Festival da Tibórnia no Fundão

Continua o Festival da Tibórnia no Fundão
Pratos especiais regados com azeite da Cova da Beira


Treze restaurantes do concelho do Fundão estão a servir até 15 de Dezembro, pratos especiais regados com azeite da Cova da Beira, no âmbito do 6.º Festival da Tibórnia.

O pão e o azeite são os ingredientes base de uma tibórnia, mas o festival vai acrescentar-lhe muitos mais.

Tibórnia tradicional de enchidos, tibórnia de polvo, lombinho de porco preto em crosta de broa de milho e azeite ou filhó de azeite com frutos silvestre, são algumas das especialidades que vão constar das ementas.

Os restaurantes aderentes deverão utilizar na preparação das tibórnias pelo menos duas qualidades de azeite da Cova da Beira e duas denominações de origem, com o objectivo de promover as marcas locais.
A iniciativa é organizada pela empresa municipal Fundão Turismo e pela Confraria do Azeite da Cova da Beira, em parceria com as unidades de restauração do concelho.

Paralelamente ao Festival da Tibórnia, a Fundão Turismo propõe ainda um passeio, disponível mediante marcação nos hotéis do concelho e na Fundão Turismo. Do programa fazem parte visitas guiadas a Alpedrinha e à Aldeia Histórica de Castelo Novo.

O passeio inclui provas de produtos tradicionais, visita a um lagar tradicional, colheita de azeitona num olival e almoço num dos restaurantes aderentes.

As ementas dos restaurantes aderentes estão disponíveis em www.fundaoturismo.pt.

06-12-2009 Lusa

Espírito de Natal


O VERDADEIRO SENTIDO DE NATAL


Neste natal quero levar pelo destino da inocência e o amor de uma noite.

Neste natal,quero esquecer a dor da fome que se esconde nas esquinas da vida...

Neste natal não quero promessa,quero o milagre da solidariedade e o amem da oração...

Neste natal quero a lembrança da paz ,o caminho da esperança e a fartura do amor...

Neste natal quero a paz de cristo e a serenidadede Maria, que chora pela humanidade...

Neste natal, quero o sentimento da noite e não o ritual da fartura, não quero a dor
de um animal na mesa mas a confraternização do nascimento do amor...

Neste natal quero esquecer o mundo e o orar pelo universo para alimentar o vazio do sofrimento...

Neste natal, quero a diferença social unida pela esperança, esquecendo o egoísmo da falta de afecto que toma contada sociedade...

Neste natal, quero buscar um motivo para sorrir, enquanto muitos choram a dor da perda, de uma guerra cruel e fria...

Neste natal quero a felicidade espalhando se nos asilos esquecidos pelo desprezo da vida quero o alimento para quem tem fome sem direito a um natal...

FELIZ NATAL

O meu Natal



Herdeiro dos olhos azuis e luminosos do meu pai e do avô paterno, ficou me da infância, o amor á familia, aos amigos e ás minhas raizes

Nasci e cresci neste lugar onde há manhãs orvalhadas, onde há pinheiros, salgueiros, muitas aves que no meio das oliveiras me encantavam com o seu chilrear
Tinha uma horta á beira da ribeira, onde havia peixes e as rãs se faziam ouvir durante a noite.
Este lugar foi o primeiro universo que conheci, que vi mais tarde não ser de todos nesse tempo.
Hoje vivo numa cidade mais ou menos populosa, onde ha de tudo o que a gente nescessita, mas a terra natal vive sempre dentro de mim.
Por isso este é o meu conto de natal

Para todos os meus familiares, os meus amigos os meus conterraneos e para todo o mundo envio os meus votos de um Natal cheio de paz alegria e saude, depois disto todo o resto virá por acréscimo

