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São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




quarta-feira, 28 de março de 2012

Houve convivio em Bogas de Baixo

José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judeia, no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo, ele é considerado um santo e chamado de São José. O dia de S josé é comemorado no dia 19 de Março de cada ano. Muitos dos que nasceram neste dia os padrinhos ou os pais optaram por lhe chamar José em louvor ao Santo Bogas de Baixo tambem foi uma terra que levou á risca esta tradição Pois basta ver mos através das imagens que o José Dias Nunes captou que em tempos mais distantes foram batizados em Bogas muitos josés Os Josés de Bogas de Baixo juntaram se com os seus omónimos do resto da freguesia e levaram a cabo uma festa convvio Com missa celebrada pelo paroco da aldeia Padre Gilberto. E um belissimo repasto num restaurante do Orvalho
Nesta foto consigo reconhecer o José Frade, o José Silvestre e o meu parente José André da Ladeira
O José Manuel Nunes autor das fotos
O José Simão e esposa
Aqui podemos ver tambem o José Dias Novo e esposa
Nesta foto posso reconhecer o José Patrocinio para alem de outros Josés dos quais não me recordo do nome, mas é preciso que se diga que todos estes Josés são do tempo da minha juventude uns mais velhos e outros mais novos
Aqui vemos o Padre Giberto em primeiro plano acompanhado do casal José Simão
Um aspecto geral do restaurante com os Josés reunidos no seu almoço de confraternização Mais um pouco de história sobre S José O culto a São José começou provavelmente no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o papa Pio IX o proclamou “O Patrono da Igreja Universal” e, a partir de então, passou a ser cultuado no dia 19 de março. E já agora quero endereçar a todos os Josés de Bogas de Baixo os meus parabéns fazendo votos que para o ano continuem a reunir se todos e se possivel mais alguns

terça-feira, 27 de março de 2012

Tradições que vão desaparecendo

Mulheres de Bucos - "Dobadoira" from MPAGDP on Vimeo.

Gravado em Bucos, Cabeçeiras de Basto a 20 de Janeiro de 2012 Realização: Tiago Pereira Som: Rosa Pomar Canon 5d RODE NT5 stereo Trabalhos da lã: esguedelhar, cardar, fiar, ameadar, dobar e fazer meia. Isto passa se em Bucos - Cabeceiras de Basto mas tambem se fazia na minha aldeia Bogas de Baixo e em quase todas as aldeias em redor, destacando se Janeiro de Cima e Bogas do Meio

sábado, 24 de março de 2012

Lendas e Mitos do Povo

Aparição da Nossa Senhora da Serra APL 2478
O facto da aparição da Nossa Senhora da Serra é muito antigo. Conta a tradição que, numa tarde, uma mulher, que diziam ser de Alcongosta, com uma filha pequenita, foi à serra da Gardunha apanhar chamiços para o lume, ao mesmo tempo que levou duas cabras para pastarem. De repente, começou a aparecer um nevoeiro, puxado pelo vento, serra acima. A menina começou a brincar com uma pedritas e afastou-se da mãe, para detrás de uma giestas. A mãe, não vendo a filha, começou a clamar por ela, com gritos de aflição. O nevoeiro cresceu e fez-se um pouco escuro.
A mãe, sempre gritando pela filha, andou pela serra, no local, à sua procura, rezando sempre a Nossa Senhora. Muito pesarosa, voltou a triste mãe para o seu povo. Logo contou o sucedido aos vizinhos e com eles voltou à serra procurar a filha perdida, mas sem qualquer resultado. Procuraram por todos os cantos da serra e só encontraram a menina três ou quatro dias depois, dentro de uma lapa, com a Nossa Senhora. Todos ficaram espantados por terem achado a menina viva, que já julgavam morta, até porque por lá havia muitos lobos. E também, porque, na lapa formada por grandes rochedos, viram uma linda imagem de Nossa Senhora, que iluminava toda o lugar.
(imgem sapo.blogs) A menina disse que não tinha fome, porque aquela Senhora lhe tinha dado comida em todo o tempo que lá esteve. Logo a lapa foi transformada em capela e o milagre e a fama da Senhora da Serra, assim foi invocada, espalhou-se por muitos e longínquos lugares. As gentes de Castelo Novo, Alpedrinha, Casal da Serra e Souto da Casa mandaram fazer uma imagem de Nossa Senhora, que colocaram na lapa, e passaram a fazer uma festa anual, em louvor da Senhora, e para comemoração do milagre que ela ali fez . Fonte MATOS, Albano Mendes de Literatura Popular Tradicional na Gardunha s/l, Edição do Autor, 2004 , p.43-44 Ano1947 LocalSão Vicente Da Beira, CASTELO BRANCO, CASTELO BRANCO InformanteJosé Mendes (M),

