinham que ir ao psicólogo
Quem não passava repetia no ano seguinte simplesmente
As nossas festas e bailaricos eram animadas com um velho gira discos com discos de vinil
Tinhamos deveres , fracassos e conquistas, mas tinhamos liberdade para aprender a lidar com eles
E agora perguntam os mais novos; Como é que conseguiram sobreviver
considerando a nossa vida de então uma chatice
Mas eramos felizes
Ainda alguem se lembra desse tempo?
E aqui pelas terras nossas vizinhas tambem era assim
Não tinham cintos de segurança não tinham encostos de cabeça nem airbags
A cama não tinha grades e os brinquedos eram normalmente feitos com pedaços de qualquer material que ás vezes tinham chumbo , amianto ou outro veneno qualquer
Lá em casa não havia armarios fechados á chave onde estavan os medicamentos detergentes ou quimicos nessa altura usava se muito a criolina mas não mechiamos
Jà havia bicicletas e a gente andava para cá e para lá sem caneleiras nem capacetes
Bebiamos agua do cantaro de barro, de qualquer mangueira ou qualquer fonte
não havia aguas engarrafadas as chamadas estreilizadas
Com uns roletes e um pedaço de tábua construiamos aqueles carrinhos tipo kart e deciamos pelas barreiras a ver quem andava com mais velocidade
Quando chegávamos ao fim não tinhamos solas nos sapatos pois faziam de travão
Normalmente tinhamos escola na parte da manhã, iamos a casa ás vezes almoçavamos um simples pedaço de broa e iamos brincar para a rua livremente com uma unica condição (voltar para casa antes de ser noite)
Não havia telemoveis e para nos contactarem as nossas mães tinham que andar por ali aos gritos O Luissss...... Oh Zéeee .......
às vezes apanhávamso piolhos que tratavamos com DDT
Quando havia zaragata ou a gente caía e se aleijava não havia queixumes e curavamo nos quase sempre sem ver um médico
Comiamos rebuçados e outras guloseimas, como a broa com açucar ou azeite e ninguem falava de obesidade, eramos super activos
Compravamos pirolitos ali na taverna do ti Zé António e todos bebiamos um pouco da mesma garafa e nunca ninguém morreu por isso
Não havia computadores , internet, telemóveis, não havia videos nem cassetes DVD Havia sim amigos só amigos
A pé ou de bicicleta iamos visitar os amigos mesmo aqueles que moravam mais longe, entravamos sem bater á porta e iamos brincar
Jogávamos á bola na rua com duas pedras a fazer de baliza com bolas de trapo sempre que um ou outro não tinha lugar na equipa não ficava zangado nem era o fim do mundo
Na escola eramos muitos, uns passavam de classe outros reprovavam e nem por isso tinham que ir ao psicólogo
Quem não passava repetia no ano seguinte simplesmente
As nossas festas e bailaricos eram animadas com um velho gira discos com discos de vinil
Tinhamos deveres , fracassos e conquistas, mas tinhamos liberdade para aprender a lidar com eles
E agora perguntam os mais novos; Como é que conseguiram sobreviver
considerando a nossa vida de então uma chatice
Mas eramos felizes
Ainda alguem se lembra desse tempo?
Visitas vêm de todo o mundo (IV)
É imperativo parar um pouco pelo nosso País de onde são a maior parte das visitas ao Blogue. E para que os meus visitantes do resto do mundo possam tambem conhecer os sitios lindos que o nosso Portugal possui ao longo da Costa Atlantica e muito especialmente do interior que este Blogue tem por missão divulgar,Inicio esta viajem pelos locais de onde mais portugueses seguem o Ecos de Bogas de Baixo que é Lisboa que podemos deliciar nos uma vista parcial desde o Castelo de São Jorge
A Baixa Lisboeta com o Tejo e a ponte 25 de Abril no horizonte
Entramos directamente no centro do Porto pela Avenida dos Aliados , inicialmente, Avenida das Nações Aliadas foi aberta em 1916, nos terrenos a norte da Praça da Liberdade (Ver mais)
Descemos até Coimbra e mostro vos a antiga Universidade que continua a ser um exlibris da cidade do Mondego
Ainda em Coimbra, Roda e moinho da Vala do Monte na reserva Natural do Paul de Arzila
Entretanto chegamos a Leiria vista das amuradas do seu Castelo e de onde se pode avistar uma linda região que vai até á Marinha Grande
Destas cidades bem como de outras Localidades situadas entre as mesmas, como por exemplo Aveiro, Figueira da Foz. Marinha Grande, Fatima Alenquer, Odivelas etc etc diariamente visitam o Ecos de Bogas de Baixo, muito embora não comentem sinto que continuam interessados nas postagens que aqui publico
A todos agradeço o tempo que gastam em visitar o Blogue e espero continuar a vê los por cá.
