A CASA DO BRASÃO

A casa que vemos aqui na imagem á esquerda é brasonada e conta a história que que aqui viveu o capitão Barata de Carvalho baptizado na igreja de Bogas de Baixo em 29/07/1745 tendo sido seu padrinho Rodrigo Vaz de Carvalho natural do Fundão


Segundo a narrativa seguinte era descendente do Marquês de Pombal (No Rio de Janeiro, entre outros, registam-se pelos menos quatro ramos: os Henriques Barata, procedentes de João Henriques Barata, casado no Brasil, c.1741, com Rosa Maria de Valadares, estabelecidos em Tinguá, os Fernandes Barata, procedentes de Manuel Fernandes Barata, que passou ao Rio de Janeiro, antes de 1773, casado com Maria Ignácia do Nascimento, os descendentes de Sebastião José Barata, que passou ao Rio de Janeiro, onde casou, em 1791, com sua prima Ana Maria de Jesus e os Hilarião Barata, vindos de Pernambuco, que descendem de Felix José Hilarião Barata * c. 1780, casado em 1815, no Rio de Janeiro, com Bonifácia Rosa de Jesus (Macedo).
No Rio Grande do Sul, o ramo Sarmento Barata, procedente de Sebastião Teixeira de Sá Sarmento, natural de Portugal, deixou numerosa descendência do seu casamento, c.1844, com Júlia Mafalda da Costa Barata. (Segundo a tradição corrente, este ramo é aparentado com o Marques de Pombal).
Em Portugal, receberam Brasão de Armas vários elementos desta família: João Barata da Guerra Costa da Cunha (19.11.1782), João Macedo Pereira Coutinho Barata da Guerra (16.6.1784), Manuel José da Fonseca Barata (18.2.1787), Manuel Dias Barata de Carvalho (21.06.1789)


Mas também me lembro muito bem de passar nesta casa ou em parte dela muitos momentos, onde vivia o ti Manuel Belchior que no seu torno de marceneiro fazia os mais lindos e eficazes piões para a malta se divertir

Neste momento este casarão que tem todas as condições de se recuperado, petence aos herdeiros de António Tomás que concerteza lhe darão o toque final para continuar a fazer história

Cidade património mundial explica como melhor preservar uma Aldeia do Xisto

Caros Boguenses, aproveito para publicar esta noticia do DIARIO XXI por me parecer ter algum interesse para as gentes da nossa Freguesia, Bogas, Maxial, Ladeira e Urgeiro ja que estas aldeias teem muito a ver com este projecto. São aldeias com lindas casas em Xisto como aliás se pode comprovar através de fotos inseridas neste blogue
DIARIO XXI
Quarta-Feira, 12 de Março de 2008

Artesãos noruegueses formam portugueses

A troca de experiências insere-se no programa de recuperação de casas das Aldeias do Xisto, a que os proprietários vão poder candidatar os seus imóveis, até 2010
Francisco Cardona

Se quisermos simplificar, podemos dizer que os quatro formadores noruegueses estão em Janeiro de Cima para modificar a forma de pensar, mais do que para ensinar a fazer a verdadeira recuperação e manutenção das casas de xisto. “Ensinamos mais um modo de pensar do que propriamente uma maneira de fazer”, disse ao Diário XXI, Olaf Piersky, carpinteiro norueguês. “Queremos que eles se sintam confortáveis com a forma de pensar, porque executar é fácil e eles sabem-no fazer bem”, acrescentou o chefe da equipa que está a promover uma oficina de recuperação de edifícios em xisto.
Os formadores são pedreiros e carpinteiros oriundos do Museu de Roros, povoação mineira localizada na Noruega, classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Entre 25 de Fevereiro e 15 de Março, os quatro formadores estão a transferir os conhecimentos adquiridos ao longo dos últimos 15 anos, de acordo com a filosofia de preservação do património implementada em Roros.

