A ultima novidade
Acabei de ler neste blog um comentario de alguem de Bogas alertando para o facto de o Tonito vir brevemente a encerrar o estabelicimeto de café que explora há alguns anos na nossa terra
Uma moradia bem situada na aldeia e com optimas instalações para a exploração de qualquer negócio
Queria se aqui quem tivesse a ousadia e coragem de criar um tipo de negócio que pudesse dar aos que visitam ou pretendessem visitar Bogas de Baixo, que lhes garantisse a oportunidade de poder pernoitar ou comer a gastronomia da nossa região
Temos algumas aldeias na nossa região que não são mais que a nossa nem os seus habitantes mais espertos e conseguem chamar forasteiros que teem todas as condições para se sentirem bem quando visitam as referidas aldeias
Porque é que nós vamos ter que ser diferentes?
Assim cada vez mais Bogas de Baixo ficará votada ao esquecimento e os próprios filhos da terra sem vontade de lá ir
Se por um lado temos uma Junta d e Freguesia dinamica no que respeita ao embelezamento da aldeia e procurando dar aos seus hanitantes o maximo de comodidades e conforto, o mesmo não acontece para quem quiser deslocar se de fora
Naturalmente para tal, seria necessário coragem, e vontade
E neste e noutros casos a Autarquia tambem tem um longo caminho a percorrer.
Esperemos que outras novidades de desenvolvimento venham a constar dos novos projectos de quem tem pela frente a dificil tarefa de governar estas aldeias perdidas no interior
O Azeite puro da oliveira
Lá no meu sitio, a colheita da azeitona, a sua limpeza para ser transportada para o lagar e a confecção do azeite que fica uma delicia é feito tudo como as imagens que se seguem, nos mostram
video elaborado pelo meu amigo João Gomes.
O lagar que vemos em plena laboração é o de Malhada Velha
video elaborado pelo meu amigo João Gomes.
O lagar que vemos em plena laboração é o de Malhada Velha
O Lagar
Ainda me lembro do antigo lagar que existia na minha terra e do qual só restam as ruinas
Muitas vezes assistia ao fabrico do azeite todo ele trabalhado manualmente
Via chegar os carros de bois (nessa altura ainda não havia tractores) .carregados de sacos de azeitona que eram logo encaminhadas para as tulhas onde ficavam até irem para as prensas
.
Depois levadas em cestos iam, para a grande pia com grandes rodas de pedra onde eram pacientemente moidas
A energia para estas rodas se moverem vinha essencialmente da agua que corria por uma levada que accionava uma roda de madeira cheia de vasos que com o peso da agua a faziam mover
Já não me lembro bem se quando havia falta de agua não punham um animal Boi ou Burro a accionar o engenho.
Depois de moida a massa da azeitona era levada em gamelas para a area das ceiras onde era enceirada pelos lagareiros
Quando ficavam cheias as ceiras, os lagareiros sobrepunham nas no estrado da prensa . Colocavam por cima delas um ou dois malhais para sobre eles assentar a parte mais pesada da vara.
Dois lagareiros faziam depois girar o fuso da vara com uma alavanca e este servia então para apertar as ceiras de onde saía o precioso liquido ainda misturada com o residuo (agua-ruça)
Quando as ceiras ficavam completamente escorridas era feita a mesma operação com a vara em sentido inverso para que as ceiras pudessem ser caldeadas com a aua perviamente aquecida na caldeira do lagar
O azeite corria das ceiras por um pequeno canal até um recipiente de mistura onde entarva ainda acompanhado do resíduo (agua ruça).
Sendo mais leve que a água, o azeite aparecia em cima, enquanto que a ( agua-ruça) ficava por baixo
Normalmente o mestre lagareiro tinha por tarefa proceder a esta separação da agua do azeite para que houvesse a garantia de que o produto seria de boa qualidade
O recipiente tinha uma torneira no fundo que era aberta para expelir a agua até que o azeite ficasse com a sua pureza natural
Muitas mais tarefas havia no lagar da nossa terra nessa época das quais já não me recordo.
Hoje as gentes da minha terra teem que se deslocar para fora da aldeia para procederem á confecção do seu azeite em lagares mais modernos e com outras condições de trabalho
E tambem porque o Lagar da minha aldeia continua cá mas em ruinas.
Na proxima postagem vou mostrar um lagar duma aldeia nossa vizinha em plena laboração
com a ajuda do meu amigo João da Malhada Velha
Muitas vezes assistia ao fabrico do azeite todo ele trabalhado manualmente
Via chegar os carros de bois (nessa altura ainda não havia tractores) .carregados de sacos de azeitona que eram logo encaminhadas para as tulhas onde ficavam até irem para as prensas
.
Depois levadas em cestos iam, para a grande pia com grandes rodas de pedra onde eram pacientemente moidas
A energia para estas rodas se moverem vinha essencialmente da agua que corria por uma levada que accionava uma roda de madeira cheia de vasos que com o peso da agua a faziam mover
Já não me lembro bem se quando havia falta de agua não punham um animal Boi ou Burro a accionar o engenho.
Depois de moida a massa da azeitona era levada em gamelas para a area das ceiras onde era enceirada pelos lagareiros
Quando ficavam cheias as ceiras, os lagareiros sobrepunham nas no estrado da prensa . Colocavam por cima delas um ou dois malhais para sobre eles assentar a parte mais pesada da vara.
Dois lagareiros faziam depois girar o fuso da vara com uma alavanca e este servia então para apertar as ceiras de onde saía o precioso liquido ainda misturada com o residuo (agua-ruça)
Quando as ceiras ficavam completamente escorridas era feita a mesma operação com a vara em sentido inverso para que as ceiras pudessem ser caldeadas com a aua perviamente aquecida na caldeira do lagar
O azeite corria das ceiras por um pequeno canal até um recipiente de mistura onde entarva ainda acompanhado do resíduo (agua ruça).
Sendo mais leve que a água, o azeite aparecia em cima, enquanto que a ( agua-ruça) ficava por baixo
Normalmente o mestre lagareiro tinha por tarefa proceder a esta separação da agua do azeite para que houvesse a garantia de que o produto seria de boa qualidade
O recipiente tinha uma torneira no fundo que era aberta para expelir a agua até que o azeite ficasse com a sua pureza natural
Muitas mais tarefas havia no lagar da nossa terra nessa época das quais já não me recordo.
Hoje as gentes da minha terra teem que se deslocar para fora da aldeia para procederem á confecção do seu azeite em lagares mais modernos e com outras condições de trabalho
E tambem porque o Lagar da minha aldeia continua cá mas em ruinas.
Na proxima postagem vou mostrar um lagar duma aldeia nossa vizinha em plena laboração
com a ajuda do meu amigo João da Malhada Velha
Capela da Ladeira (cont)
esta é a aldeia, Ladeira da Senhora do Carmo, situada na encosta do cabeço sobreiro
Paisagem linda com a oportunidade de respirar ar puro a quem visita esta simpatica e antiga aldeia pertencente á freguesia de Bogas de Baixo