Hoje fico por aqui mas prometo continuar a viajem por Portugal num agardecimento aos milhares d e Portugueses que visitam O Ecos de Bogas de Baixo
A Baixa Lisboeta com o Tejo e a ponte 25 de Abril no horizonte
Entramos directamente no centro do Porto pela Avenida dos Aliados , inicialmente, Avenida das Nações Aliadas foi aberta em 1916, nos terrenos a norte da Praça da Liberdade (Ver mais)
Descemos até Coimbra e mostro vos a antiga Universidade que continua a ser um exlibris da cidade do Mondego
Ainda em Coimbra, Roda e moinho da Vala do Monte na reserva Natural do Paul de Arzila
Entretanto chegamos a Leiria vista das amuradas do seu Castelo e de onde se pode avistar uma linda região que vai até á Marinha Grande
Destas cidades bem como de outras Localidades situadas entre as mesmas, como por exemplo Aveiro, Figueira da Foz. Marinha Grande, Fatima Alenquer, Odivelas etc etc diariamente visitam o Ecos de Bogas de Baixo, muito embora não comentem sinto que continuam interessados nas postagens que aqui publico
A todos agradeço o tempo que gastam em visitar o Blogue e espero continuar a vê los por cá.
Hoje fico por aqui mas prometo continuar a viajem por Portugal num agardecimento aos milhares d e Portugueses que visitam O Ecos de Bogas de Baixo
Visitas vêm de todo o mundo (III)
Saímos do Continente Americano atravessamos o Atlantico em direção de África
E embora da àfrica do Sul onde existe uma aceitável comunidade Lusa, visitando este blogue assiduamente, parei em Joanesburgo por ser a
maior cidade da África do Sul. Com cerca de 5,3 milhões de habitantes, é a quarta maior do continente africano (superada pelo Cairo, Lagos e Kinshasa), e é a capital da província de Gauteng bem como sede da Corte Constitucional Sul-africana.
Está a uma altitude de 1 753 metros acima do nível do mar. Foi fundada em 1886 com a descoberta de ouro na zona. Em 1900 tinha já 100 mil habitantes. É o maior centro industrial e financeiro do país.
Da Africa do Sul entramos directamente em Moçambique nossa antiga Colónia e onde por obrigações á Pátria estive mais de 2 anos cumprindo os deveres militares
Pisei pela primeira vez terra Moçambicana, nesta grande cidade que é Maputo e se chamava Lourenço Marques nessa época.
Desfilei nesta avenida
De Moçambique visitam o Blog muitas vezes alguns dos seus residentes
De Luanda e de outras cidades angolanas aparecem me muitas vezes sinais de visitantes vindos daquele País Africano outrora tambem uma provincia Ultramarina sob o comando de Portugal
Por isso em Angola há ainda hoje muitos Portugueses e sobretudo em Luanda onde Gentes da nossa aldeia construiram empresas estou a recordar me de elementos das Familias Gama e Mota
Continuarei numa proxima postagem esta viagem pelos locais das visitas ao ECOS de BOGAS de BAIXO
E embora da àfrica do Sul onde existe uma aceitável comunidade Lusa, visitando este blogue assiduamente, parei em Joanesburgo por ser a
maior cidade da África do Sul. Com cerca de 5,3 milhões de habitantes, é a quarta maior do continente africano (superada pelo Cairo, Lagos e Kinshasa), e é a capital da província de Gauteng bem como sede da Corte Constitucional Sul-africana.
