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São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Confraternização no Ingarnal


É bem verdade que Portugal está repleto de belas serras.
Desde o Algarve onde a serra de Monchique é uma das serras mais visitadas por estrangeiros
até Tras os Montes com as belissimas Serras do Marão e o Parque Natural peneda Gerês,
algumas com mais ou menos altitude, todas elas uma referencia natural. não podemos esquecer que a mais alta fica no Centro de Portugal e é a Estrela,

mas ali bem ao lado a olharem se se uma á outra fica a mais bela de todas, a Gardunha que .mesmo de longe é inevitável admirar o seu esplendor, pela sua grande beleza e biodiversidade natural.
Quantos lugares enigmáticos, cheios de segredos por desvendar e de histórias para nos contar haverá por estes cantinhos da Beira Baixa...


Hoje vou mostrar vos mais um pouco da aldeia que me deixa muitas e belas recordações
O Ingarnal virada ali para a serra onde sabe bem sentar á mesa e tomar o pequeno almoço com os raios solares a entrarem pelas janelas a iluminar a nossa mesa logo pela manhã

Dou hoje inicio a uma série de publicações que se irão estender até ao proximo mês de Agosto quando no dia 6 se irá realizar o Grande jantar de confraternização entre os moradores e muitos ingarnalenses espalhados por Portugal e pelo mundo, e ainda os familiares e amigos que certamente não irão perder a oportunidade de fazer parte de tão belo e gostoso evento

Com fotos da Dina Ivo mostro vos o Ingarnal e o ultimo Jantar realizado
Mais tarde publicarei a forma de se poder inscrever para esta festa

domingo, 27 de fevereiro de 2011

É Sempre Bom Recordar

De uma boguense de corpo e alma, recebi uma foto que quero partilhar com todos, pois é sempre bom recordar
Conheço toda a gente que figura nesta foto. apraz me muito recordar a ti Diolinda, o ti Manuel Pantaleão a ti Herminia etc etc
De alguns não me lembro do nome


As nossas vidas não são apenas os números de dias que já passaram, mas sim as recordações vividas e que continuam a arder nos nossos corações.
E quantas paixões já todos nós experimentámos?
E a vida só tem algum valor quando amamos o que passámos, as recordações, os nossos amores e desamores,as grandes paixões etc etc.
São essas paixões que após dezenas de anos, gostamos de recordar.
Parece que o tempo ressurge dentro de nós e novamente sentimos as delicias daqueles tempos inesquessivéis. Como e bom recordar assim... Lembro me da minha casa com paredes largas e nas janelas antigas, havia aqueles pequenos assentos em pedra dos lados. Era num deles que ás vezes me sentava a ver a chuva cair e as pessoas apressadas a deslocarem se de um lado para outro. Havia movimento na nossa terra. Ouviam se rumores na rua... eram as pessoas conversando! Da minha janela podia ver uma paisagem maravilhosa que se estendia até aos montes em redor com densas areas de verde pinhal, e a capela de Nossa Senhora das Dores erguendo-se, lá no alto do cabeço do Outeiro,
com Jesus Adolescente velando lá do alto da sua estátua

Sempre é Bom Recordar

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

E Bogas lá tão longe !!!....



É verdade
Este é o que sinto a cada dia que passa, e como eu muitos mais boguenses espalhados por esse mundo fora.
O que me faz recordar com mais facilidade o que passei nesta linda aldeia portuguesa,são iniciativas deste género que nos trazem á lembrança as coisas boas da nossa terra
Se assim não for e não oiçamos ou vejamos escrever algo sobre a nossa aldeia, ela cai a pouco e pouco no esquecimento e vamos sentindo que ela fica cada vez mais longe de nós.
É apenas a recordação da juventude, dos amigos que andam por aí e da familia que vai partindo, que dá cada vez mais vontade d e não esquecer o meu berço
Enquanto tiver algo para escrever sobre isso cá estarei até que a tinta da caneta s e acabe.
Bogas não é dos que lá moram mas sim dos que lá nasceram e daqueles que optaram por fazer dela a sua terra.
Bogas de Baixo sempre

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A nossa terra vai ficando mais pobre


Fiquei triste hoje ao saber que o nosso querido conterraneo e meu amigo de infancia, Eliseu Martins, morreu!

Sei que vivia com a familia em Setubal, a ultima vez que conversámos foi em Agosto passado por altura da festa de Bogas. Pareceu me muito bem e não estava nada á espera desta noticia
Quero endereçar daqui as minhas sinceras condolencias a toda a familia enlutada

O Eliseu continuará a estar conosco através do pensamento
Até sempre e estejas onde estiveres fica em paz

sábado, 19 de fevereiro de 2011

No meu tempo era assim



Lá na minha terra, quando era jovem, eu, como toda a gente da aldeia levantavamo nos todos os dias ao nascer do sol , comia se o pequeno-almoço, que tanto podia ser sopas com leite de cabra que nós próprios tratavamos e ordenhavamos, como podiamos comer algo com mais sustento tipo sopa de feijão com nabos e outras coisas do género . A carne e o peixe andavam mais afastadas Não havia o que se pode chamar pastores, eramos nós que levavamos as cabritas e ovelhas para as pastagens.
No entanto muitos de nós já tinhamos ido antes, roçar uns molhos de mato para fazeremos a cama dos animais, ou mesmo para espalhar nas ruas frente ás portas para que com o tempo e a passagem das pessoas e animais por cima do mesmo e com a chuva este se degradasse, produzindo o estrume para estrumar as as nossas hortas.
Pois toda a gente trabalhava de sol a sol, e a vida da casa, tratamento dos animais e da horta estavam quase sempre reservadas ás mulheres.
Vivia-se essencialmente dos trabalhos do campo e algumas saidas sazonais para as ceifas nos campos da Idanha, ou ainda para as mondas nas grandes casas agricolas de Castelo Branco
Para isso eram normalmente constituidos grupos de homens para partirem para as ceifas

( o meu pai foi manager desses grupos) e de raparigas normalmente solteiras para as mondas e para o terço que consitia por exemplo em ir colher feijão frade e um terço da colheita era o salario enquanto nas ceifas era um quinto, por isso as pessoas normalmente diziam que iam ao quinto ou ao terço
Da matança do porco já escrevi na postagem anterior mas acrecento uma vez mais que os porcos eram comprados ainda muito pequenos a mamar e depois eram bem alimentados, para, no Inverno, serem mortos e se fazerem enchidos. Parte do porco ia para a salgadeira, onde era conservado, para dar para o resto do ano., tudo o que vos contei na postagem da matança
Havia um grande espírito de entreajuda em quase tudo o que se fazia em Bogas, como por exemplo na colheita da azeitona,



na descamisa do milho e depois nas debulhas que eram uma festa para a rapaziada mais jovem, já que foi em algumas debulhas do milho que normalmente eram feitas ao serão na casa dos próprios donos, que se iniciaram muitos namoricos e alguns até terminaram em casamento


Nessa altura Bogas de Baixo tinha em plena laboração um lagar de azeite e uma boa meia duzia de moinhos e azenhas a moer a farinha com que se haveria de fazer o pão para a nossa alimentação


Havia ainda nessa altura muita gente a semear linho que depois de tarbalhado como podem ver noutras postagens que publiquei em meados de 2009,
as mulheres juntavam se normalmente, umas quantas na sua rua a fiar o linho, com os filhos por perto a brincar.

Em quase todas as aldeias havia um um forno comunitário, Em Bogas havia varios fornos que embora particulares, era onde as mulheres da aldeia coziam o pão
Muito poucas pessoas se deslocavam para muito longe da aldeia e quando iam a Castelo Branco ou ao Fundão era muito raro, talvez algumas do meu tempo nunca o tenham feito.
Não havia transportes e as pessoas tinham que fazer grandes percursos a pé, talvez até tenha sido a principal razão porque muita gente nunca tinha visto um comboio
Em 1967 foi ano em que meu pai emigrou para a França havia sido inaugurado o comboio internacional Lisboa Madrid



A vida era dura muito dura mas ao mesmo tempo muito mais tranquila e saudável que nos dias de hoje
Quase toda a gente da minha geração se lembra disto com nostalgia

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Quando jogávamos o pião


No meu tempo de escola o jogo do pião era praticado quase diariamente tanto no patio da escola antes e depois da aula ou mesmo no intervalo como ainda no largo do relveiro no adro da Igreja ou nas oliveiras frente á casa do meu avô ou seja ali mesmo em frente ao café Ponto de Econtro.
Com a evolução dos tempos essas oliveiras ainda existem mas não como espaço para brincar
Este jogo era essencialmente praticado pelos rapazes, já que as raparigas tinham outros tipos de jogos que um dia destes talvez eu traga á memória de muitas delas se publicar algo aqui no blogue.
O pião é conhecido há milhares de anos. mas antes do século XIV só era conhecido por Piorra . A partir daí conhecemos então o pião, e a piorra continuou a existir apenas com uma diferença, de maiores dimensões
Estes artigos funcionam com o enrolar de uma baraça e depois lançados ao chão.

Mas tambem bricávamos com uns outros piões miniatura que eram impulsionados com os dedos com 4 faces e em cada face uma letra R - T -P e D o que significava RAPA TIRA PÕE DEIXA por isso lhe chamava mos o jogo do Rapa . A letra que ficava para cima ganhava ou perdia conforme o caso O P tinha que por um rebuçado o T tirava um o D deixava tudo como estava e o R rapava tudo, um jogo de sorte e azar já existia no meu tempo de criança
Evidentemente que se jogava a rebuçados e a feijões.

Voltando ao jogo do Pião, tratava se de uma competição que consistia em dispor os piões no chão em circulo e o que jogava tentava tocar nos piões e projectá-los para fora do círculo e continuar por si só a girar, considerando-se fora de prova os piões que saíam desse mesmo círculo.
Evidentemente que o pião com o qual faziamos estes desafios em conjunto utilazavamos tambem individualmente fazendo disso uma brincadeira de lançar e apanhar para a mão onde continuava a rodar
O pião ainda hoje é uma realidade embora nada como no meu tempo
O ti Manuel Belchior era um técnico extraordinãrio na arte de fazer piões
algune ele me fez em varios tipos de madeira

Tinha algumas fotos desse tempo mas não sei onde param
Se alguem que leia esta mensagem possuir algo sobre isso e queira partilhar, fico á espera

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Nas décadas 50/60 era assim

A MATANÇA DO PORCO

Lembro me que há muitos anos atraz qualquer familia em Bogas de Baixo,
mesmo as mais carenciadas criavam um porquinho que normalmente era comprado em pequeno a criadores e vendedores que se deslocavam á
nossa terra com camionetas carregadas ou compravam nas feiras que se faziam pelas redondezas.
No Orvalho, havia nesse tempo uma familia de
negociantes lembro me do Horacio e do pai que se deslocavam muitas
vezes á nosa terra fazendo a venda desses animais


A matança do porco era um dia de festa.
A aldeia é pequena e toda a gente sabia quem matava nesse dia.
Juntavam-se a familia e amigos. Normalmente uma familia matava um porquinho, mas familias que geralmente matavam dois porcos num ano,ou porque tinham mais posses ou familias numerosas.
E no meio disto tudo as gentes convivam, era uma festa
Fazia-se a matança do porco e pendurava-se.
Havia na terra o ti Chico capador ou o ti Manuel capador que eram convidados para matar, abrir e desmanchar o animal.
Depois fazia-se a festa que tradicionalmente consistia em comer uma bela jantarada , com carne do porco regada com o vinho a sair do pipo.
Naquele tempo a vida era assim. Geralmente vinham tambem os vizinhos. para
agarrarem e segurarem o porco, que nem sempre era facil. Dependia das pessoas e das capacidades para essa tarefa

O trabalho das mulheres era um trabalho árduo até a primeira coisa que
faziam era aparar o sangue e depois mexiam para ele não coalhar, para depois fazerem o fumeiro que consistia em chouriças, morcelas, farinheiras etc etc. Eram elas tambem que escolhiam as carnes e confecionavam os petiscos que iriam servir de repasto aos presentes Consistia em cozer o sangue que estava coalhado, e o chanmado sarrabulho das miudezas do porco


Na altura não havia arcas congeladoras. O Fumeiro era pendurado e seco no caniço, algum metido depois no azeite, e para as carnes havia sim grandes arcas salgadeiras onde se conservava a carne metida no sal


Essas carnes e o fumeiro iam servindo ao longo do tempo para
o governo da casa como costumavam dizer.

(fotos de pesquisa google autores desconhecidos)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Nas décadas 50/60 a vida era assim

Há muitos anos quando era ainda jovem, em Bogas os poucos carros que havia (um ou dois)
E aqui pelas terras nossas vizinhas tambem era assim

Não tinham cintos de segurança não tinham encostos de cabeça nem airbags

A cama não tinha grades e os brinquedos eram normalmente feitos com pedaços de qualquer material que ás vezes tinham chumbo , amianto ou outro veneno qualquer

Lá em casa não havia armarios fechados á chave onde estavan os medicamentos detergentes ou quimicos nessa altura usava se muito a criolina mas não mechiamos
Jà havia bicicletas e a gente andava para cá e para lá sem caneleiras nem capacetes
Bebiamos agua do cantaro de barro, de qualquer mangueira ou qualquer fonte
não havia aguas engarrafadas as chamadas estreilizadas
Com uns roletes e um pedaço de tábua construiamos aqueles carrinhos tipo kart e deciamos pelas barreiras a ver quem andava com mais velocidade

Quando chegávamos ao fim não tinhamos solas nos sapatos pois faziam de travão

Normalmente tinhamos escola na parte da manhã, iamos a casa ás vezes almoçavamos um simples pedaço de broa e iamos brincar para a rua livremente com uma unica condição (voltar para casa antes de ser noite)
Não havia telemoveis e para nos contactarem as nossas mães tinham que andar por ali aos gritos O Luissss...... Oh Zéeee .......

às vezes apanhávamso piolhos que tratavamos com DDT

Quando havia zaragata ou a gente caía e se aleijava não havia queixumes e curavamo nos quase sempre sem ver um médico

Comiamos rebuçados e outras guloseimas, como a broa com açucar ou azeite e ninguem falava de obesidade, eramos super activos

Compravamos pirolitos ali na taverna do ti Zé António e todos bebiamos um pouco da mesma garafa e nunca ninguém morreu por isso
Não havia computadores , internet, telemóveis, não havia videos nem cassetes DVD Havia sim amigos só amigos
A pé ou de bicicleta iamos visitar os amigos mesmo aqueles que moravam mais longe, entravamos sem bater á porta e iamos brincar
Jogávamos á bola na rua com duas pedras a fazer de baliza com bolas de trapo sempre que um ou outro não tinha lugar na equipa não ficava zangado nem era o fim do mundo


Na escola eramos muitos, uns passavam de classe outros reprovavam e nem por isso tinham que ir ao psicólogo
Quem não passava repetia no ano seguinte simplesmente



As nossas festas e bailaricos eram animadas com um velho gira discos com discos de vinil
Tinhamos deveres , fracassos e conquistas, mas tinhamos liberdade para aprender a lidar com eles
E agora perguntam os mais novos; Como é que conseguiram sobreviver
considerando a nossa vida de então uma chatice
Mas eramos felizes
Ainda alguem se lembra desse tempo?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Visitas vêm de todo o mundo (IV)

É imperativo parar um pouco pelo nosso País de onde são a maior parte das visitas ao Blogue. E para que os meus visitantes do resto do mundo possam tambem conhecer os sitios lindos que o nosso Portugal possui ao longo da Costa Atlantica e muito especialmente do interior que este Blogue tem por missão divulgar,
Inicio esta viajem pelos locais de onde mais portugueses seguem o Ecos de Bogas de Baixo que é Lisboa que podemos deliciar nos uma vista parcial desde o Castelo de São Jorge
A Baixa Lisboeta com o Tejo e a ponte 25 de Abril no horizonte
Entramos directamente no centro do Porto pela Avenida dos Aliados , inicialmente, Avenida das Nações Aliadas foi aberta em 1916, nos terrenos a norte da Praça da Liberdade (Ver mais)

Descemos até Coimbra e mostro vos a antiga Universidade que continua a ser um exlibris da cidade do Mondego
Ainda em Coimbra, Roda e moinho da Vala do Monte na reserva Natural do Paul de Arzila


Entretanto chegamos a Leiria vista das amuradas do seu Castelo e de onde se pode avistar uma linda região que vai até á Marinha Grande

Destas cidades bem como de outras Localidades situadas entre as mesmas, como por exemplo Aveiro, Figueira da Foz. Marinha Grande, Fatima Alenquer, Odivelas etc etc diariamente visitam o Ecos de Bogas de Baixo, muito embora não comentem sinto que continuam interessados nas postagens que aqui publico
A todos agradeço o tempo que gastam em visitar o Blogue e espero continuar a vê los por cá.
Hoje fico por aqui mas prometo continuar a viajem por Portugal num agardecimento aos milhares d e Portugueses que visitam O Ecos de Bogas de Baixo

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Visitas vêm de todo o mundo (III)

Saímos do Continente Americano atravessamos o Atlantico em direção de África
E embora da àfrica do Sul onde existe uma aceitável comunidade Lusa, visitando este blogue assiduamente, parei em Joanesburgo por ser a
maior cidade da África do Sul. Com cerca de 5,3 milhões de habitantes, é a quarta maior do continente africano (superada pelo Cairo, Lagos e Kinshasa), e é a capital da província de Gauteng bem como sede da Corte Constitucional Sul-africana.

Está a uma altitude de 1 753 metros acima do nível do mar. Foi fundada em 1886 com a descoberta de ouro na zona. Em 1900 tinha já 100 mil habitantes. É o maior centro industrial e financeiro do país.


Da Africa do Sul entramos directamente em Moçambique nossa antiga Colónia e onde por obrigações á Pátria estive mais de 2 anos cumprindo os deveres militares



Pisei pela primeira vez terra Moçambicana, nesta grande cidade que é Maputo e se chamava Lourenço Marques nessa época.
Desfilei nesta avenida
De Moçambique visitam o Blog muitas vezes alguns dos seus residentes


De Luanda e de outras cidades angolanas aparecem me muitas vezes sinais de visitantes vindos daquele País Africano outrora tambem uma provincia Ultramarina sob o comando de Portugal


Por isso em Angola há ainda hoje muitos Portugueses e sobretudo em Luanda onde Gentes da nossa aldeia construiram empresas estou a recordar me de elementos das Familias Gama e Mota

Continuarei numa proxima postagem esta viagem pelos locais das visitas ao ECOS de BOGAS de BAIXO

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Visitas vêm de todo o mundo (II)

Continuando a minha pesquisa pelos paises de onde veem mais visitantes, continuo ainda na América
Começo pelos EUA pois deste Grande País vem gente dos mais diversos estados Desde Nova Iorque até á Florida
Podemos apreciar esta ultima imagem da FLORIDA

Entramos agora no CANADá e até á cidade de Toronto

Tambem de Vancouver nos visitam varias pessoas que penso serem pelo menos Portugueses a viver naquela cidade do Canadá se não mesmo oriundos da nossa terra ou das terras vizinhas

Da Argentina chegam mais visitas e comentarios ao Ecos de Bogas de Baixo
Pessoalmente estou muito grato a toda esta gente que perde alguns minutos das suas horas de ócio para visitarem o Ecos de Bogas de Baixo
Esta é uma imagem do Palacio dos Congressos

República Argentina, é um estado soberano localizado no extremo sul da América do Sul. Está dividida em 23 províncias e uma cidade autônoma, Buenos Aires, a capital
os seus quarenta milhões de habitantes dividem bons índices de desenvolvimento humano, renda per capita, nível de crescimento econômico e qualidade de vida, que se encontram entre os mais altos da América Latina

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Visitas vêm de todo o mundo (I)

Continuando a minha viajem pelos locais de onde vêm a maior quantidade de visitantes ao Ecos de Bogas de Baixo, dou um salto até ao Brasil.
País que com Portugal mais visitantes vêm o Ecos. Tambem porque é um país nosso irmão com a mesma lingua de Camões
Merecem por isso esta pequena referencia
Evidentemente que veem de todo o Brasil destacando se o Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia,Salvador, Pará de Minas, Porto Velho
Outras grandes cidades espalhadas por todo o Brasil visitam este blogue como, Araraquara, Rio Grande do Sul, Bahia, Santa Catarina, Maringá, Vitória, Paraná, Chavantes,etc etc.
Muitos mais locais do Brasil veem até nós mas de momento foram estes os que consegui fixar



Imagens do Carnaval Carioca
Para poderem visualizar outras imagens do Brasil, fotos de rara beleza, aconselho vos a visitar esta PÀGINA de onde retirei algumas imagens

PS- Continuarei a percorrer os lugares de onde veem os visitantes do Ecos de Bogas de Baixo