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São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Bogas nas páginas da net

Ao percorrer alguns locais na net, deparei me com algumas alusões a Bogas de Baixo, por sinal muito interessantes.
É o caso duma história bem gira sobre as nossas gentes publicada nesta pagina basta clicar aqui
Depois deparei me com uma outra que embora tenha passado por Bogas muito rapidamente, é uma obra prima na descrição de toda esta região onde estamos situados.
para ver basta clicar aqui
em seguida proponho uma visita ao youtoube para que possam ver como o Parque de Merendas do Penedo Mosqueiro é na realidade uma obra que dá a Bogas de Baixo mais um polo de atração. Para ve lo basta Clicar aqui

Ao passar a vista pelo Jornal do Fundão on line deparei me tambem com uma noticia sobre a Piscin, onde o RJF fez algumas entrevistas que podem ouvir clicando aqui

Tambem a página Café Portugal, da qual sou um assiduo visitante e que me dá muito prazer ler, traz tambem algumas referencias á nossa terra e toda esta região, que podem descobrir passando o mousse por aqui
Muitas mais referencias podemos encontrar sobre a nossa terra e toda a nossa vizinhança percorrendo os motores de busca tais como o google ou a Bing beta
Numa proxima postagem abordarei novamente este tema

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Ainda imagens do nevão




Oito dias depois de termos visto e sentido um dos maiores nevões dos ultimos anos na nossa terra, não podia deixar de mostrar as espectaculares imagens que me foram enviadas pela Fátima, captadas na localidade do Maxial, uma anexa muito próxima da sede de freguesia Bogas de Baixo


Esta é uma imagem da nossa aldeia Bogas de Baixo já com bastante neve bem visivel.
Foto que me foi gentilmente enviada pela Elsa
obrigado

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Uma forma de vida


Uma pequena históriaUm modo de vida familiar e colectivo que, apesar do aparecimento de uma panóplia de electrodomésticos, conserva ainda muito de remoto
Bem se poderia aplicar esta história ás formas de vida de muita gente das nossas aldeias





Esta história que passou num ecrã de uma sala de cinema lisboeta,é o oposto total daqueles filmes que são fabricados com uma faixa demográfica jovem em mente. Dascalescu pediu licença a um casal de idosos, Constantin e Elena, casados há mais de meio século, e que vivem numa aldeia do nordeste da Roménia, para que a sua câmara passasse a fazer parte do quotidiano deles durante um ano. E assim registou a existência modesta mas alegre do sorridente casal, entre os trabalhos da casa e do campo, as visitas dos bisnetos, as conversas com o correio que traz as reformas e o jornal, os achaques ocasionais e os pequenos acontecimentos da aldeia. É um modo de vida familiar e colectivo que, apesar da omnipresença da televisão, dos electrodomésticos, dos auto- móveis e dos postes de electricidade, conserva ainda muito de remoto e de profundamente tradicional, nos tapetes que Elena faz em casa no tear da família e nas canções que canta à neta e à bisneta ainda bebé, na forma como Constantin cultiva a terra, nos costumes da aldeia na Páscoa ou no enterro de um dos habitantes. E que se sente que passará para semp
re, à medida que a geração dos dois velhotes retratados for desaparecendo.

Gostei deste documentário porque tal como nessa aldeia romena tambem nas nossas aldeias podemos encontrar alguns casais identicos

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Terra berço de meu pai


Passado que está este pequeno temporal de neve, vou continuar a navegar pela nossa Serra da Gardunha, escrevendo hoje, algumas recordações de infancia passadas na terra do meu pai, o Ingarnalsituado nas encostas da Gardunha, mais precisamente no cimo do cabeço Zibreiro.
Os terrenos que aqui se cultivam,sofrem de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, alguns de acesso dificil, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua (aqui muito por culpa dos varios incendios )ora arborizada, onde os matos desabrocham com espontaneidade, é mesmo assim, onde os homens e mulheres do Ingarnal teimam em fazer as suas hortas e apascentar as suas ovelhas e cabras
Esta pequena aldeia está num ponto da serra de onde se pode avistar toda a parte sul da Gardunha que vai desde a Almaceda até Espanha.

São vistas maravilhosas que não me canço de rever e recordar.
O Ingarnal é uma povoação tão pequena que nos parece, e está na realidade parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. No Ingarnal há sempre um recanto que nos dá prazer e gentes humildes mas hospitaleiras,onde não há comércio, não há café mas há sempre a boa vontade de quem lá vive para que possamos esquecer essas carências no aconchego das suas casas.
Quando ainda era criança, lembro me de ir passar alguns dias de vez enquando, á terra do meu pai, onde brincava com os meus avós de quem guardo gratas recordações, dos meus tios, primos e amigos.