Está a uma altitude de 1 753 metros acima do nível do mar. Foi fundada em 1886 com a descoberta de ouro na zona. Em 1900 tinha já 100 mil habitantes. É o maior centro industrial e financeiro do país.
Da Africa do Sul entramos directamente em Moçambique nossa antiga Colónia e onde por obrigações á Pátria estive mais de 2 anos cumprindo os deveres militares
Pisei pela primeira vez terra Moçambicana, nesta grande cidade que é Maputo e se chamava Lourenço Marques nessa época.
Desfilei nesta avenida
De Moçambique visitam o Blog muitas vezes alguns dos seus residentes
De Luanda e de outras cidades angolanas aparecem me muitas vezes sinais de visitantes vindos daquele País Africano outrora tambem uma provincia Ultramarina sob o comando de Portugal
Por isso em Angola há ainda hoje muitos Portugueses e sobretudo em Luanda onde Gentes da nossa aldeia construiram empresas estou a recordar me de elementos das Familias Gama e Mota
Continuarei numa proxima postagem esta viagem pelos locais das visitas ao ECOS de BOGAS de BAIXO
Visitas vêm de todo o mundo (II)
Continuando a minha pesquisa pelos paises de onde veem mais visitantes, continuo ainda na América
Começo pelos EUA pois deste Grande País vem gente dos mais diversos estados Desde Nova Iorque até á FloridaPodemos apreciar esta ultima imagem da FLORIDA
Entramos agora no CANADá e até á cidade de Toronto
Tambem de Vancouver nos visitam varias pessoas que penso serem pelo menos Portugueses a viver naquela cidade do Canadá se não mesmo oriundos da nossa terra ou das terras vizinhas
Da Argentina chegam mais visitas e comentarios ao Ecos de Bogas de Baixo
Pessoalmente estou muito grato a toda esta gente que perde alguns minutos das suas horas de ócio para visitarem o Ecos de Bogas de Baixo
Esta é uma imagem do Palacio dos Congressos
República Argentina, é um estado soberano localizado no extremo sul da América do Sul. Está dividida em 23 províncias e uma cidade autônoma, Buenos Aires, a capital
os seus quarenta milhões de habitantes dividem bons índices de desenvolvimento humano, renda per capita, nível de crescimento econômico e qualidade de vida, que se encontram entre os mais altos da América Latina
Começo pelos EUA pois deste Grande País vem gente dos mais diversos estados Desde Nova Iorque até á FloridaPodemos apreciar esta ultima imagem da FLORIDA
Entramos agora no CANADá e até á cidade de Toronto
Tambem de Vancouver nos visitam varias pessoas que penso serem pelo menos Portugueses a viver naquela cidade do Canadá se não mesmo oriundos da nossa terra ou das terras vizinhas
Da Argentina chegam mais visitas e comentarios ao Ecos de Bogas de Baixo
Pessoalmente estou muito grato a toda esta gente que perde alguns minutos das suas horas de ócio para visitarem o Ecos de Bogas de Baixo
Esta é uma imagem do Palacio dos Congressos
República Argentina, é um estado soberano localizado no extremo sul da América do Sul. Está dividida em 23 províncias e uma cidade autônoma, Buenos Aires, a capital
os seus quarenta milhões de habitantes dividem bons índices de desenvolvimento humano, renda per capita, nível de crescimento econômico e qualidade de vida, que se encontram entre os mais altos da América Latina
Visitas vêm de todo o mundo (I)
Continuando a minha viajem pelos locais de onde vêm a maior quantidade de visitantes ao Ecos de Bogas de Baixo, dou um salto até ao Brasil.