PROGRAMA ATÉ 2010 FINANCIA RECUPERAÇÃO DE CASAS
Os quatro formadores noruegueses ensinam seis formandos, todos eles carpinteiros e pedreiros, que por sua vez vão ser formadores de outras pessoas que vão participar na recuperação financiada de 80 casas das Aldeias do Xisto, até 2010. A parceria com o Museu de Roros é financiada com um 1,4 milhões de euros pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants), do qual Portugal é beneficiário. Municípios e proprietários dos imóveis vão poder candidatá-los ao restauro.
O programa financia a recuperação de portas e janelas, telhados e fachadas. Segundo Maria Baptista, até aqui “não havia conhecimento de como reparar e quais são as condições mínimas para se fazer uma reparação que garanta a sustentabilidade do património. Estamos agora a entrar nessa fase”, conclui.

Requalificar sem materiais novos
Um benefício para a economia local
“A minúcia do trabalho encarece a mão-de-obra, mas o património sai muito valorizado”, sublinha Olaf Piersky. “Como vamos ao cerne da questão fica um pouco mais caro, porque não é a mesmo que comprar uma porta ou fazê-la nova”, disse o carpinteiro, dispensando em absoluto as peças industriais. “Em vez de se introduzirem peças industriais, introduz-se o material original. Custa mais dinheiro, mas isso enriquece as casas e cria emprego em regiões deprimidas, onde há muito trabalho de recuperação para fazer”.

Olaf Piersky, formador
“Eles sabem bem como fazer. É só ensinar a metodologia”
Olaf Piersky prepara-se para ensinar os formandos a recuperar uma velha porta resgatada em Proença-a-Nova e que será aplicada numa casa seleccionada para a receber. “Cada objecto [porta, janela ou pedra] dá o mote para cada reparação”, começa por explicar Olaf, acrescentando que os artesão devem tentar manter o máximo possível do material original. “À medida que o trabalho se desenvolve decidimos até onde vamos e o que mantemos de cada objecto”, acrescenta, sublinhando que o segredo está na simplicidade das intervenções. “Não é um trabalho difícil, especialmente quando estamos a ensinar artesãos com experiência. Eles sabem bem como fazer. É só ensinar a metodologia que deve ser seguida”, refere este carpinteiro que chefia a equipa de quatro noruegueses.

Carlos Meneses 36 anos, Arganil
“É um trabalho mais moroso mas também mais rico”
Uma velha porta foi resgatada de uma casa no concelho de Proença-a-Nova e vai ter vida nova em Janeiro de Cima, no concelho do Fundão onde decorre a oficina sobre a recuperação de casa de xisto. Carlos Meneses é carpinteiro, em Arganil, e frequenta a acção. De acordo com as técnicas ministradas pelos noruegueses, “o aspecto da porta vai manter-se depois de arranjada”. Apesar de se encontrar deteriorada, “especialmente no fundo, onde já falta madeira”, Carlos Meneses adianta que o trabalho de recuperação “consiste em desfiar a porta na parte que está estragada e juntar outros pedaços de madeira, preservando o máximo possível da porta inicial”. “Se fizéssemos este trabalho sem a ajuda deles, cortaríamos a parte que está deteriorada e a porta ficaria por metade”, explica Carlos Meneses. “Neste caso vamos manter
o aspecto e a dimensão” acrescenta o carpinteiro.

VISÃO CRÍTICA DO QUE TEM SIDO FEITO
“É um trabalho mais moroso mas também mais rico do ponto de vista patrimonial”, refere o formando sem esconder uma visão crítica das intervenções feitas nas casas de xisto ao longo dos anos. “O que tem sido feito nas casas de xisto inclui material novo, não houve recuperação”, afirma Carlos Menezes, concluindo que, apesar das casas serem antigas, “o material usado para o restauro era material novo, não houve cuidado para manter o que foi encontrado”, concluiu.