Restauração da Independencia Nacional


Hoje dia 1º de Dezembro assinala-se a restauração da Independência de Portugal. Falecido o cardeal-rei D. Henrique, em 1580, sem ter designado um sucessor, Filipe II de Espanha, neto do rei português D. Manuel I. Invadiu Portugal e submeteu-o a 60 anos de domínio. Foram três os reis espanhóis que governaram Portugal entre 1580 e 1640 – Filipe I, Filipe II e Filipe III.
A capital do Império passou a ser Madrid e Portugal foi governado como uma Província espanhola.
Como é natural, os portugueses viviam descontentes e compreendiam que só uma revolução bem organizada lhes poderia trazer a libertação.
Assim, no dia 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos dirigiu-se ao Paço da Ribeira onde estavam a Duquesa de Mântua, regente de Portugal, e o seu Secretário, Miguel de Vasconcelos.
A Duquesa foi presa e o Secretário morto. Foi assim que Portugal recuperou a sua independência, sendo D. João IV,. Duque de Bragança, aclamado rei, com o cognome de "O Restaurador".

Por isso como é habito todos os anos pontualmente á meia noite do dia 30 de Novembro, reune se uma multidão no largo dos Paços do Concelho do Fundão partindo daí numa arruada pelas ruas do Fundão cantando o hino da restauração sempre acompanhados por uma Banda Filarmónica que este ano segundo o que pude saber é a Banda da Peroviseu


Portugueses, celebremos
O dia da Redenção.
Em que valentes Guerreiros
Nos deram, livre, a Nação.

A Fé dos Campos d’Ourique,
Coragem deu, e Valor,
aos Famosos de Quarenta,
que lutaram com Ardor.

P’rá frente! P’rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.

Avante! Avante!
É a voz que soará triunfal.
Vá avante, Mocidade de Portugal

Teatro Amador

Noticia retirada do Site Centro de Portugal
è para mim uma espécie de obrigação divulgar estas noticias pelo seu cariz cultural numa área que já nos habituámos a ver distante da nossa região da nossa terra

28/11 a 20/12 - Festival de TeatrAmador 2009

Começa portanto hoje e estende se até dia 20 do próximo mês este festival de Teatro Amador no nosso visinho concelho de Idanha a Nova
Clique na imagem para ver a programação

Começa hoje o Festival de TeatrAmador 2009, organizado pela Associação de Juventude de Idanha-a-Nova - AJIDANHA. Não perca!

Os Mordomos para 2010

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Já mostrei noutra potagem anterior as listas de mordomos para as festas de Nossa Senhora das Dores e Jesus Adolescente
Hoje repito a publicação da lista da festa de Nossa Senhora das Dores apenas para por uma questão aos membros desta lista
Por acaso não vos irá fazer falta as mãos femininas na ajuda a levar este evento para a frente ainda com mais vistosidade?
Será que em Bogas não haveria raparigas que estivessem á espera de ser convidadas?
A comissão a Jesus Adolescente não deixaram essa hipótese por mãos alheias e vai disto lá teem duas moças a fazer lhes companhia e a prestar a ajuda nescessária

Se calhar Nossa Senhora das Dores iria gostar de ver alguem do sexo femenino a atratar da sua festa.... digo eu... não sei

O Direito á indignação


Não podia deixar de expressar alguma indignação pelo que se passa na Camara do Fundão
Li na imprensa que o Presidente da Camara nomeou todos os eleitos do seu partido como vereadores a tempo inteiro
Ou melhor 3 a tempo inteiro e 1 a meio tempo
Quando a lei permite ao Fundão apenas 2 vereadores a tempo inteiro
porque é da lei e do sistema político português, que define como máximo o limite de 2 vereadores a tempo inteiro. O limite máximo está na lei definido para os concelhos com 20.000 a 100.000 eleitores, sendo que o concelho do Fundão tem cerca de 30.000.

Felizmente que o PSD não conseguiu eleger mais vereadores se não lá teriamos a camara com um presidenrte um vice presidente e mais 5 veradores a tempo inteitro
e quem paga estes salários? que por sinal não são assim tão baixos? (são, no mínimo, mais € 75.000,00 anuais que o Município poderia canalizar para a criação de meia dúzia de empregos e o apoio à acção social, duas prioridades máximas do concelho.)