País que com Portugal mais visitantes vêm o Ecos. Tambem porque é um país nosso irmão com a mesma lingua de Camões
Merecem por isso esta pequena referencia Evidentemente que veem de todo o Brasil destacando se o Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia,Salvador, Pará de Minas, Porto VelhoOutras grandes cidades espalhadas por todo o Brasil visitam este blogue como, Araraquara, Rio Grande do Sul, Bahia, Santa Catarina, Maringá, Vitória, Paraná, Chavantes,etc etc.
Muitos mais locais do Brasil veem até nós mas de momento foram estes os que consegui fixar
Imagens do Carnaval Carioca
Para poderem visualizar outras imagens do Brasil, fotos de rara beleza, aconselho vos a visitar esta PÀGINA de onde retirei algumas imagens
PS- Continuarei a percorrer os lugares de onde veem os visitantes do Ecos de Bogas de Baixo
País que com Portugal mais visitantes vêm o Ecos. Tambem porque é um país nosso irmão com a mesma lingua de Camões
Merecem por isso esta pequena referencia Evidentemente que veem de todo o Brasil destacando se o Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia,Salvador, Pará de Minas, Porto VelhoOutras grandes cidades espalhadas por todo o Brasil visitam este blogue como, Araraquara, Rio Grande do Sul, Bahia, Santa Catarina, Maringá, Vitória, Paraná, Chavantes,etc etc.
Muitos mais locais do Brasil veem até nós mas de momento foram estes os que consegui fixar
Imagens do Carnaval Carioca
Para poderem visualizar outras imagens do Brasil, fotos de rara beleza, aconselho vos a visitar esta PÀGINA de onde retirei algumas imagens
PS- Continuarei a percorrer os lugares de onde veem os visitantes do Ecos de Bogas de Baixo
Visitas vêm de todo o mundo
O Blogue Ecos de Bogas de Baixo, é visitado por pessoas vindas das mais diversas partes do mundo
Hoje vou lembrar alguns desses lugares onde vivem especialmente muitos Boguenses porque creio serem estes os visitantes mais assiduos do blogue de recordações da nossa terra
Inicio esta viajem em França onde a nossa comunidade Boguense é maior.
Catedral de Noyal Sur Vilaine que é uma comuna francesa na região administrativa da Bretanha, no departamento Ille-et-Vilaine. Estende-se por uma área de 30,74 km², com 6.089 habitantes, segundo os censos de 2008, com uma densidade 133 hab/km².
Viry Chatilon é uma comuna francesa situada a 20 Kms a sudoeste de Paris
département de l’Essonne e na região Île-de-France.
Catedral de Evreux, que é uma cidade francesa na região administrativa da Alta-Normandia, no departamento Eure. Estende-se por uma área de 26,46 km², com 49.103 habitantes, segundo os censos de 1999, com uma densidade 1.856 hab/km².
Saint Quentin é uma cidade francesa onde habitam familiares como a minha madrinha irmã da minha mae e seus filhos e netos, situada no departamento de Aisne, na região da Picardia. População de 59.066 habitantes em 1999. ...
Mairie de Darveil nos subúrbios ao sul de Paris , fica localizada a +/- 19 Kms do centro de Paris A antiga aldeia de Champrosay agora faz parte do municípi Os Habitantes de Draveil são conhecidos como Draveillois
Juvisy sur Orge, cidade francesa situada a 18 kms a sud-est de Paris no Departamento de l’Essonne região Ille de France É a capital do cantão de Juvisy-sur-Orge e na sede da comunidade urbana de Portas de Essonne.
E por hoje fico me por aqui prometendo continuar esta viajem pelo mundo á procura dos visitantes e amigos do Blogue Ecos de Bogas de Baixo
Hoje vou lembrar alguns desses lugares onde vivem especialmente muitos Boguenses porque creio serem estes os visitantes mais assiduos do blogue de recordações da nossa terra
Inicio esta viajem em França onde a nossa comunidade Boguense é maior.
Catedral de Noyal Sur Vilaine que é uma comuna francesa na região administrativa da Bretanha, no departamento Ille-et-Vilaine. Estende-se por uma área de 30,74 km², com 6.089 habitantes, segundo os censos de 2008, com uma densidade 133 hab/km².
