MAIS UMA VISITA Á ALDEIA

No Domingo dia 11 de novembro dia de São Martinho passei pela minha terra e verifiquei que a cada dia que passa a aldeia fica mais bonita, mais acolhedora.
as casas de xisto sobressaiem na panoramica da aldeia
As pequenas ruelas que antes quase não se podia transitar nelas, agora teem um piso em lage e cimento muito pitoresco que lhe dá um ar de asseio.
e pore falar de asseio posso tambem garantir que poucas terras do nosso país terão mais e melhor limpeza que a nossa:
A Junta tratou de mandar colocar em varios pontos estratégicos da povoação contentores de lixo e separadores de lixo Assim e com a colaboração do povo podem ter as ruas e casas sempre limpas e sem a desculpa de deitar lixo para a rua pela falta de contentores

Notei tambem que o centro de dia para idosos se encontra em obras de renovação e ja tem uma optima sala de refeições
Aquecimento através de salamandra (estufa) a lenha


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Bogas está a mudar e merece ser divulgada e visitada porque alem de estar situada numa linda região á beira do Rio Zezere por entre montes verdejantes no sop´´e das serras da estrela e da gardunha,tem ainda a vantagem de ter habitantes hospitaleiros que gostariam de dar as boas vindas a qualquer forasteiro sendo seu uso e costume dar lhes tratamento familiar
É por isso que todos os que nasceram nesta terra teem a obrigação de a dar a conhecer aos seus familiares, amigos e companheiros e que todos os decendentes de Bogas não deixem de continuar a contribuir para ao contrario de muitas outras, esta aldeia continue a crescer

O S. MARTINHO JÁ PASSOU

É verdade que o dia se São Martinho já passou , mas ficam sempre algumas recordações.
Em Bogas de Baixo não é habito assarem se as castanhas neste dia, por isso o grande magusto Comunitario que a Junta de Freguesia oferece anualmente aos residentes e visitantes da nossa freguesia, realizou se no dia de Santos na Ladeira e com uma adesão total das gentes da nossa terra
Entretanto realizou se em Bogas por altura do São Martinho um passeio pedestre com muita alegria e boa disposição na apanha de cogumelos e tortulhos de varias espécies cosmestiveis e não comestíveis que depois no Centro de Dia ficaram em exposição e alguém responsavel da Pinus Verde, entidade promotora, explicou detalhadamente ao povo as diversas espécies que haviam sido recolhidas por todo o cabeço que vai do Jesus Adolescente ao Vale da Candeia e ainda no cabeço do Outeiro
Tive o previlégio de poder apreciar essa exposição que achei muito interessante e da qual vos vou deixar aqui algumas fotos



RECANTOS DA MINHA ALDEIA










A VISITAR


Casa das tecedeiras
Fica em Janeiro de Cima e foi tecida com xisto e calhau rolado. Cá fora há um grande tear, uma escultura fabulosa, a marcar o contraste entre a tradição e a modernidade!
fotos que podemos ver na ala direita desta pagina

"Ó da Barca!"
É a exclamação que serve para atravessar o Rio Zêzere, em Janeiro de Cima. De um lado estamos na Pampilhosa da Serra. Do outro, no Fundão. Aqui em Bogas temos a linda Foz de Bogas onde a ribeira se junta ao Zêzere com a passagem de barca do Urgeiro para Janeiro de Baixo
um local lindissimo



O Miradouro do Penedo com todas as infraestruturas para passar uma tarde bem passada e comer um apetitoso farnel respirando ar puro e admirando uma vasta região que se estende por 4 concelhos FUNDÂO, PAMPILHOSA DA SERRA; OLEIROS E CASTELO BRANCO
A somar a tudo isto,Esta região faz nos sentir vontade de trepar às árvores para colher fruta fresca.
Era criança da última vez que o fiz, mas o brilho vermelho das cerejas do meu avô á Feiteira foi mais forte que eu e dei por mim a trincá-las com a voracidade de quem anseia viver. apareciam sempre nos primeiros dias de Abril muito cedo em relação ao normal.
Em Abril, o tempo chama pelo Verão, traz flores sem conta, a brotar no cimo de muitas árvores, tantas como bolhinhas de espuma num mar revolto. E em Junho, já com abundante calor a fazer se sentir, transforma-as em esferas de carne-fruta a rebentar de sabor na boca.
Venham constactar por vós mesmos estas realidades
será um fim de semana bem passado com boa comida, bons acessos e gente simpatica e hospitaleira