Augusto Pinheiro, 54 anos, Janeiro de Cima
“Nada foi feito como estamos agora a aprender”
Augusto Pinheiro, 54 anos, vive em Janeiro de Cima e é um dos formandos da oficina liderada pelos noruegueses. Mais de metade da vida passou-a em França, a trabalhar na recuperação de monumentos históricos. No regresso a Janeiro de Cima, este pedreiro manteve a actividade. Nos últimos cinco anos, Augusto Pinheiro tem muitas centenas de horas de trabalho gastas no restauro de casas de xisto. “Há cinco anos que aqui fazemos restauro de habitações, mas nada foi feito da forma que estamos agora a aprender”, diz o pedreiro, enquanto trabalha na recuperação da parede que resta de uma velha habitação. “É aqui que treinamos as técnicas que eles nos ensinam”, afirma Augusto Pinheiro, apontando para os noruegueses. “Eu sempre trabalhei nisto, estive na França 33 anos e não fiz outra coisa”, explica. “Sempre trabalhei na recuperação de monumentos históricos, mas lá a pedra não é igual. Porém, o trabalho é parecido”. “Aqui não nos permitem usar cimento, mas nas intervenções que temos feito metemos cimento e um bocado de barro. O que vê é a cor do barro, mas tem cimento por dentro”, afirma Augusto Pinheiro, visivelmente satisfeito com a experiência e esperançado que a aprendizagem possa trazer resultados práticos nas futuras intervenções. “Se os proprietários das casas quiserem intervenções deste género, já há quem as saiba fazer. Pode ser mais demorado e um pouco mais caro, mas o património histórico sai valorizado”, conclui.

Maria Baptista, coordenadora do projecto
“Um passo em frente”
- É a primeira vez que ocorre esta troca de experiências?
- Esta é a primeira experiência que se faz em que uma cidade património mundial vem ensinar princípios básicos utilizados para a preservação do património da humanidade, em aldeias mais ou menos perdidas na paisagem. E é bom porque a preservação do património da humanidade não deve ser feita apenas nas cidades património mundial. Essas cidades devem ser capazes de extrair lições que devem ser ensinadas ao mundo.
- As intervenções feitas nas casas, nomeadamente aqui em Janeiro de Cima, deixam muito a desejar do seu ponto de vista?
- Não diria isso. Tem havido sobretudo um modelo de reabilitação. Enquanto reabilitação não é criticável. Agora entramos numa nova fase. É um passo em frente que não foi possível dar quando as reabilitações começaram.

DESTAQUE:
Segundo Olaf Piersky, esta é a primeira experiência de exportação das técnicas usadas em Museu de Roros, na Noruega

GENTES DA SERRA E DA BEIRA INTERIOR

A População da Beira Interior tem em média menos 10 anos de vida
Noticiou o Correio da manhã

Beira Interior Sul e Cova da Beira - região onde cresceu o primeiro-ministro José Sócrates - têm menos dez anos de esperança média de vida do que as do resto do País, mostram os dados demográficos do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos a 2006.


Enquanto as restantes populações olham para o futuro e vêem pela frente a possibilidade de viver até aos 78 anos, em concelhos como Gouveia, Seia ou Vila Velha de Ródão os mais idosos correm o risco de só chegar aos 68 anos. "É a questão da interioridade.

O Interior, de Norte a Sul, é uma zona que está a morrer do ponto de vista demográfico", alerta Mário Leston Bandeira, presidente da Associação Portuguesa de Demografia e professor no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).
Bogas de Baixo tambem se encontra inserida nesta região
Evidentemente que fazendo uma rectrospectiva no tempo, seremos obrigados a concordar que esta é uma noticia com muita lógica

Lindas Imagens da Minha Terra

Meus caros conterraneos
è com imenso agrado que aqui registo imagens da nossa terra que me foram enviadas por uma amiga residente no estrangeiro.
Não podia deixar de publica las ainda que não sejam a totalidade
sempre que alguem tiver outras fotos e assuntos relacionados com Bogas de Baixo, não hesitem em enviar me, pois serão publicadas no Blogue
1ª-
O lar de convivio para a 3ª idade de Bogas de Baixo
2ª-
Vistas sobre a igreja de Bogas


3ª-
Captada do cabeço da portela mais sobre o Vale da Candeia


4ª-esta ta muito bem captada , daqui podemos ver o edificio da Junta de freguesia o largo do relveiro e uma grande parte da povoação


