Recomende este blog

São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




sábado, 30 de julho de 2011

Pelas serras da Pampilhosa


Pampilhosa da Serra um concelho limitrofe com o rio Zezere a separar nos entre o Urjeiro e Janeiro de Baixo
Conheço muito bem todo o concelho desde muito novo e mais tarde devido á minha actividade de vendedor, arranjei muitos amigos e conhecimentos.
Encontrei um site sobre uma terra que me traz belas recordações, porque no tempo dos rebanhos e das casas mais abastadas havia sempre um criado que guardava o rebanho para além de outras tarefas.


Um primo meu foi um dos que começou a sua vida de trabalho ainda muito novo numa dessas casas ,na Póvoa da Raposeira que da nossa terra nos habituamos a querer observa la ao longe atraz daquelas rochas
ali ao lado das Portas do Souto.


Mais tarde tive em Povoa da Raposeira bem como nas Portas do Souto, Adorão, Portela de Unhais
e muitas outras aldeias desta região montanhosa mas de belissimas imagens, algumas lojas de comércio
tradicional meus clientes muitos dos seus proprietários ainda hoje recordo com amizade.


Alguns já não se encontram entre nós (caso do Virgilio Martins de Dornelas e outros) mas eu nunca os esqueço
Construimos amizades.
Hoje debruço me apenas nesta aldeia simpátiac de Póvoa da Raposeira
Na ribeira da Póvoa existia ha muitos anos um moinho que funcionava durante largas semanas mas que agora
deve estar desativado e talvez em ruinas.
Póvoa da Raposeira faz parte da freguesia de Unhais o Velho que possui um historial rico e lindissimo
Antigamente aqui como na minha aldeia o medronho era abundante nestas encostas pelo que existiam
alguns alambiques que tanto detilavam o medronho para extrair a famosa medronheira como tambem destilavam


o engaço das uvas para a extração de saborosa bagaceira (que ainda hoje se fabrica artesanalmente em muitas
das nossas aldeias.
E já que o moinho está desactivado, tambem o forno comunitario deixou de coser as saborosas broas de milho


que tambem se cosiam nos fornos da minha aldeia
Este património tem sido espoliado muito principalmente pela desertificação das nossas terras bem como pelos
incendios que teem ano após ano devastado toda a zona de pinhal e mesmo terras de cultivo que eram abundantes
nesta região
Ainda existe a eira da Póvoa que hoje serve de parque de estacionamento, já que milho Centeio ou cevada ja eram
e já não são mais
Será que o Lagar ainda funciona? o Lagar da Póvoa era e será concerteza um ponto de referencia para os trabalhos
artesanais do concelho da Pampilhosa
Deixo aqui tambem algumas fotos que o Nuno da sua torre de vigia nas serras da Pampilhosa captou com a sua objectiva


Para termos um maior conhecimento do vasto historial destas aldeias da Pampilhosa, visitem http://www.cm-pampilhosadaserra.pt/pt

2 comentários:

Anónimo disse...

Caro amigo Luis é verdade que os vendedores sabem criar grandes amizades á clientes que para nós vendedores são como as nossas familias.
Eu também foi vendedor sei bem o que o Luis sente eu tambem recordo com saudade muitos dos meus clientes foram tri nta e oito anos a conviver com muita gente boa que guardavam sempre uma encomenda para nos ser entregue em mão no dia da minha visita.

Bons tempos amigo e colega Luis

Antonio Nunes disse...

O Lagar da Povoa da Raposeira ainda fonciona e muito bem ainda se fazem muitas lagaradas e batatas no borralho com o bacalhau assado na fornalha e muito vinho sempre com o apoio do AMIGO Antonio