quinta-feira, 22 de março de 2012

Se bem me lembro era assim em Bogas

Lembro me da minha mãe fazer há muitos anos umas migas esturricadas, se calhar não seriam tão bem confeccionadas como aquelas que vos mostro nesta postagem,mas toda a comida que ela fazia era uma delicia
Miga esturricada Composição 750 gr de pão de trigo caseiro 1 molho(s) de salsa 3 dente(s) de alho 1 colher (sopa) de colorau 100 gr de presunto 150 gr de chouriço de carne 2 dl de azeite 4 ovos sal xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Leva-se ao lume um recipiente com água, um ramo de salsa, o alho, o colorau e o sal. Deixa-se ferver. Corta-se o presunto e o pão às fatias finas e o chouriço às rodelas. Colocam-se num prato fundo camadas de fatias de pão alternadas com fatias de presunto e rodelas de chouriço. Rega-se tudo com a água temperada a ferver. Deixa-se demolhar. Meia hora antes de servir, passa-se a massa por azeite, ajeitando-a com uma colher de pau, deixa-se alourar bem. Vira-se com a ajuda de um prato e deixa-se alourar do outro lado. Serve-se pondo por cima os ovos estrelados em azeite e enfeita-se com salsa. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Depois deliciava me também com uma sopa de favas que era um espectáculo
Sopa de Favas Ingredientes: * 2 litros de água * 30 gr de arroz * 1 cebola média * 1 cenoura * 1 couve-flor pequena * 0,5 Kg de favas descascadas * 1 colher de sopa de manteiga * 1 gema * 75 gr de presunto gordo * Sal q.b. Não levava todos estes ingredienmtes a vida não opremitia mas era boa na mesma com as favinhas criadas lá na horta e nesse tempo especialmente na nossa terra toda a hortaliça era biológica. Os adubos começaram a ser utilizados muito maios tarde e sempre em pequenas quantidades Hoje vi na cronologia da Alda Neves Dias Gonçalves uma foto que me chamou a atenção e que de repente lhe roubei e vos mostro aqui.
A estas deliciosas bolachas a gente no meu tempo chamava mos talaças que a minha mãe muitas vezes fazia com uma forma feita em ferro pelomeu padrinho e tio Zé Ferreiro Os ingredientes não sei mas a Alda que de vez enquando vem ver o que se passa por aqui, pode deixar a receita e dizer nos a forma como confeccionou estas

sábado, 17 de março de 2012

Delicie se com as belas paisagens da nossa aldeia

Visão parcial de Bogas de Baixo
Ruas limpas e bem cuidadas com moradias com estilo
Bairro da Portela onde se situam a capela de Nossa Senhora das Dores e o Monumento de Jesus Adolescente Terreiro onde se realizam anualmente as festas de verão da nossa terra
Imagem captada a partir do Parque de Merendas do Mosqueiro, local de interesse de onde se pode avistar uma grande extenção do Centro de Portugal
A nossa vizinha aldeia de ORVALHO no sopé do Penedo Mosqueiro, Parque de Merendas e Miradouro que reparte com Bogas a sua posse
Este moinho muito antigo, foi mandado restaurar pelo falecido Presidente António Roque, é um local com visita obrigatória e podemos até ve lo funcionar como era há 60 ou 70 anos
E por ultimo o belissimo rio Zêzere percorrendo a nossa região quase a chegar á Foz de Bogas