Viry Chatilon é uma comuna francesa situada a 20 Kms a sudoeste de Paris
département de l’Essonne e na região Île-de-France.
Catedral de Evreux, que é uma cidade francesa na região administrativa da Alta-Normandia, no departamento Eure. Estende-se por uma área de 26,46 km², com 49.103 habitantes, segundo os censos de 1999, com uma densidade 1.856 hab/km².
Saint Quentin é uma cidade francesa onde habitam familiares como a minha madrinha irmã da minha mae e seus filhos e netos, situada no departamento de Aisne, na região da Picardia. População de 59.066 habitantes em 1999. ...
Mairie de Darveil nos subúrbios ao sul de Paris , fica localizada a +/- 19 Kms do centro de Paris A antiga aldeia de Champrosay agora faz parte do municípi Os Habitantes de Draveil são conhecidos como Draveillois
Juvisy sur Orge, cidade francesa situada a 18 kms a sud-est de Paris no Departamento de l’Essonne região Ille de France É a capital do cantão de Juvisy-sur-Orge e na sede da comunidade urbana de Portas de Essonne.
E por hoje fico me por aqui prometendo continuar esta viajem pelo mundo á procura dos visitantes e amigos do Blogue Ecos de Bogas de Baixo
Morreu o Xico Zé
Francisco José Tavares tinha varios amigos em Bogas de Baixo e eu era um deles
Deixou nos para sempre
Á familia enlutada deixo as minhas sinceras condolencias
Foi uma pessoa com quem privei e muito amiga
Paz á sua alma
Partilho com tods vós esta noticia retirada da net
Morreu o Chico Zé, uma das figuras mais populares do Fundão e do panorama desportivo e sindical. Francisco José Tavares tinha 83 anos e faleceu este sábado no Centro Hospitalar da Cova da Beira onde estava internado desde o último domingo. Francisco José Tavares era natural de Beja mas estava radicado no Fundão há mais de 40 anos. O funeral de Francisco José Tavares está marcado para este domingo às 17 horas na igreja matriz do Fundão.
Militante do PCP e por diversas vezes eleito da CDU na Assembleia Municipal do Fundão e na Assembleia de Freguesia do Fundão, Francisco José Tavares era conhecido pela forma “humilde” como se relacionava, até, com os seus adversários políticos.
O convívio salutar, a generosidade e determinação do “eterno lutador” são recordados por um amigo do Fundão e um companheiro de jornadas na política e no sindicalismo. Os depoimentos de Eduardo Saraiva (que integrou a comissão de homenagem a Francisco José em 2002) e Luís Garra (coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco) para ouvir …
No dia do último adeus ao Chico Zé recuperamos uma das últimas entrevistas dadas à imprensa. Em 2002 quando recebeu do Secretário de Estado do Desporto, Hermínio Loureiro, o Diploma de Mérito Desportivo, Francisco José fez um balanço da sua actividade política e sindical.
Além do reconhecimento do Governo, Francisco José Tavares recebeu em 1992 a Medalha de Prata de Mérito Municipal do Fundão.
Fundador do Clube Académico do Fundão, Chico Zé lançou a prática do hóquei em patins no Clube Desportivo das Minas da Panasqueira e foi sócio de várias colectividades e organizações. No plano sindical, Francisco José Tavares foi durante muitos anos dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local.
Por: Dulce Gabriel
Deixou nos para sempre
Á familia enlutada deixo as minhas sinceras condolencias
Foi uma pessoa com quem privei e muito amiga
Paz á sua alma
Partilho com tods vós esta noticia retirada da net
Morreu o Chico Zé, uma das figuras mais populares do Fundão e do panorama desportivo e sindical. Francisco José Tavares tinha 83 anos e faleceu este sábado no Centro Hospitalar da Cova da Beira onde estava internado desde o último domingo. Francisco José Tavares era natural de Beja mas estava radicado no Fundão há mais de 40 anos. O funeral de Francisco José Tavares está marcado para este domingo às 17 horas na igreja matriz do Fundão.
Militante do PCP e por diversas vezes eleito da CDU na Assembleia Municipal do Fundão e na Assembleia de Freguesia do Fundão, Francisco José Tavares era conhecido pela forma “humilde” como se relacionava, até, com os seus adversários políticos.
O convívio salutar, a generosidade e determinação do “eterno lutador” são recordados por um amigo do Fundão e um companheiro de jornadas na política e no sindicalismo. Os depoimentos de Eduardo Saraiva (que integrou a comissão de homenagem a Francisco José em 2002) e Luís Garra (coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco) para ouvir …
No dia do último adeus ao Chico Zé recuperamos uma das últimas entrevistas dadas à imprensa. Em 2002 quando recebeu do Secretário de Estado do Desporto, Hermínio Loureiro, o Diploma de Mérito Desportivo, Francisco José fez um balanço da sua actividade política e sindical.
Além do reconhecimento do Governo, Francisco José Tavares recebeu em 1992 a Medalha de Prata de Mérito Municipal do Fundão.
Fundador do Clube Académico do Fundão, Chico Zé lançou a prática do hóquei em patins no Clube Desportivo das Minas da Panasqueira e foi sócio de várias colectividades e organizações. No plano sindical, Francisco José Tavares foi durante muitos anos dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local.
Por: Dulce Gabriel
A Serra tem destas coisas
Já há mais de ano escrevi algo parecido com o que vou escrever hoje, mas vou desvendar mais algumas das melhores lembranças da minha juventude.
Cresci em Bogas de Baixo mas foi nesta aldeia que começou o meu projecto de vida
Ingarnal, é uma aldeia situada nas encostas da Serra da Gardunha, mesmo quase lá no alto do cabeço Sobreiro
Neste momento não deve ter mais de 20 habitantes, mas tem muita gente oriunda do Ingarnal espalhada por esse mundo.
O meu pai nasceu aqui
Aqui passei muitos momentos da minha infancia
Quase toda a população do Ingarnal são meus familiares e aqueles que não são considero os como tal
Esta aldeia é uma familia, as suas gentes dão se todos como irmãos
Gostaria de ver o Ingarnal a ser visitado pelo turismo, dado que a sua localização é extraordinária
Muitas vezes dei comigo a imaginar como seria optimo poder viver naquela aldeia da serra com uma beleza sem igual
Daqui avista se quase toda a parte sul da Beira Baixa.
Á noite é extraodinaria a visão que temos de todas aquelas luzes que se podem avistar até onde a nossa vista alcança
Agora que o Parque Eolico da Gardunha é uma realidade o Ingarnal passa sem duvida a ser um ponto de passagem para o Parque
Muitos dos terrenos onde se construiu o Parque são propriedade de gentes do Ingarnal.
Já pasei por locais onde existem estancias turisticas com menos recursos que o Ingarnal. especialmente no que diz respeito a turismo de montanha
Algumas das imagens fazem parte da pagina que ja existe na net sobre o ingarnal e que pode ser vista clicando em INGARNAL
Cresci em Bogas de Baixo mas foi nesta aldeia que começou o meu projecto de vida
Ingarnal, é uma aldeia situada nas encostas da Serra da Gardunha, mesmo quase lá no alto do cabeço Sobreiro
Neste momento não deve ter mais de 20 habitantes, mas tem muita gente oriunda do Ingarnal espalhada por esse mundo.
O meu pai nasceu aqui
Aqui passei muitos momentos da minha infancia
Quase toda a população do Ingarnal são meus familiares e aqueles que não são considero os como tal
Esta aldeia é uma familia, as suas gentes dão se todos como irmãos
Gostaria de ver o Ingarnal a ser visitado pelo turismo, dado que a sua localização é extraordinária
Muitas vezes dei comigo a imaginar como seria optimo poder viver naquela aldeia da serra com uma beleza sem igual
Daqui avista se quase toda a parte sul da Beira Baixa.