Bogas de Baixo e a desertificação

Bogas de Baixo não foge á regra do resto do país em que a emigração deixou muitas localidades quase desertas.
A nossa aldeia nesta altura pode ser percorrida de ponta a ponta passeando por todas as ruas e quase não encontramos ninguém com quem falar.
No entanto é uma linda aldeia que em datas festivas como Natal e Páscoa e muito especialmente no verão por altura das férias, a população aumenta muitas vezes mais.
A nossa terra tem muita gente emigrada em todo o mundo muito especialmente em França. Este blogue foi criado com o intuito de poder tambem contribuir perante esses emigrantes, avivar as recordações da sua terra natal.

Em qualquer local onde se encontrem portugueses existem jornais escritos e radiofónicos em lingua portuguesa, mas não podem escrever sobre todas as terras de Portugal sendo por isso muito interessante existirem blogues dedicados a aldeias que se encontram muito interiorizadas sendo por isso mais esquecidas.
Bogas de Baixo tem hoje um aglomerado de casas bem mais modernas e bem construidas do que ha anos atraz, graças aos boguenses que diariamente labutam longe da sua terra aplicando aqui as suas economias.
Portugal recebeu segundo varias noticias mais de sete milhões de euros até meados do ano passado, provinientes de emigrantes.
Os boguenses continuam a labutar arduamente longe da sua terra fisicamente, mas mentalmente estão cá sempre. Bogas continua para sempre nos seus corações.

Vamos fazer com que Bogas resista ao efeito da desertificação e que se continue a construir novas casas sinal de que os Boguenses pensam regressar um dia.
Evidentemente que mesmo dentro do nosso País de norte a sul se encontram bogenses radicados com os seus estabelecimentos, as suas empresas ou simplesmente trabalhando por conta de outrem.
No Verão cá nos encontraremos todos nem que seja apenas por altura dos festejos em honra da Nossa Senhora das Dores que se realizão todos os anos em agosto

NAS ABAS DA GARDUNHA

Três horas de carro chegam para se conhecer o lado Sul desta linda região da cova da beira.
Começando na zona do Fundão, parte-se à descoberta de aldeias como Souto da Casa Castelejo (onde se realizam os grandes festejos em honra de Sta Luzia no dia 15 de Setembro de cada ano) Lavacolhos, Silvares, S Martinho Barroca acabando em Bogas de Baixo. . Seguidamente, avança-se até ao miradouro do Penedo Mosqueiro,

e olha-se com olhos de ver o vale do Zêzere. Depois, volta-se por Janeiro de Cima.Maxial Bogas de Cima e Açor e daqui decemos até a Enxabarda .

Estradas que serpenteiam a serra por entre uma vegetação carregada de verdes e roxos vivos, soutos de castanheiros ou os densos carvalhais.
entrando de repente na zona do pinhal
.
O cenário tipicamente serrano, com ruas empedradas e casas de xisto ou granito. Isto claro, sempre com mapa na mão, não vá alguém perder-se.

Continuando a explorar a Gardunha, avança-se agora mais para sul até S. Vicente da beira, onde sempre se encontraram inúmeros vestígios arqueológicos. Seguidamente, segue-se depois em direcção a Castelo Novo e Alpedrinha, paragens obrigatórias pela sua beleza e património histórico. Seguidamente, avança-se até ao miradouro da Portela, de onde podemos deslumbrar nos com uma paisagem impressionante . Depois, volta-se novamente ao ponto de partida, o Fundão.

Durante toda esta curta aventura, não será muito difícil cruzarmo-nos com alguns dos tradicionais rebanhos de cabras e ovelhas, que ainda abundam na região. Espectáculo bonito, pena é quando decidem atravessar a estrada, mas com paciência também se vai lá.

