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São exactamente as nossas raizes culturais, familiares e sociais que nos distinguem.




quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Lindas Imagens da Minha Terra

Meus caros conterraneos
è com imenso agrado que aqui registo imagens da nossa terra que me foram enviadas por uma amiga residente no estrangeiro.
Não podia deixar de publica las ainda que não sejam a totalidade
sempre que alguem tiver outras fotos e assuntos relacionados com Bogas de Baixo, não hesitem em enviar me, pois serão publicadas no Blogue
1ª-
O lar de convivio para a 3ª idade de Bogas de Baixo
2ª-
Vistas sobre a igreja de Bogas


3ª-
Captada do cabeço da portela mais sobre o Vale da Candeia


4ª-esta ta muito bem captada , daqui podemos ver o edificio da Junta de freguesia o largo do relveiro e uma grande parte da povoação


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Bogas de Baixo e a desertificação

Bogas de Baixo não foge á regra do resto do país em que a emigração deixou muitas localidades quase desertas.
A nossa aldeia nesta altura pode ser percorrida de ponta a ponta passeando por todas as ruas e quase não encontramos ninguém com quem falar.
No entanto é uma linda aldeia que em datas festivas como Natal e Páscoa e muito especialmente no verão por altura das férias, a população aumenta muitas vezes mais.
A nossa terra tem muita gente emigrada em todo o mundo muito especialmente em França. Este blogue foi criado com o intuito de poder tambem contribuir perante esses emigrantes, avivar as recordações da sua terra natal.

Em qualquer local onde se encontrem portugueses existem jornais escritos e radiofónicos em lingua portuguesa, mas não podem escrever sobre todas as terras de Portugal sendo por isso muito interessante existirem blogues dedicados a aldeias que se encontram muito interiorizadas sendo por isso mais esquecidas.
Bogas de Baixo tem hoje um aglomerado de casas bem mais modernas e bem construidas do que ha anos atraz, graças aos boguenses que diariamente labutam longe da sua terra aplicando aqui as suas economias.
Portugal recebeu segundo varias noticias mais de sete milhões de euros até meados do ano passado, provinientes de emigrantes.
Os boguenses continuam a labutar arduamente longe da sua terra fisicamente, mas mentalmente estão cá sempre. Bogas continua para sempre nos seus corações.

Vamos fazer com que Bogas resista ao efeito da desertificação e que se continue a construir novas casas sinal de que os Boguenses pensam regressar um dia.
Evidentemente que mesmo dentro do nosso País de norte a sul se encontram bogenses radicados com os seus estabelecimentos, as suas empresas ou simplesmente trabalhando por conta de outrem.
No Verão cá nos encontraremos todos nem que seja apenas por altura dos festejos em honra da Nossa Senhora das Dores que se realizão todos os anos em agosto

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

NAS ABAS DA GARDUNHA

Três horas de carro chegam para se conhecer o lado Sul desta linda região da cova da beira.
Começando na zona do Fundão, parte-se à descoberta de aldeias como Souto da Casa Castelejo (onde se realizam os grandes festejos em honra de Sta Luzia no dia 15 de Setembro de cada ano) Lavacolhos, Silvares, S Martinho Barroca acabando em Bogas de Baixo. . Seguidamente, avança-se até ao miradouro do Penedo Mosqueiro,

e olha-se com olhos de ver o vale do Zêzere. Depois, volta-se por Janeiro de Cima.Maxial Bogas de Cima e Açor e daqui decemos até a Enxabarda .

Estradas que serpenteiam a serra por entre uma vegetação carregada de verdes e roxos vivos, soutos de castanheiros ou os densos carvalhais.
entrando de repente na zona do pinhal
.
O cenário tipicamente serrano, com ruas empedradas e casas de xisto ou granito. Isto claro, sempre com mapa na mão, não vá alguém perder-se.

Continuando a explorar a Gardunha, avança-se agora mais para sul até S. Vicente da beira, onde sempre se encontraram inúmeros vestígios arqueológicos. Seguidamente, segue-se depois em direcção a Castelo Novo e Alpedrinha, paragens obrigatórias pela sua beleza e património histórico. Seguidamente, avança-se até ao miradouro da Portela, de onde podemos deslumbrar nos com uma paisagem impressionante . Depois, volta-se novamente ao ponto de partida, o Fundão.

Durante toda esta curta aventura, não será muito difícil cruzarmo-nos com alguns dos tradicionais rebanhos de cabras e ovelhas, que ainda abundam na região. Espectáculo bonito, pena é quando decidem atravessar a estrada, mas com paciência também se vai lá.

Nesta região existem algumas queijarias meio industrializadas,mas fabricam aqui um queijo de ovelha feito á cabreira o chamado queijo amarelo apreciado em todo o país e alem fronteiras

No entanto em toda esta região muitos são aqueles que possuem um pequeno rebanho de cabras e qualquer dona de casa sabe fazer os saborosos queijos de cabra e em cada casa ha sempre um queijinho fresco para o pequeno almoço ou para o lanche.e depois há ainda quem faça acompanhar o queijo com uma boa fatia de broa tambem ela confeccionada nos fornos a lenha caseiros,
em BOGAS DE BAIXO

sábado, 2 de fevereiro de 2008

RIO ZEZERE

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2008-01-14
Fonte: Diário XXI


As Rotas dos Mineiros, no concelho do Fundão, podem vir a fazer parte de um roteiro pedestre de mais de 200 quilómetros que acompanhe o Rio Zêzere, da nascente à foz. “Basta articulação entre os municípios”, entende o vereador Paulo Fernandes.