Á noite é extraodinaria a visão que temos de todas aquelas luzes que se podem avistar até onde a nossa vista alcança
Agora que o Parque Eolico da Gardunha é uma realidade o Ingarnal passa sem duvida a ser um ponto de passagem para o Parque
Muitos dos terrenos onde se construiu o Parque são propriedade de gentes do Ingarnal.
Já pasei por locais onde existem estancias turisticas com menos recursos que o Ingarnal. especialmente no que diz respeito a turismo de montanha
Algumas das imagens fazem parte da pagina que ja existe na net sobre o ingarnal e que pode ser vista clicando em INGARNAL
Artesanato (2ª edição)
Divulgar o artesanato português trabalhado ao vivo, a música popular portuguesa e a gastronomia portuguesa em todas as suas áreas são tambem os objectivos do Blog Ecos de Bogas de Baixo, sobretudo quando os artesãos são originarios da nossa região
E sobre uma artesã oriunda da nossa terra quero apresentar hoje mais alguns trabalhos bordados em pano que depois podem ser encaixilhados produzindo belissimos quadros
Ps:-- Interessados em peças como aquelas aqui reproduzidas podem deixar o vosso comentario (ser lhes a dado o endereço da procedencia
A ultima novidade
Acabei de ler neste blog um comentario de alguem de Bogas alertando para o facto de o Tonito vir brevemente a encerrar o estabelicimeto de café que explora há alguns anos na nossa terra
Uma moradia bem situada na aldeia e com optimas instalações para a exploração de qualquer negócio
Queria se aqui quem tivesse a ousadia e coragem de criar um tipo de negócio que pudesse dar aos que visitam ou pretendessem visitar Bogas de Baixo, que lhes garantisse a oportunidade de poder pernoitar ou comer a gastronomia da nossa região
Temos algumas aldeias na nossa região que não são mais que a nossa nem os seus habitantes mais espertos e conseguem chamar forasteiros que teem todas as condições para se sentirem bem quando visitam as referidas aldeias
Porque é que nós vamos ter que ser diferentes?
Assim cada vez mais Bogas de Baixo ficará votada ao esquecimento e os próprios filhos da terra sem vontade de lá ir
Se por um lado temos uma Junta d e Freguesia dinamica no que respeita ao embelezamento da aldeia e procurando dar aos seus hanitantes o maximo de comodidades e conforto, o mesmo não acontece para quem quiser deslocar se de fora
Naturalmente para tal, seria necessário coragem, e vontade
E neste e noutros casos a Autarquia tambem tem um longo caminho a percorrer.
Esperemos que outras novidades de desenvolvimento venham a constar dos novos projectos de quem tem pela frente a dificil tarefa de governar estas aldeias perdidas no interior
O Azeite puro da oliveira
Lá no meu sitio, a colheita da azeitona, a sua limpeza para ser transportada para o lagar e a confecção do azeite que fica uma delicia é feito tudo como as imagens que se seguem, nos mostram
video elaborado pelo meu amigo João Gomes.
O lagar que vemos em plena laboração é o de Malhada Velha
video elaborado pelo meu amigo João Gomes.
O lagar que vemos em plena laboração é o de Malhada Velha
O Lagar
Ainda me lembro do antigo lagar que existia na minha terra e do qual só restam as ruinas
Muitas vezes assistia ao fabrico do azeite todo ele trabalhado manualmente
Via chegar os carros de bois (nessa altura ainda não havia tractores) .carregados de sacos de azeitona que eram logo encaminhadas para as tulhas onde ficavam até irem para as prensas
.
Depois levadas em cestos iam, para a grande pia com grandes rodas de pedra onde eram pacientemente moidas
A energia para estas rodas se moverem vinha essencialmente da agua que corria por uma levada que accionava uma roda de madeira cheia de vasos que com o peso da agua a faziam mover
Já não me lembro bem se quando havia falta de agua não punham um animal Boi ou Burro a accionar o engenho.
Depois de moida a massa da azeitona era levada em gamelas para a area das ceiras onde era enceirada pelos lagareiros
Quando ficavam cheias as ceiras, os lagareiros sobrepunham nas no estrado da prensa . Colocavam por cima delas um ou dois malhais para sobre eles assentar a parte mais pesada da vara.