Nesta região existem algumas queijarias meio industrializadas,mas fabricam aqui um queijo de ovelha feito á cabreira o chamado queijo amarelo apreciado em todo o país e alem fronteiras

No entanto em toda esta região muitos são aqueles que possuem um pequeno rebanho de cabras e qualquer dona de casa sabe fazer os saborosos queijos de cabra e em cada casa ha sempre um queijinho fresco para o pequeno almoço ou para o lanche.e depois há ainda quem faça acompanhar o queijo com uma boa fatia de broa tambem ela confeccionada nos fornos a lenha caseiros,
em BOGAS DE BAIXO

RIO ZEZERE

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2008-01-14
Fonte: Diário XXI


As Rotas dos Mineiros, no concelho do Fundão, podem vir a fazer parte de um roteiro pedestre de mais de 200 quilómetros que acompanhe o Rio Zêzere, da nascente à foz. “Basta articulação entre os municípios”, entende o vereador Paulo Fernandes.

Fundão interessado em percurso pedonal do Rio Zêzere
A Câmara do Fundão está interessada em integrar o projecto de criação de um percurso pedonal ao longo do Rio Zêzere, desde a nascente até à foz. A ideia foi apresentada pela associação Amigos da Serra da Estrela (ASE) a alguns dos municípios que o rio atravessa, a 11 de Dezembro, em Oleiros. A autarquia fundanense não esteve presente, mas irá estar na próxima reunião que se realiza dia 17, próxima quinta-feira, em Pedrogão Grande.

“Vamos participar na reunião em Pedrogão Grande, onde vamos tentar perceber melhor a lógica do projecto”, disse Paulo Fernandes, vereador da Câmara do Fundão. O autarca espera que seja possível “encontrar um formato para cooperar num projecto que, à partida, nos parece interessante”, uma vez que, entende Paulo Fernandes, “o Vale do Zêzere é um activo em termos de atracção turística, nomeadamente no que respeita a percursos marcados”.

No concelho do Fundão, grande parte do Vale do Zêzere, na zona do Pinhal, “já está marcado, através de um projecto conhecido como Rotas dos Mineiros, com a devida sinalética e espaços de descanso”.

“Agora – defende – é uma questão de integração naquilo que pode ser um produto turístico maior e ver como pode ser valorizado em conjunto, coordenado e colocado no terrenos nas suas sub-zonas”, avalia o vereador.


Longo trabalho pela frente

Na primeira reunião participaram representantes de oito dos 15 municípios, nomeadamente as câmaras da Guarda, Manteigas, Pampilhosa, Oleiros, Pedrogão Grande, Ferreira do Zêzere, Tomar e Constância. Uma candidatura conjunta da ideia ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) foi uma das propostas avançadas.

Para o encontro de quinta-feira foram convidados os restantes municípios que, por indisponibilidade, falharam o primeiro encontro: Abrantes, Belmonte, Covilhã, Figueiró dos Vinhos, Fundão, Sertã e Vila de Rei. O concelho da Barquinha foi também convidado desta vez, porque “só mais tarde se percebeu que também era atravessado pelo Rio Zêzere”, conta José Maria Saraiva.


Autor do projecto acredita na participação de todos

José Maria Saraiva, vice-presidente da ASE, está “plenamente convencido de que todos os municípios estarão presentes” no encontro de dia 17, já que “trata-se de um projecto comum que não atenta contra qualquer um e onde todos beneficiam”. José Maria Saraiva reconhece que a criação do percurso será um “longo trabalho”, mas não tão difícil quanto se imagina, pois “a divisão por concelhos e freguesias dilui o seu peso”, acrescentando que a ASE “está disponível para colaborar no que for possível”.


Três desafios a superar

José Maria Saraiva apela a que os municípios encontrem “uma forma flexível e rápida de superar os três os desafios: implementar, concretizar e promover”. Se tiver êxito, acredita que “esta rota poderá ser um exemplo na Europa”. Aliás, acrescenta, no contexto europeu não existe qualquer outro percurso pedestre que acompanhe um rio desde a sua nascente até à foz, o que “poderá ser particularmente atraente para visitantes estrangeiros”, afiança.