Quem vai pagar é o Zé Povinho
Embora esse mesmo Zé povinho tenha votado em massa para que esta situação aconteça, mas há os inocentes, aqueles que não queriam este despesismo e teem que pagar pela mesma moeda


Na primeira reunião da camara o vereador Socialista Leal Salvado, fez ver ao Presidente esta situação que a lei nem sequer permite mas quem pod e manda e neste caso quem manda é o presidente nem que para isso tenha que deturpar a lei

Manuel Frexes respondeu que o limite de 2 vereadores é o limite mínimo e concluiu afirmando que a designação dos vereadores a tempo inteiro é uma prerrogativa do presidente.

Leal Salvado desmentiu o presidente lendo o texto da lei, que dispõe 2 vereadores como limite máximo. Corrigiu o presidente, novamente em presença do texto da lei, lembrando que a competência para aumentar o limite máximo de vereadores (em casos excepcionais) é da Câmara Municipal e não do seu presidente.

Pressupondo que os vereadores a tempo inteiro seriam o nº 2 Paulo Fernandes e o nº 3 Alcina Cerdeira, Leal Salvado dirigiu-se aos vereadores Miguel Gavinhos e Jorge Garcês, exortando-os a dedicarem-se ao concelho sem a necessidade de serem remunerados extraordinariamente – uma vez que o vereador Miguel é funcionário da Câmara Municipal e o vereador Jorge está em vias de exercer profissão liberal, o que lhes permite acompanhar de perto os assuntos do Município.

Miguel Gavinhos respondeu que o Município não gastará mais com a sua remuneração de vereador, porque já faz actualmente a despesa com o seu vencimento de funcionário. Perguntado por Leal Salvado se o lugar que actualmente ocupa será extinto, o vereador Gavinhos não respondeu.

Enfrentando Leal Salvado, o presidente afirmou: “se quiser discutir questões legais, agora vamos entrar na votação”. E assim foi: a proposta de presidente mais 4 vereadores em permanência foi posta a votação – e aprovada com os votos favoráveis dos vereadores do PSD e o voto contra dos eleitos pelo
noticia tirada de Fundão Sempre

Ordem do dia

Casas Temáticas revelam modos de vida do pinhal interior
Cogumelos, mel e linho são produtos que têm marcado a vida das gentes da Beira Interior, da florestal de pinhal.
Na zona das Aldeias do Xisto, antigas casas deram lugar a espaços de conhecimento, relacionados com cada modo de vida.
A Associação de Desenvolvimento Local Pinus Verde empreendeu o projecto bem acolhido pelas populações.
Casas Temáticas com vida, onde o visitante conhece e experimenta tocar bombos, tecer o linho, colher cogumelos e fazer mel.
Sara Pelicano
quarta-feira, 9 de Setembro de 2009




A este propósito conversei há dias com um amigo e conterraneo que tambem ele como qualquer um de nós está interessado no progresso da nossa aldeia Bogas de Baixo
João Gama
Agora estou agarrado a assuntos da Pinus Verde
Luis
Isso é uma das coisas que me interessa discutir,
por ser uma associação que se interessa pelo desenvolvimento da nossa vida rural
Aliás já em tempos escrevi sobre a Pinus Verde
João Gama
Tem efctivamente muito trabalho desenvolvido no território
Mas afastou-se
Neste momento estamos à procura de soluções para voltar ao território
As aldeias do xisto foram o projecto que nos afastaram do território e que tornou a nossa estrutura demasiado pesada
Luis
Espero que continuem a zelar pelo bem estar da nossa região
No que diz respeito ás aldeias de xisto sempre achei Bogas muito votada ao esquecimento
João Gama
Neste momento a ADXISTUR tomou conta das aldeias do xisto e nós estamos a ver se nos concentramos, novamente na floresta, e nos seus usos multiplos, que empreguem as pessoas da região.
Bogas Baixo foi completamente esquecida das aldeias do xisto
Luis
Acho que tinha algo mais para a projectar a par das terras vizinhas
João Gama
em parte porque as pessoas que têm influência nas decisões não concordaram com os projectos definidos para a nossa freguesia
No entanto as oportunidades continuam lá
Luis
e eu acho que se deviam aproveitar
não é só construir casas bonitas para estarem o ano inteiro desabitadas
há outras coisas interessantes para projectar uma aldeia e fazer com que ela apareça no mapa das terras em desenvolvimento
João Gama
Temos que repensar a floresta, repovoar os campos com gado caprino, claro que em moldes diferentes dos empregues há 20 ou 30 anos, temos que rentabilizar a apicultura. A freguesia de Bogas Baixo ainda tem poucos eucliptos que desvirtuem o mel, etc, etc