Fundão interessado em percurso pedonal do Rio Zêzere
A Câmara do Fundão está interessada em integrar o projecto de criação de um percurso pedonal ao longo do Rio Zêzere, desde a nascente até à foz. A ideia foi apresentada pela associação Amigos da Serra da Estrela (ASE) a alguns dos municípios que o rio atravessa, a 11 de Dezembro, em Oleiros. A autarquia fundanense não esteve presente, mas irá estar na próxima reunião que se realiza dia 17, próxima quinta-feira, em Pedrogão Grande.

“Vamos participar na reunião em Pedrogão Grande, onde vamos tentar perceber melhor a lógica do projecto”, disse Paulo Fernandes, vereador da Câmara do Fundão. O autarca espera que seja possível “encontrar um formato para cooperar num projecto que, à partida, nos parece interessante”, uma vez que, entende Paulo Fernandes, “o Vale do Zêzere é um activo em termos de atracção turística, nomeadamente no que respeita a percursos marcados”.

No concelho do Fundão, grande parte do Vale do Zêzere, na zona do Pinhal, “já está marcado, através de um projecto conhecido como Rotas dos Mineiros, com a devida sinalética e espaços de descanso”.

“Agora – defende – é uma questão de integração naquilo que pode ser um produto turístico maior e ver como pode ser valorizado em conjunto, coordenado e colocado no terrenos nas suas sub-zonas”, avalia o vereador.


Longo trabalho pela frente

Na primeira reunião participaram representantes de oito dos 15 municípios, nomeadamente as câmaras da Guarda, Manteigas, Pampilhosa, Oleiros, Pedrogão Grande, Ferreira do Zêzere, Tomar e Constância. Uma candidatura conjunta da ideia ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) foi uma das propostas avançadas.

Para o encontro de quinta-feira foram convidados os restantes municípios que, por indisponibilidade, falharam o primeiro encontro: Abrantes, Belmonte, Covilhã, Figueiró dos Vinhos, Fundão, Sertã e Vila de Rei. O concelho da Barquinha foi também convidado desta vez, porque “só mais tarde se percebeu que também era atravessado pelo Rio Zêzere”, conta José Maria Saraiva.


Autor do projecto acredita na participação de todos

José Maria Saraiva, vice-presidente da ASE, está “plenamente convencido de que todos os municípios estarão presentes” no encontro de dia 17, já que “trata-se de um projecto comum que não atenta contra qualquer um e onde todos beneficiam”. José Maria Saraiva reconhece que a criação do percurso será um “longo trabalho”, mas não tão difícil quanto se imagina, pois “a divisão por concelhos e freguesias dilui o seu peso”, acrescentando que a ASE “está disponível para colaborar no que for possível”.


Três desafios a superar

José Maria Saraiva apela a que os municípios encontrem “uma forma flexível e rápida de superar os três os desafios: implementar, concretizar e promover”. Se tiver êxito, acredita que “esta rota poderá ser um exemplo na Europa”. Aliás, acrescenta, no contexto europeu não existe qualquer outro percurso pedestre que acompanhe um rio desde a sua nascente até à foz, o que “poderá ser particularmente atraente para visitantes estrangeiros”, afiança.

Ao longo dos últimos dias, o Diário XXI tentou ouvir, sem sucesso, a Câmara de Pedrogão Grande, encarregada de organizar o encontro de dia 17. Também não foi possível ouvir as autarquias da Beira Interior que não estiveram no anterior encontro (Belmonte, Covilhã, Sertã e Vila de Rei).


Empresas interessadas no projecto

O Rio Zêzere nasce na Serra da Estrela, a 1954 metros de altitude, e desagua no Rio Tejo, em Constância, a tão só 25 metros acima do nível do mar. O principal atractivo do percurso pedonal é a sua morfologia, sustenta José Maria Saraiva, pois “a envolvência da água com o meio físico é espectacular”. O potencial “está lá, agora há que aproveitá-lo”, acrescenta.

O projecto “é de tal forma interessante que já fomos contactados por empresas ligadas às actividades de turismo e desporto de natureza que se mostraram interessadas em participar”, adianta José Maria Saraiva

P.S. Já agora aproveito para deixar uma sugestão
Se este passeio pedonal se chegar arealizar, aconselho um momento de repouso no parque de merendas do penedo mosqueiro entre Orvalho e Bogas de Baixo onde se pode saborear um optimo piquenique deslumbrando se ao mesmo tempo com uma paisagem paridisiaca do Zezere serpenteando por entre vales com as tavessias de barca para Janeiro de Baixo e os velhos moinhos na Foz de Bogas
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