Ao longo dos últimos dias, o Diário XXI tentou ouvir, sem sucesso, a Câmara de Pedrogão Grande, encarregada de organizar o encontro de dia 17. Também não foi possível ouvir as autarquias da Beira Interior que não estiveram no anterior encontro (Belmonte, Covilhã, Sertã e Vila de Rei).


Empresas interessadas no projecto

O Rio Zêzere nasce na Serra da Estrela, a 1954 metros de altitude, e desagua no Rio Tejo, em Constância, a tão só 25 metros acima do nível do mar. O principal atractivo do percurso pedonal é a sua morfologia, sustenta José Maria Saraiva, pois “a envolvência da água com o meio físico é espectacular”. O potencial “está lá, agora há que aproveitá-lo”, acrescenta.

O projecto “é de tal forma interessante que já fomos contactados por empresas ligadas às actividades de turismo e desporto de natureza que se mostraram interessadas em participar”, adianta José Maria Saraiva

P.S. Já agora aproveito para deixar uma sugestão
Se este passeio pedonal se chegar arealizar, aconselho um momento de repouso no parque de merendas do penedo mosqueiro entre Orvalho e Bogas de Baixo onde se pode saborear um optimo piquenique deslumbrando se ao mesmo tempo com uma paisagem paridisiaca do Zezere serpenteando por entre vales com as tavessias de barca para Janeiro de Baixo e os velhos moinhos na Foz de Bogas
a não perder

UTENTES DAS URGENCIAS DO FUNDÃO «enganados»)

Câmara marca reunião para sexta-feira


As urgências do Hospital do Fundão foram hoje de manhã substituídas por uma consulta aberta, o que está motivar queixas de utentes.

Apesar das queixas, a administração da unidade de saúde garante que nada mudou e que já antes só eram resolvidas no Hospital do Fundão situações urgentes que pudessem ser tratadas por médicos de família.

Mas os utentes não encararam dessa forma o fim do serviço de urgências, com que se depararam a partir das 8:00. «Fomos enganados. Disseram-nos que era só uma mudança de nome, mas afinal já nenhuma situação urgente é tratada aqui», referia Pedro Serra, que aguardava pelos resultados da observação da filha. "Que continue assim a mentir, logo vê se ganha mais eleições", dizia aquele utente referindo-se ao presidente da Câmara do Fundão, Manuel Frexes (PSD).
Os ânimos exaltaram-se ainda mais com a afixação de um aviso onde se lia que, a partir de agora, a «consulta aberta não se destina a situações urgentes ou emergentes. Estas deverão recorrer ou ser orientadas para os serviços de urgência do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB)».
«Estamos revoltados. Afinal vai tudo para o Hospital da Covilhã, que com sorte fica a 15 minutos. Isso é perigoso para as aldeias mais afastadas. Já aqui se salvaram muitas vidas nas urgências do Fundão», alertava José António, outro utente.

Isabel Domigues, funcionária do hospital, lamentava que ninguém protestasse, como noutros pontos do país.

A 10 de Dezembro, o presidente da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), o presidente da Câmara do Fundão e os directores do Centro de Saúde da cidade e do CHCB, anunciaram que as urgências fechavam durante a noite (0:00 - 8:00) e durante o dia só mudavam de nome.

Numa conferência de imprensa conjunta, João Pedro Pimentel, presidente da ARSC, acrescentou que o atendimento de casos de urgência «será mais rápido» com a deslocação directa para o Hospital da Covilhã. Por outro lado destacou a instalação de uma nova viatura do INEM na cidade, que está a funcionar desde 22 de Dezembro.



«Durante o dia, continua tudo na mesma», sublinhava Manuel Frexes, presidente da Câmara.

Garantia reiterada hoje pelo presidente do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB), João Casteleiro. «A capacidade dos serviços no Hospital do Fundão é a mesma», disse à agência Lusa.

«Já quando se chamava urgência, no serviço eram resolvidas as situações possíveis de atender pelos médicos de família do Centro de Saúde» que ocupavam, tal como agora, as instalações do hospital.

«As que ultrapassavam as suas capacidades eram encaminhadas para a Covilhã. E é isso que continua a acontecer», sublinha.