Luis
Caro João ficamos hoje por aqui, mas estes assuntos teem pano para mangas. Pelo que conto em breve voltar ao tema e escrever mais sobre as potencialidades da nossa terra

Festas de Verão para 2010

AS festas de verão em Bogas de Baixo em Louvor de Nossa Senhora das Dores e de Jesus Adolescente, já teem mordomos para o proximo ano (2010)
Assim sendo esperemos que estes elementos comecem já a planear uns festejos de luz cor e devertimento para as gentes da nossa terra e seus visitantes
Acho que estas comissões já instaladas, podiam fazer com que muita gente começasse já a oferecer alguns valores para ajudar a trazer a Bogas um artista de renome capaz de atrair á nossa Aldeia muita gente das redondezas
Já pensaram nisso?





Dia de São Martinho


A festa de São Martinho é ainda o simbolo das ruralidades
Pois o S Martinho consagra o final do amanho das terras e das colheitas
Embora o Mundo rural de hoje já não seja igual ao de antigamente, ainda assim o São Martinho veio para ficar e ficou mesmo.
O S Martinho é altura para se confarternizar nas adegas á volta do vinho e da agua pé, acompanhados de saborosas castanhas assadas
Há ainda hoje quem fale muito do Verão de S Martinho.
Há quem repita vezes sem conta o dito popular No dia de S Martinho vai á adega e prova o vinho.
Mas o S Martinho está ainda associado á matança do porco
Antigamente quando cá na aldeia ainda havia a matança do porco, era normalmente feita por alturas do S Martinho.
Hoje essa tradição não existe mais
Acabaram com a festa da matança do porco
Aqui em Bogas as castanhas de S Martinho estão tambem associadas à Junta de Freguesia que tem por habito antecipar a festa para o dia 1 de Novembro realizando o seu magusto comunitário, como aconteceu no passado dia 1 por sinal com muita participação popular

Artes antigas

Tempos que passaram,
costumes que perduram
e imagens que nos fazem recordar o que d'antes era normal e hoje nos causam admiração e nostalgia

Imagens como esta era normal vermos em Bogas de Baixo , quando o Ti Zé Ferreiro se dedicava a ferrar os animais de lavoura
primeiro num troco existente aí nas oliveiras e mais tarde na sua propria oficina
Esta é me particularmente grata, porque me faz lembrar os momentos que eu passava junto do ti Manuel Belchior a fabricar o meu Pião no seu velho torno
Esta recorda me a loja do Sr Anibal onde havia de tudo o que a população de uma aldeia como Bogas normalmente nescessitava.
Além de gostar de o ouvir ali nas horas vagas a tirar do seu Bombardino, os sons melodiosos para construir mais uma nova partitura que depois ia ensaiar na nossa banda Filarmónica onde eu tambem me incluia
Aqui lembra me uma qualquer mulher da nossa aldeia a confecionar a saborosa broa enquanto o forno acabava de aquecer
Para fechar com chave de ouro este emaranhado de recordações, lembra me esta imagem, homens como o ti Zé Maria, o ti Antonio Sapateiro, o ti Leôncio, o ti Sebastião e por ultimo o Américo, quando ainda havia tanto sapateiro em Bogas de Baixo e vi os todos trabalhar diariamente
Enfim tempos que vão e não voltam