Como dizem os brasileiros.Ajoelhou,tem que rezar.Prometi que contava a história,então aí vai:

Os meus avós moravam ao fundo daquelas escadas que dão para a capela.
A minha tia e madrinha Maria Martins quando era miúda (tinha para aí 8 ou 9 anos) começou a dizer que quando ia à capela a Srª do Carmo estendia os braços para ela e lhe queria pegar ao colo.
Claro que aquilo provocou alarido na população.As pessoas chamavam-lhe maluca, os meus avós ralhavam com ela, mas ela teimava é verdade,não me importo que me chamem maluca.
Um dia quando o padre de Bogas veio lá dar as Boas-Festas, o meu avô pediu-lhe; ó Sr. prior a minha garota anda aí com uma cisma e contou-lhe a situação.
A gente ralha com ela mas ela não tem emenda, se o sr padre lhe passase um raspanete talvez ela se calasse com aquilo.
O padre chamou-a e disse-lhe olha minha menina os santos não gostam de meninas mentirosas, se continuas a dizer isso a Srª do Carmo vai deixar de gostar de ti. Mas sr. padre eu não sou mentirosa, o que eu digo é verdade.
Então o padre disse: o caso é mais sério do que voces pensam.
Vamos lá à capela ver o que se passa.
Quando lá chegaram o padre disse afinal a miúda não está tão maluca como voces dizem.
Então a santa está quase a cair do altar, inclinada para a frente, é isso que provoca na garota a ilusão que a srª do Carmo lhe quer pegar ao colo.
O que se passou afinal?
Então os homens tiraram a santa e o que é que verificaram?
A tal cerejeira tinha desenvolvido uma raiz atraves da parede que é de pedras e barro (acho que tem mais barro do que pedras) e foi alojar-se aos pés da santa, possivelmente atraída pela humidade resultante da água que caía dos vasos das flores ali existentes.
O lugar onde está a santa é um nicho na própria parede da capela.
A raíz foi crescendo e vai de empurrar a santa do altar.
Claro que nessa altura cortaram a raíz, puseram a srª do Carmo na sua posição vertical e assim a srª do Carmo se livrou de cair do altar
Vejam só os problemas que uma cerejeira arranja.
Tenho ainda o comentario da Suzete Pires----(capela que recolheu os meus votos de casamento recordacoes..............)
Paisagem linda com a oportunidade de respirar ar puro a quem visita esta simpatica e antiga aldeia pertencente á freguesia de Bogas de Baixo
Como dizem os brasileiros.Ajoelhou,tem que rezar.Prometi que contava a história,então aí vai:

Os meus avós moravam ao fundo daquelas escadas que dão para a capela.
A minha tia e madrinha Maria Martins quando era miúda (tinha para aí 8 ou 9 anos) começou a dizer que quando ia à capela a Srª do Carmo estendia os braços para ela e lhe queria pegar ao colo.
Claro que aquilo provocou alarido na população.As pessoas chamavam-lhe maluca, os meus avós ralhavam com ela, mas ela teimava é verdade,não me importo que me chamem maluca.
Um dia quando o padre de Bogas veio lá dar as Boas-Festas, o meu avô pediu-lhe; ó Sr. prior a minha garota anda aí com uma cisma e contou-lhe a situação.
A gente ralha com ela mas ela não tem emenda, se o sr padre lhe passase um raspanete talvez ela se calasse com aquilo.
O padre chamou-a e disse-lhe olha minha menina os santos não gostam de meninas mentirosas, se continuas a dizer isso a Srª do Carmo vai deixar de gostar de ti. Mas sr. padre eu não sou mentirosa, o que eu digo é verdade.
Então o padre disse: o caso é mais sério do que voces pensam.
Vamos lá à capela ver o que se passa.
Quando lá chegaram o padre disse afinal a miúda não está tão maluca como voces dizem.
Então a santa está quase a cair do altar, inclinada para a frente, é isso que provoca na garota a ilusão que a srª do Carmo lhe quer pegar ao colo.
O que se passou afinal?
Então os homens tiraram a santa e o que é que verificaram?
A tal cerejeira tinha desenvolvido uma raiz atraves da parede que é de pedras e barro (acho que tem mais barro do que pedras) e foi alojar-se aos pés da santa, possivelmente atraída pela humidade resultante da água que caía dos vasos das flores ali existentes.
O lugar onde está a santa é um nicho na própria parede da capela.
A raíz foi crescendo e vai de empurrar a santa do altar.
Claro que nessa altura cortaram a raíz, puseram a srª do Carmo na sua posição vertical e assim a srª do Carmo se livrou de cair do altar
Vejam só os problemas que uma cerejeira arranja.
Tenho ainda o comentario da Suzete Pires----(capela que recolheu os meus votos de casamento recordacoes..............)
A Capela da Ladeira
Um grande amigo contou me algo já antigo sobre a construção da capela da Ladeira

Segundo o meu amigo,esta capela tem uma história curiosa.
O adro é em forma de U, só tem adro na frente e dos lados,a parte de tras está fechada á passagem de pessoas.
Fazia-nos grande transtorno quando eramos miúdos, porque quando jogavamos às escondidas,não podiamos passar pela parte de tras da capela.
Investiguei e cheguei á fala com o meu tio Manuel Martins que me contou :A pessoa que cedeu o terreno para fazer a capela pos uma condição; dou o terreno mas não me arrancais a cerejeira que existe no local.
Então os homens numa maquiavélica obra de engenharia encostaram a parede de tras da capela à cerejeira e fizeram a capela dali para a frente.
É por isso que o adro está incompleto.
Ps: Esperem pelo resto da história que será publicada na proxima postagem
Aqui deixo mais uma imagem da bela aldeia da Ladeira de Nossa Senhora do Carmo
Esta pequena aldeia merece a vossa visita
Tem optimas acessibilidades e situa se numa das encostas da serra da Gardunha (Cabeço Sobreiro) a 35 Kms de Castelo Branco na direção de Coimbra

Segundo o meu amigo,esta capela tem uma história curiosa.
O adro é em forma de U, só tem adro na frente e dos lados,a parte de tras está fechada á passagem de pessoas.
Fazia-nos grande transtorno quando eramos miúdos, porque quando jogavamos às escondidas,não podiamos passar pela parte de tras da capela.
Investiguei e cheguei á fala com o meu tio Manuel Martins que me contou :A pessoa que cedeu o terreno para fazer a capela pos uma condição; dou o terreno mas não me arrancais a cerejeira que existe no local.
Então os homens numa maquiavélica obra de engenharia encostaram a parede de tras da capela à cerejeira e fizeram a capela dali para a frente.
É por isso que o adro está incompleto.
Ps: Esperem pelo resto da história que será publicada na proxima postagem
Aqui deixo mais uma imagem da bela aldeia da Ladeira de Nossa Senhora do Carmo
Esta pequena aldeia merece a vossa visita
Tem optimas acessibilidades e situa se numa das encostas da serra da Gardunha (Cabeço Sobreiro) a 35 Kms de Castelo Branco na direção de Coimbra
Uma linda Casa no campo
Impossível passar na estrada e não reparar nesta linda casa completamente restaurada situada no campo num local qualquer deste nosso País.
Como estou inspirado para escrever sobre artesanato, ao ver esta Casa reparei que quase tudo o que a rodeia é artesanal.
O seu proprietário como tive oportunidade de saber é um apaixonado pela musica de acordeão, tendo me assegurado que até sabe tocar umas coisas.
Na fachada principal da casa feaz questão de aplicar algumas concertinas, mostrando assim o seu gosto pelo instrumento musical
É tambem uma pessoa que gosta da aventura de voar e para isso tambem quis que essa vertente da sua ambição ficasse tambem retratada exteriomente na sua moradia
Depois todo o jardim em redor é uma mistura de artefactos e flores .
De certeza que me vou esquecer de algumas coisas que me deram muito prazer apreciar,
Mas para quem eralmente gosta destas coisas, as fotos falam por si.
e já a minha avó dizia: uma boa imagem vale por mil palavras
Tenho a certeza que o seu interior, que não tive oportunidade de ver, deve ser um espectaculo
O beirão que nasceu com 'mãos mágicas' - Gente - DN
O Ecos de Bogas de Baixo, partilha hoje com os seus leitores uma noticia do DN sobre um beirão com magia nas mãos
Façam o favor de ler
O beirão que nasceu com 'mãos mágicas' - Gente - DN
Façam o favor de ler
O beirão que nasceu com 'mãos mágicas' - Gente - DN
Artesanato para passar o tempo
O artesanato de um modo geral é uma coisa que me seduz por ser tambem um meio de expressão cultural de carácter popular.
Não é somente, numa definição mais moderna, uma actividade económica que gera emprego ou criação artística.
O artesanato envolve, num contexto mais vasto e complexo, padrões de cultura, maneiras de fazer, pensar e sentir os objectos, as matérias-primas, enfim, o sentido estético de cada artesão em particular. Existe ainda o factor inovação que tem vindo a crescer no âmbito do artesanato, aliado a uma crescente e diversificada criatividade, num sem número de materiais e objectos que se destacam do tradicional.
Quase todos os blogues que nos mostram as diversas facetas do artesanato teem a minha admiração e navego varias cezes por esses sitios
Hoje e a prpósito, vou divulgar algumas fotos de peças de artesanato que me foram enviadas por alguem natural da nossa aldeia Bogas de Baixo e que ela chama de sua gatada




Não é somente, numa definição mais moderna, uma actividade económica que gera emprego ou criação artística.
O artesanato envolve, num contexto mais vasto e complexo, padrões de cultura, maneiras de fazer, pensar e sentir os objectos, as matérias-primas, enfim, o sentido estético de cada artesão em particular. Existe ainda o factor inovação que tem vindo a crescer no âmbito do artesanato, aliado a uma crescente e diversificada criatividade, num sem número de materiais e objectos que se destacam do tradicional.
Quase todos os blogues que nos mostram as diversas facetas do artesanato teem a minha admiração e navego varias cezes por esses sitios
Hoje e a prpósito, vou divulgar algumas fotos de peças de artesanato que me foram enviadas por alguem natural da nossa aldeia Bogas de Baixo e que ela chama de sua gatada
Bogas de Baixo activa
O edificio do Centro de Dia
Planta das obras de benificio em curso
Bogas de Baixo não está parada no tempo
As Instituições renovam se sempre com vista a proseguir e concluir obras que estão em curso e muito valorizam a terra e a sua população.
Realizou se uma assembleia geral do Centro de Dia de Bogas de Baixo com ordem d e trabalhos ponto unico a eleição dos novos corpos Gerentes para os proximos anos.
Não tenho elementos nescessarios para concluir com eficacia os nomes que figuraram nas listas ou lista, mas posso adiantar que para:
Presidente da Direção foi eleito David Roque
Presidente da Assembleia Geral Ricardo da CMF
Presidente do Concelho Fiscal José Patrocinio
Votaram 64 socios, com apenas 2 votos nulos e os restantes 62 na lista A(lista única),
Esta nova Direção conta com a ajuda de todos, pois estão na firme disposição de concluir a obra já iniciada
Vejo com bons olhos a continuação da familia António Roque que muito tem feito para a modernização da nossa terra, continuando a trabalhar afincadamente para benificio das nossas gentes.
Nesta direção temos o David
mas espero que a proxima Junta de Freguesia venha a ser encabeçada pelo seu irmão Luis Roque.
Gente muito capaz, e que teem no sangue a força da iniciativa que muito aprenderam com o pai
Ecos de Bogas de Baixo cá estará para dar uma ajudinha sempre que for solicitada
Os meus visitantes e leitores podem continuar a ver esta pagina sempre actualizada
Sala de Jantar do Centro de Dia
PS-actualizarei a postagem logo que me seja possivel
Anunciação Roque da Cruz