«Compreendemos que as pessoas sintam dificuldade em compreender que as coisas continuem na mesma com a mudança do nome e as normas afixadas. Mas garanto que, durante o dia, nada mudou», acrescenta João Casteleiro.

«As pessoas podem sempre acorrer ao Hospital do Fundão, em qualquer situação, para serem observadas, e depois decide-se para onde são encaminhadas», concluiu.

Para além de darem lugar a uma consulta aberta entre as 8:00 as 0:00, as urgências hospitalares do Fundão passam a encerrar no período nocturno, a partir desta madrugada de quarta para quinta-feira.

Câmara marca reunião para sexta-feira

Confrontada com a situação pela agência Lusa, fonte do gabinete do presidente da Câmara do Fundão, Manuel Frexes (PSD), garantiu que "o serviço está a ser prestado nas mesmas condições que antes. Sem alterações", lamentando que avisos afixados estejam a "incendiar" os ânimos.

"Trata-se de questões de nomenclatura, uma vez que o termo "urgências" implica características técnicas existentes na Covilhã. Mas, na prática, são métodos que já antes aconteciam", garante.

Para sexta-feira, às 12:30, o autarca agendou um encontro com os jornalistas, no seguimento da reunião com João Casteleiro, presidente do CHCB e Neves Costa, director do Centro de Saúde do Fundão.
02-01-2008 Ka/Lusa

FOI ESTA E OUTRAS CONTESTAÇÕES Á POLITICA DE SAUDE DESTE GOVERNO QUE CULMINARAM COM A EXONERAÇÃO DO MINISTRO CORREIA DE CAMPOS
QUE DIGA SE A VERDADE , NÃO DEIXA SAUDADES A NINGUEM
HOJE LIVRAMO NOS DE UM GRANDE PESADELO QUE ERA TER COMO MINISTRO DA SAUDE O sR CORREIA DE CAMPOS
ADEUS E NÃO VOLTE MAIS

Azeite da Cova da Beira Promovido na Europa

A Confraria do Azeite da Cova da Beira iniciou, ontem, contactos com empresas e instituições europeias para promover o produto, numa iniciativa que inclui a entronização como confrade do presidente do grupo parlamentar europeu PPE-DE. Uma comitiva de 40 pessoas organizada pela Confraria do Azeite da Cova da Beira partiu para Bruxelas para contactos institucionais e comerciais com entidades europeias, explicou, à agência Lusa, Francisco de Almeida Lino, chanceler da confraria.

"Queremos abrir portas aos produtos de azeite da Cova da Beira", sublinhou aquele responsável, referindo que alguns dos contactos vão ser feitos com as empresas fornecedoras de refeições para as próprias instituições europeias. Os produtores de azeite da região, que abrange os concelhos do Fundão, Penamacor, Covilhã e Belmonte têm marcados encontros bilaterais com algumas empresas sedeadas no centro da Europa.

Na quinta-feira, estão previstos contactos com autarcas da região, em Brugges e Gant.

Jornal de noticias
22/01/08

A NEVE CAIU EM BOGAS

É verdade
a neve caiu em abundancia na nossa terra mas isto passou se pela ultima vez em 1992
Sei que nesta altura em Bogas de Baixo o clima é bastante frio chove e o vento é forte
as hortas começam a ficar sem hortaliças pq o gelo acaba por queima las
Mas tambem sabemos que isso é habitual nesta época

O que não é realmente habitual é vermos estes cenarios de neve. Embora as fotos não tenham uma grande qualidade porque ja teem uns anos, dão para perceber como a paisagem ficou linda e a nossa aldeia cheia de neve para grande alegria dum conterraneo nosso que em certa ocasião me enviou um comentario dizendo que gostaria de ver neve em Bogas e a Carminda tendo visto esse comentario lembrou se de me enviar estas fotos que eu publico com todo o prazer

Até a torre da nossa igreja que ja era branca mais branca ficou.
O meu obrigado á Carminda por se ter lembrado que tinha estas fotos e as enviou para mim
Façam como a Carminda a Elsa a Susana a Deolinda etc e enviem me as fotos de Bogas de Baixo que acharem interessantes para serem mostradas ao mundo

ANÁLISE AO FECHO DAS URGÊNCIAS NO HOSPITAL DO FUNDÃO

A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB/CGTP) vai promover um abaixo-assinado para pedir uma sessão extraordinária à Assembleia Municipal do Fundão sobre o fim das urgências no hospital da cidade, anunciou hoje o coordenador da USCB.