Lembro me dos grandes festejos que se realizavam em louvor de Santa Ana. Eram dias de grande confraternização e diversão Aqueles Bolos cosidos no forno de lenha, aquelas belas e enormes filhós e a saborosa comida, que a minha avó tão bem sabia confeccionar, deixam me ainda com mais saudades e de agua na boca.





A Aldeia está perdida na serra mas é facil de encontrar, pois até podia ser uma aldeia turistica dado os ares que por aqui respiramos, a agua cristalina que bebemos a comida biológica que comemos e as paisagens que avistamos
Agora com o Parque Eólico que está crescendo ali mesmo por cima na serra, esta aldeia vai ter que ser obrigatóriamente ponto de passagem para o referido Parque

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Gardunha branca

Alguem que vive e sente directamente as consequencias dos grandes nevões, dizia me:
A neve é semppre um espectaculo extraordinario e belo e eu estou de acordo. O pior é que quando ela cai em excesso pode tambem ser prejudicial para a agricultura das nossas gentes da serra. Vejam o comentario do meu amigo e conterraneo;
(Desde os meus tempos de criança,e já vão muitos anos, eu não via tanta neve nas ruas da minha aldeia,nem as árvores tão carregadinhas de neve.Agora está uma paisagem de sonho,mas a neve que continua a caír começa a ser causa de preocupação.Além do isolamento a que estamos sugeitos,tememos que a acomulação de neve em cima das árvores,principalmente as oliveiras,seja causa de destruição do nosso olival e mesmo dos pinheiros mais jovens)
Só por estas palavras eu estou a imaginar a beleza dos montes ao redor das nossa aldeias nas abas da gardunha
Aqui vos deixo algumas imagens que me foram cedidas para comprovar o que atraz ficou escrito













Desde Sivares até á Pampilhosa da Serra com maior destaque para a Malhada Velha, aí estão a s imagens possiveis

Mais um Nevão nas encostas da Gardunha


Os meteorologistas preveniram e as previsões confirmaram-se e este fim de semana foi de neve em quase toda a serra da gardunha, marcando presença não só na Serra da Estrela, como também na Gardunha, nevou até no Orvalho tendo o parque d e merendas do Penedo ficado completamente branco


As estradas do maciço central da Serra da Estrela ficaram cortadas.

Durante este fim de semana, a neve continuava a cair um pouco por todo o lado, como por exemplo no centro do Fundão, onde não nevava tão intensamente há cerca de 15 anos.
O frio abateu se por todo o País e até no Algarve onde o clima é normalmente ameno, vi gente a tiritar de frio. Os termómetros chegaram quase aos 0 graus


No Fundão, está fechada a estrada que sobe a Serra da Gardunha, entre o Fundão e Alpedrinha, bem como a estrada que liga o Fundão ao Alcaide. Estão ainda cortadas as ligações Telhado - Barco, Enxabarda - Boxinos e Silvares - Cabeço do Pião.

No concelho de Castelo Branco, a neve obrigou ao corte das estradas entre São Vicente e Casal da Serra e entre Lameirinha e Valbom.


Há ainda cortes no concelho de Oleiros (Oleiros - Isna, Souto - Corgas e Estreito - Foz do Giraldo) e está encerrada a estrada de acesso à aldeia histórica de Monsanto a partir de Relva.

Segundo a mesma fonte do CDOS, a neve tem causado «pequenos acidentes, com toques entre viaturas» a provocar apenas danos materiais.

Neva no distrito de Castelo Branco desde as 07h30, com mais intensidade da norte da Serra da Gardunha e na Serra da Estrela, onde todas as estradas estão encerradas desde as 9h30.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Beirões da Gardunha


Parafraseando um amigo Beirão mas a residir em Vancouver Canadá, Belarmino Duarte Batista ser Beirão, é ter nascido no coração da Cova da Beira, esse vale fértil e deslumbrante, situado entre as Serras da Estrela e da Gardunha, com o Rio Zêzere a espraiar-se pelo meio, rio esse que é tambem genuínamente beirão, pois nasce de entre o granito do Cantaro Magro na Serra da Estrela e vai desaguar no Tejo, nas proximidades de Constancia . (sic)
Mas mesmo estando de acordo com o seu conceito de Beirão, para mim ser Beirão, aquele beirão de gema esse beirão é aquele que nasceu e se fez homem nas abas da Serra da Gardunha, coração da Beira Baixa.
Perdoem me todos os outros beirões, até porque beirões são os da Beira Alta, os da Beira Baixa e os da Beira Litoral. Mas é aqui nas encostas da Gardunha que se vive e se sente o verdadeiro espírito Beirão
Sentir o aroma do pinho bravo, da flor da cerejeira , deste manto verde de arvoredo que cobre a nossa serra, pssear por todos estes povoados construidos na sua maior parte com casas de Xisto etc etc, quem nasceu aqui sente concerteza no peito uma grande alegria por ter nascido Beirão

