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São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




domingo, 30 de novembro de 2014

Aqui toda a gente é católica (continuação)

Voltamos hoje  ao tema da religiosidade no concelho FUNDÃO e fomos visitar sa igrejas e  algumas capelas das aldeias De SOUTO DA CASA, ALDEIA NOVA DO CABO, ALDEIA DE JOANES, ALCONGOSTA e DONAS




Fachada principal da Matriz de Souto da Casa
O seu orago é São Pedro e, esta paróquia, curiosamente foi a primeira do actual concelho do Fundão a proceder aos registos de baptismo e de casamento a partir de 1563, com duas ou três décadas de avanço sobre todas as outras freguesias do concelho, juntamente com Freixial dos Potes (ou da Loiça), que nesta época lhe estava anexa.

Existem no Souto da Casa  algumas capelas quase todas carregadas de histórias e lendas, mas apresento hoje uma das mais visitadas talvez por s situar num local estratégico á beira da estrada Nacional entre  O Souto da Casa e  o Castelejo
A Capela do Senhor da Saude em cujo terreiro eu já assisti a grandes festejos com missa campal, banda filarmónica, Bombos e muitas e diversas actividades ludicas


Fachada principal da Igreja Matriz de Aldeia Nova do Cabo

Templo construído no século XVI. Fachada principal rasgada por portal de arco abatido, com torre sineira de dois registos, o primeiro cego e o superior rasgado por ventana com volta perfeita, na lateral esquerda. No interior a igreja exibe 5 altares, destaque para o altar maior onde se situa uma imagem em pedra de ansã, de Na. Sra. de ao Pé da Cruz do século XVI (1576)
nesta linda aldeia ás portas do Fundão existem ainda segundo escritos da Junta de freguesia,as capelas

- Capela de Santo António
- Capela de São João
- Capela do Calvário / São Francisco, da Ordem Terceira, situa-se no lugar do Calvário.
- Capela de Nossa Senhora de Fátima
- Capela de São Miguel Arcanjo, mandada edificar em 1511 pelo vigário Manuel Barreiros de Sá, situa-se adossada ao solar do Terreiro.
- Capela do Espírito Santo
- Capela de Sao Barnabé, edificada no século XVII, no cimo do portado, exibe o brasão familiar de armas dos Silvas, Proenças, Sá e Magalhães


Igreja Matriz de Aldeia de Joanes

Matriz de uma das mais antigas freguesias do concelho de Fundão, a Igreja de São Pedro foi fundada possivelmente no século XIII, segundo indicam as Memórias Paroquiais de 1758, onde se afirma que no ano de 1223 o edifício estava já construído.
No entanto, pouco resta da traça românica original, uma vez que cerca de 1585, data gravada na fachada lateral, foi executada uma grande campanha de obras que alterou substancialmente a feição e estrutura do templo.

Igreja Matriz
Fachada frontral da Igreja Matriz de Alcongosta

Templo dedicado a Nossa Senhora da Anunciação, de arquitectura clássico barroco. A fachada com torre sineira e no interior o altar-mor é em talha dourada.
Segundo a tradição esta devoção começou depois de uma praga ter assolado os soutos de castanheiros e posteriormente vir a morrer coladas às paredes da Igreja Matriz.
E para comprovar o catolicismo das gentes de Alcongosta, foram ainda construidas na aldeia, 3 capelas, são elas
Capela do Espírito Santo, antiga capela alpendrada, edificada em 1578 gravada na fachada principal. A sua arquitectura é vernácula e maneirista.
Sofreu obras de restauro na 2ª metade do século XX e em 2004. Na actualidade é utizada como casa mortuária.
Capela do Mártir S. Sebastião, a sua origem é muito antiga. O altar-mor exibe pinturas importantes de escola. Antigo Calvário.
Capela de Santa Bárbara, mandada edificar por um transeunte para pagamento de uma promessa. Quando ele ia a passar na serra, havia uma grande trovoada e prometeu que se nada lhe sucedesse mandaria edificar uma capela na primeira aldeia onde chegasse. Foi em Alcongosta.