Magustos

Glitter @ HotFreeLayouts.com



LEMBREI ME DE MOSTRA VOS NESTA PAGINA ALGUMAS CANÇÕES POPULARES DO NOSSO VIZINHO TIAGO SILVA DE DORNELAS

QUENTES E BOAS E QUE CHEIRINHO A JEROPIGA::::



Aproxima se o dia de S. Martinho, vai se á adega, prova se o vinho novo e completa se a festa com belos magustos em comunidade com a familia e amigos. ---
A nossa aldeia e uma das terras que cumpre á risca estes rituais
A prova disso o magusto comunitario da freguesia que todos os anos se realiza na sede de freguesia ou em qualquer das anexas
Este ano realizou se na Ladeira tendo tido uma afluencia enorme onde se comeram boas castanhas assadas, se bebeu geropiga da boa e se provou o vinho novo
Prometo desenvolver este assunto noutra pagina
Há que não perder estes usos e costumes
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Sobre este tema, escreve o conceituado etnólogo Ernesto Veiga de Oliveira (1910/1990) o seguinte:
«O S. Martinho, como o dia de Todos os Santos, é também uma ocasião de magustos, o que parece relacioná-lo originariamente com o culto dos mortos (como as celebrações de Todos os Santos e Fiéis Defuntos). Mas ele é hoje sobretudo a festa do vinho, a data em que se inaugura o vinho novo, se atestam as pipas, celebrada em muitas partes com procissões de bêbados de licenciosidade autorizada, parodiando cortejos religiosos em versão báquica, que entram nas adegas, bebem e brincam livremente e são a glorificação das figuras destacadas da bebedice local constituída em burlescas irmandades. Por vezes uma dos homens, outra das mulheres, em alguns casos a celebração fracciona-se em dois dias: o de S. Martinho para os homens e o de Santa Bebiana para as mulheres (Beira Baixa). As pessoas dão aos festeiros. vinho e castanhas. O S. Martinho é também ocasião de matança de porco.» (in As Festas. Passeio pelo calendário, Fundação Calouste Gulbenkian, 1987)
* Basílicas de S. Martinho em Tours
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PROVERBIOS DE S MARTINHO
· A cada bacorinho vem o seu S. Martinho.
· A cada porco vem o seu S. Martinho.
· Em dia de S. Martinho atesta e abatoca o teu vinho.
· Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.
· No dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
· No dia de S. Martinho, come-se castanhas e bebe-se vinho.
· No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
· No dia de S. Martinho, mata o porquinho, abre o pipinho, põe-te mal com o teu vizinho. (sic.)
· No dia de S. Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e prova o teu vinho.
· No dia de S. Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
· No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho.
· Pelo S. Martinho abatoca o pipinho.
· Pelo S. Martinho castanhas assadas, pão e vinho.
· Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
· Pelo S. Martinho nem nado nem no cabacinho.
· Pelo S. Martinho prova o teu vinho; ao cabo de um ano já não te faz dano.
· O Sete-Estrelo pelo S. Martinho, vai de bordo a bordinho; à meia-noite está a pino.
· São Martinho, bispo; São Martinho, papa; S. Martinho rapa.*
· Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
· Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
· Veräo de S. Martinho säo três dias e mais um bocadinho.
· Vindima em Outubro que o S. Martinho to dirá.
Fonte: http://smartinho.blogspot.com/

FREGUESIAS INVESTEM EM OBRAS



Contando com a Câmara e as seis juntas de freguesia do Pinhal Interior envolvidas, o negócio das energias renováveis com a GENERG – Ventos da Gardunha contempla 300 proprietários agrícolas no total. Souto da Casa, Castelejo, Lavacolhos, Barroca e Bogas de Baixo e Bogas de Cima são as freguesias envolvidas e que ontem assinaram também os protocolos com a GENERG – Ventos da Gardunha, referentes à exploração dos aerogeradores instalados em cada uma. Os documentos prevêem valores variados, sendo as verbas serão usadas em centros de dia, acessibilidades, escolas e prevenção da floresta, entre outros.
Assim, Souto da Casa irá receber 59.820 euros; Lavacolhos 72.339 euros; Castelejo 251.642 euros; Bogas de Cima 353.000 euros; Barroca cerca de 39.000 euros; e Bogas de Baixo pouco mais de 66.000 euros.