União de Sindicatos promove abaixo-assinado
"O poder político local tem que analisar com urgência qual o impacto do encerramento das urgências e para isso é preciso ouvir a população, os profissionais de saúde e seus responsáveis", justificou o responsável, Luís Garra, aos jornalistas.

"Primeiro acabaram as consultas de especialidade e agora as urgências", realçou o coordenador da USCB, que teme que "pouco a pouco se esvazie o Hospital do Fundão, caminhando para o seu encerramento ou privatização".
Luís Garra falava no final de uma reunião de delegados e dirigentes sindicais no Centro de Saúde do Fundão, depois de ouvir informações prestadas pelos profissionais.

Em várias ocasiões desde Dezembro, os directores do Centro de Saúde e do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB), bem como o presidente da Câmara do Fundão, têm garantido que as urgências mudaram de nome para consulta aberta, mas o serviço é o mesmo.

A informação é no entanto rejeitada pelos serviços.

"Não há a mesma disponibilidade de meios de diagnóstico, há mais pessoas em ambulâncias para a Covilhã", exemplifica, criticando o pagamento de duas taxas moderadoras.

"Quem for à consulta aberta paga 2,10 euros e se necessitar de ir para as urgências da Covilhã paga 8,20 euros", referiu, contrariando o presidente do CHCB, que garantiu só haver lugar ao pagamento da taxa no Fundão.

Contactado pela Agência Lusa, o presidente do CHCB, João Casteleiro, garante que tal não acontece.

"Acabei de o confirmar: o próprio computador assume a isenção de quem já pagou 2,10 euros no Fundão", disse à Lusa, admitindo que "pode haver má informação".

"É preciso esclarecer que todos os meios de diagnóstico de imagiologia e análises estão disponíveis, como antes, e que um maior fluxo de ambulâncias pode não estar relacionado com mudanças no Fundão", acrescentou.

João Casteleiro referiu ainda que "actualmente são feitas consultas em 14 especialidades no Hospital do Fundão, onde em 2007 foram atendidas 15 mil consultas externas de especialidade".

"Também defendo que é preciso muito cuidado quando se fala em fecho de serviços no interior, sobretudo por causa dos riscos de desertificação. Mas claramente este não é o caso", sustentou.


08-01-2008 Lusa
com estas medidas tambem a população de Bogas de Baixo se já estava mal, pior ficou.
onde é que isto vai parar?

IMAGENS DA FOGUEIRA DE NATAL



A Deolinda Silvestre teve a amabilidade de me enviar algumas fotos da fogueira de natal a arder no adro da igreja de Bogas.

Vou publica las aqui para que todos os boguenses e amigos da nossa terra saibam que o natal continua a ser um evento tradicional em Bogas de Baixo

Ao ver mos estas imagens verificamos que o pessoal não arreda pé do largo da igreja passando parte da noite de natal á beira dos madeiros a arder
O natal de 2007 ja passou e agora esperemos que 2008 venha a revelar se melhor que 2007


Para todos eu desejo a continuação de um próspero 2008 que vos traga tudo o que desejaram em 2007 e não obtiveram principalmente saude paz e amor e que acabem com as guerras

novo ano

ora bem
entramos no ano 2008 espero que seja un ano cheio de saude e alegria para todos os visitantes deste blog
desde ja vou deixar aqui os meus votos de saude e alegria para voces todos e para que o sr luis antunes veja que somos mesmo muitos a visitar o seu blog peço a vpces todos para deixarem aqui atras de mim un comentariozinho para este blog


que o ano 2008 este blog seja ainda mais visitado e apreciado

pedro antunes