Igreja  Matriz de Santa Maria das Donas

Esta igreja foi edificada no século XVIII. De alçados rebocados e pintados de branco, moldurados por embasamento, cunhais apilastrados e cornija bastante proeminente em granito exposto, apresenta frontaria cuja empena forma um frontão triangular. O portal, de verga curva, é sobrepujado por elegante frontão curvo interrompido, pouco acima do qual, no tímpano da empena, se abre um óculo quadrilobado. O flanco do lado direito é rasgado por uma porta de verga curva com frontão semelhante ao do portal principal, e por duas janelas de verga curva. Na prumada dos cunhais erguem-se pináculos piramidais com esfera. À esquerda do corpo do templo, ligeiramente afastada, ergue-se a torre dos sinos, de três registos separados por proeminentes cornijas, sendo o inferior aberto por uma porta de verga curva e um óculo quadrilobado, o intermédio de muito pouca altura e cego, e o superior rasgado, nas quatro faces, pelas ventanas dos sinos. O coroamento é feito por pináculos nos cantos e coruchéu piramidal escalonado ao centro.

Capela Senhora do Souto

Conta a lenda que um dia um menino mudo foi com o pastor para o lugar onde existe hoje a capela e que era um grande souto. Aí sobre uma figueira apareceu Maria que pediu que se construísse ali uma capela e curou a mudez da criança. Assim os pais da criança mandaram construir a Capela da Senhora do Souto, cuja parte do altar é o tronco da antiga figueira onde a Senhora apareceu.
Capela de Pancas
Capela do Mártir de São Sebastião
e Capela de São Roque

domingo, 23 de novembro de 2014

No coração das Beiras há qualidade de vida

Recordações das minhas pequenas viagens, usufruindo das belas paisagens e do ar puro que a montanha tem para nos oferecer
 Um dia pelas redondeas da Pampilhosa da Serra, vou hoje partilhar com todos os meus leitores e visitantes, um dos mais belos passeios que alguma vez se podem concretizar nestes locais


Saindo da Pampilhosa pela estrada das beiras, passamos imediatamente ao lado de Sobral de Cima, uma pequena aldeia de montanha pertencente à freguesia de Pampilhosa da Serra sede do Concelho com o mesmo nome.
Encontra-se a 4 km, numa suave encosta virada a sul .
A festa anual em honra do Padroeiro Senhor da Serra , realiza-se no 2º fim de semana do mês de Agosto.
A economia desta aldeia está ligada à floresta e à agricultura de subsistência. A área florestal da zona é constituída por pinheiro bravo, eucalipto, castanheiro, amieiros, e vegetação rasteira. As áreas naturais são ricas em água, podendo ainda hoje observar-se o precioso líquido brotando livremente nos locais mais inesperados. A fauna é constituída essencialmente por perdizes, coelhos bravos, raposas, aves silvestres e javalis


Seguindo em frente, avistamos o Moninho, aldeia pacata que se situa junto da estrada N112 que liga a Pampilhosa de Serra a Coimbra. Actualmente a população residente em Moninho não ultrapassa os 70 habitantes, contudo, no mês de Agosto, a população desta aldeia aumenta para cerca de 120 pessoas
Possui todas as infra-estruturas necessárias para a manutenção de uma boa qualidade de vida.


Não chegamos a entrar em Moradias, dado que um pouco antes, deixamos a estrada das beiras e voltamos á direita pela estrada N 343 que nos leva serra acima a passar ao lado do Soeirinho até á Quinra belide
Zona de rara beleza mas abandonada



Seguindo a mesma direção chegamos ao alto da serra do Vidual de onde avistamos uma extraordinária paisagem com toda aquela serra cheia de Ventoinhas eólicas que passando muito junto delas produzem aquele ruido enorme da sua rotação.



Aqui viramos á esquerda por um caminho Municipal que nos leva a Fajão, fomos ao adro da igreja, sentimos a frescura da Fonte Velha.
Percorremos os pátios do largo da cadeia e do Museu Monsenhor Nunes Pereira para chegar ao topo da aldeia.