Na cerimónia, João Bartolo, representante GENERG – empresa mãe da Ventos da Gardunha – preferiu salientar o compromisso com o ambiente e sustentabilidade do projecto, deixando o desejo de, no futuro, aumentar de forma a abranger também a freguesia de Silvares.


Noticia publicada no DIARIO XXI

AS FOTOS DA ELSA


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as fotos foram tiradas do ribeiro da volta ao pôr do sol no fim de agosto. Esta parte da aldeia, pouco se vê quando tiramos uma foto da Portela. Acho que a gente de Bogas que irà ver a sua casa ai, ficarà contente.
Elsa

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A foto com a "burra" e a ovelha foi tirada antes da festa. O homen que vinha com estes animais, tambem trazia um cabrito. A tradiçao quer que, nos dias da festa de Nossa Senhora das Dores e Jesus Adolescente se come o tradicional cabrito assado no forno de lenha. Que delicia!!!
Elsa



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Achei as fotos da Elsa Martins um espectaculo e não podia deixar de publica las aqui mesmo
A Elsa que me perdoe mas terá que enviar um comentario e fazer uma descrição promenorizada de cada uma delas
Foram tiradas do Ribeiro da Volta isso eu ja percebi

Obrigado Elsa Anibal e Vanda

Vem aí o dia de Santos e logo a seguir o Natal



Ola amigos leitores deste blog

Estamos a caminho do dia de todos os Santos e tambem cada vez mais perto do natal
Muitos de vós irão passar estes dias à aldeia querida, por isso todos voces se puderem tragam la umas fotos ou uns comentarios destas festividades la na nossa terra, isto porque muitos de nós (como eu por exemplo) não podem ir á terra nesta época.
É sempre um grande prazer para nós Boguenses, vermos que cada vez ha mais pessoas a visitar este blog e a divulgar a sua existencia.
Boas ferias a todos os que vão e tambem boas festas aos nossos familiares que se la encontram

Ate breve com os vossos comentarios

Esta foto mostra que mesmo no estrangeiro nao esquecemos as nossas raizes pois fazendo parte inteira deste rancho folclorico divulgamos tambem os nossos costumes a nossa musica

OS PRÓS E OS CONTRAS


Ao chegar a Bogas de Baixo, onde nasci e passei alguns anos da minha infancia , todas as filosofias, metodologias, teorias, snobismos, exibicionismos e outras idiotices terminadas em -ismos caem por terra;distando apenas alguns kms da cidade e a sensação que se experimenta é de total liberdade:
Nesta aldeia, respira-se o ar puro de uma tarde solarenga de Outono, ar que cheira ao canto dos pássaros e as arvores nos oferecem frutos selvagens de sabores exóticos
Mas a vida na aldeia não é um paraíso, entendamo-nos! Também há preocupações: com a falta de água em anos de seca, ou as inundações que destroem muros, hortas e até casas,as sementeiras, as colheitas, o gado. Agora tambem com o problema dos mais idosos não terem as mesmas condições da juventude para se deslocarem aos grandes centros fazer as suas compras, Valha-nos o padeiro ou mesmo o peixeiro que de vez enquando fazem uma visitinha e as pessoas se abastecem, o comércio de aldeia tem que ser por carolice pois os lucros não me parece que cubram as despesas.
Mas há um não-sei-quê naquelas pessoas que, ao Domingo vestem o seu melhor fato para ir à missa, depois de uma semana de trabalho ao sol ou à chuva, que me dá uma sensação de paz interior e de intensa e profunda tranquilidade! Digamos que, para mim, ir à aldeia é poder aconchegar me de novo no colo de minha mãe sem medos, usufruindo do aconchego e do calor protector de seus fortes braços.

Já passaram muitos anos e as recordações não param
É por essa razão que me dá uma sensação de grande regozijo quando escrevo ou leio algo sobre esta linda aldeia perdida nos Vales do rio Zêzere por entre as serras da Gardunha do Moradal e do Penedo Mosqueiro

Um local maravilhoso a não perder de vista

A LIBERDADE DOS PEIXES



Meus Amigos achei interessantissimo este tema dos peixes para vos deixar aqui tambem a oportunidade d e verem varios videos sobre esta espécie
Estes certamente não se iriam aguentar nas aguas da ribeira de Bogas mas seria um espectáculo se pudessem.
seria sim senhor....