Bogas de Baixo e Orvalho acordaram hoje com a triste noticia da morte de uma das suas filhas
A minha tia Anunciação deixou nos e partiu para a beira da minha mãe e sua irmã que tambem nos deixou Há menos de um ano
Ninguém está preparado para enfrentar tragédias,aceitar perdas, aceitar o facto da vida ser tão frágil, e sentirmo nos na incapacidade de evitar isso.
É difícil aceitar e entender, a vontade de dormir, acordar e pensar que foi um pesadelo, as lembranças de ontem, de tempos atrás, de muito tempo, serão agora apenas lembranças... aquele sorriso ficará apenas na nossa memória, e nos nossos corações.
Anunciação roque da Cruz, nasceu em Bogas de Baixo a 10 de Novembro de 1917 deixa nos a 30 de Dezembro de 2010
Estará em camara ardente ´na capela de São Marcos em Castelo Branco até ás 10 horas de amanhã, de onde partirá o funeral para o Cemitério local
Aos seus filhos, nora, genros e netos endereço daqui as minhas sentidas condolências
Gostava muito da minha tia e ela de mim
fico com saudades
Paz á sua alma que descanse em paz
Quadras soltas
Passou o Natal, aproxima se o inicio de um novo ano. é um bom pretexto para expor na pagina que criei para divugar a minha terra, umas quadras que compus com muito amor e saudade

Oh linda Bogas de Baixo
és para mim um jardim
Reconheço com saudade
O quanto vales para mim
Agora estás diferente
Não se nota tanta pobreza
Já nem tens aquela gente
com quem me juntava á mesa
Muitas vezes eu penso
no ti joaquim Laio coitado
Com o saco de esmolas ás costas
do seu corpo já curvado
Lembro me do ti Zé Maria
sapateiro de profissão.
E do ti manel Abilio
pai do meu amigo João
E quando o forno cozia
era a minha satisfação
passava por lá e comia
uma boa fatia de pão
Morava lá muita gente
quase todos sem profissão
Uns trabalhavam no campo
meu pai fazia carvão
Oh linda Bogas de Baixo
não precisavas do padeiro
Mas havia amola tesouras
E o meu tio era ferrreiro
Adeus Bogas de Baixo
Roseira do meu Jardim
Cheiras a rosas e a pinho
a mato e alecrim

Oh linda Bogas de Baixo
és para mim um jardim
Reconheço com saudade
O quanto vales para mim
Agora estás diferente
Não se nota tanta pobreza
Já nem tens aquela gente
com quem me juntava á mesa
Muitas vezes eu penso
no ti joaquim Laio coitado
Com o saco de esmolas ás costas
do seu corpo já curvado
Lembro me do ti Zé Maria
sapateiro de profissão.
E do ti manel Abilio
pai do meu amigo João
E quando o forno cozia
era a minha satisfação
passava por lá e comia
uma boa fatia de pão
Morava lá muita gente
quase todos sem profissão
Uns trabalhavam no campo
meu pai fazia carvão
Oh linda Bogas de Baixo
não precisavas do padeiro
Mas havia amola tesouras
E o meu tio era ferrreiro
Adeus Bogas de Baixo
Roseira do meu Jardim
Cheiras a rosas e a pinho
a mato e alecrim
E porque é noite de Natal.......
Com muitas saudades das noites de Natal passadas na aldeia ao calor da fogueira, aqui vos deixo um poema de Fernando Pessoa tambem ele a pensar no seu natal no norte
Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.
E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.
Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.
Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.
Fernando Pessoa
Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.
E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.
Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.
Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.
Fernando Pessoa
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