Durante o percurso tivemos em atenção às tramelgas que escondem as fechaduras, bem como outros pormenores arquitectónicos singulares. Pudemos ver toda a história contada nos painéis de ardósia que remetem para os “Contos de Fajão”. Seguimos os passos do Juiz, sentámo nos à sua mesa no restaurante com o mesmo nome e descobrimos porque é que a gastronomia é um dos atractivos maiores de Fajão, com o cabrito assado, o bacalhau ou a tigelada.



Mas o nosso destino era mesmo a Barragem do Alto do Ceira ali ao lado de Camba. Esta bela aldeia serrana, de gente afável e hospitaleira, pertence á freguesia de Fajão, a norte do concelho de Pampilhosa da Serra, numa região denominada Alto Ceira, tendo a Serra do Açor e o Picoto de Cebola, (São Jorge da Beira) com os seus cerca de 1500 m de altitude, a formarem o seu horizonte próximo.







A Camba é banhada pelo Rio Ceira que nasce a pouca distância do limite norte do concelho, já nas “fraldas” da Serra de Estrela.
com as suas aguas geladas e de um azul escuro a transmitir nos que é profunda








Antes do fim deste magnifico passeio tivemos ainda aoportunidade de admirar nas encostas destas serras outras localidades, tais como
Ceiroquinho


Ponte de Fajão


Covanca


Porto da Balsa



e acabámos este passeio em Unhais o Velho

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Aqui toda a gente é católica (continuação)

Hoje iniciamos o périplo pelas nossas igrejas numa aldeia a fazer  parte das Aldeias de Xisto
BARROCA

Na padieira do portal tem gravada uma inscrição latina na qual consta a data de construção (1768): "... ANNO MDCCLXVIII". Frontaria orientada a oeste. Portal e janelão de molduras rectas. Sineira com duas ventanas onde se alojam dois sinos.
No interior, exibe um coro alto em madeira suportado por duas colunas graníticas com pias de água benta. Arco triunfal em xisto. Dois altares colaterais ao arco triunfal.
Nª Srª do Rosário, no altar colateral ao arco, do lado do Evangelho e o Sagrado Coração de Jesus, no altar colateral ao arco, do lado da Epístola. Pia baptismal em granito.

SILVARES
Continuando a nossa viajem , subimos agora até á linda Vila de Silvares

Nesta Vila realiam se ao longo do ano várias festas religiosas sempre com grande empenho das gentes Silvarenses
Festa da Nossa Senhora de Fátima: 1º Domingo após o 13 de Maio.
Festa de Santo António: Fim de semana de 14 deJunho.
Festa de São João: 24 de Junho.
Festa de Comemoração da Elevação de Silvares a Vila: 21 de Junho.
Festa do Bombeiro 2008: 28 de Junho.
Festa de Santa Ana: Último Fim de Semana de Julho
Festa da Santa Luzia: 1º Fim de Semana de Agosto.

Os gloriosos tempos do volfrâmio tiveram em Silvares reflexos imediatos. A grande mudança notou-se desde logo ao nível das condições:
O tijolo e o cimento substituíram a palha e o barro. A freguesia não parou mais de crescer atingindo nos nossos dias um nível de desenvolvimento bastante
acentuado que resultou na sua elevação a vila. Uma vila que apresenta uma economia florescente, um bom e diversificado leque de equipamentos e, entre todas as freguesias do concelho, é uma das que tem um maior número de instituições sócio culturais.

                                           LAVACOLHOS

Igreja matriz de Santo Amaro. Lavacolhos
Centrando o núcleo urbano de maior interesse histórico-arquitectónico, é um templo de fundação remota, talvez quinhentista, mas que por necessidade de recomposição ou alargamento veio a sofrer alterações profundas. É provável que tenham sido encetadas diligências para o seu restauro no 1.º quartel, pois que no ano de 1817 dirigiram os juizes e moradores da terra uma petição à Coroa no sentido de se «fazer cativa a taberna de vinho, aguardente, vinagre e azeite», isto «para poderem fazer alguma obra pública», já que não tinha o concelho do lugar rendimentos com que pudessem suprir as despesas.