quinta-feira, 15 de março de 2012

Histórias e lendas que o povo conta

A Serra da ARGEMELA
É a história do monte da Argemela (que é situada no concelho do Fundão, à beira do rio Zêzere, portanto, na parte direita do rio Zêzere) monte esse, em que, no tempo que foi ocupada pelos mouros, dizia-se que, os mouros trabalhavam muito em ouro, aonde realmente havia vestígios de muitas levadas, isto é, canalizações por onde passavam as águas, levadas feitas por pedra, e então os mouros trabalharam tanto, e eles queriam fazer uma igreja construída em ouro, de maneiras que começaram a construir a igreja ao nível do rio mas, portanto, cabeço esse, chamado cabeço, que é um monte que terá a beira dos seus 800, 900 metros de altitude, ou mais, mais ou menos, e eles começaram a construir a igreja ao nível do rio, mas igreja foi crescendo, foi crescendo, foi crescendo e eles sempre foram para a construir essa dita igreja, essa igreja era toda em ouro, porque eles quiseram arrecadar o ouro todo quando se viram em perigo, com medo de serem expulsos daquele sitio, construíam a igreja, para deixar ali o tesouro que durante anos eles tinham amealhado, durante aqueles anos que eles ali trabalharam. Essa dita igreja foi feita até mesmo, em todo o tamanho e altitude do monte, mas quando foi a terminá-la, quando chegou mesmo ao cume, ao cimo do monte, ficou mesmo… Quando realmente eles estavam a construir a torre verificaram que já não tinha mais monte para ficar a igreja toda tapada de terra e depois aquilo tomou vegetação, deixaram o galo, normalmente, (por norma) era habito pôr um galo no cumulo [sic cume], lá no cimo da torre, então esse galo já ficou fora, em cima desse galo, nasceu uma carqueijera que ainda hoje procuram a dita igreja que não conseguem encontrar. E dizem que o galo, está mesmo por baixo da carqueijera, que nasceu-lhe a carqueijera em cima, as pessoas procuram, procuram mas não encontram. Fonte AA. VV., - Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas) Faro, n/a, Ano2007 Local--Silvares, FUNDÃO

terça-feira, 13 de março de 2012

A Festa da Páscoa

A Festa da Páscoa é mais antiga que a Cristandade. Simbolizava o retorno à Primavera, após o tempo de privação e desolação, do Inverno. Celebrava-se a Páscoa, fazendo ofertas às Deusas da Natureza. Com a Cristandade, esta Festa foi adaptada, para celebrar a ressurreição de Cristo. A Páscoa, antes da Cristandade, significava a festa de comemoração da vinda do bom tempo, após os temporais, o frio e aridez invernais. Celebrava-se com oferta do melhor cordeiro do rebanho, às Deusas lunares (Deusas Telúricas) e às Deusas da fertilidade (Deusas das águas). Simbolizava o retorno à fertilidade das terras, à luz, à vida.
Mas a Páscoa não é só isso A Páscoa é tambem uma festa onde predominam os bolos especialmente os bolos de azeite, os bolos de soda, os bicoitos e as cavacas etc etc Em Bogas de Baixo minha terra natal era tradição cozerem se grandes fornadas de Bolos de Azeite. Havia v´~arios fornos particulares e todos trabalhavam com grande azáfama na Semana Santa proximo do Domingo de Ramos e do Domingo de páscoa Lembro me ainda dos bolos que a minhga avó fazia e mais tarde a minha mãe tambem lhe tomou o jeito, e era uma delicia comer aqueles bolos de Páscoa confeccionados por elas. Ainda hoje embora sejam rarissimas as pessoas, a cozerem estes afamados bolos, ainda se fazem alguns. A Páscoa é tambem o simbolo das amendoas
Era a delicia da pequenada do meu tempo, acompanhar a visita pascal, feita e comandada pelo amigo padre Branco, e enquanto as pessoas entravam nas casas para receberem Cristo, os don os da casa vinham á janela e mandavam mãos cheias de amendoas que se espallavam entre nós, depois era uma correria para se conseguir apanhar o maior numero possivel. Sei que o Padre Gilberto está ocupadissimo por ter ao seu encargo os trabalhos pastorais de varias freguesias, no entanto espero que ainda arranje um pouquinho de tempo para reviver a tradição de fazer a visita pascal na minha terra, Bogas de Baixo

sábado, 10 de março de 2012

Lendas e Mitos do povo

LENDA DO FOLAR DA PÁSCOA
A lenda do folar da Páscoa é tão antiga que se desconhece a sua data de origem. Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer. Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre. Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe. No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante. Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina. Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, o afilhado costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da mulher