Mas apresento aqui um texto de um programa de televisão que dá gosto ler
A ALMA E A GENTE
A RAMA DO CASTANHEIRO
TEXTO
Senhores telespectadores, vimos hoje visitar uma das regiões de maior beleza que existem em Portugal, o concelho do Fundão.
Esta palavra “Fundão”, “Fundão” é assim uma palavra
que não soa bem, “Fundão”, “Fundão” não ajuda muito a terra, porque, a terra é bonita, é
progressiva, é forte, mas fundão quer dizer que está lá no fundo e está.
Leia mais aqui

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

É concerteza uma aldeia Portuguesa


No seguimento daquilo que tenho vindo a escrever nas postagens anteriores, este blogue vai de certeza, neste ano em que acabámos de entrar, continuar a divulgar, publicando tudo o que de interessante a nossa aldeia tiver para mostrar ao mundo. Posto isto e como não estive em Bogas neste Natal, socorri me da publicação de fotos de alguns amigos, para as mostrar aos meus visitantes quer sejam de Bogas , de Portugal ou do resto do mundo
Em Bogas houve confraternização, houve fogueira de Natal e para além da tradicional consoada de couves com bacalhau, houve tambem Febras assadas á roda da fogueira. Leitão assado talvez á moda do Marcelo e muita bebida pelo meio.
Aos autores das fotos que a seguir vou publicar, quero em primeiro lugar desculpar me pela ousadia e de seguida agradecer esta oportunidade, São eles o Carlos Nunes e o Tiago Alves

O madeiro ou melhor, os madeiros que foram transportados segundo consegui saber, pelo Alexandre, o Emanuel, o Sérgio, o Alberto e o Belchior, entre outos, para o adro da Igreja, fazem como podemos verificar uma bela fogueira.


Ao calor da fogueira a rapaziada da nossa terra não esteve com meias mediadas e vai de assar febras, costoletas etc para compensar todo o esforço dispendido

Aqui o Paulo Silvestre prepara se para dar cabo deste lindo e apetitoso leitão que talvez tenha sido assado á moda do Marcelo, já que tambem ele se deslocou a Bogas neste natal

Já de barriguinha cheia e depois dum serão bem passado aqui vai mais uma bejéka para a sossega no Ponto de Encontro, uma pequena sala de visitas de Bogas de Baixo

Foi ainda com grande prazer que vi o meu velho amigo Aurélio Simão associar se a esta confertenização da Juventude de Bogas neste Natal de 2009
Parabéns a todos

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

ANO NOVO (vida nova) o mesmo BLOG

Ano Novo, Vida Nova. Isto nós já ouvimos dizer Há décadas
O ano acaba e nós começamos a fazer planos para o ano que acaba d e chegar.
Dizem que em cada Novo Ano a gente recomeça nova vida com novos planos. E realmente é, mas não adianta fazer planos para o novo ano para depois os deixarmos fechados na gaveta. Eles precisam ser colocados em prática para que realmente o ano novo traga uma vida nova.

Os dias que antecedem o final do ano são normalmente dedicados á reflexão, o que fizemos de bom, o que fizemos menos bom e as muitas coisas erradas que tambem teremos feito de certeza. Então chega o momento de fazer desejos, pensar nos objectivos a alcançar neste novo ano .
São objectivos, metas e desejos ; toda a empolgação para um ano que começa e que promete fazer uma revolução na nossa vida.
Nada melhor do que fazer um plano de objectivos e tentar alcança los, ao contrario de passar mais um ano a lamentar daquilo que não fiz.

Idealizei este espaço já lá vão 2 anos e meio.
Não foi um objectivo de continuidade nessa altura, apenas uma forma de matar saudades da terra onde nasc.
Mas com o passar dos dias e com as novas postagens que sempre foram aparecendo um pouco tambem com a colaboração de alguns amigos que sempre me iam dando algumas dicas, e aproveitava para explanar nesta pagina sempre acompanhadas de algumas imagens que eu próprio ia capatando e outras enviadas pelos amigos.

Por isso neste ano que hoje começa, prometo continuar com a mesma linha de mensagens, agora tambem expansivas a toda a região da nossa Serra da Gardunha, onde se situam lindas aldeias com gentes do mais puro que existe no nosso País.


Maravilhosas paisagens, recantos pitorsecos, Aldeias de xisto, Saberes e Sabores do bom que s e come na região,enfim, uma zona que apetece sempre que ca vimos, voltar de novo



Conto com a colaboração dos meus amigos com os seus comentarios, as suas sugestões e alguma ajuda
BOM ANO para todos
e Bem Hajam pela vossa paciência