A nossa região em foco


Artes e Sabores da Maúnça
Na nossa vizinha aldeia do AÇOR que faz parte da freguesia do Castelejo,vai realizar se este fim de semana mais um grande evento. Á semelhança dos anos anteriores,nas artes e sabores da MAÚNÇA,vão poder saborear todas as iguarias que nesta aldeia tão bem sabem confeccionar. Já assisti a esta festa e garanto que é do melhor que já vi na zona
Este ano ainda para mais facilidade de deslocação, vão haver transportes gratuitos de e para o Fundão, com partidas da avenida da Liberdade entre as 16 e a meia noite para o Açor, com regresso entre as 17 e 1 da manhã, isto no dia 7 sábado. No domingo haverá transporte entre as 11 e as 19 horas para o Açor e entre as 12 e as 20 para regressar. Este ano está tambem integrado neste evento o Passeio pedestre Rota dos Castanheiros Centenários. Este passeio é no sentido de dar a conhecer aos seus participantes, o maior couto de castanheiros centenários da Cova da Beira.
inseridos numa paisagem de sonho nas abas da serra da Gardunha


Nas tasquinhas da Maúnça vão poder apreciar o sabor do coelho no azeite, os maranhos, o cabrito assadao, o feijão com couves acompanhado de carnes salgadas e enchidos, e ainda a saborosa e ancestral chanfana.
Poderão estes maravilhosos petiscos serem acompanhados com o bom pão e vinho caseiros do Açor

Tudo isto a culminar com um magestoso Magusto onde toda a gente pode e deve participar

Tambem na nossa vizinha vila de Oleiros haverá a Feira do Medronho e da Castanha
Pelo terceiro ano consecutivo o Municipio de Oleiros promove entre o dia 7 e 15 de Novembro a mostra de dois produtos emblemáticos da nossa região. O Medronho e a castanha. Podem contar os seus visitantes durante estes dias, com mais uma série de actividades pedagógicas destacando se a III maratona de BTT Rota do Medronho e a III mostra gastronómica do Medronho e da Castanha

É com eventos deste género que a nossa região, que estando meio esquecida neste emaranhado de montes e vales pode mostrar ao mundo como temos o previlégio de habitar ainda assim num paraíso na terra

Causas de desertificação das aldeias


Bogas de Baixo, freguesia do concelho do Fundão, aldeia na rota do desenvolvimento com muitas moradias luxuosas, ruas e estradas com boas condições para serem transitadas, ar ainda sem as cargas poluentes dos grandes centros, uma flora rica em cores e aromas .
Enfim uma aldeia onde dá gosto estar.
Pode estar a perder nos tempos que correm,menos habitantes ou tem se estabilizado a sua população, á custa do regresso de alguns emigrantes que por cá empregaram parte substancial das suas economias.
Pena é que a maior parte destas lindas moradias só sejam utilizadas um mês por ano, ou ainda menos. Os seus habitantes devem estar muito abaixo dos 50% da sua verdadeira população
As causas desta onda de desertificção são remotas.
Dificilmente uma aldeia de reduzidas dimensões e fracos recursos, passaria incólume por uma vaga de emigração para a Europa e mesmo para o litoral Português nos anos 60, que ainda não parou.
Houve ainda muitos outros factores, para que isto esteja a acontecer a esta aldeia, agora com cara virada para o futuro e para a sua modernização.
Antes estivemos virados de costas para essa mesma modernização
Eu sou ainda um dos que acredita que Bogas de Baixo, não é nem nunca será uma aldeia em vias de extinção.
Muita gente jovem quererá radicar se aqui quando as forças já não forem as mesmas de agora.
As imagens que vos vou mostrar são a prova cabal das minhas afirmações