Segundo consegui apurar pela pesquisa que fiz na net,a ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria.
As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913). O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América[2], em memória do protesto contra as más condições de trabalho das operárias da indústria do vestuário de Nova York[carece de fontes]. Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.[3] Membros da Women's International League for Peace and Freedom, em Washington, D.C., 1922. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.[4] Hoje celebra se neste dia 8 de Março e o Ecos da Aldeia quer assinalar esta data enviando a todas as mulheres do mundo um lindo ramo de flores com o desejo que passem um dia muito muito feliz

segunda-feira, 5 de março de 2012

Estamos em tempo de Quaresma

A quaresma começa sempre na quarta-feira de cinzas e termina na Sexta-feira santa, até a celebração da Missa da Ceia do Senhor com os doze apóstolos... os católicos realizam a preparação para a Páscoa.
O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.A quaresma vai a até a páscoa quando o Senhor ressucita.
Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa penitência. O roxo no tempo da quaresma não significa luto e sim simboliza que a igreja está se preparando espiritualmente para a grande festa da páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo. Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
Durante este período realizam se vários actos simbólicos com mais ou menos tradições de terra para terra No nosso concelho do Fundão várias localidades realizam a procissão dos passos, que no Fundão foi este ano o meu amigo José Luis a facultar me algumas fotos durante o seu percurso
Aqui na nossa cidade terá ainda lugar a celebração da procissão do Enterro do Senhor, com uma palestra feita por um padre no Espirito Santo onde acorrem todos os anos centenas de fiéis
A Via Sacra é tambem um acto religioso praticado em todas as localidades do nosso concelho. em algumas com muito mais relevo tendo longos percursos por pelourinhos e capelinhas, outras como por exemplo na minha aldeia Bogas de Baixo o percurso é muito mais curto sempre no interior da igreja onde se encontram as as 15 estações representando o percurso do flagelo de Cristo até á sua morte

sábado, 3 de março de 2012

Estes factos deixam me contente

É com enorme satisfação que reparo nas visitas assiduas ao blogue de gentes que veem por exemplo da costa Oeste dos EUA como Mountain View
Ou ainda de outros locais como Atlanta, Florida, Newjersey etc etc. isto nos Estados Unidos
Mas veem tambem gentes de Vancouver, Toronto e Montreal no Canadá. Em principio acredito que sejam portugueses especialmente Beirões ou seus amigos. que vivem nesses longinquos paises
è com regozijo que noto que a vinda destes meus visitantes tem estado a aumentar de dia para dia Pedia no entanto que quando passarem deixem uma mensagem em género de comentario para que eu possa realmente agradecer vos a visita Voltem sempre O Blogue pode ser traduzido automaticamente para qualquer lingua, mas permito me neste caso transcrever esta mensagem traduzida para o inglês
t is with great pleasure that we repair in regular visits to the blog people they see for example the U.S. west coast as Mountain View Or other places like Atlanta, Florida, New Jersey etc etc. that the United States But see also the people of Vancouver, Toronto and Montreal in Canada. In principle I believe they are especially Portuguese Beirões or your friends. those living in distant countries è I notice with satisfaction that the coming of my visitors has been increasing day to day He asked, however, that when going to leave a message for comment on gender so I can really thank you for visiting coming back The Blog can be automatically translated to any language, but allow me here transcribing this message translated into English

sexta-feira, 2 de março de 2012

O Carnaval já passou

Carnaval é uma festa de origem grega, iniciada em meados dos anos 600 a 520 a.C.. E era com no carnaval que os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade das terras e o que elas produziam . A Igreja Católica acabou por adoptar estas comemorações, em 590 d.C.. É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia e continua a haver uma grande concentração de festejos populares. Cada terra brinca á sua maneira, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.
A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspiraram se no carnaval parisiense para implantar os seus novos costumes carnavalescas. O Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba, que Portugal adoptou e leva a efeito em varias localidades de Norte a Sul
com maior relevo em Ovar, Torres Vedras, Sesimbra, e Loulé para alem de qualquer cidade, vila ou aldeia portuguesa festejarem com mais ou menos vistosidade, o Carnaval. Loulé continua a reunir durante tres dias milhares de pessoas na Avenida Costa Mealha E este ano embora o Primeiro Ministro tentasse estragar a festa, os foliões fizeram orelhas moucas e nem ligaram ao que ele disse.
As festas de Carnaval foram um êxito, já que nem São Pedro quis saber das recomendações de Passos Coelho e fechou todas as torneiras lá de cima para que não chovesse nestes dias