                                                                    CASTELEJO

O Castelejo aldeia situada perto da sede de concelho tem no seu Historial religioso os grandes festejos em honra de Santa Luzia e Santa Eufêmia
Desta aldeia voltaremos a escrever e mostrar outras imagens na próxima postagem sobre Santa Luzia


ENXABARDA
aqui ao lado de Santa Luzia situada no sopé da Serra da Gardunha a caminho do Açor, é tambem uma aldeia cheia de tradições que ainda hoje se vão mantendo, isto enquanto os edosos de agora viverem porque depois não sei não
Como em todas as guerras as lendas seguem as colunas dos soldados. Numa aldeia do concelho do Fundão há quem garanta que os franceses não a pilharam graças à intervenção de Santo António. - pelo que consta nas voes do povo essa aldeia foi precisamente a Enxabarda

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Aqui toda a gente é católica (continuação)

Descoberto

Normalmente é sempre a meio do mês de Agosto que se realizam aqui no Descoberto, as festas em honra da Imaculada Conceição
O Descoberto como as aldeias vizinhas fica muito despovoado durante o ano inteiro
já que as suas gentes emigraram para diversos locais  em Portugal e no Estrangeiro,
simplesmente porque aqui não há trabalho e  a vida se torna dificil
Em contra partida  quem tiver o previlégio de poder visitar o Descoberto vai encontar pouca gente mas um povo extraordinário  para além do ar puro da serra  da gardunha com o seu aroma carateristico

Ladeira de Nossa Senhora do Carmo

Está de parabéns a população da Ladeira por poder usufruir de uma vida cheia de ar puro com tudo o que é nescessário para preservar a saúde
Ar puro, água cristalina, produtos biológicos que cada um produz nas suas leiras bem tratadas, para além de usufruirem duma vista maravilhosa sobre o Vale do Zézere
 contou me há tempos um amigo que o adro é em forma de U, só tem adro na frente e dos lados,a parte de tras está fechada á passagem de pessoas.
Fazia-nos grande transtorno quando eramos miúdos, porque quando jogavamos às escondidas,não podiamos passar pela parte de tras da capela.
Investiguei e cheguei á fala com o meu tio Manuel Martins que me contou :A pessoa que cedeu o terreno para fazer a capela pos uma condição; dou o terreno mas não me arrancais a cerejeira que existe no local.
Então os homens numa maquiavélica obra de engenharia encostaram a parede de tras da capela à cerejeira e fizeram a capela dali para a frente.
É por isso que o adro está incompleto.

Açor
Esta é a linda aldeia do Açor, situada no alto da Maunça serra da Gardunha, na freguesia do Castelejo concelho do Fundão
Uma aldeia carregada de tradições pelos seus usos e costumes  as suas gentes e os convivios que promóvem como foi o caso do ultimo evento que foi um êxito mau grado o mau tempo que já se faz  sentir  Mostra de Artes e Sabores de Maunça, ou Festa da Castanha


Capela dos Boxinos  (foto de José Braz)


Como podemos ver na foto seguinte propriedade do Clube dos Boxinos




Realiaram se na aldeia no primeiro domingo de Agosto as grandes festas em honra de Nossa Senhora das Nescessidades
Altura em que muitos Boxinenses espalhados não só por Portugal como pela Europa aproveitam para vis matar saudades da terra  da familia e dos amigos



Maxial da Ladeira
Em Agosto ainda se faz festa em honra da Nª Sra. Da Saúde, dura em média 3 dias, entre outros tem a presença forte dos emigrantes que além da ajuda indispensável, também fazem força para que nem todas as tradições da Aldeia desapareçam.
è sempre uma ótima ocasião para rever e  abraçar a familia  e  os amigos

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Aqui quase toda a gente é católica

Hoje vou escrever sobre as igrejas das aldeias situadas no sopé Gardunha
 e nada melhor que começar com a Igreja de Bogas de Baixo  minha terra natal


Em 1724 já Bogas de Baixo era Paróquia , como podemos verificar na cópia do testamento de Jorge Dias o qual se encontra no livro de testamentos de Bogas pertencente ao arquivo da freguesia de Bogas e ao que parece foi levado para a Casa Paroquial por volta de 1940
O referido testamento tem o seguinte termo de abertura: Este livro ha de servir para nele se descarregarem os movimentos e visitas á Igreja Paroquial de S. Pedro no lugar de Bogas de Baixo, deste distrito da Covilhã vai rubricado com o sobrenome de FREIRE





Bogas tem outros monumentos religiosos como a capela da Padroeira da aldeia
Como acontece todos os anos, as festas em honra de Nossa Senhora das Dores e Jesus Adolescente, realizam se em Bogas de Baixo sempre no principio do mês de Agosto

Bogas de Baixo outrora sede de freguesia passou a fazer parte de uma fusão de 2 freguesias  Bogas de Baixo e Janeiro de Cima

Esta é  a igreja antiga de  Janeiro de Cima situada mesmo no centro da povoação  igreja de Nossa Senhora da Assunção

Para além desta  Janeiro de Cima  tem há varios anos uma nova Igreja que sendo maior e mais moderna serve muito melhor as gentes desta linda aldeia
tSeguindo estrada fora  uns quilómetros mais adiante deixamos a Nacional e voltamos á direita pela estrada municipal até Bogas de Cima. uma aldeia bem conhecida especialmente pelas gentes que seguem com atenção as aldeias de xisto.
Esta Igreja Matriz de Bogas de Cima possui um interior lindissimo e muito bem cuidado, a ultima vez que aqui passei tive oportunidade de comprovar isso quando assisti a uma missa por alma de um amigo.
Se tiver a oportunidade de passar por Bogas de Cima ,pare no largo junto à fonte, visite a Igreja Matriz e toda a freguesia, em especial a Casa Redonda "ex-libris" da terra, os antigos lagares de azeite e os moinhos na ribeira. No clube não deixe de provar uns peixes fritos.
Casa redonda

esta é a casa redonda de Bogas de Cima

Depois seguindo para a Malhada Velha, vou encontrar uma Igreja que me lembro muito bem da sua construção na década de 80 pelo meu amigo José Filipe do Açor que nessa época se dedicava á construção civil

Uma belissima Igreja onde os crentes entram e se sentem confortáveis numa sala ampla e de boa acústica
Esta capela razz igualmente parte do património religioso desta encantadora aldeia onde habitam gentes simpáticas e acolhedoras.  Em Malhada Velha encontrará facilmente um amigo


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Janelas e Portas cá do burgo

Yorkshire, England. Pineheath House, once the luxury estate of Indian aristocrats, has stood untouched for more than a quarter century. The 40-bedroom, 12-bathroom mansion was once home to shipping magnate Sir Dhunjibhoy and his wife, Lady Bomanji. After Lady Bomanji died in 1986, the house and its contents were abandoned.

A Janela que tambem é conhecida por, fenestra ou ventana2 trata se de uma abertura num qualquer prédio o moradia, bem como em armazéns ou outros espaços fechados, como uma parede. Ela possibilita a ventilação e insolação dos ambientes nos seus interiores.
Tambem há janelas interiores, mas falemos das exteriores que podem ser consideradas como observatório, por remeterem ao exterior, podem ser consideradas como ângulos de visão, pois permitem a entrada de elementos como luz e ar, mas também possibilitam o olhar de uma area de observação panoranmica
A Once Majestic Estate and Former Home to University Presidents is Deemed Unlivable and Abandoned
. É o símbolo da receptividade, da abertura para as influências vindas de fora, da entrada da luz. Representa também a sensibilidade às influências externas. A janela pode ainda ser considerada como sendo um símbolo da consciência, ou um portal para o inconsciente,
Cool owl door!
Cada vez que entro numa rua de cidade vila ou aldeia, especialmente as mais antigas e tipicamente tratadas, gosto de me meter a observar portas e janelas quando me parecem um pouco fora do vulgar
e como podem verificar pelas imagens que partilho convosco são diversos os modelos e estilos de janelas portuguesas