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São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Terra berço de meu pai


Passado que está este pequeno temporal de neve, vou continuar a navegar pela nossa Serra da Gardunha, escrevendo hoje, algumas recordações de infancia passadas na terra do meu pai, o Ingarnalsituado nas encostas da Gardunha, mais precisamente no cimo do cabeço Zibreiro.
Os terrenos que aqui se cultivam,sofrem de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, alguns de acesso dificil, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua (aqui muito por culpa dos varios incendios )ora arborizada, onde os matos desabrocham com espontaneidade, é mesmo assim, onde os homens e mulheres do Ingarnal teimam em fazer as suas hortas e apascentar as suas ovelhas e cabras
Esta pequena aldeia está num ponto da serra de onde se pode avistar toda a parte sul da Gardunha que vai desde a Almaceda até Espanha.

São vistas maravilhosas que não me canço de rever e recordar.
O Ingarnal é uma povoação tão pequena que nos parece, e está na realidade parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. No Ingarnal há sempre um recanto que nos dá prazer e gentes humildes mas hospitaleiras,onde não há comércio, não há café mas há sempre a boa vontade de quem lá vive para que possamos esquecer essas carências no aconchego das suas casas.
Quando ainda era criança, lembro me de ir passar alguns dias de vez enquando, á terra do meu pai, onde brincava com os meus avós de quem guardo gratas recordações, dos meus tios, primos e amigos.



Lembro me dos grandes festejos que se realizavam em louvor de Santa Ana. Eram dias de grande confraternização e diversão Aqueles Bolos cosidos no forno de lenha, aquelas belas e enormes filhós e a saborosa comida, que a minha avó tão bem sabia confeccionar, deixam me ainda com mais saudades e de agua na boca.





A Aldeia está perdida na serra mas é facil de encontrar, pois até podia ser uma aldeia turistica dado os ares que por aqui respiramos, a agua cristalina que bebemos a comida biológica que comemos e as paisagens que avistamos
Agora com o Parque Eólico que está crescendo ali mesmo por cima na serra, esta aldeia vai ter que ser obrigatóriamente ponto de passagem para o referido Parque

7 comentários:

Francisco Vieira disse...

Pena realmente que nao se aproveitem estas riquezas que temos escondidas no nosso Portugal profundo.

Ainda pode ser amigo. Tenhamos fe.

abracos e um resto de bom dia para si

Anónimo disse...

Olà Luis!

realmente, é mesma linda à terra do seu pai visto nas fotos!
Beijinhos Elsa

João Paulo disse...

Parabéns. Parece um pedaço do paraiso.

Marisa disse...

Uma linda terra, um pouco perdida no tempo, mas sempre linda.

Obrigado por te lembrares da nossa estimada terra e por a dares a conhecer.

Um abraço

ADÉRITO ANTUNES

jose disse...

Obrigado Luis por se ter lembrado do Ingarnal e falar dele duma forma tao sentida e carinhosa.Adorei.Obrigado mais uma vez.
Um abraço.

José Ivo disse...

Esta nossa terra é uma das maravilhas do nosso Portugal, vamos todos colaborar para da-la a conhecer o mais possivel obrigado ao Luis e a todos os participantes comentadores;calorosas saudações

José Ivo

be disse...

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