PEQUENOS PRAZERES







Ultimamente muito se tem falado e até escrito sobre a piscina fluvial de BOGAS DE BAIXO

Cada um lá terá as suas razões para criticar ou enaltecer a obra, no entanto é preciso que seja dito que a piscina fluvial a par de outras obras tais como o centro de convivio para idosos, os Wc publicos, o jardim de infancia, o complexo desportivo etc etc, são pequenos (Grandes) prazeres para o dia a dia da nossa população.
Já aqui escrevi sobre isto, mas volto hoje a faze lo, porque recebi do nosso conterraneo Carlos(?) uma série de fotos das quais vou publicar duas para perceberem a ironia do envio das mesmas
pq a acompanhar vinha apenas a frase mal escrita aqui vai as fotos da nossa piscina

De qualquer maneira agradeço o envio das mesmas tiradas em dias de tempestade e é certo que contra a natureza o homem nada pode fazer.
Sempre ouvi dizer: chove no Descoberto cresce a ribeira de Bogas e nestas fotos está a prova de que assim é.
Nada disto terá concerteza a ver com o possuirmos ou não uma piscina fluvial
Não somos os primeiros nem seremos os ultimos a usufruir desse bem.
Embora muitas destas piscinas tanto poderão transbordar por causa de inundações. como ficarem secas por falta de chuva

Os rios e as ribeiras existem porque a chuva cai
e não esqueçam: continuo a contar com a vossa ajuda luantes@clix.pt

OLÁ ......... hoje vou deixar aqui um apelo

Como ja devem ter reparado, em pouco tempo de contagem é já visivel o numero de pessoas que visitaram esta pagina
Naturais de Bogas ou não o certo é que teem se interessado pelo que aqui temos vindo a publicar.Ora bem o apelo que eu fazia vem no sentido de que todos os visitantes que sendo ou não naturais de Bogas tenham alguma experiencia vivida em Bogas ou mesmo noutro qualquer lugar por causa de Bogas, não tenham qualquer perconceito em partilharem conosco essas experiencias
Prometemos publica las
Temos tido alguns comentarios e até algumas dicas e fotos enviadas por mail
Queremos continuar a receber cada vez mais

Por isso caros amigos oriundos de Bogas de Baixo ou com raizes nesta terra ajudem nos a manter sempre actual esta pagina
para todos o meu abraço
luantes@clix.pt

E PORQUE NÃO? TUDO PODERIA TER ACONTECIDO


porque sera que la na nossa terra bogas de baixo

nunca os habitantes desta terra puderao servir se deste meio de deslocamento

ou seja o comboio
certamente que muitos nativos de bogas e outras pequenas aldeias ao lado gostariao de ver passar este grande e jeitoso meio de locomoçao
que pensao voces que passao por este blog?
bogas devia ser aldeia con estaçao ferroviaria?






AQUI O VEMOS PERCORRENDO TERRAS DA BEIRA E NÃO MUITO LONGE DE BOGAS DE BAIXO
ESTE É REALMENTE O COMBOIO DA BEIRA BAIXA




A propósito das obras no açude do Covão em Bogas de Baixo

Foi isto que me despertou a atenção quando estava a desfolhar as paginas do Jornal do Fundão.
Eu não vou ser muito longo porque para mim isto nem tinha razão de ser
Quando é que ja se viu que um pouco de milho semeado e pelo que sei nem sempre é semeado, pertença de um boguense é considerado um bem publico que tem que ser salvaguardado, e uma piscina fluvial para bem de toda a população e seus visitantes teria que ser relegada para segundo plano
Aqui só pode haver má fé do propritario do terreno que não vê com bons olhos o salto qualitativo que este prsidente de junta implementou em Bogas de Baixo A terra que há pouco mais de meias duzia de anos era bem pior
Senhor propritario do milho do Covão, deixe se de esquisitisses compre um motorzito de rega e continue a regar o seu milho
A junta até é capaz de ajudar, e deixe Bogas seguir na senda do progresso
para bem das suas gentes, que teem todo o direito de usufruir desse bem publico dado que estão a mais de 200kms da costa e por isso a sua maioria não tem possibilidades de ir á praia e não possuem piscinas particulares. Eu estou apenas a defender a maior parte do povo de Bogas, alguns terão todas essas comodides e ainda bem.
Aqui mostro o local do Covão com o célebre milho pelo que me dá a entender sem falta de agua
foto gentilmente enviada por uma emigrante de Bogas de Baixo