Recomende este blog

São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




domingo, 4 de outubro de 2015

As aldeias do meu sitio

Cá pelas nossas bandas, situam se lindas aldeias carregadas de tradições e praticamente com os mesmos usos e costumes das suas gentes

Como não podia deixar de ser  começo pela aldeia que viu nascer, que guardo sempre com muitas saudades no meu coração
                                   
                                                BOGAS DE BAIXO



Bogas de Baixo, freguesia mais a sul do concelho do Fundão, inserida já na zona abrangente do pinhal ,fazendo tambem parte da rota do Xisto, já que as suas casas mais antigas são um espelho desse mesmo Xisto Vista assim do Jesus Adolescente, da nos a sensação que está de braços abertos para receber os seus visitantes



As minhas raízes profundas a esta aldeia fazem me sentir a vontade de ve-la crescer. Acho que em qualidade isso está já bem patente aos olhos de todos, quanto ao seu crescimento populacional é que as coisas serão bem mais difíceis. Faz me recordar os meus tempos de escola em que fomos mais de 10 alunos em cada classe o que prefazia uma média de 40 a 50 alunos divididos pelas nossas professoras D Ilda Natércia e D Suzete das Neves.

O aspecto e a comodidade já existentes serão com certeza atractivo suficiente para que pelo menos os seus filhos já na reforma, possam regressar para passar dias sossegados na velhice. Entretanto em época de férias  como aconteceu este verão  Bogas contou pelo menos durante 2 meses com um movimento desusual de carros e pessoas
E ainda bem que assim é porque se por um lado se matam saudades da terra também temos a oportunidade de revermos os nossos amigos de infância.






Onde eu nasci passa um rio/
 Que passa no igual sem fim/
 Igual, sem fim, minha terra/
 Passava dentro de mim/
 Passava como se o tempo/
 Nada pudesse mudar/
 Passava como se o rio/
 Não desaguasse no mar/
 O rio deságua no mar/
 Já tanta coisa aprendi
/ Mas o que é mais meu cantar~
/ É isso que eu canto aqui/
 Hoje eu sei que o mundo é grande/
 E o mar de ondas se faz/
 Mas nasceu junto com o rio
/ O canto que eu canto mais/
 O rio só chega no mar/
Depois de andar pelo chão/
 O rio da minha terra/ Deságua em meu coração

Sem comentários: