terça-feira, 23 de julho de 2013

Há festa na aldeia (I)




Mais um grande evento que se realiza no próximo mês de Agosto numa  aldeia da nossa região
 Partilho convosco o programa das festas na Barroca (do Zezere), em honra de Nossa Senhora da Rocha


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Há Festa na aldeia

                                          ESTREITO

Freguesia situada nas faldas da serra do Muradal, dista 13 quilómetros da sede do concelho, Oleiros.
 É a maior freguesia em extensão e a que reúne maior número de povoações. É provável que o povoamento do actual território da freguesia ascenda a tempos pré-romanos. As condições naturais de defesa que o lugar do Estreito então proporcionava eram manifestamente propícias à instalação de um qualquer povo, talvez lusitano.

Esta localidade vai estar em festa de 26 a 30 deste mês de Julho 
São festejos muito participados, dese há muitos anos
Abaixo poderão consultar mais promonorizadamente o programa das festas

É já no dia 26 que começa Festa do Estreito! Vão ser 5 dias de animação. Apareçam...

Bogas de Baixo em festa

A rapaziada da Comissão de Festas de Bogas de Baixo, acaba de divulgar o programa das festas em honra de Nossa Senhora das Dores e Jesus Adolescente a terem lugar nos dias 3, 4, e 5 de Agosto no Cabeço do Outeiro onde mora a mãe das Dores e o seu filho Jesus
 A grande quantidade de emigrantes de Bogas que estarão presentes nos festejos irão certamente dar muita animação á festa



Festas e eventos na Zona do Pinhal

                                                                  OLEIROS


A vila de Oleiros, sede de concelho, situa-se numa zona de grande beleza natural, numa zona montanhosa de xisto e argila, caracterizada pelas suas paisagens rurais de pinhais e abundantes cursos de água.
A primeira referência escrita relativa à vila de Oleiros data de 1194, não existindo muito material que possa auxiliar no posicionamento histórico desta vila, sabendo-se contudo, que durante a Idade Média, terá pertencido à Ordem do Hospital, e por ela terá sido desenvolvida.

Oleiros apresenta um interessante património religioso, como se pode observar na sua Igreja Matriz (século XVI e XVIII), na da Misericórdia datada do século XVI, ou a Capela de Nossa Senhora Mãe dos Homens (século XVIII).

O Património natural da região é uma dos maiores atributos desta vila, com locais aprazíveis como a Praia Fluvial, no aproveitamento da Ribeira de Oleiros, no sítio do Açude Pinto, muito frequentada durante o verão.

Símbolo patrimonial da região são os muitos Moinhos de Água espalhados pelo concelho, espelho da importante cultura do milho na região.
O pinheiro é hoje a principal árvore do concelho, existindo algumas unidades industriais de exploração do material e de outras especializações pela região, hoje em dia bem provida de meios de comunicação.

Na gastronomia tradicional da região de Oleiros encontram-se especialidades como o Cabrito estonado à moda de Oleiros, o Coelho à Caçador, a Perdiz assada ou as Trutas grelhadas, destacando-se também o Vinho Calum, cultivado na região, ao longo das margens da ribeira da Sertã. O vinho Calum é um tipo de vinho branco, muito ligeiro, de baixo teor alcoólico.
(in Guia da Cidade)

Aqui vai  a programação da XIII Feira do Pinhal com um vasto leque de escolhas Para se sentir  bem no meio de grande diversão

Aldeias em Festa

CASEGAS

Foto: CASEGAS - SERRA da ESTRELA


A trinta quilómetros da Covilhã, sede de concelho, a freguesia de Casegas situa-se entre as ribeiras de Unhais e de Casegas. Esta nasce na freguesia de Sobral, passa nesta freguesia e vai desaguar na margem direita do rio Paúl, tendo cerca de oito quilómetros de curso. A freguesia ocupa uma vasta área entre as serras de Estrela e Açor , encontrando-se nos contrafortes da Serra da Estrela, no sul do concelho.

Esta localidade beirã vai realizar nos próximos dias 26, 27 e 28 de Julho de 2013 Gradiosas festas de verão  com Festival de Musica Tradicional e Mostra de Gastronomia da região.
A imagem abaixo descreve ao pormenor toda a programação das festas
Será certamente um fim de semana bem passado especialmente para muitos Caseguenses que estão fora da terra durante o resto ano

E vai ser uma semana de muita azafama e divertimento porque logo a seguir vem mais um fim de semana  para abanar o capacete.
Realizam se as festas em Honra do Anjo da Guarda


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Festas de Verão nas aldeias do pinhal

Estamos em Oleiros, seguimos para sul pela EN 351 e chegamos á ISNA



Um pouquinho mais abaixo encontramos a pequena povoação de Ribeira da Isna onde se irão realizar as festas de verão em honra de nossa Senhora da Confiança e São José.
Isna é um aglomerado populacional antigo, situado em terras férteis e com abundância aquífera, tendo-se desenvolvido a partir da Ribeira da Isna pela encosta de declives suaves.


Terra de forte tradição cinegética, por estas paragens andou el rei D. Carlos em caçadas, atraído pela abundância de veados e javalis. Na povoação existe uma rua com o seu nome, atestando este facto e um fontanário por ele mandado construir, a “Fonte das Mulheres”, há muito reclamado pela população feminina.




A ribeira da Isna, situada na bacia hidrográfica do Tejo, é um afluente do rio Zêzere que nasce na Serra do Cabeço da Rainha e percorre 45.5 Kms. até desaguar no Zêzere, na albufeira da Barragem de Castelo do Bode, perto da aldeia de Fernandaires no concelho de Vila de Rei.
Tem como afluentes a Ribeira Vilar, a Ribeira Tamolha, a Ribeira Bostelim e a Ribeira Salgueiro.
Podemos disfrutar de ótimas praias fluviais nesta ribeira, são elas
Praia Fluvial de Aldeia Ruiva (concelho de Proença-a-Nova)
Praia Fluvial do Malhadal (concelho de Proença-a-Nova)
Praia Fluvial de Fernandaires (concelho de Vila de Rei)
Praia Fluvial do Pego das Cancelas (concelho de Vila de Rei)
Também no seu curso se situa a barragem de Corgas.

Esta pequena postagem, para além de dar a conhecer um pouco mais da nossa região  Beira Baixa Zona do Pinhal, tinha ainda o objetivo de divulgar o programa das festas da Ribeira da Isna para o final do Mês
e para isso nada melhor que o cartaz que se segue



sábado, 13 de julho de 2013

No Ladoeiro fala se de melancia

A Beira Baixa produz dois frutos de grande qualidade, certificados Internacionalmente


A melancia está para o Ladoeiro tal como a cereja está para Alcongosta
Estas duas localidades da Beira Baixa, uma no concelho de Idanha a Nova e a outra no concelho de Fundão, realizam festas da fruta.
No Ladoeiro é a festa da melancia  e em Alcongosta  a festa da cereja..
Hoje vou escrever algo sobre a melancia porque estamos agora na sua época de produção em Portugal.

É uma erva rastejante e trepadeira originária de Àfrica, produz  anualmente, com folhas triangulares   e flores pequenas e amareladas, gerando um fruto arredondado ou alongado, a melancia de polpa vermelha, suculenta e doce, com alto teor de água. A casca é verde e lustrosa, apresentando estrias escuras.
Pode ser considerada a rainha das frutas de Verão. Leve, antioxidante e diurética, a melancia fornece água e minerais essenciais para o correcto funcionamento do nosso organismo.

O elevado conteúdo de licopeno faz da melancia uma arma muito poderosa contra problemas cardiovasculares e contra os radicais livres, substâncias nocivas que aceleram o envelhecimento das células, fazendo com que a pele perca firmeza e elasticidade.
Atenção que o seu poder antioxidante está associado à redução do risco de alguns tipos de cancro, em particular do pâncreas, pulmão, cólon e próstata.

É portanto um fruto que devemos consumir em quantidade, produz efeitos benéficos na disfunção erétil,   as suas sementes  são oleosas e nutritivas e ajudam a preservar a saúde da próstata. Por este motivo, beber batidos de melancia com as sementes trituradas é uma excelente opção para os homens.

Eis a composição nutricional de 100g de melancia, de acordo com a Tabela da Composição de Alimentos, Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge:

Calorias: 24
Hidratos de carbono: 5,5 g
Fósforo: 5 mg
Cálcio: 10 mg
Potássio: 100 mg
Vitamina A: 50 ug
Magnésio: 12 mg

É bom lembrar para quem puder estar presente, vai realizar se no Ladoeiro no próximo fim de semana, 20 e 21 de Julho o Festival da Melancia do Ladoeiro  
O fruto será naturalmente  o centro das atenções pelo meio de um vasto programa que se reveste de animação cultural, demonstrações e venda direta do fruto havendo ainda o já tradicional concurso de melancia.
Aconselho todos os meus amigos visitantes e leitores a procurarem saber das variadíssimas   qualidades da melancia para bem da nossa  saude e  vão ver que vale a pena comer     

domingo, 7 de julho de 2013

Lenda da origem do Monte Fidalgo

Lembro me perfeitamente de uma das muitas vezes que visitei Monte Fidalgo, ter descido com o meu carro até á beira da barragem de onde os pescadores partiam á pesca da lampreia (belos tempos) e por azar esse dia choveu a potes, a estrada para além de ser muito inclinada tambem era de terra batida. ora o carrito patinava, patinava e não saia do mesmo lugar
Não havia vivalma nas redondezas a quem pedisse ajuda.
Já transpirava por todos os poros  e eis que um homem chega de motorizada, conversamos um pouco e ele disse que ia buscar uma ajuda.
E assim foi, ao fim de algum tempo aparece com um macho pela trela, uma corda que ligámos ao carro e com a ajuda do macho e do motor ao mesmo tempo lá consegui sair do fundo da ravina

_Hoje pra transcrever a lenda da origem da aldeia, aproveitei algumas fotos para que possamos tambem recordar alguns locais de Monte Fidalgo


De geração em geração vem-se dizendo que a fundação da povoação de Monte Fidalgo, se deve à fixação de três irmãos fidalgos que, por incompatibilidades entre eles, acabaram por fixar-se cada um em seu lado, não muito distanciados uns dos outros.

 Dos locais escolhidos pelos três irmãos, só dois é que permaneceram, formando-se assim a que é hoje denominada povoação de Monte Fidalgo, ficando esta a dever-se ao facto de eles terem vindo para ali desterrados.
 Um dos irmãos ao morrer deixou toda a área que lhe pertencia, assim como a primitiva casa, ao povo de Monte Fidalgo, ficando esta obrigada a pagar todos os anos 13 alqueires de forro, trigo, à Nossa Senhora do Rosário de Castelo Branco, ou seja cada habitante da altura teria que pagar todos os anos um alqueire. Só que a dada altura alguns habitantes foram a Castelo Branco, sem conhecimento dos outros, e compraram o forro, alegando que era para evitar a maçada de terem de lá ir todos os anos.
 Quando chegaram à aldeia disseram aos outros que aquilo lhes pertencia, pois haviam-no comprado e começaram a construir coimas para o gado.
 A restante população não se conformou com tal e foram a um advogado. O caso foi a tribunal mas eles perderam a causa, pois o advogado havia-lhes dito que aquilo não era legal e aconselhou-os a actuarem. Assim em 1906, sensivelmente, a população evadira a propriedade, destruindo coimas, destruindo o trigo e levando à frente os animais.
 Mas não satisfeitos com tal decisão, por perderem a causa e ainda terem de pagar 100 mil réis de multa, voltaram a apelar ao Supremo Tribunal, desta vez ganhando a causa.
 Assim, ainda hoje, todo aquele que resida lá, no fim de seis meses, tem direito à pastagem.
 Pensa-se que o nome advém em honra desse Fidalgo, que generosamente legou à população o seu monte.

Fonte Biblio HENRIQUES, Francisco Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros Vila Velha de Ródão, Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001 , p.287-289