Dois lagareiros faziam depois girar o fuso da vara com uma alavanca e este servia então para apertar as ceiras de onde saía o precioso liquido ainda misturada com o residuo (agua-ruça)
Quando as ceiras ficavam completamente escorridas era feita a mesma operação com a vara em sentido inverso para que as ceiras pudessem ser caldeadas com a aua perviamente aquecida na caldeira do lagar
O azeite corria das ceiras por um pequeno canal até um recipiente de mistura onde entarva ainda acompanhado do resíduo (agua ruça).
Sendo mais leve que a água, o azeite aparecia em cima, enquanto que a ( agua-ruça) ficava por baixo
Normalmente o mestre lagareiro tinha por tarefa proceder a esta separação da agua do azeite para que houvesse a garantia de que o produto seria de boa qualidade
O recipiente tinha uma torneira no fundo que era aberta para expelir a agua até que o azeite ficasse com a sua pureza natural
Muitas mais tarefas havia no lagar da nossa terra nessa época das quais já não me recordo.
Hoje as gentes da minha terra teem que se deslocar para fora da aldeia para procederem á confecção do seu azeite em lagares mais modernos e com outras condições de trabalho
E tambem porque o Lagar da minha aldeia continua cá mas em ruinas.
Na proxima postagem vou mostrar um lagar duma aldeia nossa vizinha em plena laboração
com a ajuda do meu amigo João da Malhada Velha
Muitas vezes assistia ao fabrico do azeite todo ele trabalhado manualmente
Via chegar os carros de bois (nessa altura ainda não havia tractores) .carregados de sacos de azeitona que eram logo encaminhadas para as tulhas onde ficavam até irem para as prensas
.
Depois levadas em cestos iam, para a grande pia com grandes rodas de pedra onde eram pacientemente moidas
A energia para estas rodas se moverem vinha essencialmente da agua que corria por uma levada que accionava uma roda de madeira cheia de vasos que com o peso da agua a faziam mover
Já não me lembro bem se quando havia falta de agua não punham um animal Boi ou Burro a accionar o engenho.
Depois de moida a massa da azeitona era levada em gamelas para a area das ceiras onde era enceirada pelos lagareiros
Quando ficavam cheias as ceiras, os lagareiros sobrepunham nas no estrado da prensa . Colocavam por cima delas um ou dois malhais para sobre eles assentar a parte mais pesada da vara.
Dois lagareiros faziam depois girar o fuso da vara com uma alavanca e este servia então para apertar as ceiras de onde saía o precioso liquido ainda misturada com o residuo (agua-ruça)
Quando as ceiras ficavam completamente escorridas era feita a mesma operação com a vara em sentido inverso para que as ceiras pudessem ser caldeadas com a aua perviamente aquecida na caldeira do lagar
O azeite corria das ceiras por um pequeno canal até um recipiente de mistura onde entarva ainda acompanhado do resíduo (agua ruça).
Sendo mais leve que a água, o azeite aparecia em cima, enquanto que a ( agua-ruça) ficava por baixo
Normalmente o mestre lagareiro tinha por tarefa proceder a esta separação da agua do azeite para que houvesse a garantia de que o produto seria de boa qualidade
O recipiente tinha uma torneira no fundo que era aberta para expelir a agua até que o azeite ficasse com a sua pureza natural
Muitas mais tarefas havia no lagar da nossa terra nessa época das quais já não me recordo.
Hoje as gentes da minha terra teem que se deslocar para fora da aldeia para procederem á confecção do seu azeite em lagares mais modernos e com outras condições de trabalho
E tambem porque o Lagar da minha aldeia continua cá mas em ruinas.
Na proxima postagem vou mostrar um lagar duma aldeia nossa vizinha em plena laboração
com a ajuda do meu amigo João da Malhada Velha
Subscrever:
Mensagens (Atom)












































